SEM DENOMINACIONALISMO

Mas que lhe é agradável àquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. Atos 10:35

A experiência do evangelho sendo compartilhado, também, com os gentios é, sem duvidas, uma demonstração maravilhosa, que, de forma extraordinária, ensinou aos discípulos que Deus não faz acepção de pessoas.

A lição que os cristãos primitivos aprenderam é a mesma que nós, unitarianos dos dias atuais, necessitamos, urgentemente, aprender, isto é: o povo de Deus não está restrito simplesmente a ex-adventistas, ou que a nossa fé deverá ser “engessada” aos moldes do pioneirismo da IASD, e o que diferir disto seja anátema!

Logo as pessoas que vierem a crer na doutrina do Deus único não terão que obrigatoriamente adotarem todos os pontos doutrinários que os ex-ASD, ou os pioneiros aprenderam em sua antiga denominação (Sábado, mortalidade da alma, juízo divino etc.), sob pena de que nem possamos dialogar com elas!.

Com esta declaração não estamos de forma alguma ab-rogando a crença nestes pontos fundamentais do ensino bíblico, mas o que pretendemos realçar é que naqueles dias o que importava para Deus não era simplesmente a descendência abraamíca, ou o zelo nas práticas do cerimonialismo judaico, pois o versículo em epígrafe não afirma que nenhuma destas coisas era o que agradava a Deus, mas o que sinceramente “o teme e faz o que é justo”.

Certa vez, ao advogar a necessidade de mais “flexibilidade” no acolhimento de pessoas oriundas de outras denominações cristãs que se mostrassem simpatizantes com a doutrina unitariana, fui acusado de estar promovendo o ecumenismo!

Hoje compreendo que toda a atitude que resulte em unir forças na propagação do conhecimento do verdadeiro e único Deus é, sem duvidas, promover o verdadeiro “ecumenismo” e cooperar com o anseio de nosso mestre “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor. João 10:16”

Sábado passado (30/03/2013), com muita alegria o nosso grupo recebeu a visita de nossos irmãos do Recife, que também crêem no Deus único, mesmo sendo evangélicos da Assembléia de Deus (Irmão Valdomiro) e da Igreja Batista (Irmão Gilberto).

Desde que tomei conhecimento da existência de um grupo de evangélicos que crêem e ensinam o unitarianismo (http://www.unitarismobiblico.com), percebi que o conhecimento da pessoa de Deus não é exclusividade de nenhuma denominação religiosa, e muito menos que haja uma “porta fechada” para as pessoas que não passaram pela IASD.

Fraternalmente,

Heráclito Fernandes da Mota

APROPRIADA CONFISSÃO DE PECADO

Harry Ironside
(extraído do seu comentário sobre a 1 João)

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.
(1 João 1:9).

No Antigo Testamento, os homens deviam chegar a Deus com uma oferta e uma confissão de que haviam pecado naquele assunto. Isto, definitivamente, implica numa confissão.
Temo que muitos de nós jamais tenhamos chegado a Deus em confissão, uma vez que somos tão indefinidos. Alguém ora e diz: “Se viste qualquer pecado e alguma falta em mim, perdoa-me”.
Um minuto! Existe alguma falta; você conhece alguma falta?
A maneira apropriada de fazer uma confissão é chegar a Deus, reconhecendo o que você fez de errado.
Ó, caros amigos, se vocês desejam receber bênçãos cheguem à presença de Deus e contem-Lhe tudo sobre o seu mau temperamento, sobre a sua língua viperina e sobre todas as coisas em que vocês pecaram contra o Seu Espírito Santo.
Algumas de vocês dizem: “Ore pelo meu marido. Eu gostaria que ele se convertesse”.
Mais facilmente ele vai se converter, se você disser: “Confesso que o meu temperamento mau está impedindo que meu marido seja salvo; ele está alienando meus filhos; não é de admirar que meus amigos não se convertam”.
Então, vá até eles e faça uma confissão.
Se você diz que estava nervosa, quando, de fato, o que você tem é um mau temperamento, então deixe de ficar se desculpando pelo seu pecado.
Ele nos purificará com a lavagem da água pela Palavra e dará vitória em nossas vidas, possibilitando-nos a viver aqui para o Seu louvor e glória.

Traduzido por Mary Schultze, em 02/04/2013.

O CRIACIONISMO PODE SER ENSINADO NAS AULAS DE CIÊNCIAS?

Histórico do Artigo

Fomos convidados pela Folha de São Paulo para abordar o tema “O criacionismo pode ser ensinado nas aulas de Ciências?”. Partidários que somos de que a resposta a esta pergunta é um sonoro “SIM”, soubemos que outro autor, de opinião contrária, seria convidado a também escrever artigo de mesmas proporções. O artigo que escrevemos foi publicado na íntegra no dia 06/12/2008 com título “A teoria da evolução e os contos de fadas “. Em email enviado ao jornalista Uirá Perrucci Toledo Machado, Coordenador de Artigos e Eventos da Folha de São Paulo, dissemos: “Como o texto é pequeno, apenas 4 mil caracteres, não é possível um aprofundamento maior, o que nos deixa com algumas afirmações sem as devidas comprovações, como seria desejável em um texto de natureza científica. Para resolver este problema, estou postando este mesmo texto expandido, com tais complementos, em uma página especificamente separada para este fim em nosso domínio e que só estará online a partir da publicação do texto anexo pela Folha. Espero que não haja restrição de sua parte à breve referência que fiz a este fato no corpo do texto. “. A referência ao link foi citada e o que encontra-se logo a seguir é o texto publicado pela Folha de São Paulo, expandido de modo a conter todos os esclarecimentos que não foram possíveis no texto original por falta de espaço.

Christiano P. da Silva Neto
[email protected]
Presidente da ABPC
Associação Brasileira de Pesquisa da Criação

O CRIACIONISMO PODE SER ENSINADO NAS AULAS DE CIÊNCIAS?

A visão das origens que emana da religião é, obviamente, criacionista. Opositores do criacionismo têm, então, feito uso desse fato para descaracterizá-lo como científico e assim não permitir sua entrada nas aulas de ciências. Marcelo Leite, por exemplo, refere-se ao criacionismo como a “doutrina segundo a qual Deus criou o mundo…”, o que reflete o equívoco em que se baseiam seus conhecimentos a respeito do tema. É óbvio que criacionistas cristãos têm interesse em ver em que medida suas conclusões científicas se ajustam às suas convicções cristãs. Entretanto, não distinguir uma atividade da outra e fazer disso um pretexto para denegrir o criacionismo não pode ser considerado uma atitude honesta.

