OS CAMINHOS DA FÉ CRISTÃ

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3048985400566&set=a.2292786016054.62081.1741163047&type=1&theater
ENTRETANTO, NÃO É O CATOLICISMO (“Igreja Católica Romana, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possui mais de um bilhão de fiéis (ou seja, mais de um sexto da população mundia” http://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo) A BASE DAS RELIGIÕES CRISTÃS.
A BASE INICIAL DO CRISTIANISMO FOI O JUDAÍSMO, DE ONDE CRISTO FUNDOU A SUA IGREJA (IGREJA DE CRISTO) QUE NUNCA FOI CATÓLICA E NUNCA NASCEU EM ROMA COM OS CÉSARES (CONSTANTINO,….), MAS EM JERUSALÉM.
HOJE O CRISTIANISMO É PAGÃO(http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=cristianismo%20pag%C3%A3o%20baixar&source=web&cd=3&ved=0CDkQFjAC&url=http%3A%2F%2Fwww.luizesuaturma.com.br%2Fmodules%2Fwfdownloads%2Fvisit.php%3Fcid%3D6%26lid%3D51&ei=vdhiUbbWCqiI0QHDmYHoBA&usg=AFQjCNHYgmc08_1qlxaI4Kv8ifFmEFB_8g).
PEDRO, TIDO PELA IGREJA CATÓLICA COMO O PRIMEIRO PAPA, NUNCA ESTEVE EM ROMA CONFORME AS EVIDÊNCIA BÍBLICAS http://aodeusunico.com.br/?p=737

EXISTEM ALGUNS ERROS NA BÍBLIA?

“Deus ditou somente o texto original das Escrituras, não as cópias. Portanto, somente o texto original é isento de erros. A inspiração não garante que cada cópia seja isenta de erros, principalmente as cópias feitas de outras cópias”. NOTA DE HÉLIO 3.
“Portanto, quando chegamos às dificuldades bíblicas, não devemos afirmar que o Autor do Livro esteja errado, mas (1) que o manuscrito tem falhas [NOTA DE HÉLIO 3]; (2) que a tradução está errada ou (3) que não o entendemos”.

