S. JOÃO 3:16. MONOGUENÊS: SIGNIFICA ÚNICO OU UNIGÊNITO DE DEUS?

JOÃO 3_16
Em um estudo de determinado assunto, a fim de ser justo e honesto deve-se obrigatoriamente deixar de lado preconceitos, idéias e conceitos antecipados sobre a questão. Há grande perigo de comprometer a honestidade e confiabilidade dos resultados caso o defensor esteja no campo da defesa de uma instituição religiosa, seja ela qual for.

Chegar à verdade deve ser o objetivo primordial a alcançar, mesmo que isto nos conduza contra nossas convicções e idéias, reduzindo-nos a nada e até mesmo envergonhando-nos e nos decepcionando. Este é o alto custo que, na maioria dos casos, deve-se pagar; porém, milhões não estão dispostos a pagar este preço.

Outro fator importante a considerar é que, com freqüência, uma pesquisa só terá peso para a maioria das pessoas, se tão somente for produzida por alguém que possua credenciais e diplomas em larga escala. Ninguém dará crédito às idéias ou à pesquisa de alguém que não possua tais credenciais, mesmo que ela esteja solidamente fundamentada. Este foi um sério obstáculo à compreensão da verdade nos dias de Jesus.

“Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele” Marcos 6:3.

A pouca credibilidade de Jesus para muitas pessoas estava no fato dele ser filho de um rude carpinteiro. Frequentemente também comentavam a seu respeito:

“Então, os judeus se maravilhavam e diziam: Como sabe este letras, sem ter estudado?” João 7:15.

Impressionante! Hoje não é diferente. É mais fácil dar crédito ao doutor do que ao lavrador. Não importa o que este último diga ou prove; não importa quão sólidas sejam suas bases. Ele é, e sempre será, um lavrador. Que pode ele me ensinar? “Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós?” João 9:34. Que tristeza! Mas é assim mesmo que acontece.

Um dos fatores para os grandes estragos teológicos hoje em dia, é que teólogos pertencem a denominações religiosas, e ao defenderem determinada posição, não estão ali para defender uma verdade estabelecida na Bíblia, mas a teologia de sua denominação religiosa. Tudo que for contrário ao que sua denominação prega deve ser prontamente negado e combatido mesmo que a Escritura Sagrada dê forte apoio.

A escritora Ellen White escreveu algo profundamente oportuno a este respeito e gostaria de partilhar este pensamento:

“A Igreja Romana reserva ao clero o direito de interpretar as Escrituras. Sob o fundamento de que unicamente os eclesiásticos são competentes para explicar a Palavra de Deus, é esta vedada ao povo comum. Conquanto a Reforma fizesse acessível a todos as Escrituras, o mesmíssimo espírito que Roma manteve impede também as multidões nas igrejas protestantes de examinarem a Bíblia por si mesmas. São instruídas a aceitar os seus ensinos conforme são interpretados pela igreja; e há milhares que não ousam receber coisa alguma contrária ao seu credo, ou ao ensino adotado por sua igreja, por mais claro que esteja revelada nas Escrituras.

“Apesar de achar-se a Bíblia cheia de advertências contra os falsos ensinadores, muitos há que estão prontos a confiar ao clero a guarda de sua alma” O Grande Conflito, Pág. 596.

Eis que agora, proponho algo difícil para muitos no campo do estudo. Examinar as idéias e as bases apresentadas por um leigo numa objeção às idéias e bases apresentadas por um mestrado em línguas bíblicas pela Universidade Andrews, Pedro Apolinário, em seu livro “As Testemunhas de Jeová e Sua Interpretação da Bíblia” publicado pelo Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia – SALT, outubro de 1996 .

Ao leitor deixo outro valioso pensamento da escritora Ellen White:

“Mas Deus terá sobre a Terra um povo que mantenha a Bíblia, e a Bíblia só, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas. As opiniões de homens ilustrados, as deduções da ciência, os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam, a voz da maioria – nenhuma destas coisas, nem todas em conjunto, deveriam considerar-se como prova em favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos pedir em seu apoio um claro – “Assim diz o Senhor” O Grande Conflito, 595, Cap. Nossa Única Salvaguarda.

MONOGUENÊS – ÚNICO OU UNIGÊNITO?

Nosso estudo se concentrará nas afirmações feitas no capítulo: Cristo o Unigênito Filho de Deus, a partir da página 145 do livro do professor Pedro Apolinário “As Testemunhas de Jeová e Sua Interpretação da Bíbla”.

Segundo o autor, a palavra unigênito em português foi traduzida incorretamente por algumas versões:

“João 3:16 é inegavelmente o verso mais conhecido da Bíblia, sendo definido por Lutero como o evangelho em miniatura.

“Infelizmente, algumas das traduções mais conhecidas da Bíblia como a King James Version (KJV) e a nossa Almeida traduziram erradamente este verso” Pág. 145.

Concordamos que várias versões erraram ao traduzir João 3:16, mas este não é o caso da Almeida e nem tampouco da King James. Isto será provado, mais adiante.

O professor faz uma importante pergunta em seu livro:

“Se Cristo é o eterno ‘Logos’ preexistente como pode ser chamado em João 3:16 de unigênito Filho de Deus?” Pág. 145.

A questão proposta é: Se de fato Jesus é o unigênito, ou seja, o único gerado de Deus, quando houve um instante na eternidade passada que Deus o gerou, trazendo-o à existência. Ou então, teria preexistência ETERNA passada.

Monoguenês – Único da Espécie?

Diante deste impasse, qual foi a solução proposta pelo autor? Provar que unigênito, que é derivado do termo grego monoguenês, não significa gerado por, ou gerado de. Vejamos a proposta de Carlos Apolinário:

“Origem e Significado da Palavra

Conhecendo os elementos constitutivos da palavra, entenderemos melhor o seu significado, especialmente, ao ser aplicada a Cristo.

Sendo a palavra composta de “monos” = um só, único e “guenos” = espécie, sua tradução correta apenas pode ser: o único da sua espécie”. Pág. 145, 146.

Segundo o professor, “sua tradução correta APENAS poderia ser: o único da sua espécie”. Creio que aqui cabe uma pergunta oportuna: De qual “espécie” é Jesus? Veja a resposta proposta do professor Carlos Apolinário:

“Ele é filho único, porque como membro da Trindade foi o único que recebeu o título de “Filho com poder” (Rom. 1:4) e o poder de Deus (I Cor. 1:24). Seu nascimento foi milagroso por ser o único em sua classe, pois nasceu tendo vida própria”. Pág. 146.

E como apoio à sua afirmação, logo em seguida, cita uma publicação da Conferência Geral:

“Jesus Cristo, Deus preexistente, o divino Verbo criador, em sua encarnação tornou-se sentido incomparável o Filho de Deus. Por isso é que Ele é designado “monoguenês”, o único de Sua espécie, o único em muitos aspectos do Seu ser e vida”. The Review and Herald – Translation – Problemas de Tradução na Bíblia, pág. 202.

Como pode ser percebido, tanto a Review (gostaríamos de ter a data da publicação deste artigo), quanto o professor Apolinário, concordam que monoguenês significa “o único da sua espécie”. Ou seja, que Jesus é tudo, menos o filho literal de Deus!

Qual a tradução correta?

Voltemos à questão: “Qual a tradução correta para monoguenês?” No próprio livro, embora, talvez, não perceba, o professor nos oferece uma preciosa pista.

“Monoguenês e seu Uso no Novo Testamento

Monoguenês aparece nove vezes no Novo Testamento, sendo cinco vezes para Cristo, (João 1:14, 18; 3:16, 18; I João 4:9), e quatro vezes para outras pessoas (Luc. 7:12; 8: 42; 9:38, Heb. 11:17)”. Pág. 148.

Se monoguenês significa somente “único da espécie”, porque a mesma palavra foi usada para “TRÊS pessoas da MESMA ESPÉCIE”? Surpreso? Pois é isso mesmo que nos mostra a Escritura e o professor sugere nos versos acima. Vejamos:

“Em dia subseqüente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão. Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único (monoguenês) de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela” Lucas 7:11, 12 – Almeida Revista e Atualizada”.

“Ao regressar Jesus, a multidão o recebeu com alegria, porque todos o estavam esperando. Eis que veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga, e, prostrando-se aos pés de Jesus, lhe suplicou que chegasse até a sua casa. Pois tinha uma filha única (monoguenês) de uns doze anos, que estava à morte. Enquanto ele ia, as multidões o apertavam” Lucas 8:40-42 – Almeida Revista e Atualizada.

“No dia seguinte, ao descerem eles do monte, veio ao encontro de Jesus grande multidão. E eis que, dentre a multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: Mestre, suplico-te que vejas meu filho, porque é o único (monoguenês)” Lucas 9:38 – Almeida Revista e Atualizada.

Pedro Apolinário nos indica algo bastante importante quando afirma que “Jerônimo conservou “únicos” em Lucas 7:12, 8:42 e 9:38 por não haver ali interesse teológico” pág. 150.

Percebeu amado leitor; a causa da não aplicação da palavra “unigênito” nos três textos acima mencionados, segundo Apolinário, é que “não havia interesse teológico”. Ou seja, quando os teólogos (e tradutores!) desejam defender suas próprias posições teológicas, alteram a seu bel-prazer as palavras dos textos bíblicos!

Pois é justamente aí, onde, por interesse teológico Pedro Apolinário não comenta e nem expõe os três textos de Lucas (7:12; 8:42 e 9:38). Ele apenas os menciona sutilmente. Por quê? Porque são justamente estes textos que desmentem e desfazem todas as tentativas de destruir a filiação natural e literal de Jesus em relação ao Seu Pai.

De que “espécie” eram as pessoas mencionadas em Lucas? Espécie Humana! Correto? De Cristo poderiam dizer: “ele é o único Deus e homem”, mas quanto a estas pessoas, que inventarão os teólogos para explicá-los de forma convincente?

Teremos assim:

Lucas 7:12 – O filho monoguenês da viúva

Lucas 8:42 – A filha monoguenês de Jairo

Lucas 9:38 – O filho monoguenês do homem

Teríamos então: 3 filhos ÚNICOS da MESMA espécie. Portanto a afirmação que monoguenês significa único da espécie está fundamentada na areia. Podemos afirmar com convicção e clareza que o professor Pedro Apolinário ou qualquer outro teólogo que tente provar que Jesus não é o unigênito (único gerado de Deus) estão em terrível equívoco.