É a teoria da evolução que apregoa, com base em um mecanismo que evolucionistas até hoje não conseguiram explicitar, que simples átomos de hidrogênio (praticamente o único subproduto da suposta explosão do Big-Bang) acabaram, com o tempo, por se transformar em seres humanos e, de passagem, deram origem a tudo o mais que compõe este imenso universo que nos abriga. Assim, só não vê o óbvio quem não quer: a teoria da evolução não passa de um mito que, do século dezenove, invadiu o século vinte chegando até os nossos dias. Por isso, criacionistas não têm a menor pretensão de se insurgir contra a verdade científica, nem tampouco têm a intenção de se afastar do campo de batalha intelectual em que defendem seus pontos de vista, por crerem que a melhor arma contra a teoria da evolução é a própria ciência, isenta de fantasia e de preconceitos.

Quem pensa que a teoria da evolução é uma unanimidade precisa visitar o site , para encontrar uma lista de mais de 700 cientistas de várias partes do mundo, todos doutores em várias áreas científicas e céticos em relação ao evolucionismo, muitos deles criacionistas convictos. Foi por esse motivo que L. Hatfield assim se pronunciou em seu artigo “Educators Against Darwin”, publicado em Science Digest Special em 1979, PP. 94-96: “Cientistas que rejeitam por completo a evolução constituem uma de nossas minorias controversas mais crescentes . . . Muitos cientistas que apóiam essa posição detêm impressivas credenciais em ciência”.

Do ponto de vista científico, o criacionismo resulta das seguintes perguntas: “O que nos dizem os fatos da natureza e os resultados das pesquisas realizadas pelos cientistas (não importando suas ideologias) acerca das origens do universo e da vida? Falam eles de uma origem naturalista ou sobrenaturalista?” São as respostas daí advindas que devem nortear os nossos passos, obtidas sem qualquer recurso a conceitos religiosos. Este tipo de conduta tem produzido os resultados que constituem o corpo do que denominamos de criacionismo e que nos leva a entender a origem sobrenaturalista do universo e da vida.

A julgar por essas considerações, pode-se concluir que o criacionismo não só pode como deve ser ensinado nas aulas de ciências de todos os níveis do nosso sistema educacional, e não só nessas aulas, mas onde quer que incida o tema origens. Não fazê-lo é sonegar aos alunos importantes conhecimentos científicos que nos dão uma clara visão da estrutura do universo e, de modo muito particular, realçam a importância de cada uma de suas partes nesse contexto. Infelizmente, hoje, os setores acadêmicos encontram-se dominados pelos evolucionistas que não permitem que os criacionistas adentrem as salas de aula e também os impedem de publicar os seus trabalhos em revistas científicas por eles controladas.

Em seu artigo “Criacionismo no Mackenzie”, FSP-Mais 30/11/2008, Marcelo Leite cita o que ele considera provas indiscutíveis do evolucionismo. Seria ótimo se tivéssemos mais espaço neste trabalho para mostrar que tais provas não são sustentadas nem mesmo por cientistas evolucionistas e, portanto, não passam de mais um equívoco de sua parte. Ele afirma que inúmeras observações comprovam postulados centrais do darwinismo, como a ascendência comum, isto é, que todas as espécies provêm de um ancestral único. Seria interessante dar a ele um tempo para que seja proferida uma palestra sobre essas inúmeras observações. Só há uma única verdade em sua afirmação: o fato de que a asserção “todas as espécies provêm de um ancestral único” é um postulado, isto é, uma proposição não evidente nem demonstrável, aceita como verdadeira em um determinado contexto. Alguma evidência nessa direção poderia advir do registro fóssil, mas veja o que disse o anti-criacionista Stephen Jay Gould a esse respeito em seu artigo “Is a new and general theory of evolution emerging?”, Paleobiology, vol. 6, nº 1, Jan. 1980, p. 127: “A ausência de evidência fóssil para os estágios intermediários . . . tem sido um problema contínuo e persistente para os adeptos da evolução gradualista”, panorama que não tem sido modificado desde então. E quando o Marcelo Leite menciona a molécula de DNA! É fácil dizer que os primeiros seres vivos “inventaram” esse meio de transmitir suas características genéticas de uma geração para outra! Inventaram como? Como teriam sido reunidas, ao sabor do acaso, as miríades de informações de que se compõem as moléculas de DNA e que precisam estar numa ordem estabelecida para funcionar? Dizer por dizer, qualquer um pode fazer, mas isso não tem qualquer valor científico!

Na verdade, entre outros, dois fatos impulsionaram a teoria da evolução: um deles foi a questão ideológica, porque a visão das origens que emana do ateísmo é a evolucionista e muitos evolucionistas são ateus ou simpatizantes do ateísmo, e isto sim é praticar ciência ao avesso: é partir da convicção ateísta de que nada existe além do universo, caracterizar o naturalismo como a filosofia dominante e admitir o evolucionismo como conseqüência inevitável. Isto fica claro nos escritos transparentes de Dawkins, que agora deixa de lado os argumentos científicos e mostra sua verdadeira face, fundando uma associação com o objetivo claro e inequívoco de combater a religião, com a pretensão de libertar os jovens dos conceitos religiosos. Esta era a verdadeira batalha em que ele estava envolvido, não muito diferente da batalha em que se encontram outros autores evolucionistas em que também se observa uma aversão à religião como principal motivação que trouxe como conseqüência a adesão ao evolucionismo; o outro fato é o desconhecimento das bases da teoria das probabilidades. Tivessem eles algum conhecimento dessa parte da matemática saberiam que não basta imaginar acontecimentos para que eles se tornem reais. E é exatamente pela falta desse conhecimento que evolucionistas ficam oscilando em suas considerações a respeito das possíveis causas da evolução.

Há alguns anos a mídia noticiou a conclusão a que haviam chegado alguns cientistas evolucionistas a respeito de certas características na dentição em seres humanos. Eles afirmaram que a população mundial se dividia em quatro grandes segmentos quando consideradas as diferenças encontradas nas arcadas dentárias de seres humanos e que isso se devia aos costumes alimentares em diferentes regiões. Afirmaram também que hoje essas diferenças já haviam se tornado uma característica genética desses grupos populacionais, transmitidas de geração em geração como resultado da evolução experimentada pela espécie humana ao longo dos últimos milhares de anos.

Ora, admitir essa possibilidade é o mesmo que ressuscitar conceitos lamarckianos que há muito já foram mortos e enterrados pelos próprios evolucionistas. Com base neste mesmo tipo de raciocínio se poderia esperar que um dia as cirurgias que fazemos em cães para que fiquem com suas orelhas em pé não seriam mais necessárias. Isto é impossível e quem o afirma é a verdadeira ciência porque, para serem perpetuadas, tais transformações teriam que primeiro ser devidamente escritas em nossos códigos genéticos.. Por aí se percebe que esta é uma luta do tipo vale-tudo mesmo. Evolucionistas parecem entender que para fazer valer seus pontos de vista tudo é permitido, até mesmo desenterrar conceitos por eles mesmos sepultados. Mas será que está é uma conduta que se poderia classificar de científica?