Dr. Norman Geisler

A Bíblia não pode errar, pois é a Palavra de Deus. E Deus não pode errar. Isto não significa que não existam dificuldades na Bíblia. Porém estas dificuldades não se devem à perfeita revelação de Deus, mas à nossa imperfeita compreensão. A história dos críticos da Bíblia revela que esta não contém erros, mas sim, os críticos. A maioria dos problemas recai sobre uma das seguintes categorias:
1. -SUPOR QUE O NÃO EXPLICADO É INEXPLICÁVEL – Quando um cientista encontra uma anomalia na natureza, ele não desiste da exploração científica. Em vez disso, o que é não explicado fomenta mais estudo. Antes, os cientistas não conseguiam explicar os meteoros, eclipses, tornados, furacões e terremotos. E até recentemente, eles não conseguiam explicar como uma abelha consegue voar. Todos estes assuntos têm guardado, pacientemente, os seus segredos. Os cientistas não sabem como a vida pode se desenvolver nos ventos quentes e nas profundezas do mar. Mas, nenhum deles se atira de uma torre, gritando: “Um absurdo!”. Do mesmo modo o verdadeiro estudioso da Bíblia aproxima-se dela com a mesma pressuposição de que ela tem respostas para o não explicado.
Certa vez, os críticos propuseram que Moisés não poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia (o Pentateuco), porque a cultura dos tempos de Moisés era de antes da invenção da escrita. Hoje, eles sabem que a escrita já existia milhares de anos antes de Moisés. Os críticos também acreditavam que as referências bíblicas sobre o povo hitita eram totalmente fictícias, pois um povo com aquele nome jamais havia existido. Agora, a biblioteca nacional dos hititas foi descoberta na Turquia. Então, temos motivos para crer que outros fenômenos não explicados contidos na Escritura, terão, também, uma explicação.
2. – PRESSUPOR QUE A BÍBLIA É CULPADA DE ERROS, ANTES QUE ELA COMPROVE SER INOCENTE – Muitos críticos pressupõem que a Bíblia contém erros, até que seja provado o contrário. Contudo, como um cidadão americano, que é acusado por um crime, tem direito à defesa, à Bíblia deveria ser dada pelo menos a mesma credibilidade de que ela é correta, do mesmo modo como esta é dada a outras literaturas que eles afirmam ser não ficção. Esta é a maneira de nos achegarmos todas as comunicações humanas. Se não o fizéssemos, a vida não seria possível. Se supuséssemos que os sinais de tráfego nas estradas não são corretos, provavelmente iríamos morrer, antes de comprovar que eles são corretos. Se admitíssemos que os alimentos são mal rotulados, iríamos desistir de comprar todas as garrafas e os pacotes que se vendem no mercado. Do mesmo modo, a Bíblia, como qualquer outro livro, deveria ser considerada como nos contando, exatamente, o que os autores disseram, experimentaram e ouviram. Contudo, os críticos negativos partem, exatamente, de uma pressuposição de que a Bíblia contém erros.
3. – CONFUNDIR NOSSAS FALÍVEIS INTERPRETAÇÕES COM A INFALÍVEL REVELAÇÃO DE DEUS – Jesus disse que “A Escritura não pode ser anulada”. (João 10:35). Sendo um livro infalível, a Bíblia é, também, irrevogável. Jesus declarou: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”. (Mateus 5:18) … “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.” (Lucas 16:17). As Escrituras têm também a autoridade final, como a última palavra em todos os discursos. Jesus usou a Bíblia para resistir ao tentador (Mateus 4:4; 7:10); para resolver disputas doutrinárias (Mateus 21:42) e para vindicar a Sua autoridade (Mateus 11:17). Algumas vezes, o ensino da Bíblia se apóia em algum pequeno detalhe histórico (Hebreus 7:13-17); ou sobre uma diferença entre o singular e o plural (Gálatas 3:16). Mas, conquanto a Bíblia seja infalível, as interpretações humanas são falíveis. Conquanto a Palavra de Deus seja perfeita (Salmo 19:7), enquanto existirem seres humanos imperfeitos, haverá errôneas interpretações da Palavra de Deus e falsas visões sobre o seu mundo. Daí por que não deveríamos ter pressa em supor que uma atual suposição predominante na ciência seja a palavra final. Algumas das irrefutáveis leis do passado são hoje consideradas pelos cientistas como erro.
