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PROFESSOR REPROVA CLASSE INTEIRA

setembro 24th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos

PROFESSOR

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca
havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente  funcionava com um governo assistencialista intermediando a riqueza  ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista  nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.?

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e,  portanto, seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que  significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também  ninguém receberá um “A”.

Depois de calculada a média da primeira prova, todos receberam “B”.
Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles  que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se  aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a  segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não  voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos,  buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera  das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido  a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que  passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas  quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de
Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, Brasil e Argentina, que estão chegando lá.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Estas premissas são, praticamente todas, inspiradas no Decálogo de Abram Lincoln (1809 – 1865), 16º Presidente dos Estados Unidos da América:

1 – Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria;

2 – Você não pode fortalecer o fraco, enfraquecendo o forte;

3 – Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes;

4 – Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico;

5 – Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário;

6 – Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha;

7 – Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e
incitando o ódio de classes;

8 – Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado;

9 – Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa;

10 – Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.

“Quando você perceber que, para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que
estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.?

(Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa).

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