A Bíblia fala sobre o Decreto Dominical?

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A Bíblia fala sobre o Decreto Dominical?

Durante os 41 anos que estive no cativeiro da seita adventista do 7º dia, de 1963 a 2004, ouvi repetidas vezes que o Decreto Dominical estava chegando, o qual foi previsto pela profetisa Ellen G. White, a qual transformou em crença adventista, baseada em suas observações das “blue lows”, que desde os seus dias já existiam nos Estados Unidos da América, e existem até hoje em todos ou quase todos os estados, sem quaisquer maiores implicações para os fiéis observadores do santo Sábado. Essa onda de terror com a tal lei, não tratada na Bíblia, é usada pela liderança da seita e seus falsos arautos, para atemorizar seus membros e levá-los a dar mais dinheiro, engordando mais ainda seus cofres que já recebem, por ano, mais de 2 bilhões de dólares no mundo, só em dízimos, uma instituição sagrada, mas, que acabou na cruz, junto com o sacerdócio levítico, e que foi estabelecida por Deus no monte Sinai, exclusivamente para Israel, não para nenhum outro país, não praticada, enquanto esteve em vigência, por órfãos, viúvas e estrangeiros, nem por qualquer pessoa que não fosse agricultor, pecuarista ou agro-pecuarista, razão porque Jesus quando aqui, por ser carpinteiro,  nunca o praticou mesmo obediente a toda a Torah, pois viveu sob o velho Pacto, sempre em produtos do campo, nunca em dinheiro, ouro ou prata, estando isentas todas as demais profissões, mas, fraudulosamente cobrado pela seita, até a órfãos, viúvas e estrangeiros, (ferindo Deuteronômio 14, versos 28 e 29 e 26, verso 12), ameaçando-os de serem ladrões os que já descobriram não estar mais em vigor o dízimo.

Em recente vídeo do “jornalista” Michelson Borges, bem pago pela seita para enganar, apresentou um vídeo intitulado “[CORTE] Trump abrac?a o Projeto 2025 – aquele que fala sobre o descanso dominical”, objetivando amedrontar seus irmãos de fé, o que, no mínimo, é desonesto e desumano.   BAIXE O PDF –> A Bíblia fala sobre o Decreto Dominical?

Tocado por Deus e utilizando IA, examinei o documento dos EUA, intitulado “2025 Mandate For Leadership“, com mais de 900 páginas, em inglês, vi que o mesmo aborda a questão do descanso no sábado, referindo-se especificamente ao “Sabbath Rest” na seção dedicada ao Departamento do Trabalho e Agências Relacionadas. O documento lamenta a erosão desse dia de descanso comunitário, atribuindo-a às pressões do consumismo e do secularismo, especialmente sentida pelos trabalhadores de baixa renda. Isso implica que a ausência de um dia de descanso comum afeta negativamente as famílias e a comunidade, impedindo que desfrutem de tempo livre juntos. NOTE Proposta de Incentivo ao Descanso Sabático (mencionando de pôr do sol a pôr do sol): O documento propõe uma alteração na Fair Labor Standards Act (FLSA) NOTE, para incentivar o descanso no sábado através de compensação por horas extras. Na Section 18, WORKER VOICE AND COLLECTIVE BARGANING, NOTE, Esta passagem é particularmente relevante. Ela sugere que o Congresso deveria modificar a FLSA para exigir que os trabalhadores sejam pagos com uma taxa de uma vez e meia por horas trabalhadas no “Sabbath”. O documento especifica que, por padrão, esse dia seria o domingo, NOTE AQUI, exceto para empregadores que observam sinceramente o Sábado em um horário diferente, como “do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado”. Nesse caso, a obrigação de pagar horas extras se aplicaria a esse período. Isso demonstra uma consciência e uma proposta para acomodar a observância do Sábado de acordo com a definição tradicional de pôr do sol a pôr do sol para algumas tradições religiosas. PERCEBE???????

Portanto, a alternativa sugere que o governo deveria focar em reduzir os obstáculos para opções de trabalho e relações produtivas entre empregadores e empregados, permitindo que os indivíduos pratiquem sua religião sem impedimentos. PERCEBE???????

NOTE, em resumo, o documento do “2025 Mandate For Leadership” discute o conceito de descanso sabático como parte da tradição judaico-cristã, NOTE AQUI, lamenta sua erosão e propõe uma medida legislativa para incentivá-lo. PERCEBE???????

De forma notável, ao sugerir a alteração da Fair Labor Standards Act (FLSA), o documento menciona explicitamente a observância do Sábado em períodos específicos, como “do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado”, para empregadores que seguem essa prática religiosa. No entanto, também apresenta uma visão alternativa que questiona a extensão da intervenção governamental nesse tipo de observância religiosa, focando mais na remoção de barreiras à liberdade religiosa individual do que na criação de incentivos financeiros. PERCEBE?????????

Em Resumo: O texto não obriga o descanso dominical nem impõe trabalho no sábado.

Reconhece diferentes dias de observância religiosa, incluindo sexta-feira ao pôr do sol até sábado ao pôr do sol (o sábado bíblico).

A proposta seria pagar 50 % a mais (hora e meia) para quem trabalhar no seu dia sagrado, respeitando a escolha religiosa do indivíduo ou do empregador.

O Project 2025 não propõe nenhuma lei dominical ou obrigatoriedade de violar o sábado.
Pelo contrário — o texto reconhece o direito de observância sabática e inclui uma salvaguarda explícita para sabatistas (no mundo, são mais de 500 denominações e não só adventistas e judeus como ensinam fraudulosamente).

O termo “Sunday” (domingo) aparece apenas uma vez em todo o documento Mandate for Leadership 2025 – The Conservative Promise. Essa única menção ocorre no mesmo trecho da seção “Sabbath Rest” (página 589). Está no contexto da proposta de descanso sabático, não como imposição dominical. O texto reconhece e respeita o sábado bíblico (sexta ao pôr do sol até sábado ao pôr do sol) e não impõe o domingo como dia obrigatório de descanso.

Na Palavra de Deus, a mentira e o engano são vistos como pecados graves:

Levítico 19, versos 11-13 – “… nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo.”

Provérbios 12, verso 22 – “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que agem fielmente são o seu deleite.”

Efésios 4, 25 – “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.”

Primeira a Tessalonicenses 4, verso 6 – “Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum; porque o Senhor é o vingador de todas essas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.”

Enganar o irmão é considerado não apenas um pecado social, mas uma ofensa direta contra Deus, porque Ele é um Deus de verdade e justiça. A Bíblia ensina que quem engana o próximo colhe as consequências espirituais e morais desse ato (Gálatas 6,  verso 7 — “Tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”).Que o Deus verdadeiro, Deus e Pai de Jesus, nos conserve leais a Eles e à Sua Santa e eterna Lei, lavados pelo sangue puro do Senhor Jesus, o Cristo.

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