Desse modo, as contradições entre as opiniões popularizadas na Ciência e as interpretações da Bíblia amplamente aceitas podem ser esperadas. Mas, tudo isso falha em comprovar que a Bíblia tenha contradições.
4. – FALHAR EM ESTUDAR O CONTEXTO – O erro mais comum nas interpretações da Bíblia, inclusive de certos críticos eruditos, é ler o texto fora do devido contexto. Como diz o provérbio popular: “Um texto fora do contexto é um pretexto”. Ninguém pode comprovar erro algum na Bíblia, usando este errôneo procedimento. A Bíblia diz: “Não há Deus” (Salmo 14:1). Ora, o contexto é: “Diz o insensato, não há Deus.” Alguém pode afirmar que Jesus nos admoestou a não resistir ao mal (Mateus 5:39). Mas, o contexto anterior, no qual Ele faz esta declaração não deve ser ignorado. Muitos lêem a declaração de Jesus, para darmos a quem nos pedir algo. Mas seria bom entregar uma arma letal a uma criança que no-la pedisse? A falha em determinar a legítima significação da passagem, conforme o contexto, tem sido o motivo principal dos que encontram erros na Bíblia.
5. – FALHA EM INTERPRETAR O QUE É DIFÍCIL PELO QUE É CLARO – Algumas passagens são difíceis de ser entendidas, ou parecem contradizer outras passagens da Escritura. Por exemplo, Tiago parece estar dizendo que a salvação é pelas obras.(Tiago 2:14-26); enquanto Paulo ensina que a salvação é pela graça, conforme Efésios 2:8-9: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Mas o contexto revela que Paulo trata da justiça diante de Deus (somente através da fé), enquanto Tiago está falando sobre a justiça diante dos homens (que vêem somente o que fazemos). Mas, Tiago e Paulo falam ambos do fruto que sempre acontece na vida de quem ama realmente a Deus.
6. – ESQUECER AS CARACTERÍSTICAS HUMANAS DA BÍBLIA- Com exceção de algumas poucas passagens – como os 10 Mandamentos, que foram escritos pelo dedo de Deus (Êxodo 31:18) – a Bíblia não foi verbalmente ditada. Seus autores não eram secretários do Espírito Santo (de Deus). Houve escritores humanos que empregaram os seus próprios estilos literários e suas idiossincrasias. Suas fontes eram tão humanas como o seu material (Josué 10:13; Atos 17:28; 1 Coríntios 15:33; Tito 1:12). A verdade é que cada livro da Bíblia tem um escritor humano – 40 deles – e ela também apresenta diferentes estilos humanos. Seus autores escreveram do ponto de vista do que observaram, como, por exemplo, sobre o nascer e o pôr do sol (Josué 1:15). Eles também revelaram modelos de pensamento humano, inclusive lapsos de memória (1 Coríntios 1:14-16), bem como emoções humanas (Gálatas 1:14). A Bíblia revela específicos interesses humanos. Oséias tem um interesse rural; Lucas, um interesse médico e Tiago, pela natureza humana. Como Cristo, a Bíblia é totalmente humana, mesmo não contendo erro algum. Esquecer a humanidade da Escritura pode fazer com que se impugne a sua integridade, quando se espera um nível de expressão mais elevado do que o normal, em um documento humano. Isto se torna mais óbvio, quando lidamos com os erros apontados pelos seus críticos. [NOTA 1 DE HÉLIO]
7. – SUPOR QUE UM REGISTRO PARCIAL É UM FALSO REGISTRO- Muitas vezes os críticos se apressam em concluir que um registro parcial é falso. Contudo, não é assim. Se o fosse, a maior parte do que tem sido dito seria falso, visto como o tempo e o espaço raramente permitem um registro absolutamente completo. Por exemplo, a famosa confissão de Pedro, nos Evangelhos:
“E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (Mt 16:16)
“E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo.” (Mc 8:29)
“E disse-lhes: E vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, disse: O Cristo de Deus.” (Lc 9:20)

