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TERRA ATINGE RECORDE NA EMISSÃO DE GASES DO AQUECIMENTO GLOBAL

novembro 21st, 2012 | Posted by Paulo Pinto in Artigos

Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna.
Por isso a maldição tem consumido a terra; e os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra, e poucos homens restam. Isaías 24:5-6.
Cada dia, nos aproximamos do Apocalipse e do retorno do nosso Senhor Jesus Cristo.
São muito oportunas as palavras de Cristo em Lucas 21:28, as quais devem nos alertar para viver a cada dia em sintonia com o único Deus verdadeiro, o Pai e Deus de Jesus (João 17:3), amando a Ele acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos (não entregando a nossa vida e bens às corporações religiosas que deixaram a verdade e se uniram ao Papado, inclusive a IASD, mas a Deus e ao Cordeiro, somente): “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima”.

“Concentração de CO2 faz aumentar incidência de eventos extremos.
A emissão de gases-estufa na atmosfera atingiu um novo recorde no ano passado, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). A liberação de CO2 atingiu 391 partes por milhão (ppm). Estima-se que, se este número chegar a 400 ppm, 90% dos recifes de corais, lar de grande parte da biodiversidade marinha, estariam comprometidos.
A relação entre os dois índices deve-se ao fato de os mares serem os maiores sorvedouros de CO2. Desde o início da era industrial, por volta de 1750, 375 bilhões de toneladas de gás carbônico foram lançadas na atmosfera. Metade ficou no globo; sendo a maior parte nos oceanos – um percentual menor foi recolhido pelas florestas do planeta.
A outra metade, no entanto, está na atmosfera, serve como um cobertor ao planeta, esquentando-o e dando margem a previsões cada vez mais pessimistas. O recorde na liberação de CO2 encontrado pela OMM corrobora um outro estudo, divulgado segunda-feira, pelo Banco Mundial. A organização alertou que, mantida a inércia atual, a Humanidade caminha para a liberação de 800 ppm em meados do século, o que aumentaria a temperatura global em 4º C.
Especialistas de ambas as entidades são descrentes em relação às decisões que podem ser tomadas na 18ª Conferência do Clima (COP), em Doha, na semana que vem (fim de Nov. de 2012). “A conferência é discussão política. Existe uma discussão global, mas ninguém abdica dos interesses nacionais”, lamenta Antônio Divino Moura, diretor do Instituto Nacional de Meteorologia e primeiro-vice-presidente da OMM. “Em cada reunião há um certo avanço, mas nunca é tanto quanto queríamos.”
É na COP que governantes decidem como vão se comprometer com metas estabelecidas pelos cientistas. Em relação à emissão de CO2, o ideal seria restringi-las a 350 ppm. Dessa forma, a temperatura global não subiria mais do que 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais. Estes objetivos, porém, já são encarados com ceticismo.
“O problema todo é que a energia mais barata e poluente vem do combustível fóssil”, salienta Divino Moura. “As energias alternativas, como a eólica e a solar, auxiliam parcialmente, mas não servem para todos. Por isso um acordo é adiado em todas as reuniões.”
Especialista em mudanças climáticas e administração da gestão de riscos de desastres do Banco Mundial, o queniano Erick Fernandes revela que o Banco Mundial, que atua apenas como observador nas COPs, ainda não sabe explicar por que a incidência de eventos extremos aumentou tão drasticamente nas últimas décadas – entre os exemplos estão o revezamento de grandes estiagens com enchentes na Amazônia desde 2005, a onda de calor na Rússia em 2010 e a tempestade Sandy, no mês passado, nos EUA.
“Por enquanto, o objetivo foi ver o que dizem as pesquisas”, ressalta. “Em até dois meses, veremos os impactos, talvez separadamente em cada parte do globo. Já se sabe que o Sandy pode ter custado até US$ 50 bi para Nova York. Queremos medir o prejuízo causado por outros extremos.”
(O Globo) Publicado no Jornal da Ciência e-mail 4627, de 21 de novembro de 2012.?

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