Recentemente, a imprensa noticiou que os neandertalenses, supostos primos distantes do homem na escala da evolução, comiam seus semelhantes (Veja, nº 1618, 06/10/99, p. 114). A reportagem começava dizendo que: “Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100 mil anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleoantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30 mil anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie”.

A reportagem prosseguia dizendo que os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, haviam conseguido reconstituir, a partir de ossos de 120 mil anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de serem comidas. Dizia também que a riqueza de detalhes levantados pelos cientistas era impressionante, obtidos a partir de restos encontrados numa caverna da França que pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16.

Isso, porém, só pode ser algum tipo de brincadeira! Qualquer livro de teoria de probabilidades vai lhe dizer, logo em suas primeiras páginas, que não se pode obter conclusões estatisticamente válidas a partir de uma amostra tão incipiente. Ficamos, então, imaginando que dirão cientistas deste mesmo quilate que viverem a centenas de anos no futuro, quando descobrirem nossos esqueletos com tórax cirurgicamente secionados para dali extrairmos, de pessoas acidentadas, seus corações para serem transplantados em pacientes cardíacos. Nesse dia, talvez passemos para a história como os canibais do início do terceiro milênio, que praticavam canibalismo, comendo somente os corações dos seus semelhantes. É o vale-tudo mostrando suas garras novamente para extrair dos achados paleontológicos o que quer que seus descobridores julguem válido, a despeito do que realmente pode ser considerado como resultado da aplicação válida das normas e métodos de que se vale a verdadeira ciência.

Impressionante mesmo é a constatação de que homens de ciência, treinados para admitir somente o que reúne condições de ser classificado como científico, abandonem esses parâmetros para aceitar, de livre e espontânea vontade, o que não resiste a um mínimo de análise à luz de leis reconhecidamente científicas. A lei da biogênese, por exemplo, afirma que cada ser vivo que encontramos na natureza descende de outro semelhante a ele. Em outras palavras, isto significa que a geração espontânea, hipótese que afiramava o surgimento de seres vivos diretamente da matéria inanimada, é inteiramente falsa. Veja, porém, como o evolucionista George Wald coloca esta questão:

“A respeito da evolução espontânea, ela continuou encontrando aceitação até ser finalmente descartada pelo trabalho de Louis Pasteur – É curioso que, até bem recentemente, professores de biologia habitualmente contavam essa história como parte de suas introduções a estudantes de biologia. Eles então terminavam o relato excitados pela convicção de que haviam dado uma demonstração do aniquilamento de noções místicas através da exprimentação científica e pura.Seus estudantes costumavam ficar tão inebriados que se esqueciam por completo de perguntar ao professor como ele explicava a origem da vida. Esta teria sido uma questão embaraçosa, pois há somente duas possibilidades: ou a vida surgiu através da geração espontânea, o que o professor já havia refutado, ou então surgiu através da criação sobrenatural, o que ele provavelmente teria considerado como anti-científico. De minha parte, penso que a única posição científica sustentável é que a vida originalmente surgiu mesmo através da geração espontânea. O que a história revista demonstrou é que a geração espontânea não ocorre mais nos dias de hoje”.

Vemos, portanto, que evolucionistas são os modernos adeptos da “teoria” da geração espontânea. Eles não afirmam, é óbvio, que isso esteja ocorrendo em nossos dias. Dizem, porém, que há bilhões de anos a vida surgiu espontânea e diretamente da matéria inanimada, num lance casual que teria dado origem a um organismo unicelular, do qual descenderiam todos os outros que hoje vivem ou que já viveram no passado. É outra vez o vale-tudo em ação, afirmando algo que não pode ser provado, uma vez que postulado no mais remoto passado.

Para citar um exemplo da natureza em favor do criacionismo, lembramos que as aves constroem seus ninhos e chocam seus ovos, mas não os cucos. Suas fêmeas não são acometidas daquele estado febril que lhes permitiria chocar seus ovos. Ela então leva um de seus ovos no bico até o ninho de uma chiadeira e, para não dar na vista, o substitui por um dos ovos que lá encontra, jogando o da chiadeira fora. Esta, que de nada desconfia, se põe a chocar os ovos. Quando o pequeno cuco nasce, sendo um pássaro de porte maior, irá precisar de todo o alimento que seus pais postiços puderem obter. Ele, então, logo em seus primeiros momentos de vida, inicia um movimento circular em que lança fora ovos ou filhotes ali presentes, ficando só. Quanto tempo os membros da espécie do cuco levaram para perceber que eles não podiam chocar os seus ovos? Quanto tempo levaram para traçar um plano que resolvesse esse problema? Eles acertaram logo de primeira? E como foi que os filhotinhos se deram conta de que teriam que se livrar dos seus irmãos postiços? E como esse conhecimento passou geneticamente de geração em geração? Esse é um beco sem saída para o evolucionista: crer que essa estratégia de sobrevivência, tanto do cuco adulto, quanto do cuco recém-nascido, pode ser produto das casualidades de um contexto naturalista, é uma indicação de pouco conhecimento de matemática, em particular da teoria das probabilidades, de um mundo que é mesmo o dos contos de fadas, onde sapos viram príncipes e a teoria da evolução ganha contornos de realidade.

A ave de Mallee se constitui também em um excelente exemplo do modelo da criação, uma testemunha incontestável do Criador que, no princípio dos tempos, deu origem à imensidão do universo em que nos encontramos. Por razões de espaço, na ocasião fomos obrigados a dividir este vídeo em três partes que foram alocadas no Youtube e que estão abaixo disponibilizadas:

http://br.youtube.com/watch?v=o69JAunvssQ

http://br.youtube.com/watch?v=tD6deh5vHfI

http://br.youtube.com/watch?v=zqoRhgkMT9s

Foram fatos como os que aqui relacionamos, entre muitos outros, que levaram o evolucionista H. J. Lipson, F.R.S., em seu artigo “A Physicist Looks at Evolution”, Physics Bulletin, vol. 31, 1908, a dizer: “De fato, a evolução se tornou uma religião científica; quase todos os cientistas a aceitaram e muitos estão preparados para ‘torcer’ suas observações de modo que a ela se ajustem”. Temos continuamente afirmado que se a teoria da evolução fosse verdadeira, esta seria, ainda que amarga, uma pílula que teríamos que engolir. Estamos, porém, convictos de que essa teoria é pseudociência. Esta é a razão pela qual assumimos uma posição frente a esta controvérsia, para que nossos jovens tenham o direito de aprender, também em sala de aula, que o Criador é uma realidade e que o modelo da criação é o que corretamente explica as nossas origens. Quem analisar corretamente as evidências que a natureza nos proporciona chegará à mesma conclusão a que Lipson chegou, quando na mesma publicação acima mencionada declarou: “Penso que precisamos ir mais adiante do que temos ido e admitir que a única explicação aceitável é a criação. Sei que isto é um anátema para os físicos, e sem dúvida o é para mim também, mas não devemos rejeitar uma teoria que não apreciamos, se a evidência experimental a apóia”.