Até mesmo os Dez Mandamentos, que foram “escritos pelo dedo de Deus” (Deuteronômio 9:10), são apresentados com variações, nas outras vezes em que são registrados (Êxodo 20:8-11; Deuteronômio 5:12-15). Existem muitas diferenças entre os Livros de Reis e o de Crônicas em sua descrição dos mesmos fatos, porém não existe contradição alguma nos eventos apresentados.

8. – SUPOR QUE AS CITAÇÕES DO VELHO TESTAMENTO NO NOVO TESTAMENTO TÊM QUE SER PALAVRA POR PALAVRA – Os críticos muitas vezes apontam variações entre as escrituras do Novo e do Velho Testamento, como se fossem erros. Eles esquecem que cada citação não precisa ser uma citação palavra- por- palavra. Muitas vezes, são usadas citações indiretas [que dizem exatamente a mesma coisa, mas podendo ter algumas palavras e estruturas um pouco diferentes, ainda que exatamente equivalentes às palavras originais] e outras vezes, citações diretas indiretas [que repetem exatamente a mesma sequência de letras]. Portanto, este é um estilo literariamente aceitável quanto à essência da citação, mesmo que não se usem as mesmas palavras. A mesma significação pode ser expressa sem que se usem as mesmas expressões verbais.

As variações nas citações do Velho Testamento feitas no Novo Testamento são de variadas categorias. Algumas vezes elas acontecem quando há mudança do narrador. Por exemplo, é registrado o Senhor dizendo (Zacarias 12:10 “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.”) . E quando isto é narrado no Novo Testamento, quem fala é João e não Deus. (João 19:37 “E outra vez diz a Escritura: Verão aquele que traspassaram.”).
Outras vezes, alguns escritores citam apenas parte do texto do Velho Testamento. Jesus agiu assim, na citação feita na Sua cidade natal de Nazaré (Lucas 4:18-19), quando citou Isaías 61:1- 2. A verdade é que Ele parou na metade da citação, pois se tivesse avançado, teria perdido o objetivo central do texto, que dizia: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos”(verso 21), pois a próxima frase referia-se a Isaías 61:1-2, tratando da Sua segunda vinda.

Algumas vezes o Novo Testamento parafraseia [NOTA 2 DE HÉLIO] ou reduz os textos do Velho Testamento (Mateus 2:6). Outras vezes, ele junta dois textos em um (Mateus 27:9-10). Ocasionalmente, uma verdade geral é mencionada, sem citar o texto específico. Por exemplo, Mateus 2:23 diz que Jesus se mudou para Nazaré, sem citar um determinado profeta, mas apenas o “profeta”. Vários textos tratam da humilhação do Messias. Ser de Nazaré, ser um nazareno, era ter um status muito baixo, em Israel, na época de Jesus.
9. – SUPOR QUE NARRATIVAS DIVERGENTES SEJAM FALSAS – Pelo fato de duas ou mais narrativas do mesmo evento serem diferentes, isto não significa que elas sejam mutuamente exclusivas. Mateus 28:5 diz: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado”; que havia um anjo no túmulo de Jesus. Mas João afirma que havia dois anjos (João 20:12). Ora, não se trata aqui de registros contraditórios, naquela confusa manhã. Mateus não disse que havia apenas um anjo. Bem poderia haver um anjo num ponto, perto do túmulo e outros dois, noutro ponto. Só haveria contradição se Mateus tivesse dito que haveria “apenas um anjo”. E quando um crítico usa esta passagem para mostrar erro na Bíblia, o erro não é da Bíblia, mas do tal crítico.
Do mesmo modo, Mateus 27:5 informa que “Judas foi-se enforcar”, enquanto Lucas diz que ele “precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram”. (Atos 1:18). Mais uma vez, estas duas narrativas não são mutuamente exclusivas, pois Judas poderia ter-se enforcado à margem de um precipício, numa área rochosa, ou à margem de um canal, e suas entranhas poderiam ter-se derramado, exatamente conforme a vívida descrição de Lucas.
10. – SUPOR QUE A BÍBLIA APROVA TUDO QUE ELA REGISTRA – É um erro supor que tudo que está contido na Bíblia seja aprovado por ela. A Bíblia inteira é a verdade (João 17:17), porém, ela registra [com verdade e fidelidade] algumas mentiras [ditas por mentirosos]; por exemplo, as de Satanás (Gênesis 3:4; João 8:44); e a de Raabe (Josué 2:4). A inspiração compreende toda a Bíblia, no sentido de que ela registra, correta e fielmente, até as mentiras e os erros dos seres pecadores. Sua verdade é encontrada no que ela revela, não no que ela registra. E se esta distinção não for feita, poderemos chegar à errônea conclusão de que a Bíblia ensina a imoralidade, quando narra o pecado de Davi (2 Samuel 11:4); que ela promove a poligamia, quando registra quantas mulheres Salomão teve (1 Reis 11:3) ou que ela aprova o ateísmo, quando cita o Salmo 14:1: “Não há Deus”.
11 – ESQUECER QUE A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO TÉCNICO – Ela não precisa usar a linguagem técnica, nem a chamada linguagem científica. Ela foi escrita para as pessoas comuns de cada geração, usando, portanto, a linguagem comum do dia-a-dia. Sua linguagem não é anticientífica. As Escrituras foram escritas nos tempos antigos, por modelos antigos e seria anacrônico impor-lhes os modernos modelos científicos. Mesmo assim, ela não é menos científica, quando cita o sol “parado” (Josué 10:12), do que referindo-se ao “sol nascendo” (Josué 1:16), pois os modernos metereologistas ainda usam termos como o “nascer” e o “por do sol”.