ISAQUE – Unigênito de Deus

Muitos teólogos formados na Andrews University, em vários livros (A Trindade é um deles) ou em outros artigos, tentam provar que monoguenês não pode significar “único gerado” e em seu apoio citam Hebreus 11:17. Com o professor Apolinário não é diferente:

“Quanto a Heb. 11:17 deve ser salientado que Isaque não era unigênito, porque tinha um irmão mais velho – Ismael, e mais tarde Abraão gerou outros através de Quetura. Isaque em nenhum sentido foi unigênito, mas sim filho singular, o filho da promessa, visto que Ismael estava fora da promessa (Gál. 4:22, 23). Em Gênesis 22:2, no hebraico esta “Yachid”, mas na Septuaginta aparece assim: “Toma teu filho querido (agapeton), a quem ama…” Pág. 149.

Deixemos que a Bíblia prove por si mesma que Isaque era sim unigênito de Abraão. Vamos às origens. Gênesis 16.

“Ora, Sarai, MULHER de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai”. Gên. 16:1,2.

A Bíblia afirma que Sarai era a ESPOSA de Abrão. Não podendo gerar filhos ao seu marido, teve a idéia de usar a sua serva Agar como barriga de aluguel. Abrão aceitou tal proposta. No verso 4, lemos que “Ele a possuiu, e ela concebeu”, nascendo Ismael, fruto de um pecado, filho fora do casamento. A Abrão, porém foi-lhe feita a promessa:

“A Abrão foi prometida uma benção, Deus fez com ele uma aliança e lhe disse: Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constituí. Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti” Gen. 17:5,6.

Mas há outro detalhe que deve ser percebido nesta questão:

“Disse também Deus a Abraão: A Sarai, TUA MULHER, já não lhe chamarás Sarai, porém Sara. Abençoá-la-ei e DELA TE DAREI UM FILHO; sim, eu a abençoarei, e ela se tornará nações; reis de povos procederão dela” Gên. 17:15, 16.

A mesma frase é repetida tanto com respeito a Abrão quanto a Sara, “se tornará nações, e reis procederão”. A promessa, portanto, fora feita para o MARIDO e sua ESPOSA. Um filho nasceria deste matrimônio, e a Escritura é clara em afirmar que Abrão e Sara tiveram apenas UM filho.

A Abraão foi repetida a promessa:

Disse um deles: Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, TUA MULHER, dará à luz UM FILHO. Sara o estava escutando, à porta da tenda, atrás dele. Gên. 18:10.

Exatamente um ano depois:

“Visitou o SENHOR a Sara, como lhe dissera, e o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido. Sara concebeu e deu à luz UM FILHO a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara. Ao filho que lhe nasceu, que Sara lhe dera à luz, pôs Abraão o nome de Isaque” Gên. 21:1-3.

Isaque, portanto, foi o UNIGÊNITO, ou seja, o único filho gerado de Abraão e Sara. O unigênito do sagrado matrimônio. Veja o que Deus disse de Isaque:

Depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui! Acrescentou Deus: Toma teu filho, TEU ÚNICO FILHO, ISAQUE, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei” Gên. 22:1, 2.

Aqui, o próprio Senhor afirmou que Isaque era o unigênito de Abraão. Deus não considerou aqui, os filhos ilegítimos de Abraão. O autor de Hebreus estava correto ao chamar Isaque de Unigênito, sendo o único filho do CASAMENTO de Abraão e Sara. Fica claro que Ismael e outros filhos de Abraão foram gerados FORA do casamento, eram filhos gerados no pecado.

Quando o autor de Hebreus escreveu que Abraão ofereceu seu unigênito, tinha em mente apenas o filho do CASAMENTO de Abraão, seu ÚNICO filho legítimo.

A Palavra “Único” e as Traduções da Bíblia

Como afirmamos no início deste artigo, que concordamos com Pedro Apolinário na questão de que várias traduções da Bíblia traduziram erradamente a palavra monoguenês em João 3:16, mas este não é o caso da Almeida ou a King James como afirma o professor, pois elas traduzem corretamente como unigênito.

Aqui surge outra importante questão: Único e Unigênito são sinônimos ou termos diferentes? Porque nos textos apresentados por Lucas (caps. 7:12; 8:42; 9:38) a maioria das versões, inclusive a Almeida, King James e outras resolveram colocar a palavra único como tradução de monoguenês?

A questão chave é esta: Os filhos apresentados nos textos de Lucas eram ou não filhos únicos legítimos (gerados) de seus pais? Cremos que sim! Foi por este motivo que Lucas colocou monoguenês ali.

Existe uma grande diferença entre as palavras único e unigênito. São palavras parecidas, mas uma não exprime exatamente o que a outra significa. Posso provar isso com uma simples ilustração.

João e Maria são casados, mas não podem gerar filhos. Resolvem adotar um bebê, um menino chamado Samuel. Pergunto:

1. Samuel é o ÚNICO filho de Maria e João? Sim! Você me dirá. E eu digo que você está correto.

2. Samuel é o seu unigênito? Não! Pois não foi GERADO pelo casal. Entendeu a questão? Diríamos, portanto: Todo unigênito é único, mas nem todo único é unigênito. É simples como 2 + 2 são 4.

Filho unigênito segundo a Bíblia é o único filho gerado pelo casal. Filhos adotivos, embora sejam únicos, não podem ser considerados unigênitos.

Os diversos teólogos trocaram unigênito por único, porque esta última significação dá margem a várias interpretações; pode significar filho adotivo, considerado ou tratado como tal, embora não sendo filho legítimo, gerado.

Outras Provas que Cristo é o Unigênito de Deus

Existe outra palavra grega que merece ser considerada aqui. Ela dá força ainda maior ao fato de unigênito ser “único gerado de”. Esta palavra é traduzida em nossa língua frequentemente por “próprio”.

A palavra é “idios” que em português significa “que me pertence, que pertence a, próprio”, é uma palavra preciosa que nos transmite muita luz sobre o assunto.

Vejamos alguns exemplos:

1. A minha cidade (onde nasci)

“Todos iam alistar-se, cada um à sua própria (idios) cidade”. Lucas 2:3.

2. A trave que está no meu olho.

“Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio (idios)?” Lucas 6:41.

3. O fruto que pertence à árvore.

“Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio (idios) fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas”. Lucas 6:44.

4. O animal que me pertence (o meu animal)

“E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio (idios) animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele”. Lucas 10:34.

5. Veio para os que lhe pertencia

“Veio para o que era seu (idios), e os seus (idios) não o receberam”. João 1:11.

6. Pedro era o irmão (natural) de André (se diz meu irmão)

“Ele achou primeiro o seu próprio (idios) irmão, Simão, a quem disse: Achamos o Messias (que quer dizer Cristo)” João 1:41.

Este texto merece uma apreciação especial. A palavra próprio aqui é utilizada para enfatizar, reforçar o fato de que Pedro era o irmão natural, eram irmãos de sangue, filhos do mesmo pai e mãe. Este fato é muito importante para nós.

Agora veja uma seqüência de versos maravilhosos da Escritura Sagrada que demonstrará claramente que Jesus é de fato o Filho literal (gerado) de Deus, o Pai.

7. Deus é o Pai literal de Jesus

“Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio (idios) Pai, fazendo-se igual a Deus”. João 5:17, 18.

8. Jesus é o próprio Filho de Deus.

“Aquele que não poupou o seu próprio (idios) Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” Romanos 8:32.

Você ainda tem dúvida? Quando dizemos este é meu próprio filho, o que queremos dizer? Que é meu filho legítimo, me pertence, eu o gerei, sou o pai dele. É exatamente isso que Paulo mostra em Romanos.

Que Deus nos deu? Seu próprio Filho, seu unigênito. Este é o valor que você tem para ele. Este foi o grandioso amor de Deus. Não permita que ninguém engane você nesta questão, não importa quantos títulos ou diplomas esta pessoa carregue.

“Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus”. 1 João 4:15

“Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” 1 João 5:5.

Deus nos conceda a vida eterna por meio de Filho unigênito! — Marcelo Gomes.
FONTE: http://www.adventistas-bereanos.com.br/2004novembro/monoguenesunicoouunigenitodedeus.htm

CARTA AOS FILIPENSES: A EPÍSTOLA DA ALEGRIA!

filipenses

filipos
Pr. José Barbosa de Sena Neto
E-mail: [email protected] – Na internet: http://cpr.org.br/prbarbosaneto.htm

“Quando Paulo escreveu aos Romanos ele finalizou a sua carta com um pedido: que os irmãos orassem a seu favor “a fim de que, pela vontade de Deus, chegue a vós com alegria, e possa recrear-se convosco” (Rm 15.32). A oração foi ouvida, pois três ou quatro anos mais tarde Paulo chegou a Roma, preso é verdade, e, ao encontrar-se com os irmãos da metrópole, o seu coração transbordava de alegria. Perto do fim da sua prisão em Roma escreveu aos filipenses, e com justa razão essa carta é chamada de “A Epístola da Alegria”! Nada menos que dez vezes é que a palavra, em forma de substantivo ou de verbo, aparece na Epístola, e a carta só é de apenas quatro capítulos curtos!

E, humanamente falando, as circunstâncias em que Paulo escreveu essa carta exigiam que ele fosse triste, acabrunhado, sim, até cheio de ódio e de amargor. Vejamos as circunstâncias quando escreveu aos filipenses. Há quatro anos tinha estado preso e isso injustamente. As maiores autoridades que o examinaram declararam que Paulo nada fizera que merecia prisão ou morte. “…achei que o acusavam de algumas questões da sua lei; mas que nenhum crime havia nele digno de morte ou prisão”(At. 23.29), escreveu Cláudio Lísias a Festo. “Este homem nada fez digno de morte ou de prisões”(At. 26.31, disse Agripa e Festo em conversa. “Este homem bem podia ser solto, se não tivesse apelado para César” (At. 26.32), finalizou Agripa Sua prisão, portanto, era injusta, e as acusações contra ele, feitas pelos seus próprios patrícios, os judeus, eram falsas. E, na prisão em Roma, vinte e quatro horas por dia, Paulo sofria a humilhação de estar acorrentado ao soldado romano que lhe servia de guarda. E, como se tudo isso não fosse o suficiente de sofrimento, Paulo era caluniado por certos ‘crentes’ em Roma, gente que aspirava a liderança na comunidade cristã. Esses homens inescrupulosos viam na prisão de Paulo uma oportunidade de desprestigiá-lo em proveito próprio. Paulo escreve: “Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros, de boa mente. Estes, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Aqueles, contudo, anunciam a Cristo por contenda, não sinceramente, julgando suscitar aflição às minhas cadeias” (1.15-17). Ainda mais, Paulo deveria sentir-se frustrado: as igrejas que ele fundara estavam sem os seus cuidados pastorais; os seus planos para uma vasta campanha missionária que o levaria até a Espanha, estavam parados. E, além de tudo, Paulo estava na véspera de comparecer perante Nero, o imperador, e, embora inocente, bem poderia ser condenado à morte.