Christiano P. da Silva Neto (A QUEM MUITO ESIMO E ADMIRO DESDE 1978)

P.S. – Agora, aceite nosso convite e faça uso dos botões no menu acima para visitar nosso site.

FONTE: http://abpc.impacto.org/folha.htm

COMO HAVEMOS DE VIVER JUNTOS? “O que fazer para o casamento valer a pena (e não (só) para durar a vida inteira)”

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Introdução –
Vivemos tempos de triunfo público e fracasso íntimo. A grande pergunta que todos os que já são casados deveriam fazer é essa “Como havemos de viver juntos?”. *O verbo haver no lugar do verbo dever foi proposital, pois saber viver é uma questão de bom senso e não de dever. Nem sempre um casamento que dura tem valido a pena, mas com certeza aquele que vale a pena dura. Boa parte dos casais cristãos estão juntos por conveniência, medo, mas não por virtude (amor). Casar dentro da vontade de Deus não é garantia de sucesso. Se você pensa ao contrário, pergunte para Adão e para Oséias quando chegar ao céu (se é que você vai para lá). Se submeter à vontade de Deus para casar é apenas metade do processo, é preciso se submeter a ela para continuar casado. Então, o que se deve saber, fazer e querer para que o casamento valha a pena?

I. abandonem todas as regras se quiserem que a relação de vocês dê certo – o casamento não é um problema, é pior que isso, é um mistério. Regras não tem o poder de transformar uma relação. Não somos behavoristas. Joguem fora os manuais, não somos máquinas que precisam de ajustes, mas seres humanos que precisam de graça! Vivam por valores e princípios e não simplesmente por regras!!!

II. desapeguem-se um do outro se quiserem viver sempre juntos – duas metades não formam um inteiro. É preciso três para se tornar um. Que não seja a necessidade, mas a liberdade que os mantenham juntos. Pratiquem a filosofia do “Eu te amo, mas sou feliz sem você”. Vocês precisam estar satisfeitos em Deus para poderem satisfazer um ao outro. A porta do amor está sempre aberta para ir e para voltar. … Você sentirá ciúmes do outro, não por medo de perdê-lo, mas por receio que ele se perca. O outro não determina sua segurança, é você que cuida para dar base a ele. Não seja a falta o motor da sua existência, mas a plenitude de Deus. Viver em função do outro não é amor, é idolatria! Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo.

III. ame seu parceiro apesar das qualidades dele – preste atenção que eu não errei não. Eu não disse para você amar seu cônjuge apesar dos defeitos que ele tem, mas apesar das qualidades. Afinal, sempre amamos algo e não alguém. Amamos o corpo (eros), mas daí vem uma doença, a velhice etc, e nosso amor perece junto. Outras vezes amamos seu discernimento, sua coragem, seu bom humor, sua sinceridade, seu romantismo (phileo), mas e se ele perder tudo isso? O que sobra? O amor de Deus (agapao) ama alguém e não algo, ele vai além do corpo e da alma, ele toca o espírito, onde está o ‘EU’ oculto. Há um amigo meu que casou há algum tempo com uma mulher mais velha, e hoje essa diferença de idade está pesando, e para piorar ela está doente e ele me disse que deixou de ser um marido para se tornar um enfermeiro. Mas na verdade ele nunca foi um marido, pois é nessa hora que ele deveria revelar-se como tal. Se amarmos somente a aparência ou as qualidades, estamos nos colocando em vulnerabilidade, pois sempre haverá quem seja mais belo ou mais virtuoso. Não é uma questão de compaixão, é uma questão de amor. Não ame seu parceiro porque ele é bom ou belo, mas para torná-lo bom e belo. O verdadeiro amor diz “preciso de ti, porque te amo”, o amor fraco diz “eu te amo, porque preciso de ti”. Não ames pela beleza, pois um dia ela acabará. Não ames por admiração, pois um dia desiludir-te-ás. Ama apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.

IV. aprendam a morrer se quiserem saber viver – a lição de como viver não está nas escolas ou nas academias. E por mais irônico que seja, somente quem aprendeu a morrer, ou seja, orienta sua vida sob essa perspectiva do fim, pode começar a viver. Vivam cada dia, não como se fosse a primeira vez, mas como se fosse a última. Nosso maior medo não é mais o de morrer, mas o de morrer sem nunca ter vivido. Mas só viveremos intensamente quando tomarmos consciência da brevidade e transitoriedade da nossa existência.

V. é preciso mais do que tirar a roupa para fazer sexo no casamento, é preciso tirar as máscaras – entregar o corpo sem entregar a alma no casamento é prostituição legalizada. Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil. Mais do que dividir a cama, é preciso dividir o coração. Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Ser verdadeiro não é o mesmo que ser sincero. Muitos maridos se masturbam em cima de suas esposas, mas não fazem sexo com ela. Dividem a mesma cama, mas não o coração. O prazer do sexo é um efeito colateral, não alvo na relação. Quando o sexo é feito sem reverência e sem honra, ele se torna lascívia.

VI. pratiquem a aceitação inconformada – não é o perfeito que precisa de amor, mas o imperfeito. Amar é aceitar o outro como é, mas não deixá-lo como está. O amor é por natureza transformador.

VII. casamentos acabam não pelo mal que fazemos um ao outro, mas também pelo excesso de bem – cuidado com a necessidade de se sentirem necessários. Não trate seu parceiro como um animal de estimação. A finalidade do doar no casamento, não é tornar o outro dependente de nós, pelo contrário, sua finalidade é tornar-nos supérfluos. Precisamos doar com a finalidade de alcançar a recompensa de que o outro não precise mais de nós.

Conclusão –
Lembre-se que Deus pediu para você amar sua esposa, não para compreendê-la.

Por Anderson Zem
http://estudos.gospelmais.com.br/como-havemos-de-viver-juntos.html

A EXCLUSÃO SUMÁRIA DE MEMBROS DA IASD QUE RESOLVERAM ADORAR SÓ AO DEUS ÚNICO É “CULTURA INTOLERANTE E RADICAL” – Opinião do leitor

…, 28/março/2013.

Estimado Paulo Pinto, bom dia.

Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer-lhe que tenho por você e sua família, grande admiração e respeito, sinto-me honrado em te-los como amigos, e sei que Deus é por todos vocês, e isso é o bastante.
Olha, somente agora, depois de tanto tempo já passado, porque o tempo não espera, tive oportunidade de ler sua defesa http://adventistas.com/marco2004/defesa_paulo.htm, da época da comissão que determinou sua exclusão do rol de membros da IASD. Li tudo, inclusive a apresentação resumida, em slides coloridos. Achei brilhante todo o conteúdo. Sem dúvida os argumentos são maravilhosos. Infelizmente, pessoas dirigentes religiosas, quase sempre são muito radicais. No mundo religioso, há pouco ou quase nenhum espaço para interpretações diferentes daquela que está estabelecida, e por isso a intolerância religiosa sempre foi um grande problema para a humanidade impiedosa. E você acabou sendo vítima de uma grande injustiça, mas olha, tem males que pode vir para o bem, então voce acabou por se libertar de interpretações que voce permaneceu preso intelectualmente por 41 anos. Se houvesse mais tolerancia para interpretações diferenciadas, é provável que haveria mais amor e mais compaixão entre a humanidade. Entre os judeus, apesar de tudo, havia diferentes correntes de interpretação das escrituras, como os fariseus que criam na ressurreição, saduceus que não criam na ressurreição, essênios que defendiam uma espécie e ascetismo, e outros movimentos mais voltados para a política da libertação de Israel através da espada na guerra. Mas na hora de adorar a Deus, todos estavam juntos no templo, ou nas sinagogas. É dito popularmente que onde há 10 judeus reunidos, existem 11 interpretações diferentes de certos textos das escrituras. Na IASD falta essa tolerância para interpretações diferenciadas de certos assuntos, considerados muito polêmicos. Esse é um cuidado que todos os religiosos precisariam redobrar, para não acabar na histórica intolerância religiosa. Se considerarmos o ponto de vista dos pastores que participaram daquela comissão que analisou, ou não analisou, seus motivos, e o que fazer diante da situação, então vejo que a decisão de excluí-lo do rol de membros foi fruto de uma cultura intolerante e radical, que certamente ficou cega quanto a posição que deveria ter adotado. Não tenho dúvida de que a IASD de juazeiro foi quem perdeu um membro da sua qualidade, não somente um membro, mas todos os membros do núcleo de sua família, pois isso atingiu sua esposa e filhos, que tem no curriculum um lista enorme de serviços prestados a instituição adventista, principalmente em Juazeiro e região. Sim foi um grande injustiça, e eu, mesmo não sendo membro da IASD desde 95, sentir no coração um pouco de revolta por essa injustiça contra vocês cometida.

Sei que no fundo do coração fica aquela mágoa,( porque voce sempre amou a IASD), que insiste em permanecer, por causa de um certo grau de trauma, que inconscientemente nos pertruba. Mas hoje, passada aquela turbulência na vida de vocês, digo-lhes que façam como Jesus fez na cruz, ao ser crucificado pelos romanos, “Pai, perdoai-os, pois eles não sabem o que fazem” . Então meu prezado Paulo Pinto, digo a voce que procure PERDOAR AQUELES QUE ACHARAM QUE TE FAZIAM O MAL, se é que voce ainda não perdoou completamente. Então coloque no seu coração e no coração de sua esposa e filhos, esse perdão completo e absoluto, para que vocês fiquem melhores ainda mais do que voces sempre foram na suas vidas.

Gostaria de agradecer pelo livro que voce me postou ( Eu e o Pai somos Um ), e os outros links sobre o assunto do Espírito Santo. Li e achei excelentes os argumentos. O Autor é bem coerente e profundo. Mas minhas idéias a esse respeito são mais flexíveis. Eu no momento não consigo ver essa questão do Espírito Santo com essa gravidade toda. Para mim, a IASD está errada ao impor uma interpretação única e fechada sobre esse tema, deveria abrir espaço para outras interpretações, desde que não radicalizasse com nenhum ponto de vista absolutamente fechado, ao ponto de excluir e perder membros somente por entender diferente, já que trata-se de um tema bastante polêmico, em razão da própria escritura haver sido traduzida em nossa linguagem, (graças a Deus por termos várias traduções, privilégio que pouquíssimas gerações tiveram), e o termo Espírito possuir uma abrangência muito grande de significados, o que contribui para a polêmica, tanto que todos nós passamos muitos anos lendo esses textos nas escrituras sobre esse tema, mas somente há pouco essa discussão ganhou mais força. O problema todo gira em torno de se Espírito Santo é uma 3ª pessoa ou não. Historicamente, entre os evangélicos quem mais abordou esse assunto foi o movimento das Testemunhas de Jeová, e as publicações da sociedade torres de vigília, editora de propriedade deles, que sempre defenderam que o Espírito Santo é a” força ativa de Deus”, e não uma 3a pessoa.
Mas ao passo que voce me respondeu abaixo: ESTIMADO IRMÃO GILVATE,
GRAÇA E PAZ.

NO EPISÓDIO DE Mat. 12:31 a 32 VEMOS JESUS EXPULSANDO DEMÔNIOS PELO PODER DO ESPÍRITO DE DEUS (O ESPÍRITO SANTO – PODER, GRAÇA, GLÓRIA, VIRTUDE DE DEUS – DERRAMADO PELO PAI SOBRE JESUS – “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração”, Lucas 4:18,
EM CUMPRIMENTO DO PROFETIZADO POR ISAIAS:
“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos”; Isaías 61:1)

Mas em sua defesa, e também em outro momento que falamos sobre esse assunto, e também em vários textos que já li, foi dito que o Espírito Santo é o próprio Jesus, despido de sua humanidade após ter ascendido ao céu, que voltou em espírito para cumprir sua promessa: ” eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos ” . Então observe que esse é um assunto de não fácil entendimento, para nós gentios brasileiros, pois em tese não seria necessário Jesus voltar desencarnado para poder estar conosco todos os dias. De lá de cima mesmo Ele poderia nos acompanhar, e observar e nos ajudar, já que Ele é onipresente, e tem a sua disposição grandíssima quantidade de seres celestiais a suas ordens e disposição, e pode nos ouvir a qualquer momento em oração, mesmo em pensamentos. Mas nos texto de Isaías 61:1 acima mencionado, Jesus foi ungido com esse mesmo Espírito Santo.

Ora, se de fato é verdade que o Espírito Santo mencionado nas escrituras após o pentecostes trata-se do próprio Jesus, despido de seu corpo humano adotado ao nascer de Maria, então é uma pessoa em Espírito, não uma terceira, mas a 2º pessoa da divindade no sentido latu sensu, o filho do Deus único. Então segue-se que para os que interpretam que seria uma 3a pessoa, o erro consistiria somente de não ser uma terceira pessoa, mas do próprio Jesus, portanto não deixa de de ser alguém. Por isso no presente momento não vejo gravidade alguém interpretar o Espírito Santo como uma 3a pessoa, pois que diferença vai fazer na prática. Ora se o Espírito Santo de fato é o próprio Jesus, segue-se não se tratar de idolatria, nem de transgressão do 1o mandamento. Para mim o pecado vai estar na discriminação e falta de amor deflagrado uns contra os outros, pela intolerância , apenas para impor como absolutamente verdadeira uma interpretação de um assunto tão complexo como este.