12 -SUPOR QUE NÚMEROS ARREDONDADOS SÃO FALSOS – Como acontece na linguagem comum, a Bíblia também usa números arredondados (Josué 3:4; 4:13). Ela se refere ao diâmetro como sendo 1/3 da circunferência de alguma coisa (Crônicas 19:18; 21:5). Conquanto isto seja apenas uma aproximação, (Lindsell 165-166), pode ser visto como impreciso do ponto de vista da sociedade tecnológica falar 3.14159265, em vez de “3” , mas não é incorreto. Já no Livro de Crônicas a descrição entregue sobre as meticulosidades do templo não poderia ser usada em um computador. Não se pode esperar que os atores numa peça de Shakespeare falem sobre um relógio de pulso, pois esta se refere a uma época pré-científica. [Nota da Tradutora: Neste exato momento, um e-mail vindo da Alemanha avisou que eu me tornei bisavó de um alemãozinho, que vai receber o nome de Paul Maximilian Schultze, em homenagem ao meu teólogo favorito. Isto seria possível há 50 anos?] .

13 – NEGLIGENCIAR A OBSERVAÇÃO DAS TENDÊNCIAS LITERÁRIAS – A LINGUAGEM HUMANA NÃO SE LIMITA A UM MODO DE EXPRESSÃO. Portanto, não há razão para supor que somente um gênero literário fosse usado em um livro divinamente inspirado. A Bíblia revela uma porção de tendências literárias. Livros inteiros são escritos em forma de poesia (Jó, Salmos e Provérbios). Os evangelhos sinópticos mostram parábolas. Em Gálatas 4, Paulo usa a alegoria. O Novo Testamento está cheio de metáforas (2 Coríntios 3:23; Tiago 3:6); de semelhanças (Mateus 20:1; Tiago 1:6); de hipérboles (João 21:25; 2 Coríntios 3:2; Colossenses 1:23); e até de figuras poéticas (Jó 41:1). Jesus usou a sátira (Mateus 19:24; 23:24). Figuras de linguagem são comuns em toda a Bíblia. Não é errado um escritor bíblico usar uma figura de linguagem, mas é errado um leitor tomar literalmente uma figura de linguagem. Obviamente, quando a Bíblia fala que o crente “se abriga à sombra das asas do Senhor” (Salmo 36:7), ela não está dizendo que Deus seja uma ave cheia de penas. Quando ela diz que Deus “desperta” (Salmo 44:3), como se Ele estivesse dormindo, isto significa apenas que Deus entra em ação.
14 – ESQUECER QUE SOMENTE O TEXTO ORIGINAL É INERRANTE [NOTA DE HÉLIO 3] – Erros genuínos têm sido encontrados nas cópias dos textos bíblicos que foram escritos centenas de anos, após os autógrafos. Deus ditou somente o texto original das Escrituras, não as cópias. Portanto, somente o texto original é isento de erros. A inspiração não garante que cada cópia seja isenta de erros, principalmente as cópias feitas de outras cópias. Por exemplo, a Bíblia King James, na 2 Reis 8:26, dá a idade o Rei Acazias como sendo de 22 anos, enquanto a 2 Crônicas 22:2 diz que era 42. O último número não pode estar correto, pois, assim, ele seria mais velho do que o seu pai. Claro que este é um erro do copista, mesmo que não altere a inerrância da narrativa original. [NOTA DE HÉLIO 3]
Primeiro, há erros nas cópias [NOTA DE HÉLIO 3], mas não nos originais.
Segundo, são erros sem importância (geralmente nos nomes e nos números, o que não afeta o ensino) [NOTA DE HÉLIO 3].
Terceiro, esses erros dos copistas são relativamente poucos [NOTA DE HÉLIO 3].
Quarto, geralmente, pelo contexto ou por outra escritura, descobrimos o erro. Exemplo, Acazias deveria ter 22 anos [NOTA DE HÉLIO 3]. Finalmente, embora havendo erro do copista, toda a mensagem chega até nós. E quanto mais erros se encontram nas cópias, mais devemos confiar nos originais. Por isso, os erros dos copistas não afetam a mensagem básica da Bíblia.
15 -CONFUNDIR DECLARAÇÕES PREVALENTES COM DECLARAÇÕES UNIVERSAIS
Como acontece a outros tipos de literatura, a Bíblia costuma usar generalizações. O Livro de Provérbios contém muitas delas. Os ditos proverbiais, pela sua exata natureza, oferecem uma direção prevalente mas não uma garantia universal. Paulo agradava ao Senhor e, mesmo assim, os seus inimigos o apedrejaram. (Atos 14:19) [N.T. – Embora o Senhor tenha permitido que, no seu estado inconsciente, o qual os psicanalistas modernos chamam de “E.Q.M. (Experiência de Quase Morte”), Paulo tenha ido ao Terceiro Céu]. Jesus Cristo agradou a Deus o Pai e, mesmo assim, os Seus inimigos O crucificaram. Na maior parte dos casos, os cristãos que agradam ao Senhor podem conseguir [de Deus] que os seus inimigos diminuam o antagonismo, [N.T. – provavelmente edificados pela paciência do cristão].
Os provérbios mostram sabedoria. Quando a Bíblia declara: “Sede santos porque eu sou santo”, (Levíticos 11:45), aqui não há exceção alguma. A santidade, o amor, a bondade, a verdade e a justiça estão enraizados na exata natureza de um Deus imutável, enquanto a literatura da sabedoria aplica verdades universais de Deus a muitas características da vida. Embora os resultados não sejam sempre os mesmos, de qualquer modo, a sabedoria sempre ajuda.
16. – Esquecer que a revelação mais atual sobrepuja a mais antiga [NOTA 4 DE HÉLIO] – algumas vezes os críticos não reconhecem a revelação progressiva. Deus não revela tudo de uma só vez, nem usa as mesmas condições em cada período da história. Algumas de Suas últimas revelações na Bíblia sobrepujam as revelações anteriores. Os críticos da Bíblia às vezes confundem essa mudança na revelação como sendo erro.
Um pai pode permitir que um filho pequenino coma com as mãos, mas nunca permite que um filho maior faça o mesmo. Seria isto uma contradição? O mesmo acontece com a revelação progressiva, adaptando-se às circunstâncias. Houve um tempo em que Deus proibiu que Adão e Eva comessem do fruto de uma determinada árvore, no Jardim do Éden. (Gênesis 2:16-17). Este mandamento divino já não está em efeito, mas a revelação atual não contradiz a primeira revelação, que se embasava no ato de obedecer ou não obedecer ao Senhor. Também houve um período na Lei Mosaica em que Deus ordenou o sacrifício de animais, a fim de remir os pecados dos homens. Mas, desde que Cristo se ofereceu em sacrifício pelos nossos pecados (Hebreus 10:11-14), este mandamento perdeu o efeito. Não existe contradição alguma entre o primeiro e o segundo mandamentos.
Claro que Deus não pode mudar os Seus mandamentos, pois isso tem a ver com a Sua natureza imutável (Malaquias 3:6; Hebreus 6:18). E visto como “Deus é amor” (João 4:16), Ele não pode ordenar que nós O odiemos. Ele também não pode ordenar o que seja logicamente impossível… Mas, apesar dos limites morais, Deus pode dar revelações progressivas, não contraditórias, as quais, quando tomadas no devido contexto e sendo justapostas, podem parecer contraditórias. Quando isso acontece, temos um erro como se admitíssemos ser correto um pai permitir que o seu filho de seis anos fique acordado, à noite, exatamente como o faz com o filho adolescente.
Em resumo, a Bíblia não pode errar, mas os críticos sempre erram. Não existe erro algum na revelação divina, mas na compreensão da mesma. Portanto, quando chegamos às dificuldades bíblicas, não devemos afirmar que o Autor do Livro esteja errado, mas (1) que o manuscrito tem falhas [NOTA DE HÉLIO 3]; (2) que a tradução está errada ou (3) que não o entendemos.