Preso injustamente, caluniado por inimigos gratuitos, seus planos frustrados, a sua vida em perigo – tudo isso deveria fazer com que Paulo fosse magoado, revoltado, vingativo, e com a vida totalmente amargurada. Mas, longe disso, ele declara em verdadeira euforia de alma: “Mas que importa? contanto que Cristo, de qualquer modo, seja anunciado, ou por pretexto ou de verdade, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei” (1.18).

Logo se vê, a verdadeira alegria não depende de circunstâncias. Qual o segredo então? “Alegrai-vos sempre no Senhor”(4.4). O segredo de uma vida contínua de alegria está “em Cristo”. Cristo está em mim, e a minha vida está escondida com Cristo em Deus: que importa que a tempestade ruja em torno de mim? No Senhor sempre me alegro e sempre me alegrarei. O fruto do Espírito é alegria, e alegria vem em segundo lugar, logo depois do fruto por excelência, o amor. Para mim que sou crente, a alegria não é anormal, mas perfeitamente normal em todas e quaisquer circunstâncias, pois, a alegria é fruto do Espírito. Vamos, agora, entender o que Paulo quer dizer quando nos exorta: “Alegrai-vos no Senhor sempre, alegrai-vos”.

1.3 – A alegria em oração. – A vida de oração é fundamental ao crente; faz parte do seu ministério sacerdotal. Devemos orar por todos os santos, e fazer isso com a maior alegria e satisfação. O segredo de orar com alegria é “trazer no coração” aqueles pelos quais oramos, e ao orarmos por eles pedir para eles profundas e ricas experiências na vida em Cristo (1.9-11).

1.18 – A alegria no fato de Cristo ser pregado. – Os longos anos de prisão de Paulo, longe ser de atraso para o progresso do Evangelho, antes contribuíra para o seu progresso. Paulo está confinado dentro de quatro paredes, mas na sua imaginação, segundo a linguagem que ele emprega, está na vanguarda daqueles que pregam o Evangelho, indo na frente e abrindo picada para que os demais passem com relativa facilidade (1.12). Ao menos duas cousas positivas resultaram da prisão de Paulo: a “guarda pretoriana”, a elite do exército romano, estava sendo evangelizada; e, os irmãos em Roma proclamavam o Evangelho com mais desassombro. Até os inimigos gratuitos do apóstolo estavam pregando a Cristo! E Paulo se regozijava!

1.25. – A alegria na fé. – Paulo enfrentava a vida com realismo. Bem sabia que poderia ser condenado à morte, mas para ele vida ou morte lhe era indiferente. O seu interesse era o bem-estar dos filipenses, e para eles seria mais interessante que Paulo continuasse a viver. Seria para a alegria da fé deles. A alegria da fé resultante da comunhão dos santos.

2.2. – A alegria da fraternidade cristã. – Havia em Filipos uma tendência religiosa perigosa, a da fragmentação da Igreja em partidos. Paulo reúne todos os elementos que contribuem para união de vida e de amor entre os irmãos, e ainda acrescenta o exemplo supremo de humildade, o da descida de Cristo do trono até a cruz, num esforço de combater o espírito partidário. E afirma que o que vai completar a sua alegria é que os filipenses sejam de fato unidos de alma. Verdadeiramente, nada há que complete a nossa alegria mais do que isso, contemplar a união da igreja local, união essa que resulta de amor e de humildade, a fim de que “cada um considere os outros superiores a si mesmo” (v.3). Pode haver maior alegria?!

2.17. – A alegria de sofrer por Cristo. – Nessa carta constantemente Paulo está face a face com a morte; considera o seu martírio como probalidade. Neste versículo Paulo se transporta em seu pensamento para o templo em Jerusalém na hora do sacrifício. A vítima está imolada e posto no altar: o fogo está acesso. Chegou o momento cruciante, o auge da cerimônia toda: o sacerdote derrama sobre a vítima a libação. É o que aperfeiçoa o sacrifício. Paulo se considera essa libação , o que completa o serviço e sacrifício da fé dos filipenses. O seu martírio seria justamente isso, a libação sobre o sacrifício. Por isso, os filipenses deveriam se alegrar, e alegrar-se juntamente com ele. Alegria no sofrimento, mesmo que este seja o sacrifício supremo.

2.28-29.- A alegria de receber e de honrar um amado servo de Deus. – Epafrodito viera a Roma, enviado pelos irmãos filipenses, para servir a Paulo. Isso ele tinha feito com todo empenho. Adoecera, e tinha estado às portas da morte. Deus, porém, o poupou para alegria sua, alegria de Paulo e alegria dos irmãos filipenses. O processo contra Paulo estava na véspera de ser resolvido, e, por isso, Paulo espera em breve dispensar com os serviços de Epafrodito, e mandá-lo de volta para Filipos. Paulo pensa na alegria com que esse fiel servo de Cristo será recebido pela Igreja, e de como será honrado pelos irmãos. A alegria de receber e honrar um servo amado de Cristo.

3.1; 4.1,4. – A alegria daquele que está em Cristo. – Quando o Divino Mestre estava se despedindo dos seus discípulos logo antes do seu suplício, Ele lhes falava muito em alegria. Disse-lhes: “Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza, mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar” (João 16.22). Paulo era exemplo vivo desta verdade, pois quando tudo lhe era contrário então era que o seu coração transbordava de alegria!

4.1. – A alegria de quem ganha almas para Cristo. – Nenhuma igreja local que Paulo conseguiu fundar dava-lhe maior alegria do que a dos filipenses. Foi as primícias de Cristo na Europa, e foi fundada em muita tribulação. Era igreja leal ao seu fundador, uma lealdade provada através dos tempos, mas que nunca falhava. Não é de admirar que Paulo se alegra na igreja: “…meus amados e mui saudosos irmãos, minha alegria e coroa, estai assim firmes no Senhor, amados”! Ah! meus irmãos, que alegria quando encontramos os nossos filhos na fé “…andando na verdade, assim como recebemos o mandamento do Pai”!(II João v.4).

4.10. – A alegria de receber donativos. – Paulo relembra com gratidão as inúmeras vezes que os irmãos de Filipos o tinham ajudado financeiramente. Tantas vezes nas suas viagens missionárias ele recebia auxílio dos irmãos amados, e agora, estando preso, mandam-lhe um mensageiro, Epafrodito, para servir a Paulo na prisão., mas não o mandam de mãos vazias! Ele leva consigo uma oferta, donativo de amor da parte dos irmãos filipenses. Paulo tem esta oferta “como cheiro suave, como sacrifício agradável e aprazível a Deus” (v.18). Notemos de passagem que … as ofertas, as coletas especiais – tudo isso na igreja local, não é transação comercial, muito menos um imposto, mas faz parte do ministério sacerdotal de todo crente: é sacrifício aceitável que se oferece a Deus, é oferta da sementeira, é o aroma suave que agrada a Deus. E traz tanta alegria a tanta gente, como foi no caso de Paulo. Eu lhe pergunto: sua igreja local tem plano missionário, investimento para suprir as necessidades dos missionários e as de sua família, daqueles que levam “a preciosa semente, andando e chorando…”, os quais voltarão “com cânticos de alegria, trazendo consigo os seus molhos”? (Sal. 126.6). Quantos benefícios espirituais recebem aqueles que ofertam com alegria na obra missionária! Muitos são ofertantes anônimos, mas que ofertam fielmente sabendo de antemão, que, “no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (I Cor.15.58). Muito obrigado, de coração, a todas aquelas Igrejas locais e aos irmãos e irmãs muitos deles até anônimos, que têm orado e ofertado generosamente em nosso benefício, para o nosso tão necessário sustento e o de minha modesta família, pois sem este “cheiro suave, como sacrifício agradável e aprazível a Deus”, não poderíamos continuar dando tempo integral à obra missionária que o Senhor Deus nos tem confiado. Muito obrigado!

Finalizando, queremos sinalizar que a alegria não depende de circunstâncias, mas de estar em Cristo. E a alegria é fruto do Espírito. E quais os elementos que contribuem para a alegria? – a oração incessante, a pregação de Cristo, a fé, a fraternidade entre os irmãos, o sofrimento; sim, o sofrimento, o sofrimento é alegria, também; a fidelidade de um companheiro, servo de Cristo, o ganhar almas para Cristo, o sustento de missionários, a liberalidade nas ofertas e nada e ninguém poderá tirar do crente essa alegria em Cristo! Que o Senhor vos abençoe!

* Foi sacerdote católico romano durante 22 anos consecutivos e é autor do livro ‘Confissões Surpreendentes de um ex-Padre”.
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* Foi sacerdote católico romano durante 22 anos consecutivos e é autor do livro ‘Confissões Surpreendentes de um ex-Padre”.
FONTE: http://www.desafiodasseitas.org.br/bn-filipenses.htm

O GRITO UNITARISTA

um só deus o paiOra, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, Romanos 15:5

Prezados Irmãos,

Deus me tem dado o sentimento de que o Seu povo deve ser unido e lutar para que a mensagem sobre Sua Unicidade possa marchar de forma coesa.

Recentemente estive pensando em um meio de comunicação, entre nós, que pudesse fortificar nossa união e ao mesmo tempo fortalecer nossa fé, bem como servir de instrumento de propagação do unitarismo entre os que Deus tem escolhido nos últimos dias.

Aqui no Nordeste, temos testificado que o despertamento para este tema (o Unitarismo) está ocorrendo em diversas denominações ( Assembleianos, Batistas, Membros da Igreja Nova Vida, etc.) e não somente entre os ASD.

Cremos que o desejo de nosso Deus é que as “barreiras” sejam superadas com amor e paciência, tendo sempre em mente aquilo que motivou a igreja Apostólica a superar as dificuldades de convivência entre Judeus e Gentios convertido ao Cristianismo, ou seja o Amor Fraternal.

Creio que já é o tempo de implementarmos uma REVISTA UNITARISTA para divulgação e fortalecimento de nossa fé, de forma impressa ou “on line” e de circulação periódica (Mensal, Bimensal ou Trimestral), a fim de que nosso povo pudesse contar com este instrumento de comunicação oficial de nossa crença.

“Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade”. (Raul Seixas)

AGUARDAMOS SUA MANIFESTAÇÃO.
Fraternalmente,

Heráclito Fernandes da Mota
“O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE”

SE EXISTE UM SÓ DEUS, UMA BÍBLIA QUE NOS APRESENTA UM ÚNICO SALVADOR, POR QUE EXISTEM TANTAS RELIGIÕES NO MUNDO?

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Jesus. João 8:32.

