Feliz 2019

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Ensina-nos a contar os nossos dias , de tal maneira que alcancemos coração sábio. Salmos 90:12.

Encerra-se agora mais um ano de vida. Logo abre-se um novo ano diante de nós. “Que registro será o seu? Que escreverá cada um de nós em Suas páginas imaculadas? A maneira por que passamos cada dia que vem, decidirá”. … AV 2.2

Logo entraremos no novo ano. “Que o façamos com o coração purificado da contaminação do egoísmo e do orgulho. Afastemos de nós toda condescendência pecaminosa, e busquemos tornar-nos fiéis, diligentes discípulos na escola de Cristo. Um novo ano descerra suas alvas páginas aos nossos olhos. Que escreveremos nós aí? … Nossa Alta Vocação – AV 2.3

Procuremos começar o ano novo com justos desígnios e motivos puros, como seres responsáveis perante Deus. Conservai sempre em mente que os vossos atos estão passando diariamente à história pela pena do anjo relator. Encontrá-los-eis novamente quando o

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Mensagem de fim de ano: Admoestação e gratidão

Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos. Jeremias 8:20.

O irmão Fábio Amaro, em mensagem durante Encontro dos Adoradores Unitarianos em Natal, RN, em 29 de dezembro de 2018, fez Agradecimento a Deus pelas bênçãos recebidas no ano que finda e admoestou com base em Jeremias 8:20, para que todos os presentes busquem se consagrar a Deus hoje, para essa profecia não se cumprir com nenhum do povo de Deus.

Como nos tempos bíblicos, o Espírito de Deus continua guiando os sinceros ao caminho da Salvação


Assista este vídeo com o edificante testemunho do irmão Antonio Leite, durante reunião sabática dos Adoradores Unitarianos em Natal, RN, em 29 de dezembro de 2018.

No livro de Atos dos apóstolos, capítulo 10, lemos uma edificante experiência da conversão do centurião romano Cornélio, a quem Deus acolheu, guiando-o até o apóstolo Pedro e à salvação em Cristo Jesus.

De modo semelhante, Deus guiou o querido irmão Antônio Leite, empresário da cidade de Campina Grande, PB, a um servo do Altíssimo em Juazeiro da BA, o irmão Paulo Pinto, hoje professor Pleno aposentado da

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Jesus é o único caminho até ao seu e o nosso Deus único e verdadeiro, o verdadeiro Deus.

Em dias em que se comemora um Natal que não é o de Jesus de Nazaré, mas uma festa pagã com nome de cristã, a qual não é comemorada pelos seguidores de Cristo e de Deus, ouça e medite na beleza da música apresentada por Gabriel Guedes, baseada nas lindas e significativas palavras de Jesus Cristo em João 14, versos de 1 a 3, a grande esperança de todos os crentes de todos os tempos, a volta de Jesus que em breve vem buscar os seus fiéis dessa terra que se confirma no pecado a cada dia. Clique aqui e ouça o áudio, medite e partilhe o link.

A Parábola do rico e Lázaro. Você entendeu?

 

Clique aqui e ouça o áudio. Medite, partilhe. Religiosos dizem que Jesus ensinou que as pessoas ao morrerem vão logo para o céu ou para o inferno de tormentos, com base nessa Parábola de Lucas 16: 19-31.

Parábola é uma ilustração, para ensinar uma lição.

A parábola fala apenas de “um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente”. Não diz que ele era ímpio, ruim.
Fala também de “um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas”.

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A Parábola do rico e Lázaro ensina que os mortos estão como que “vivos”, conscientes?

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“Nos capítulos 15 e 16 de Lucas, Cristo apresenta várias parábolas em resposta à preconceituosa discriminação dos escribas e fariseus para com as classes marginalizadas da época (Lc 15:1 e 2; 16:14 e 15). A parábola de Lucas 16:19-31, que aparece no final desses dois capítulos, é caracterizada por um forte contraste entre “certo homem rico” e bem vestido (verso 19) e “certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas” (verso 20). O relato ensina pelo menos duas grandes lições. A primeira é que o status e o reconhecimento social do presente não são o critério de avaliação para a recompensa futura. Em outras palavras, aqueles que, à semelhança dos escribas e fariseus, se julgam mais dignos do favor divino podem ser os mais desgraçados espiritualmente aos olhos de Deus (comparar com Mt 23).

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