“Are There Any Erros in the Bible?” – Dr. Norman Geisler
Traduzido e adaptado por Mary Schultze, em 01/04/2013.

– NOTA 1 DE HÉLIO:
– Bem, eu estou voltando a crer naquela que, pejorativamente, os que nos odeiam chamam de “TEORIA DO DITADO MECÂNICO”. Estou voltando a crer como se cria alguns séculos atrás, isto é, que Deus ditou as SUAS exatas PALAVRAS à mente e esta à mão do autor, e este foi usado como um mero amanuense, mero instrumento para registrar as palavras originadas diretamente no próprio Deus. Deus poderia sempre ter usado absolutamente um mesmo vocabulário e estilo, em todos os 66 livros da Bíblia, mas soberanamente (talvez para testar as fé dos ouvintes e nossa?) escolheu usar, em cada livro, o vocabulário e estilo do autor do livro (Moisés, etc.).
Ver todos os versos sobre inspiração, por exemplo:
– “… pois engrandeceste a TUA PALAVRA palavra acima de todo o teu nome.” (Salmos 138:2). A ênfase é em cada PALAVRA, não em “conceitos gerais”. E cada palavra é literalmente de Deus, toda dEle, só dEle. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “… Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a PALAVRA que sai da BOCA de DEUS.” (Mateus 4:4). A ênfase é em cada PALAVRA, não em “conceitos gerais”. E cada palavra é literalmente da boca de Deus, toda dela, só dela. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “… convinha que se cumprisse a Escritura que o ESPÍRITO SANTO (de Deus) predisse PELA boca de Davi, …” (Atos 1:16) Cada letra da Escritura é do Espírito Santo (de Deus), toda dEle, só dEle, mesmo que a tenha posto na boca de Davi. Quando ele as falou e escreveu, e quando alguém as copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as [PALAVRAS] que o Espírito Santo (de Deus) ensina, …” (1 Coríntios 2:13). Cada palavra da Escritura é literalmente de Deus, toda dEle, só dEle. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “Toda a Escritura é DIVINAMENTE INSPIRADA {2315 theopneustos = “assoprada por Deus”}, e proveitosa para …” (2 Timóteo 3:16). Cada palavra da Escritura é literalmente assoprada por Deus e é toda dEle, só dEle. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “E também o ESPÍRITO SANTO (de Deus) no-lo testifica, porque depois de haver DITO: Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, DIZ o SENHOR: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: …” (Hebreus 10:15-17). Cada palavra da Escritura foi dita pelo Espírito Santo (de Deus) e pelo Senhor, portanto é toda dEle, só dEle. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

– “… a profecia nunca foi produzida por vontade {2307 thelema, escolha ativa} de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados [ou MOVIDOS] pelo Espírito Santo (de Deus).” (2 Pedro 1:21). Nenhuma palavra da Escritura foi uma escolha ativa, uma decisão de quem as falou ou escreveu; ao contrário, estes homens santos de Deus falaram e escreveram totalmente movidos pelo Espírito Santo (de Deus)

. Portanto, cada palavra da Escritura é literalmente de Deus, toda dEle, só dEle. Quem as falou, escreveu, copiou, recopiou, foi mero instrumento.

NOTA 2 DE HÉLIO: O autor, e só ele, pode parafrasear o que disse, de modo a explicar de modo ao atual ouvinte entender melhor o que o autor quis dizer. Eu posso ter dito, há 10 anos atrás, “pegue o bicho antes que ela pegue alguém”, e hoje, contando a meu neto, eu posso dizer que eu disse “mate a cobra antes que ele fira alguém.” Mas só o autor da Bíblia pode se exprimir de modo que julgue melhor ao ouvinte de hoje, ninguém mais tem direito a mudar sequer a menor letra e menor acento.
NOTA 3 DE HÉLIO: Nos outros pontos até que Geisler vai mais ou menos bem. Mas, aqui, comete erro gravíssimo (se bem que extremamente comum, depois dos alexandrinos e do mau espírito da moderna e má crítica textual): o autor acredita que copistas introduziram erros que se disseminaram a um tal ponto que a maioria ou todos os manuscritos não mais são EXATAMENTE a palavra de Deus preservada com absoluta perfeição em cada jota e til, de Gn 1 a Ap 22. Ah, como dói ver “fundamentalistas” e outros “defensores” da Bíblia dizerem que a Bíblia basicamente somente FOI perfeita no dia exato em que cada ORIGINAL foi escrito pelas mãos de Moisés, João, Paulo, etc., pois depois disso Deus não teve o poder (que fracote deus!) ou não teve o desejo (que mal deus!) de preservar Sua Palavra!!! Ver resposta a isso em http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/Biblia-PreservPerfeitaOuRestaucInsegura-Helio.htm e em http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/ . A propósito do suposto erro na idade de Acazias, ver http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-InspiracApologetCriacionis/2Rs8_26Versus2Cr22-8-IdadeAcazias-Helio.htm .
NOTA 4 DE HÉLIO: Claro que concordo que a revelação de Deus é progressiva. Mas o autor foi infeliz na escolha de certas palavras. Ao usar “sobrepuja”, alguém poderia pensar que Deus estava errado em algo (em Si mesmo ou que preconizou para os homens) depois se arrependeu e Se aperfeiçoou (em Si mesmo ou no Seu modo de tratar os homens). Os exemplos também deixam a desejar, alguém poderia pensar que Deus tolerava no crente inferior do VT algumas coisas pecaminosas aos olhos de Deus, e que somente ao crente superior do NT revelou que aquilo é pecado e que Ele nunca gostou muito de tê-lo permitido.