Hoje, responderemos uma pergunta que nos foi feita por José do Carmo, o Zezinho do Programa Show da Cidade na Rádio Casa Nova FM 104,9: “Se existe um só Deus, uma bíblia que nos apresenta um único Salvador, por que existem tantas religiões no mundo?

Meu caro Zezinho e demais que nos ouvem agora, sabe-se que muitos conflitos mundiais têm origem a partir de questões religiosas, ainda que fatores de caráter político, econômico, territorial, geopolítico, entre outros.

Atualmente existem inúmeras religiões no mundo, as principais são: Cristianismo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Judaísmo.

O Cristianismo (conforme http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/as-religioes-no-mundo.htm) com cerca de 2,2 bilhões de adeptos. É tido como monoteísta, embora poucos adorem a apenas um Deus, enquanto a maioria adora a 3 seres que eles chamam de um deus em 3 pessoas ou deus trindade, figura criada na antiguidade pelos pagãos e trazida para o cristianismo em 325 por Constantino e seus bispos. No cristianismo ocorrem divisões, formando ramificações denominadas de:

  • Catolicismo, que possui como autoridade máxima o papa. No mundo são contabilizados cerca de um bilhão de católicos.
  • Ortodoxo, uma religião cristã, fruto de uma separação que aconteceu na Igreja Católica Romana no século XI e que se dispersou no oriente. As principais igrejas são a Católica Ortodoxa e Ortodoxa Russa.
  • Protestante, fruto de divergências de opiniões na Igreja Católica no século XVI. O surgimento dessa ramificação cristã está ligado à Reforma Protestante. Martinho Lutero foi quem liderou a revolta contra a venda de perdão por parte do clero, além de ser contrário aos dogmas praticados pela Igreja Católica, como a impossibilidade de engano por parte do papa e também a veneração a santos.

Islamismo: é uma religião monoteísta que surgiu no século VII, foi criada por Maomé, seu principal líder. O livro sagrado é o Corão, atualmente possui cerca de um bilhão de adeptos no mundo e é a que mais cresce. O islamismo é difundido especialmente na Ásia e na África, porém existem muitos seguidores em países como a Inglaterra e a Espanha.

Amados, “as religiões têm aumentado porque as pessoas não seguem integralmente o que Deus nos orienta na Bíblia. Muitos querem que a palavra de Deus se adapte aos seus modos de vida e não que suas vidas sejam mudadas pelas Escrituras”. Em Apoc. 14:12 o povo de Deus é chamado de santo, separado do mundo para obedecer seu mandamentos que não admitem um deus triúno nem a exploração dos membros com dízimos.

No próximo programa lhes falarei sobre o Budismo, o Hinduísmo e o Judaísmo.

Aguardem

LIBERTO POR CRISTO

PPINTO NA ESPANHA

TEMPO DE AGRADECER PELA VIDA E PELA SALVAÇÃO EM CRISTO

OLÁ, “E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. JOÃO 8:32.

Nosso texto para meditação está no Salmo 90:12. “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”. Salmos 90:12.

Existe um ditado popular que diz: “O pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto”. Muitas pessoas vivem conforme o mesmo até hoje, enquanto milhões provam que o mesmo é inverídico.

Hoje é um dia muito especial na vida deste que vos fala, nos últimos onze anos, boa parte deles logo após o programa de Winston Monteclaro de enorme audiência em todo o vale do São Francisco, o professor Paulo Pinto.

Porque hoje, 4 de janeiro de 2016 é importante é minha vida? Porque hoje, pela graça de Deus completo 62 anos, 42 deles dedicados à educação, primeiro como professor do MOBRAL, depois como professor do Supletivo, Química no Colégio Ruy Barbosa e desde 1978 como professor de Química e Fertilidade do Solo e outras disciplinas até agora quando estou me aposentando.

Graças e louvores a Deus pela vida, por mais um ano e pela salvação recebida de Cristo o qual derramou seu sangue na cruz do calvário há cerca de 2 mil anos.

Neste dia também sou grato por Deus, há onze anos ter libertado a mim, a minha família e a milhares de pessoas nessa região e no mundo inteiro do sistema religioso oficial que deixou a verdade para servir a uma trindade, um deus com d minúsculo, falso, estabelecido na antiguidade e trazido para o cristianismo em 325 no Concílio de Niceia e hoje adorado pela maioria das igrejas ou denominações ditas cristãs, jamais pelo povo de Israel literal ou pelo Israel de Deus, o Israel espiritual.

Aprendi nesses onze anos pela Palavra de Deus que seu povo lavado pelo sangue de Cristo, que vive soba a nova aliança assinada com o sangue de Cristo 1) adora ao Deus de Abraão, de Ester, da virgem Maria , do apóstolo Paulo (I Cor. 8:6) o Deus YHWH, Deus de Jesus (Apoc. 3:12). 2) Guarda os mandamentos de Deus (Apoc. 14:12) santifica o santo Sábado do Senhor, o dia que a virgem Maria e Jesus santificavam, mesmo após a morte de Cristo (Lucas 23:56), 3) não paga dízimo a qualquer igreja porque na cruz do calvário acabou o sacerdócio levítico inclusive o dízimo que mantinha esse sacerdócio, entretanto oferta liberalmente para o engrandecimento da verdadeira obra de Cristo, não para sustentar o clero seja ele qual for, mas a pregação da Palavra, o sustento dos órfãos e as viúvas como desde os dias de Jesus (Tiago 1:27). 4) Não se envolve com o Ecumenismo porque o mesmo nivela a verdade por baixo e isso fere a Cristo que é o Único caminho, a verdade e a vida.

Assim, se você que me ouve agora quer a salvação e a vida eterna, não lhe recomendo nenhuma denominação, mas a Cristo, único caminho para Deus (João 14:6), mas você pergunta e onde eu devo congregar? Você e eu devemos congregar conforme Cristo disse que estaria, com 2 ou 3 reunidos no Seu nome, sem adorar a uma trindade, sem cobrar dízimos, sem guardar domingos e festas ou mesmo domingos especiais e inesquecíveis, sem ecumenismo, aí Cristo estará.

Um forte abraço. Maranata, O Senhor logo vem.

O QUE DERRUBOU O FOLKENBERG, FOI SEU PLANO DE ACABAR COM AS UNIÕES!

Folkenberg

Leia-se na parte assinalada (em vermelho) da Revista Adventista americana ‘Adventist Review’, abaixo: (em tradução)

“Eles estão convencidos, que pratica-mente todos os departamentos das Uniões, e alguns departamentos das Associaões, poderiam ser eliminados sem nenhuma perda para a igreja e sua missão.”

Em 17 anos e passadas muitas administrações, a aberração das “UNIÕES” continuam acontecendo.
Na administração “João Wolff” aumentaram de 4 para 11 na Divisão Sul Americana !  —  (um ninho de mordomias e ociosidade)

O que derrubou o Folkenberg, foi seu plano de acabar com as UNIÕES !— A sociedade do Folkenberg com o angariador de fundos beneficientes da Igreja Católica, Mr. Moore, foi usada como pretexto para o afastamento do presidente, por mero oportunismo !

— Os modernos transportes e comunicações, tiveram efeito na eficiência e diminuição administrativa das grandes corporações. — Porém, aconteceu o oposto na Igreja Adventista.

O INCHAÇO da administração Adventista é um mal endêmico e natural ao DENOMINACIONALISMO.

Ao contrário, no sistema CONGREGACIONAL o crescimento estaria focado nas igrejas.

 

 

 

 

 

Somente na Divisão Norte Americana, a extinção das UNIÕES levaria a uma economia de 12 milhões de dólares anuais, sem nenhum prejuizo administrativo.
(cálculo feito em artigo de Folkenberg na principal revista Adventista americana, dando a entender que a economia total, ainda seria 2 vezes maior)
— DEPARTAMENTAL de UNIÃO, é o “sonho marajá” de todo pastor! 

Analistas do adventismo são da opinião que a verdadeira razão da oposição e queda do presidente Folkenberg, foi seu plano de acabar com as Uniões, sendo que as suas negociatas apenas precipitaram os acontecimentos. (negociatas entre  administradores sempre aconteceram)

 

O artigo da revista ‘Adventist Review’  (visto acima) detalha o plano que anualmente levaria a uma economia de 10 milhões de dólares, só na Divisão Norte Americana. (dólares da década dos anos 90).

 

O artigo fala da estrutura administrativa obsoleta da organização Adventista criada em 1901, adequada para as comunicações e transportes da época, que nos dias de hoje (115 anos depois) tornam as Uniões verdadeiros ‘elefantes brancos’. — Há uma duplicação administrativa desnecessária, de departamentos ociosos e cultura de verdadeiros marajás ! — MUITO SEMELHANTE À IGREJA CATÓLICA.

Há uma cópia do governo dos Estados Unidos, com a diferença do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, serem exercidos pelos mesmos homens.  — não há independência de poderes !!!

As AUDITORIAS são feitas pelos próprios administradores, interessados nos resultados. (deveria ser feita por membros da igreja ou por organismos INDEPENDENTES !
Quem contribue, (os membros da igreja) não podem fiscalizar o uso do dinheiro, e ainda são obrigados a pagar um SEGURO, pelos riscos que o dinheiro corre, entre a sacola até a conta bancária da associação, além dos dízimos e ofertas. — um ABSURDO, fazer o membro da igreja pagar um seguro contra os riscos que o tesoureiro da igreja oferece !!!  (confira no Manual da Igreja)

As Praxes e mordomias, são até desconhecidas dos obreiros distritais, verdadeiros ‘burros de carga’ e que realmente trabalham.
Os Departamentais das Associações já ficam o dia inteiro vendo Internet, quando deveriam sair visitando os membros da igreja.
Faz alguns anos um departamental peruano da Divisão, lamentava na Revista Adventista, que os pastores não visitam mais os membros da igreja !!! — deveria estar lamentando nas comissões da Divisão.

Porém os mais ociosos e PARASITAS, são os Departamentais da Uniões, que sabem ‘decor e salteado’ as PRAXES, para reivindicar as mordomias.

Um pastor que chega a Departamental de União, nunca mais vai aceitar uma igreja para pastorear ! — Condideram-se superiores, e como estivesse sendo rebaixado, ter que voltar a cuidar de uma igreja. — no mínimo aceitam ser PRESIDENTE DE ASSOCIAÇÂO !!!

Só na administração corrupta de João Wolff, elevou de 4 para 11 Uniões, na Divisão Sul Americana !