No momento, para mim, o mais importante é aceitar Jesus como o Messias, enviado pelo Pai, designado especificamente para cuidar da espiação dos pecados da humanidade, condução dos serem humanos ao Reino de Deus, destruição do reino de Satanás, julgamento e execução de todos os pecadores, incluindo os anjos que pecaram, e depois entrega e sujeição a Deus de todas as coisas, incluindo Ele mesmo como filho especial. Os judeus ortodoxos, que ainda hoje insistem em não aceitar Jesus como o Messias, apesar de alguns ainda crerem no Deus único, estarão perdidos por não aceitarem seu Messias. Mas no caso dos cristãos que imaginam que o Espírito Santo seja uma terceira pessoa, caso de fato estejam enganados por tratar-se do próprio Jesus em Espírito, não ve jo nenhuma idolatria, pois nesse caso seria uma pessoa sim, mas o próprio Jesus, melhor ainda, tratar-se do nosso comandante que teve essa experiência incrível, de se transformar em embrião, passar por criança, adolescente, fazer necessidades fisiológicas, trabalhar como carpiteiro, pegando peso, cobrindo casas em Israel, ver bem de perto todas essas mazelas humanas, ser sacrificado em espiação substituta dos pecadores, ressuscitar, ascender ao céu sem nave espacial, e depois voltar em espírito e ser confundido como se fosse outro ser. Ora, descobrindo trata-se de fato do próprio Jesus, melhor ainda é o sentimento que precismos ter por Ele.

Interessante que eu, que tive formação católica e depois adventista, nunca tive nenhuma dúvida de que Deus o Pai sempre foi o único Deus, e que Jesus, nosso Messias, sempre foi o filho especial de Deus, mas nunca me preocupei em especular quando Ele surgiu, antes de se tornar homem na terra. Mas quanto ao Espírito Santo, eu sempre achei de difícil entendimento sobre o que seja, mas também nunca fechei a cabeça para novos entendimentos.

Forte abraço, Que as bençãos do Eterno Deus permaneça com você e sua família.

Cordialmente,

ESTIMADO IRMÃO …, MUITO OBRIGADO POR SUAS PALAVRAS AMÁVEIS E SOLIDÁRIAS AO SEU AMIGO VELHO E IRMÃO E FAMÍLIA.
JÁ PERDOAMOS TODOS OS AMADOS IRMÃOS QUE VOTARAM ENGANADOS PARA MINHA EXCLUSÃO, BEM COMO AOS PASTORES QUE
OS LEVARAM A PRATICAR TAL ATO.
OS AMO DE CORAÇÃO E DESEJO VER TODOS ARREPENDIDOS E SALVOS NA ETERNIDADE ADORANDO AO DEUS ÚNICO E AO SEU DIVINO FILHO E NOSSO SALVADOR.
DESDE 16 DE MARÇO DE 2004, VIVO COM MINHA FAMÍLIA COMO SERVOS DEUS, ADVENTISTAS BEREANOS DO 7o. DIA, AOS PÉS DE CRISTO, PARTILHANDO DA FÉ DOS FÉIS SERVOS DE DEUS DE TODOS OS TEMPOS, VIVENDO A BENDTITA ESPERANÇA DO BREVE ADVENTO DE CRISTO, NOSSO SALVADOR.
QUANTO AO PRECIOSO ESPIRITO SANTO DE DEUS, INFORMO QUE A CRENÇA EM UMA TRINDADE É GRAVE POR FERIR AOS 2 1os. MANDAMENTOS DO DECÁLOGO. CUMPRE EXIGÊNCIAS DO ECUMENISMO (VEJA O LIVRO “E HAVERÁ UM SÓ REBANHO”, (procure deus trino) AQUILO QUE O PAPA ATUAL CHAMA DE GRANDE IRMANDADE, INCLUINDO CATÓLICOS E PROTESTANTES QUE ADORAM A TRINDADE E OUTROS DOGMAS CATÓLICOS) DO VATICANO. LOGO LHE ESCREVO MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO.
PAULO PINTO
www.pacostapinto.com.br

SANTIDADE DE MARIA SE FORTALECE NA IASD. LÍDER DIZ QUE “A SANTA VIRGEM” MERECE RESPEITO E REVERÊNCIA

Fonte: www.doutrinacatolica.com
Programa “Está Escrito”
Palestra do Pastor Alejandro Bullón “Enchei as Vasilhas”

Trecho do Sermão de Alejandro Bullón, o Pastor mais respeitado entre os Adventistas do Sétimo Dia, no Programa de TV “Está Escrito”:

“Vou tratar agora de um assunto muito delicado: a Santa Virgem Maria.

Como todos sabemos, o inimigo é muito astuto.

Ele não quer cristãos equilibrados.

Ele quer nos levar ao fanatismo ou ao liberalismo.

Isto é certo com relação a qualquer assunto da Bíblia.

Vejam, o inimigo leva muitos cristãos que têm a Bíblia nas mãos, a pensar do seguinte modo:

” A Virgem Maria não é importante.

Ela foi uma mulher como qualquer outra.

Não temos que ficar reverenciando-a; não temos que falar muito dela, porque isso é idolatria.”

Meu amigo, se um cristão, com a Bíblia aberta, diz isso, ele não sabe o que está dizendo.

Porque a Virgem Maria foi um ser humano sim, mas não foi um ser humano comum.

Ela foi uma mulher com uma experiência maravilhosa com Deus.

Ela foi uma mulher de vida piedosa, exemplar.

Hoje, a figura da virgem Maria se levanta como um exemplo de vida, de entrega e de comunhão com Deus.

Por isso, ela merece todo o nosso respeito e a nossa reverência.

Merece que a amemos e que ensinemos mais da vida maravilhosa que viveu.

Mas como já disse, o inimigo não quer pessoas equilibradas.

Ele tanto leva os cristãos ao extremo de serem desrespeitosos com ela, como as engana e as leva para outro extremo.

No momento de desespero, procuram a ajuda da Santa Virgem Maria. E os cristãos do outro extremo olham para elas com olhos acusadores e dizem:

– Vocês são idólatras.

Adoram um ser humano.