Fontes:

G. L. Archer, Jr., An Encyclopedia of Biblical Difficulties
W. Arndt, Bible Difficulties
—, Does the Bible Contradict Itself?
Augustine, City of God.
Augustine, Reply to Faustus the Manichaean, in P. Schaff, ed., A Select Library of the Nicene and Ante-Nicene Fathers of the Christian Church
N. L. Geisler, “The Concept of Truth in the Inerrancy Debate,” ., October-December 1980
—and T. Howe, When Critics As

—and W. E. Nix, General Introduction to the Bibl
J. W. Haley, Alleged Discrepancies of the Bibl
H. Lindsell, The Battle for the Bibl
J. Orr, The Problems of the Old Testament Considered with Reference to Recent Criticism
J. R. Rice, Our God-Breathed Book-The Bibl
E. Thiele, The Mysterious Numbers of the Kings of Israel
R. Tuck, ed., A Handbook of Biblical Difficulties
R. D. Wilson, A Scientific Investigation of the Old Testament

ABAIXO ASSINADO PELO BANIMENTO DOS AGROTÓXICOS JÁ BANIDOS NO EXTERIOR

AGROTÓXICOS
Caros Amigos,
A entrega das assinaturas pelo banimento no Brasil dos agrotóxicos já banidos em outros países será no dia 9 de abril, em Brasília, marcando os dois anos da Campanha Contra os Agrotóxicos.

Vale lembrar que o Brasil ainda permite o uso de substâncias já proibidas em outros países por conta dos seus prejuízos à saúde e ao meio ambiente.

Em 2012, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva publicou 3 dossiês sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde e no meio ambiente, que são a prova definitiva de que os agrotóxicos estão destruindo nossa saúde e que é perfeitamente possível produzir alimentos saudáveis em grande quantidade sem eles.

Para apoiar essa luta, clique na imagem abaixo ou assine aqui: http://www.contraosagrotoxicos.org/abaixo-assinado

Participe!

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
Secretaria Operativa Nacional
fone: (11) 3392 2660 / (11) 7181-9737
site: www.contraosagrotoxicos.org

UM ALERTA SOBRE OS IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE – DOSSIÊ VIRTUAL

Dossiê Parte 1 – Agrotóxicos, segurança alimentar e nutricional e saúde

Dossiê Parte 2 – Agrotóxicos, saúde, ambiente e sustentabilidade

Dossiê Parte 3 – Agrotóxicos, conhecimento científico e popular: construindo a ecologia de saberes

Nos últimos três anos o Brasil vem ocupando o lugar de maior consumidor de agrotóxicos no mundo. Os impactos à saúde pública são amplos porque atingem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais como trabalhadores em diversos ramos de atividades, moradores do entorno de fábricas e fazendas, além de todos nós que consumimos alimentos contaminados. Tais impactos são associados ao nosso atual modelo de desenvolvimento, voltado prioritariamente para a produção de bens primários para exportação.

Nos recentes eventos da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), como o I Simpósio Brasileiro de Saúde Ambiental e o V Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, foram aprovadas moções sugerindo um maior envolvimento de nossa entidade com essas questões, principalmente as relacionadas aos agrotóxicos.

O GT de Saúde e Ambiente da ABRASCO tem produzido várias reflexões sobre esse tema e, em sua oficina realizada no VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, decidiu contribuir com a iniciativa de construir, junto com os GTs, Comissões e associados da ABRASCO, um Dossiê sobre os impactos dos Agrotóxicos na Saúde no Brasil.

Esse Dossiê visa alertar, por meio de evidências científicas, as autoridades públicas nacionais, internacionais e a sociedade em geral para a construção de políticas públicas que possam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados pelos agrotóxicos.

SEM DENOMINACIONALISMO

Mas que lhe é agradável àquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. Atos 10:35

A experiência do evangelho sendo compartilhado, também, com os gentios é, sem duvidas, uma demonstração maravilhosa, que, de forma extraordinária, ensinou aos discípulos que Deus não faz acepção de pessoas.