Há igrejas pobres, que não tem dinheiro para pagar a conta de água e luz, e a Associaçlão obriga pagar o SEGURO da organização, que engorda o salário dos administradores.
FONTE: http://adventistas.ws/

 

Morre o Presidente da Conferência Geral que ganhou as manchetes dos maiores jornais dos Estados Unidos, por suas obscuras aventuras empresariais fora da organização. — Folkenberg teria dado um calote de 8 milhões de dólares num sócio católico, que arrecadava fundos para programas de caridade da sua igreja.

 

Roberto S. FolkenbergDepois de um escândalo de repercução mundial, o seguro da organização acabou dando um dinheiro que calou a boca do Mr. Moore.
Forkenberg não recebeu nenhuma disciplina por suas negociatas fora do ministério.

Acabaram criando “um novo departamento” em que Folkenberg podia trabalhar em sua casa de inverno, num dos Estados do Sul dos Estados Unidos, até a chegada da sua aposentadoria.

Milhões de dólares canalizados para o HOBBY predileto do presidente Folkenberg.
Uma milionária Academia de Aviação na Universidade de Andrews, com um aeroporto de 2 pistas, ao custo de milhões de dólares, em terreno de alto valor imobiliário. — Pistas destinadas a receber aviões de grande porte.

A estação de radioamador do presidente Folkenberg estava instalada na séde da Conferência Geral, e uma antena de 3 elementos, durante anos podia ser vista no topo do prédio.

https://www.andrews.edu/aviation/

 

 

Aos 74 anos morreu Roberto S. Folkenberg, Presidente da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo-dia até 1999, quando numa “conspirata” foi derrubado.

Mais de 100 Presidentes de Divisão e outros conspiradores, se reuniram em segredo num hotel 5 estrelas nas redondezas do aeroporto Dulles, na Virginia para estabelecer a estrategia. (50 Km da Conferência Geral de Silver Spring)
Rui Nagel que na ocasião era Presidente da Divisão Sul Americana foi um dos articuladores da conspirata.
Na ocasião já existia o adventistas.ws (alvorada.net) e o escândalo ganhou as manchetes dos jornais de Washington. — Lembro que o ‘Washington Post’ escreveu que a organização Adventista era uma das religiões mais “fechadas” quanto as suas finanças, ao contrário de outras religiões protestantes que são um “Livro Aberto”.

O principal articulador do movimento foi NEAL WILSON, (pai do atual presidente) que não perdoou Folkenberg, por lhe ter frustrado um terceiro mandato na Conferência Geral da Holanda em 1995.

Tenho o recorte do Los Angeles Times, que na época era o maior jornal dos Estados Unidos, (aguarde vamos ver de publicar) onde dizia “gatos e cachorros” do Folkenberg.
O casal Folkenberg acompanhado do Presidente da Divisão Norte Americana, (Alfred McClury)  e sua mulher, saiam em viagem de turismo pelo mundo, com passagens e salários pagos para as mulheres, por um ‘fundo de estudantes pobres’.

McClury tinha um “empréstimo” da Divisão Norte Americana de 140 mil dólares, sem prazo para devolver e sem juros !

Folkenberg era piloto e possuia uma avião Cessna de 10 lugares cujo valor era de mais de 1 milhão de dólares, para pescarias com amigos !!! (já publicamos a foto do avião aqui no http://www.adventistas.ws)
O ex-auditor chefe da Conferência Geral (David … ) em livro conta que o avião foi comprado com dinheiro arrecadado em campanhas nas igrejas da América Central, sem esclarecer que o avião seria propriedade particular do Folkenberg.

A sua grande realização foi fundar uma escola de aviação superior na Andrews University, com mais de 12 aviões de treinamento. — todos os campos missionarios da igreja Adventista no mundo, não tem mais que 4 aviões. — Recentemente compraram 2 LINKS de treinamento de ‘vôo cego’ da França, ao custo de 1 milhão de dólares. (cada)
Aguarde, vamos mostrar fotos e provas do que estamos dizendo.

Toda a questão que afastou Folkenberg foi um sócio católico (Mr. James E. Moore) que na justiça cobrava 8 milhões de dólares, alegando prejuizos causados por Folkenberg.
Ainda ameaçava publicar as mazelas do Folkenberg. — Acabaram “fechando a boca” do sócio católico, por 800 mil dólares pagos pela Companhia de Seguros da organização Adventista.

Há informações, que pouco antes do escândalo, os 2 (Folkenberg e o sócio católico Moore) estiveram no Brasil, tratando de conseguir dinheiro de um milionário adventista brasileiro, tentando resolver a questão. (informação dada diretamente ao Major Clark, que relatou o incidente ao Ennis Meier)

Na ocasião, o website da Conferência Geral, www.adventist.org abertamente fazia campanha contra o presidente Folkenberg, relatando incidentes que depunham contra a conduta do presidente.

A Ação Judicial do Mr. James E. Moore, foi precedida de uma série de artigos no jornal ‘Los Angeles Times’, por gente ligada a administração, e que tinha informações previlegiadas que desmoralizavam a Igreja Adventista e a ADRA. (temos cópias de tudo publicado no jornal)

LEITOR PEDE QUE ROBSON RAMOS SE DEFINA QUANTO À INSPIRAÇÃO DE ELLEN G. WHITE

Prezado irmão Robson,

Desculpe-me a franqueza, mas o que tenho de dizer, digo na lata, sem rodeios. Sabe, creio ser necessário explicar melhor essa sua posição quanto à inspiração da Sra. White. Se acredita nela, por que não aceita os textos do livro Evangelismo favoráveis à Trindade como inspirados? Ou melhor, por que não aceita que uma doutrina bíblica esteja ou possa estar fundamentada somente no que Ellen White escreveu?

Estaria Deus proibido de inspirar outros profetas depois da Bíblia? Não foi a definição do cânon bíblico uma decisão tão católica quanto a formulação da doutrina da Trindade? Por que o irmão diz aceitar a Bíblia como a conhecemos como Palavra de Deus, se o cânon foi definido pela Igreja Católica? E por que rejeita a Trindade, se aceita o cânon?

Para mim, Ellen White ou qualquer outro profeta que Deus mandar estão na mesma condição dos profetas da Bíblia. Quer dizer, tanto faz a doutrina estar na Bíblia quanto num livro da Sra. White, para mim é a mesma coisa, Palavra de Deus do mesmo jeito… É isso. Espero que responda.

Jorge E. S.

Caro irmão,

Aproveito as questões formuladas em sua mensagem para tentar expor mais uma vez aqui no site e para alguns irmãos que me escrevem particularmente, aquilo que penso acerca da inspiração profética concedida à Sra. White. Mas, para começo de conversa, deixe-me primeiro definir o que entendo por inspiração à luz da revelação bíblica:

Inspiração é um processo sobrenatural pelo qual Deus, através de Seu Espírito, confia individual e ocasionalmente mensagens a um ser humano divinamente escolhido (profeta) para que este as comunique como advertência ou instrução ao Povo de Deus. Essas mensagens são concedidas na forma de sonhos, visões, vozes ou pensamentos, que devem ser fielmente relatados ou expressos pelo próprio profeta, seja através de sua voz ou de textos por ele redigidos (ou redigidos sob sua máxima supervisão).

A partir desta definição, creio ser correto afirmar que:

1. Não pode haver divergências entre profetas divinamente inspirados, uma vez que as mensagens de ambos provêm de um único Deus, em que não há mudança nem sombra de variação, sendo Ele o mesmo ontem, hoje e amanhã.

2. Sendo assim, as mensagens de profetas mais recentes, como Ellen White, devem concordar plenamente com o conjunto de mensagens de todos os outros profetas, reconhecidamente inspirados, que viveram e ensinaram antes dela.

3. Por essa razão, os ensinos de um profeta posterior só podem servir de base para uma nova doutrina se o que disser estiver de acordo com toda a revelação profética que o precedeu. Isso é válido não apenas em relação à Trindade, mas para qualquer doutrina, por exemplo, o dízimo

É por essa razão que a Bíblia nos recomendar avaliar a cada mensagem dos supostos profetas que surgem na igreja, sob o crivo último da “Lei e o Testemunho”, ou seja os cinco livros de Moisés e as duas tábuas da lei, escritas pelo dedo do próprio Deus. Foi com esse critério e sob a direção divina, que se definiu quais os livros que poderiam constar tanto das Escrituras do Antigo quanto do Novo Testamento.

Como já dissemos em comentário anterior, isto não desmerece o profeta de maneira alguma, prova é que o próprio Senhor Jesus Cristo sujeitou-se às Escrituras de Seu tempo!

Exemplos:

Mateus 5:17 — Jesus afirma que não veio para contradizer nem anular as antigas Escrituras. Veio cumpri-las.

Lucas 4:16-21 — Jesus credencia Seu ministério, descrevendo-o com palavras do profeta Isaías.

João 5:39 — Jesus desafia Seus adversários a estudarem as Escrituras e verificar como estas testificam dEle.

João 2:22 — A conformidade de Cristo com as Escrituras foi a prova decisiva para os discípulos de que Ele era o filho de Deus.

Lucas 24:25-42, 44-47 — Após a ressurreição, Jesus fortalece a fé dos discípulos, avaliando-Se à luz das Escrituras.

E mais:

Apocalipse 22:18-20 — Ao encerrar Sua revelação essencial à raça humana, Jesus proíbe qualquer acréscimo à mensagem bíblica. Mais uma razão para que qualquer escrito posterior passe pelo crivo das Escrituras, que hoje incluem os livros e epístolas do Novo Testamento.

Ora, se o Filho de Deus se sujeitou às Escrituras de Seu tempo, por que as mensagens de Ellen G. White ou de qualquer outro profeta posterior não podem passar pela mesma avaliação?

O mesmo Jesus que afirmou que aqueles que recebiam os apóstolos, estavam recebendo a Ele próprio, alertou também para que tivéssemos CUIDADO com os falsos profetas:

Mateus 7:15 — “ACAUTELAI-VOS dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.”

Paulo ensinou que a Igreja deve EXAMINAR TUDO e RETER apenas o que é bom, isto é, JULGAR as mensagens proféticas:

1 Coríntios 14:29 — “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros JULGUEM.

I Tessalonicenses 5:2-21 — NÃO DESPREZEIS as profecias; EXAMINAI TUDO, retende o que é bom;

João recomenda que coloquemos os profetas À PROVA:

1 João 4:1 — “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, PROVAI os espíritos se procedem de Deus, porque muitos FALSOS PROFETAS têm saído pelo mundo fora.”

O parâmetro para a avaliação é a BÍBLIA, especialmente os cinco livros de Moisés e as tábuas do Testemunho…

Isaías 8:20 — “À LEI e ao TESTEMUNHO! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva.”