Eles ignoram a sinceridade com que estas pessoas estão procurando chegar a Deus…”

FONTE: 15 julho 2007 Autor: Bíblia Católica http://www.bibliacatolica.com.br/blog/igreja/lider-adventista-reconhece-a-santidade-e-virgindade-de-maria/#.UVRXjBwp9HA

Palestra “Mariolátrica” de Bullón Comprova Romanização da IASD

A IASD ADMITE QUE EXISTE UMA SEMANA SANTA (ORIGEM CATÓLICA, PAGÃ) E, A DE 2013, TRAZ COMO PRIMEIRA MENSAGEM: “A Missão de Maria

CLARO QUE A MÃE DE JESUS FOI VIRTUOSA E EXEMPLAR, SIM.
MAS NÃO A PODEMOS CHAMAR DE VIRGEM, POIS JOSÉ NÃO A CONHECEU (SEXUALMENTE) ATÉ AO NASCIMENTO DE JESUS.
“E não a conheceu ATÉ que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus”. Mateus 1:25.
MAS, CHAMÁ-LA HOJE DE VIRGEM, É IGUALAR-SE À ICAR. É ATENDER ÀS NORMAS DO PAPADO.
OUTRO FATO, É: QUANDO JESUS PARA A IASD E AS DEMAIS FILHAS DA ICAR DEIXOU DE SER O FILHO DE DEUS E PASSOU A SER DEUS, LOGO AS IGREJAS CAÍDAS ADMITEM QUE A “VIRGEM” MARIA É A MÃE DE DEUS, O QUE É ALGO PLENAMENTE ANTI-BÍBLICO, CATÓLICO.
O ECUMENISMO, POUCO A POUCO APROXIMA AS EMPRESAS RELIGIOSAS, EM DETRIMENTO DA MANUTENÇÃO DA VERDADE.
DEEUS TENHA MISERICÓRDIA DE NÓS.
MARANATA.

AFINAL, JESUS VEIO TRAZER À TERRA A PAZ OU A ESPADA?

paz-ou-espada

André Sanchez
Jesus veio trazer paz ou espada? Muita gente se confunde a respeito desse tema. Isso porque, na Bíblia, vemos que Jesus é chamado de Príncipe da Paz (Isaías 9:6). Vemos também Jesus dizendo “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27). Ao mesmo tempo somos apresentados a uma fala muito forte de Jesus, onde Ele diz: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada” (Mateus 10:34). Seria possível Jesus ao mesmo tempo trazer paz e espada à terra? Uma não anula a outra? Estaríamos diante de uma contradição do próprio Jesus? É evidente que não! Como sempre, a boa e velha interpretação cuidadosa do texto, levando em consideração seu contexto e boas regras de interpretação, nos explica claramente essa questão.

(1) Sem sombra de dúvida a Bíblia aponta para Jesus como sendo o Príncipe da Paz. Ele é o Soberano portador da paz perfeita. Não a paz – falsa – segundo o mundo, mas a paz – verdadeira – segundo Deus (João 14:27). A paz de Jesus é distribuída sem medida no mundo quando Cristo é Senhor na vida das pessoas. Nesse sentido, fica claro que a paz verdadeira está ligada a Cristo, conforme nos diz João 16:33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”. Como Jesus esclarece, a paz está “Nele” e é alcançada plenamente através “Dele”.

(2) Apesar da paz de Cristo estar à disposição de todos, não são todos que a vivem e a acolhem. No mundo existem os rebeldes, aqueles que encaram a mensagem do Evangelho de Cristo como sendo loucura (1 Coríntios 1:18). O mundo está cheio de perversos, de pessoas que têm suas vidas baseadas no pecado, sem qualquer arrependimento. Nesse sentido vemos Jesus explicando que essas pessoas se levantarão em oposição àqueles que vivem a Sua paz. A “espada” mencionada em Mateus 10:34 é sinônima de divisão e conflito. O mundo insiste em hostilizar a mensagem de Cristo e rejeitá-Lo. Os servos de Deus, como embaixadores de Cristo que vivem nesse mundo, também são hostilizados e rejeitados por seguirem a Cristo. Assim, Jesus exemplifica que até dentro de suas casas, Seus servos poderão enfrentar hostilidade por causa de Seu nome: “Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa.” (Mateus 10:35-36). Esse é o sentido da “espada” mencionada nesse texto!

(3) Assim, não existe contradição no fato de Jesus trazer a paz e também trazer a “espada” em meio a esse mundo. É apenas a consequência provocada pelos rebeldes guiados pelo pecado, que resistem fortemente à paz de Jesus, pois a consideram loucura. Jesus, como o Grande Rei Soberano, deixa claro que seus súditos devem amá-Lo sobre todas as coisas (Mateus 10:37-39) e que esse “amor”, às vezes, trará consequências duras como o desprezo e a hostilidade daqueles que não O amam. E isso poderá acontecer até mesmo dentro das relações mais estreitas como entre os círculos familiares (Mateus 10:35-36).

Fonte: Esboçando Ideias
http://www.internautascristaos.com.br/artigos-teologicos/afinal-jesus-veio-trazer-a-terra-a-paz-ou-a-espada

IASD A CADA DIA QUE PASSA, VAI FICANDO MAIS PARECIDA COM A MÃE

A SEMANA “SANTA” É COMEMORADA NA IASD TAL QUAL COMO NA ICAR

Tendo pertencido ao rol da IASD desde dezembro de 1963 até 16 de março de 2004, quando fomos expulsos eu e minha esposa, embora em plena comunhão com Cristo, em razão de não mais crer no dogma romano da trindade (João 16:1-3), sempre participamos do Evangelismo na “Semana do Calvário”, nunca tendo ouvido ou lido algo na Corporação incentivando a celebração da Semana Santa – a qual sempre vimos como um evento católico – passamos a verificar desde 2004, inicialmente de modo mais discreto e depois, de forma clara, sem rodeios, convidando as pessoas na época quaresmal, para “assistir a celebração da Semana Santa”, o que muito nos chamou a atenção.

semana santa1
Veja o convite da IASD para esta “Semana Santa” de 2013 Mas, onde está nas sagradas Escrituras que esta semana é santa? Quem a santificou?

O que sempre ouvimos os pastores afirmarem antes de 2004 foi que a IASD aproveitava a ocasião em que as pessoas estavam sensíveis à pregação sobre o sacrifício de Cristo, razão porque a Corporação se valia do momento propício, para pregar o evangelho.

No entanto, após 2004 (ver textos dos convites em anexo)a linguagem nos convites passou a ser igual à da Igreja Católica, assumindo que se estava celebrando a Semana Santa.

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Ora, onde está na Bíblia ou nos livros de Ellen G. White, que os crentes em Cristo agora devem fazer tal celebração? Pelo contrário, nessas fontes encontramos sobre a Páscoa que “Passaria para sempre a festa nacional dos judeus”, enquanto prevalecia a cerimônia da Santa Ceia.

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Onde então a IASD achou respaldo para celebrar a “Semana Santa”?

Registros dão conta de que “a primeira celebração da Semana Santa pelos cristãos ocorreu em 1.682. Ela é uma das conclusões do Concílio de Nicéia, regido pelo papa Silvestre I e patrocinado pelo imperador Constantino, em 325 d.C, que determinou a doutrina da Igreja Católica, transformada em religião oficial do Império Romano. Desde então, festejam-se em oito dias a paixão, morte e ressurreição de Cristo.

