O galardão dos Salvos na eternidade (céu e terra renovada)

“E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.” Ap 22:12.

Em gospelprime.com.br Hélio Roberto escreveu: “Se cada um receberá sua recompensa na medida de suas obras, é porque haverá recompensas em medidas diferentes.

O que é o galardão? O que há de mais desejável no céu? Com toda certeza e sem medo de errar, a resposta é simples: O que há de mais desejável no céu é a Presença de Deus! Assim, na minha concepção, o galardão tão prometido nas Sagradas Escrituras é a Presença de Deus. Você pode vir a se perguntar: Então haverá pessoas mais próximas de Deus do que outras? Eu creio que sim, no sentido de que haverá pessoas mais

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A Alegria da Salvação no Maravilhoso Testemunho de Zaqueu

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Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.” Lc 19:9.

Deus nos deu a graça de em 2012 visitar com minha esposa a cidade de Jericó e a possível árvore ou descendente da que Zaqueu subiu para ver a Jesus.

“Zaqueu era uma chefe dos publicanos muito rico, da época de Jesus, que deu um testemunho público do Senhor Jesus confessando que Jesus era o seu Senhor, não se importando com a sua elevada posição social, com os seus bens, nem com o que pensariam dele.

Zaqueu possivelmente enriqueceu aumentando impostos cobrados ao povo e através de subornos de muitos ricos que pagavam para terem impostos mais baixos. Zaqueu era um pecador e gozava da antipatia do povo judeu, que o considerava um traidor, por ajudar a Roma a extorquir dinheiro do povo. Por isso, Zaqueu, apesar de ser um homem rico era infeliz, necessitado da verdadeira alegria, como muitos ricos e também pobres no mundo de hoje.

Zaqueu ouviu falar de Jesus e quando Jesus entrou na cidade de Jericó, procurou vê-lo. Como era de baixa estatura, subiu, em um sicômoro, uma árvore do médio oriente que produz

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A Parábola do rico e Lázaro ensina que os mortos estão como que “vivos”, conscientes?

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“Nos capítulos 15 e 16 de Lucas, Cristo apresenta várias parábolas em resposta à preconceituosa discriminação dos escribas e fariseus para com as classes marginalizadas da época (Lc 15:1 e 2; 16:14 e 15). A parábola de Lucas 16:19-31, que aparece no final desses dois capítulos, é caracterizada por um forte contraste entre “certo homem rico” e bem vestido (verso 19) e “certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas” (verso 20). O relato ensina pelo menos duas grandes lições. A primeira é que o status e o reconhecimento social do presente não são o critério de avaliação para a recompensa futura. Em outras palavras, aqueles que, à semelhança dos escribas e fariseus, se julgam mais dignos do favor divino podem ser os mais desgraçados espiritualmente aos olhos de Deus (comparar com Mt 23).

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