No caso de Ellen White, isto significa que para nos certificarmos de que foram inspiradas, é preciso comparar suas mensagens com o conjunto do que os escritores bíblicos ensinaram acerca daquele tema. Quando há divergência, é justo concluirmos que, no mínimo, o profeta posterior não foi inspirado em relação a aquela mensagem; ou que o texto, de fato, não lhe pertence e está sendo falsamente atribuído a ele. Pode ocorrer também que o profeta esteja apresentando meramente a sua opinião pessoal.

4. Exceção importante: Se o próprio profeta disser que não deve ser tido como fundamento de verdades, isto deve ser respeitado e considerado como recomendação divina. É o caso da Sra. White, que, repetidas vezes, remete seus leitores à Bíblia, como única regra autorizada de fé e prática:

“Em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem ser aceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma de caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa.” Grande Conflito, pág. 9 / A Mensageira do Senhor, cap. 36 (Autoridade com Relação à Bíblia), pág 417.

“Se tivésseis feito da Palavra de Deus o objeto de vossos estudos, com o propósito de atingir o padrão bíblico e a perfeição cristã, não necessitaríeis os Testemunhos.” — Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 280.

“Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus com regra de fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados. Nela Deus prometeu dar visões nos últimos dias”; não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica.” — Mensagens Escolhidas, Vol. III, pág. 29

“Um ‘Assim diz o Senhor’ é o mais forte testemunho que podeis apresentar ao povo. Que ninguém seja instruída a olhar para a Irmã White, e, sim, ao poderoso Deus, que dá instruções à Irmã White.” — Ibidem.

“O irmão J. procura confundir os espíritos, esforçando-se por fazer parecer que a luz que Deus nos concedeu por meio dos Testemunhos constitui um acréscimo à Palavra de Deus, mas com isto apresenta os fatos sob uma luz falsa. Deus houve por bem chamar por este meio a atenção de Seu povo para a Sua Palavra, a fim de conceder-lhes uma compreensão mais perfeita da mesma.” — Idem, págs. 30-31.

“Enalteço a preciosa Palavra diante de vós neste dia. Não repitais o que eu declarei, afirmando: “A irmã White disse isto” e “a irmã White disse aquilo”. Descobri o que o Senhor Deus de Israel diz, e fazei então o que Ele ordena.” — Mensagens Escolhidas, Vol. III, pág. 33 (afirmação que ela fez aos dirigentes de igreja na noite que antecedeu a abertura da Assembléia da Associação Geral de 1901)

“O Senhor deseja que estudeis a Bíblia. Ele não deu alguma luz adicional para tomar o lugar de Sua palavra.” — Mensagens Escolhidas, Vol. III, pág. 29

“Se os Testemunhos não falarem de acordo com a Palavra de Deus, rejeitai-os. Cristo e Belial não se unem.” — Mensagens Escolhidas, Vol. III, pág. 32

Portanto, irmão, creio tanto na inspiração de Ellen G. White que acato o posicionamento dela quanto à Bíblia como inspirada Palavra de Deus e exclusiva regra cristã de fé e prática, pela qual haveremos de ser julgados.

Como vimos acima, a própria irmã White nos recomenda que não fundamentemos doutrinas sobre seus escritos, mas, sim, sobre a Bíblia. Desse modo, apesar de posterior, confirma a seu modo a formação do cânon como tendo sido conduzida por Deus, apesar da interferência de “homens doutos” nas traduções:

“Vi que Deus havia de uma maneira especial guardado a Bíblia, ainda quando
da mesma existiam poucos exemplares; e homens doutos nalguns casos mudaram
as palavras, achando que a estavam tornando mais compreensível, quando na
realidade estavam mistificando aquilo que era claro, fazendo-a apoiar suas
estabelecidas opiniões, que eram determinadas pela tradição. Vi, porém, que
a Palavra de Deus, como um todo, é uma cadeia perfeita, prendendo-se uma
parte à outra, e explicando-se mutuamente. Os verdadeiros inquiridores da
verdade não devem errar; pois não somente é a Palavra de Deus clara e
simples ao explanar o caminho da vida, mas o Espírito Santo é dado como guia
na compreensão do caminho da vida ali revelado”. – (Primeiros Escritos. 5ª
ed. 1995. pp. 220-221.).

Se dizemos crer na inspiração de Ellen White, devemos aceitar a superioridade que ela atribui à Bíblia, em relação a seus próprios escritos. Inspirada por Deus, ela nos assegura que até a definição do cânon, não houve problemas tão graves com as Escrituras e remete-nos de volta à Bíblia como única fonte de verdade.

Como vimos em citações acima, ela própria não se recomenda como autoridade doutrinária, provavelmente por estar consciente da forma como boa parte de seus escritos foi produzida, saber por antecipação (revelação?) das alterações e manipulações a serem praticadas após sua morte em seus escritos (Afinal, disse que apostasia ômega faria com que fosse escritos livros de uma novar ordem) e por reconhecer a limitação de alcance de seus escritos em comparação com a Bíblia.

5. Em relação à Divindade, Jesus é a revelação máxima, pois é o próprio Filho de Deus, que antes nos falava pelos profetas, mas, na plenitude dos tempos, falou-nos pelo Filho. Esses ensinos máximos do próprio Filho de Deus sobre a divindade, estão nos Evangelhos e no Apocalipse.

6. O profeta para ser tido como autoridade, não pode permitir a interferência de terceiros não inspirados, no conteúdo das revelações que teria recebido de Deus, nem produzir grande volume de material para ser impresso, copiando de terceiros e com a ajuda de outros escritores, para atender a uma demanda comercial, ou assenhorear-se dessa “revelação” de “múltiplas fontes” a ponto de cobrar direitos autorais por ela e reservá-lo com herança em testamento para seus filhos. Isso compromete a credibilidade do dom, uma vez que no passado, os profetas se recusavam a receber por aquilo que era feito pelo poder de Deus (Veja o caso de Geazi!) e nenhum dos autores bíblicos, por exemplo, exigiu participação nos direitos autorais da Bíblia para seus descendentes.

Jeremias 23 aponta algumas práticas que desagradam a Deus no ministério profético:

16 O Eterno, o Todo-Poderoso, diz ao povo de Jerusalém: – Não escutem o que os profetas dizem, pois eles estão iludindo vocês com falsas esperanças. Dizem coisas que eles mesmos inventam e não aquilo que eu falei.

17 Eles continuam dizendo aos que desprezam a minha mensagem: “Tudo irá bem.” E dizem aos teimosos: “A desgraça não cairá sobre vocês.” …

28 O profeta que teve um sonho devia contá-lo como um simples sonho. Mas o profeta que ouviu a minha mensagem devia anunciá-la fielmente. Que vale a palha comparada com o trigo?

29 A minha mensagem é como fogo, é como a marreta que quebra grandes pedras. Sou eu, o Eterno, quem está falando.

30 Eu sou contra esses profetas que roubam as palavras uns dos outros e as anunciam como se fossem a minha mensagem.

31 Também sou contra esses profetas que falam as suas próprias palavras e afirmam que elas vieram de mim.

32 Escutem o que eu, o Eterno, estou dizendo! Sou contra os profetas que contam sonhos cheios de mentiras. Eles contam esses sonhos e, dizendo mentiras e se gabando, fazem o meu povo errar. Eu não os enviei, nem os mandei ir, e eles não ajudam o meu povo em nada. Eu, o Deus Eterno, falei.

7. Um profeta verdadeiro também não pode contradizer-se a si mesmo, sob pena de sua mensagem posterior e contraditória ser considerada apócrifa (falsamente atribuída a ele) ou falsa (não-inspirada) no mínimo. Em casos extremos, até a procedência divina de todas as suas mensagens pode ser colocada em dúvida. Afinal, a palavra do servo de Deus deve ser sim, se sim, ou não, se não, o que passar disto é de procedência maligna.

Essa é a principal razão pela qual rejeitamos as citações favoráveis à trindade reunidas no livro Evangelismo. Elas destoam de centenas, talvez, milhares de outras passagens em que Ellen G. White sustenta a verdade bíblica de que há um só Deus, o Pai, e um só Senhor, Jesus cristo, Seu Filho unigênito, nosso Salvador. — Robson Ramos

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FONTE: http://www.adventistas.com/setembro2003/posicao_sobre_egw.htm

IGREJA ADVENTISTA REALIZA CULTOS AOS DOMINGOS DE MANHÃ EM SALVADOR – BA.

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IGREJA ADVENTISTA CENTRAL DE SALVADOR, BA, 13.07.2013, PRIMEIRO CULTO DE DOMINGO PELA MANHÃ.

HÁ MUITO TEMPO SE FALAVA NO INTERIOR BAIANO NO CULTO DE PODER, AOS DOMINGOS BEM CEDO. OS CULTOS DE 4AS, SÁBADOS E DOMINGOS À NOITE (JÁ NAS SEGUNDAS-FEIRAS) NÃO ERAM CONSIDERADOS CULTOS DE PODER, SENÃO OS DE DOMINGO DE MANHÃ BEM CEDO.

AGORA SURGEM OS CULTOS DE DOMINGO DE MANHÃ.

ALGO A VER COM A PAGANIZAÇÃO DA IGREJA? ALGO PREPARADO PELOS PROGRAMAS “DOMINGOS ESPECIAIS, DIAS INESQUECÍVEIS” E MEGA DOMINGOS?

ENQUANTO O SÁBADO CONTINUA SENDO O DIA DO SENHOR PARA OS ADVENTISTAS, SIMULTANEAMENTE ELES CONSIDERAM OS DOMINGOS ESPECIAIS, DIAS INESQUECÍVEIS (QUANDO O SÁBADO É O DIA QUE DEUS CHAMOU DE INESQUECÍVEL, QUANDO DISSE: LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO PARA O SANTIFICAR).

LEIA https://aodeusunico.com.br/?p=683

NOS DIÁLOGOS ECUMÊNICOS SE FALA: – PODE PARAR DE REALIZAR CULTOS AOS SÁBADOS E REALIZÁ-LOS SÓ AOS DOMINGOS? RESPOSTA: – DE MODO ALGUM.

-MAS PODEM REALIZAR CULTOS ALÉM DOS SÁBADOS, TAMBÉM AOS DOMINGOS DE MANHÃ? RESPOSTA: – SIM…..

 

 

O dEUS TRINDADE

A Visão Oficial da Igreja Católica

Os pontos principais da visão oficial católica de Deus, também conhecidos como a “Trindade ortodoxa”, são aceitos pela maioria das denominações protestantes com pequena variação. Esta é a única visão que pode ser chamada verdadeiramente de “A Trindade”, uma vez que os católicos foram os primeiros a terem definido essa doutrina.