Um decreto papal estabeleceu o Domingo da Ressurreição como a data mais importante do ano eclesiástico. Ele é celebrado sempre no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul”.

http://www.brasilescola.com/historia/origem-da-semana-santa.htm

“Em 325 d.C, o Concílio de Niceia, presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I, fabricou e consolidou a doutrina da Igreja Católica, como a escolha dos livros sagrados e as datas religiosas. Ficou decidido também que a Semana Santa seria comemorada por uma semana (do domingo de ramos ao domingo de Páscoa). Há relatos de festas em homenagem aos últimos dias de Cristo, pouco tempo depois de sua morte. Porém comemoravam dois dias apenas (sábado de aleluia e domingo da ressurreição). Nesse Concílio também foi adotado o Catolicismo como religião oficial do Império Romano”.

O registro sagrado dá conta de que “O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o Meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no Meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de Mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha”. I Cor. 11:23-26.

Cristo Se achava no ponto de transição entre dois sistemas e suas duas grandes festas. Ele, o imaculado Cordeiro de Deus, estava para Se apresentar como oferta pelo pecado, e queria assim levar a termo o sistema de símbolos e cerimônias que por quatro mil anos apontara à Sua morte. Ao comer a páscoa com Seus discípulos, instituiu em seu lugar o serviço que havia de comemorar Seu grande sacrifício. Passaria para sempre a festa nacional dos judeus. O serviço que cristo estabeleceu devia ser observado por seus seguidores em todas as terras e por todos os séculos.

A páscoa fora instituída para comemorar a libertação de Israel da servidão egípcia. Deus ordenara que, de ano em ano, quando os filhos perguntassem a significação desta ordenança, a história desse acontecimento fosse repetida. Assim o maravilhoso livramento se conservaria vivo na memória de todos.

A ordenança da ceia do Senhor foi dada para comemorar a grande libertação operada em resultado da morte de Cristo. Até que Ele venha a segunda vez em poder e glória, há de ser celebrada esta ordenança. E o meio pelo qual Sua grande obra em nosso favor deve ser conservada viva em nossa memória” (EGW, Desejado de Todas as Nações, capítuloLXXII,p.652.

http://www.ellenwhitebooks.com

Revendo a história recente da Corporação adventista, encontramos que em 2000, durante a reunião da Conferência Geral da IASD, em Toronto, Canadá, a IASD pela primeira vez apresentou aos presentes um conjunto de esculturas em tamanho grande, http://session2000.adventist.org/press/ (enter + day-one page-3)

Essas mesmas esculturas foram no mês de agosto de 2000, oficialmente aceitas e dedicadas por um culto especial no salão nobre da Conferência Geral em Silver Spring , Maryland, EUA.

http://session2000.adventist.org/session-news/febr uary-march/theme-exhibit.htm

Em 31 de março de 2000, na cidade do Vaticano, o papa João Paulo II afirmou: “ El arte puede comunicar con eficacia «la historia de la alianza entre Dios y el hombre y la riqueza del mensaje revelado”. ZENIT.org; El mundo visto desde Roma)

http://www.adventistas.com/ag572000/ag57200005.htm

Neste mesmo ano a IASD assinou pacto de amizade com Roma na Polônia, na Igreja Luterana da Santíssima Trindade.

http://news.adventist.org/issues/data/950655233/

O acordo foi confirmado pelo papa Bento XVI em maio de 2006, quando de sua visita à mesma Igreja, ocasião que o mesmo se dirigiu a líderes de várias Igrejas, inclusive da IASD, ali presentes.

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/ speeches/2006/may/documents/hf_ben-xvi_spe_ 20060525_incontro-ecumenico_po.html

Em 2001 a IASD assumiu que “Costumamos pensar nos ídolos sempre como algo inerentemente mau; mas nem sempre é assim. Estátuas de madeira e de pedra nem sempre são más. Em outras palavras, os ídolos podem ser algo que, por si mesmo, não são maus. Ao contrário, o que os torna maus é a maneira como nos relacionamos com eles. …”. Lição da Escola Sabatina de 09/11/2001, p. 74, edição do professor.

Na Revista Adventista, fev. 2002, pág. 38, Marcos de Benedicto, escreve que, de fato, um pastor, alto funcionário da IASD, Bert B. Beach, relações públicas da Conferência Geral da IASD, presenteou o Papa com uma medalha da Associação Geral da IASD.

Isso não é novidade, pois, anos antes, a IASD já tinha recebido do Papa uma medalha de Ouro. Review and Herald, 30.05.1968, pág.16.

Porventura tais fatos teriam alguma conexão com a celebração da “Semana Santa” pela IASD após o ano de 2004?

Deus nos conserve ao lado da verdade pura e genuína da Sua Palavra, custe o que custar.

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que não se comprem nem se vendam; homens que o íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” E. G.W. Educação, p.57.
Assim, amigos, irmãos, muito cuidado. Muito cuidado, mesmo, com as religiões, as igrejas!!!
Sigamos a Cristo, o divino Filho do Deus Único e Verdadeiro, o Pai, não ao sistema religioso que está de volta a Roma e às suas tradições pagãs.
Paulo Augusto da Costa Pinto.Engo. Agro., D.Sc.., Pós doutor em Agronomia na Espanha, Professor Pleno da UNEB/DTCS, Juazeiro, BA., Adventista Bereano do 7o. Dia.
FONTE:http://www.adventistas-bereanos.com.br/2007julho/celebracaosemanasantapelaiasd.htm

CIÊNCIA HOJE ON-LINE: PESTICIDAS, COMIDA-LIXO, DIABETES E ALZHEIMER

Estudo sugere ligação entre exposição a agrotóxicos e desenvolvimento de diabetes tipo 2. Em sua coluna de março, o biólogo Jean Remy Guimarães comenta a pesquisa e evidências crescentes das relações estreitas entre essas substâncias e doenças crônicas
A relação epidemiológica entre o uso de pesticidas e a crescente incidência de males como câncer, problemas hormonais e reprodutivos, entre outros, é cada vez mais clara. Mas novos estudos têm apontado uma nova e incômoda conexão, desta vez entre pesticidas e diabetes tipo 2, o que poderia explicar, ao menos parcialmente, as proporções epidêmicas que essa doença vem assumindo em escala global.

A edição de janeiro da Environmental Research traz um estudo de Arrebola e colaboradores, da Universidade de Granada, Espanha, que é, ironicamente, uma bomba. A equipe dosou resíduos de diversos pesticidas no tecido adiposo de 386 pacientes adultos em dois hospitais do sul do país e concluiu que os pacientes com maiores níveis de DDE (um produto da degradação do DDT) tinham quatro vezes mais probabilidade de ter diabetes tipo 2.

Leia a coluna completa na CH On-line, que tem conteúdo exclusivo atualizado diariamente:http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/pesticidas-comida-lixo-diabetes-e-alzheimer
FONTE:Jornal da Ciência (JC E-Mail)
Edição 4686 – Notícias de C&T – Serviço da SBPC

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