Na página 11 do livro O Manual para o Católico de Hoje, lemos o seguinte:

“O mistério da Trindade é a doutrina central da Fé católica. Nela são baseados todos os outros ensinos da Igreja…”

“A Igreja Católica estudou este mistério com grande cuidado e, depois de quatro séculos de esclarecimentos, decidiu declarar a doutrina do seguinte modo: na unidade da Deidade há três Pessoas, O Pai, O Filho, e o Espírito Santo…”

O ensino fundamental da Trindade ortodoxa é a idéia de que há três pessoas distintas em um Ser (uma substância), chamada Deus. Você notará que o uso da palavra “pessoa” e da palavra “ser” não está querendo dizer a mesma coisa, porque três “pessoas” são necessárias para compor um “ser” neste caso. É muito importante entender essa distinção para compreender as diferentes visões de Deus.

Na visão católica, um ser é tudo aquilo que forma um individuo como espírito, alma, mente, consciência e corpo. Por outro lado, “pessoa” pode ter vários significados diferentes em círculos teológicos, isto nós discutiremos depois com mais detalhe no transcorrer deste material.

Para ajudar a definir a Trindade Ortodoxa, citamos abaixo o “Credo de Atanásio”, que é aceito como verdade pela Igreja Católica e a maioria das Igrejas protestantes. (Veja A História da Igreja Cristã, de Philip Schaff, Volume 3, Seção 132, página 696.) O autor do “Credo de Atanásio” ou “Credo Atanasiano” é desconhecido, mas porções deste parecem ter sido tirados dos escritos de Agostinho.

O Credo Atanasiano

O Credo Atanasiano diz, em parte:

Qualquer pessoa para ser salva, antes de todas as coisas é necessário que ela celebre a fé Católica;

A menos que cada um mantenha esta fé no seu todo, completa e sem mancha, sem dúvida ela perecerá eternamente.

Mas esta é a fé Católica: Que nós adoramos um Deus em uma Trindade, e a Trindade em uma unidade;

Não devemos confundir as pessoas; nem dividir suas substâncias.

Porque existe uma pessoa do Pai: outro do Filho: outro do Espírito Santo.

Mas a Deidade do Pai, e do Filho, e do Espírito santo são todas uma só: uma glória e majestade co-eternas e iguais…

Assim o Pai é Deus: o Filho é Deus: e o Espírito santo é Deus;

Porém não há três Deuses; mas um Deus…

Por isto, nós somos induzidos pela verdade Cristã a reconhecer cada pessoa por si mesma como sendo Deus e Senhor

Assim nos é proibido pela religião Católica dizer que há três Deuses, ou três Senhores…

E na Trindade nenhum é antes ou depois do outro: nenhum é maior ou menos que o outro.

Mas as três Pessoas juntas são co-eternas e co-iguais.

De forma que em todas as coisas, como supracitado, a Unidade na Trindade, e a Trindade em sua Unidade devem ser adorados.

Aquele que será salvo, tem que pensar desta maneira sobre a Trindade.

(“O Credo de Atanásio” como citado na História da Igreja Cristã, de Philip Schaff , Volume 3, Seção 132, págs. 690-693)

Leia também:

Em Que Tipo de Deus Você Acredita?
Deus de Três Cabeças: A Trindade Ortodoxa
O Deus de Três Caras: Modalismo
O Deus Trigêmeo: Triteísmo
“Deus Não é de Confusão” (I Coríntios 14:53)
O Deus Verdadeiro: Sumário
FONTE: http://www.adventistas.com/janeiro2003/tipo_trindade_2.htm

UMA PALAVRA AOS PRIVILEGIADOS

Heráclito

Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os (UNITARIANOS) judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste (AO CONHECIMENTO DESTA VERDADE)a este reino? Ester 4:14

Entre os dons apresentados pela Palavra de Deus, um dos que mais me impressionam é o dom do discernimento. É maravilhoso quando O senhor nos dar o privilégio do conhecimento da verdade, mas de nada nos adiantará saber a verdade e não discernirmos o que fazer com ela!

Para cada época específica do povo de Deus, uma verdade especifica foi dada para aquele momento. Tal fato foi rotulado pelos ASD como “verdade presente”.

Imagine se Adão apenas tivesse o conhecimento de que o descendente(Cristo-Genesis 3:15) da mulher esmagaria a cabeça da serpente(Satanás) e não houvesse propagado esta verdade aos seus descendentes!

Imagine se Noé tivesse guardado para si a advertência de um iminente dilúvio e não tivesse construído um arca e nem convidado seus contemporâneos a fugirem dos juízos de Deus?

Imagine se Abraão tivesse apenas acreditado no convite de Deus e não tivesse abandonado sua parentela e seguido para uma terra desconhecida.

O sonho de Deus para nós somente se concretiza quando não apenas ouvimos, e muitas vezes até propagamos que compreendemos Sua vontade, mas quando agimos de forma a que aquilo que cremos venha a ser a única razão de nossa existência!

Não há duvidas de que a “verdade presente” para os nossos dias é a crença em um Deus Único! Por que então tememos tanto romper com os velhos grilhões(igrejas) que nos prendem ao comodismo denominacional, e faz com que a nossa presença em ambientes trinitariano de forma direta ou indireta nos exponha ao conluio com o erro e a estratégia do Diabo.

Eu tenho um sonho, e creio ser a vontade de Deus, ter em cada cidade de meu país um grupo de adoradores do Deus Único brilhando como uma luz em prol da ultima verdade capaz de evitar que os próprios escolhidos sejam enganados.

Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:14

Fraternalmente,

Heráclito Fernandes da Mota

Feliz 2016 a todos!

COMO ESTÁ A SUA VIDA COM DEUS?

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, palavras de Jesus Cristo em João 8:32.

“Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei,
Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:
Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra;
Pois já os meus olhos viram a tua salvação,
A qual tu preparaste perante a face de todos os povos;
Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.
E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam.
E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado
(E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.
E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém”. Lucas 2:25-38.

Jesus nasceu nos dias do velho testamento e não nos do novo testamento, nova aliança, como o sistema religioso caído nos fez pensar.

Os pais de Jesus e Ele próprio viveram sob a velha aliança, o velho testamento. Somente na morte de Cristo, ao ele derramar seu sangue no episódio da cruz do calvário, foi que ele assinou com seu sangue o novo testamento, a nova aliança, ficando para trás as cerimônias do velho pacto, velho testamento, as leis cerimoniais, inclusive o dízimo, tudo caducou.

Alguém pergunta: E a lei do Decálogo (Êxodo 20), essa jamais passará, porque é de cunho moral, não cerimonial; é a transcrição do caráter amoroso de Deus. Por isso está escrito: Deus é amor.

É impressionante no relato do evangelista Lucas, capítulo 2: 25-38, conforme lemos, a espiritualidade dessas duas pessoas simples, sobre as quais quase ninguém fala, Simeão e Ana, de vida justa, temente a Deus e de sintonia plena com Ele pelo estudo das Escrituras e o reconhecimento dos sinais dos tempos e a chegada daquele que era esperado desde os dias de Adão e Eva e que fora prometido por Deus em Gen. 3:15, o Messias, o Filho de Deus, nosso Salvador.

Que peçamos a Deus neste dia para Ele nos conceder a graça do desejo de estudar a Bíblia diariamente, conhecer a vontade de Deus e de Jesus para a nossa vida, para vivermos conforme sua santa Lei nos desviando do mal e para reconhecermos os sinais dos tempos e que a volta de Cristo está muito próxima.

Vocês estão vendo a corrupção e a violência, sobretudo contra crianças inocentes estão crescendo em nossa região e no mundo.

Se você deseja conhecer mais os Sinais dos tempos e se preparar para o encontro com Cristo e a vida eterna lhe oferecemos gratuitamente o Curso Bíblia Aberta. Ligue para este que vos fala, Professor Paulo Pinto e peça o seu agora mesmo ou em qualquer momento. Anote o número: 74 9 8807 7363. Repetindo 74 9 8807 7363. Forte abraço.

“CONTAMINAÇÃO, NEM PENSAR”.

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, palavras de Jesus Cristo em João 8:32.

(Ouça o áudio, clicando aqui se gostar, partilhe com seus amigos)

Dan. 1:8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar”. Daniel 1:8.

Meu desejo é que você agora esteja sob os cuidados e proteção de Deus.

Você é do tipo que aceita qualquer sugestão dos amigos e amigas? Você é dos que tem vergonha de manter seus princípios quando está perto de amigos (as)? Ou você, embora com educação, sabe dizer não quando diante do pecado, da transgressão da lei e dos princípios de Deus, de propostas indecorosas que ferem seu caráter diante dos homens e diante de Deus?

Em matéria escrita por ultimato.com.br (http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/igreja/contaminacao-nem-pensar-o-cativeiro-da-babilonia/), lemos um comentário intitulado CONTAMINAÇÃO, NEM PENSAR. O CATIVEIRO DA BABILÔNIA, onde o autor descreve:

“… estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos” Jeremias 25:11. O contexto na Babilônia foi de pressão cultural e religiosa, houve grande tristeza e depressão. O povo da terra pedia que os judeus cantassem os cânticos de Sião, mas eles se recusavam. “Às margens dos rios da Babilônia nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia pendurávamos as nossas harpas, pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções” (Sl 137.1-3). Enquanto viviam em Sião haviam cantado as cantigas pagãs, isto é, haviam adotado o pensamento pagão. Agora tinham o constrangimento de ouvir esses pedidos sarcásticos feitos pelos que haviam destruído Sião.O livro do profeta Daniel é uma prova das aflições do povo de Deus em terra estranha. Daniel foi testado em relação à sua fé. Logo no capítulo 1, lemos que ele foi trazido por Aspenaz para servir ao rei. Ele foi classificado como um dos “jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, e versados no conhecimento, e … competentes para assistirem no palácio do rei” a quem deveria ser ensinada “a cultura e a língua dos caldeus”. A pressão era grande: Daniel deveria seguir os costumes pagãos da Babilônia, mas ele resistiu com coragem (Dn 1.8), (rejeitando as carnes, as iguarias, o vinho do rei. Isso é temperança, parte do fruto do espírito de Deus). Sua experiência, como a de seus amigos é altamente inspiradora e instrutiva, por que se aproxima do que enfrentam hoje os cristãos em seu contato diário com a sociedade neo-pagã. Os desafios à fé Daniel e seus amigos encararam com firmeza, com criatividade e inteligência, porque haviam decidido “não contaminar-se” (Dn 1.8).

Então é hora de lembrar-se do cativeiro e de tomar a mesma decisão de Daniel: contaminação, nem pensar”.

MUNDO CAMINHA PARA “CATÁSTROFE CLIMÁTICA”, ALERTA SECRETÁRIO-GERAL DA ONU

O mundo caminha para uma “catástrofe climática”, alertou ontem (07/12/15) o secretário-geral da Organização das Nações Unidas(ONU), Ban Ki-moon, ao abrir a semana ministerial da cúpula sobre o clima (COP 21) que visa a estabelecer, até o dia 11 de dezembro de 2015, um acordo mundial contra o aquecimento global.

“O mundo espera mais de vocês do que meias-medidas”, disse Ban Ki-moon aos delegados, apelando aos países que aceitem, a cada cinco anos, uma avaliação do seu envolvimento antes da entrada em vigor do futuro acordo.

“As decisões que tomarem aqui em Paris serão sentidas durante séculos”, destacou.

Segundo o secretário-geral da ONU, “o objetivo atual é o mínimo” e deve-se ter “a ambição de ir além”.

“É preciso assim que o acordo preveja ciclos de cinco anos, antes de 2020, para que os Estados voltem a analisar os seus compromissos e os reforcem em função dos dados científicos disponíveis”, defendeu.

O acordo deve “deixar claro ao setor privado que a transformação que nos dotará de uma economia mundial com baixas emissões (de gases de efeito estufa) é inevitável, benéfica e já está em curso”, adiantou.

“Os países desenvolvidos devem aceitar desempenhar um papel vital e os países em desenvolvimento devem assumir uma parte crescente de responsabilidade, de acordo com as suas capacidades”, afirmou.

“Fora das salas, onde nos reunimos em todo o mundo, exige-se um acordo universal e forte. Temos a obrigação de ouvir essas vozes”, acrescentou Ban Ki-moon.

A Conferência do Clima de Paris (COP21) aprovou no dia 5 de dezembro um projeto de acordo para combater as alterações climáticas. O acordo deve ser concluído esta semana pelos ministros dos cerca de 200 países, para ser assinado em 11 de dezembro.

FONTE: Agência Brasil
Graça Adjuto – Edição

http://www.agrosoft.com/br/mundo-caminha-para-catastrofe-climatica-alerta-secretario-geral-da-onu/meio-ambiente

Embora alguns duvidem do aquecimento global e, até possam existir outros interesses por trás dessas notícias, a palavra de Deus prevê o “aquecimento” do sol.

“E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo.
E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória”.
Apocalipse 16:8,9.

Que vivamos cada dia buscando a plenitude do espírito de Deus em nossas vidas, não só porque o fim se aproxima, mas porque é bom cumprirmos os desígnios de Deus, voltando a refletir seu caráter, sua virtude.

 

 

GRATIDÃO A DEUS PELO VIII CONGRESSO DOS ADORADORES DO DEUS ÚNICO E VERDADEIRO EM CARNAÍBA DO SERTÃO NO DIA 5 DE DEZEMBRO DE 2015.

GRATIDÃO A DEUS PELO VIII CONGRESSO DOS ADORADORES DO DEUS ÚNICO E VERDADEIRO EM CARNAÍBA DO SERTÃO NO DIA 5 DE DEZEMBRO DE 2015.

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Em breve publicaremos vídeos no Youtube e neste site.

E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. João 8:32.

“Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. João 4:21-23.

Nesse texto de São João, capítulo 4:21 a 23 Jesus deixou claro para a mulher samaritana e para você meu amigo minha amiga, a essência do evangelho, a essência das boas novas de salvação que ele nos trouxe, sabe qual? Salvação de que? Salvação do pecado para você e eu não mais transgredirmos a santa lei de Deus de Êxodo capítulo 20. Jesus também falou da verdadeira adoração que é ao Pai, nunca a uma trindade, porquanto pagã.

No último dia 5 deste mês Carnaíba do Sertão através de seus moradores testemunhou o VIII Congresso dos adoradores do Deus único, o Deus e Pai de Jesus (Ef. 1:1-3, I Ped. 1:1-3), após revelação de Deus ao seu servo irmão Jota, de realizar esse congresso no distrito de Carnaíba do Sertão. O Congresso foi uma grande bênção, reunindo mais gente do que os que estavam no cenáculo no dia de Pentecostes (Atos 1:15) quando Cristo glorificado derramou o Seu Espírito Santo (Efésios 4:1-13), onde os amados irmãos de Carnaíba, BA, receberam caravanas de irmãos baianos de Juremal, da Fazenda Olho d’água, do Quidé, do Alto do Alencar, de Abaré, do Salitre e irmãos pernambucanos de Petrolina, do João de Deus, e outros.

Agradecemos a Deus pela graça da realização desse VIII Congresso. Agradecemos à Rádio Juazeiro, nas pessoas dos amigos Margarida Benevides, Programa Qdo. Nasce uma Esperança, Ramos Filho, Programa Sem Fronteiras e a toda a equipe da RJ pela divulgação do Congresso. À Prefeitura Municipal de Juazeiro, Secretaria da Educação e ao amigo Manuel, líder comunitário em Carnaíba, pela liberação da Quadra de Esportes na R. Vermelha, aos moradores de Carnaíba por nos terem recebido tão bem, a todos os amados irmãos e irmãs em Cristo pelo almoço delicioso, nutritivo, nota mil, pela participação na música, na pregação do evangelho, na organização do Congresso, na montagem dos cenários, trazendo visitas, enfim, a todos que direta ou indiretamente contribuíram com a plenitude do êxito do Congresso. .

O povo de Carnaíba teve a oportunidade de ouvir as boas novas da salvação que estão na pessoa de Cristo e de Deus, longe da adoração vã quando a uma trindade, sem idolatria em qualquer forma, santificando o dia que Jesus Cristo e a virgem Maria santificaram, o Sábado e não o domingo, crendo que somos mortais, não imortais como ensinou a serpente a Eva, mas que, em Cristo e somente nEle não em qualquer denominação podemos ter a vida eterna.

Amém, Aleluia.

PORQUE PARTI

PORQUE PARTI

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8:32.

Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Palavras de Jesus no evangelho de Marcos 7:7.

Jesus, os discípulos, os reformadores e milhares em todos os tempos um dia deixaram a igreja templo que frequentavam para buscar poder fazer a vontade de Deus.

 

PORQUE PARTI é o título do texto escrito por Ricardo Gondim que um dia fez a mesma coisa:

“Depois dos enxovalhos, decepções e constrangimentos, resolvi partir. Fiz consciente. Redigi um texto em que me despedia do convívio do Movimento Evangélico. Eu já não suportava o arrocho que segmentos impunham sobre mim. Tudo o que eu disse por alguns anos ficou sob suspeita. Eu precisava respirar. Sabedor de que não conseguiria satisfazer as expectativas dos guardiões do templo, pedi licença.

Depois de tantos escarros, renunciei. Notei que a instituição que me servia de referencial teológico vinha se transformando no sepulcro caiado descrito pelos Evangelhos. Restou-me dizer chega por não aguentar mais.

Eu havia expressado minha exaustão antes. O sistema religioso que me abrigou se esboroava. Notei que ele me levava junto. Falei de fadiga como denúncia. Alguns interpretaram como fraqueza. Se era fraqueza, foi proveitosa, pois despertava para uma realidade: o Movimento Evangélico vinha se transformando em cabide de oportunistas; permitindo que incompetentes, desajustados emocionais e – por que não dizer?  – vigaristas, se escorassem nele.

Não há sentido em gastar os poucos dias que me sobram em remendar panos rotos. Para que continuar no mesmo arraial de pessoas que me desconsideram e que eu desconsidero? Deixei de tolerar os bons modos de moralistas (sexuais) que não se incomodam em transformar a casa de Deus em feira-livre.

Verdade, desisti. Desisti, porém, de apenas um segmento religioso. Que eu já não trato como lídimo representante do caminho do Nazareno. Larguei o esforço de recauchutar um movimento carcomido de farisaísmo.

Mas saio assustado. A fúria dos severos defensores da reta doutrina, confesso, me surpreendeu. Há alguns anos experimento o peso do rancor religioso. Nada mais perigoso do que um crente assustado; e nada que assuste mais um crente do que a transgressão da ortodoxia. Amigos me voltaram as costas. Estranhos se intrometeram em minha vida particular. Fui traído. Antigas invejas se fantasiaram de zelo pela verdade, e parceiros se transformaram em inimigos. Senti o escarro do desdém.

Embora tenha repetido, não me deram atenção. Eu nunca me atrevi solucionar os paradoxos filosóficos ou os mistérios teológicos que se arrastam há séculos. Não sou ingênuo: as Esfinges modernas, iguais às míticas, devoram o fígado de incautos que se imaginam donos da verdade.

Meu adeus foi ético. Passei a evitar a parceria de gente a quem eu jamais confiaria a carteira. Eu tinha que partir. Se critérios éticos não bastarem para definir o acampamento onde cravamos nossa tenda, há algo muito errado em nossa credibilidade. Nervoso com o carreirismo de gente que não hesita em vender a alma, preferi caminhar por outra estrada.

Rejeito a bitola que qualquer grupo –  fundamentalista ou não – chancelou e recomendou. Não aceito que tradição, escola ou cânone, cerceiem a minha capacidade de arrazoar. Rechaço obediência servil. Odeio timidez intelectual. Aliás, a única chancelaria que admito é da consciência. Creio que posso ser movido pelo mesmo Espírito que inspirou, e capacitou, homens e mulheres no passado. Erros teológicos, enquanto não produzirem intolerância, ódio ou preconceito, tenho certeza, estão perdoados.

Quero reaprender a viver. Vou buscar a trilha onde menos homens e mulheres andam de dedo em riste. Anseio por fazer-me amigo de gente espirituosa, leve, risonha, que sabe desafogar a alma.

Por condescendência, alguém disse que não sou teólogo, apenas poeta.  Apesar de não me achar digno de ser chamado poeta, sorri de felicidade. Que honra! Poetas não acendem fogueira. Tenho certeza que Miguel de Serveto gostaria de ver-se na companhia de trovadores.

Pretendo amar e apreciar, sem extravagância, as coisas mínimas: o tirocínio dos meninos, o desabrochar da paixão na menina em flor, a conversa de bons amigos. E no final do dia, ao rever as horas, saber celebrar a paixão de simplesmente existir.

Saio para instruir-me na adoração. Necessito transformar genuflexão em serviço. Quero descer do alto dos meus privilégios e estender a mão ao mortiço que jaz em alguma estrada poeirenta. Desisti de uma espiritualidade que se contenta em implorar favores à Divindade. Em minha partida, acalento o desejo de encarnar Deus. E assim dizer: não vivi em vão.

Soli Deo Gloria”

FONTE: http://www.ricardogondim.com.br/estudos/porque-parti/

A ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO E A HISTÓRIA DA IASD. SEPARAÇÃO.

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