A lição que os cristãos primitivos aprenderam é a mesma que nós, unitarianos dos dias atuais, necessitamos, urgentemente, aprender, isto é: o povo de Deus não está restrito simplesmente a ex-adventistas, ou que a nossa fé deverá ser “engessada” aos moldes do pioneirismo da IASD, e o que diferir disto seja anátema!

Logo as pessoas que vierem a crer na doutrina do Deus único não terão que obrigatoriamente adotarem todos os pontos doutrinários que os ex-ASD, ou os pioneiros aprenderam em sua antiga denominação (Sábado, mortalidade da alma, juízo divino etc.), sob pena de que nem possamos dialogar com elas!.

Com esta declaração não estamos de forma alguma ab-rogando a crença nestes pontos fundamentais do ensino bíblico, mas o que pretendemos realçar é que naqueles dias o que importava para Deus não era simplesmente a descendência abraamíca, ou o zelo nas práticas do cerimonialismo judaico, pois o versículo em epígrafe não afirma que nenhuma destas coisas era o que agradava a Deus, mas o que sinceramente “o teme e faz o que é justo”.

Certa vez, ao advogar a necessidade de mais “flexibilidade” no acolhimento de pessoas oriundas de outras denominações cristãs que se mostrassem simpatizantes com a doutrina unitariana, fui acusado de estar promovendo o ecumenismo!

Hoje compreendo que toda a atitude que resulte em unir forças na propagação do conhecimento do verdadeiro e único Deus é, sem duvidas, promover o verdadeiro “ecumenismo” e cooperar com o anseio de nosso mestre “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor. João 10:16”

Sábado passado (30/03/2013), com muita alegria o nosso grupo recebeu a visita de nossos irmãos do Recife, que também crêem no Deus único, mesmo sendo evangélicos da Assembléia de Deus (Irmão Valdomiro) e da Igreja Batista (Irmão Gilberto).

Desde que tomei conhecimento da existência de um grupo de evangélicos que crêem e ensinam o unitarianismo (http://www.unitarismobiblico.com), percebi que o conhecimento da pessoa de Deus não é exclusividade de nenhuma denominação religiosa, e muito menos que haja uma “porta fechada” para as pessoas que não passaram pela IASD.

Fraternalmente,

Heráclito Fernandes da Mota

APROPRIADA CONFISSÃO DE PECADO

Harry Ironside
(extraído do seu comentário sobre a 1 João)

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.
(1 João 1:9).

No Antigo Testamento, os homens deviam chegar a Deus com uma oferta e uma confissão de que haviam pecado naquele assunto. Isto, definitivamente, implica numa confissão.
Temo que muitos de nós jamais tenhamos chegado a Deus em confissão, uma vez que somos tão indefinidos. Alguém ora e diz: “Se viste qualquer pecado e alguma falta em mim, perdoa-me”.
Um minuto! Existe alguma falta; você conhece alguma falta?
A maneira apropriada de fazer uma confissão é chegar a Deus, reconhecendo o que você fez de errado.
Ó, caros amigos, se vocês desejam receber bênçãos cheguem à presença de Deus e contem-Lhe tudo sobre o seu mau temperamento, sobre a sua língua viperina e sobre todas as coisas em que vocês pecaram contra o Seu Espírito Santo.
Algumas de vocês dizem: “Ore pelo meu marido. Eu gostaria que ele se convertesse”.
Mais facilmente ele vai se converter, se você disser: “Confesso que o meu temperamento mau está impedindo que meu marido seja salvo; ele está alienando meus filhos; não é de admirar que meus amigos não se convertam”.
Então, vá até eles e faça uma confissão.
Se você diz que estava nervosa, quando, de fato, o que você tem é um mau temperamento, então deixe de ficar se desculpando pelo seu pecado.
Ele nos purificará com a lavagem da água pela Palavra e dará vitória em nossas vidas, possibilitando-nos a viver aqui para o Seu louvor e glória.

Traduzido por Mary Schultze, em 02/04/2013.

O CRIACIONISMO PODE SER ENSINADO NAS AULAS DE CIÊNCIAS?

Histórico do Artigo

Fomos convidados pela Folha de São Paulo para abordar o tema “O criacionismo pode ser ensinado nas aulas de Ciências?”. Partidários que somos de que a resposta a esta pergunta é um sonoro “SIM”, soubemos que outro autor, de opinião contrária, seria convidado a também escrever artigo de mesmas proporções. O artigo que escrevemos foi publicado na íntegra no dia 06/12/2008 com título “A teoria da evolução e os contos de fadas “. Em email enviado ao jornalista Uirá Perrucci Toledo Machado, Coordenador de Artigos e Eventos da Folha de São Paulo, dissemos: “Como o texto é pequeno, apenas 4 mil caracteres, não é possível um aprofundamento maior, o que nos deixa com algumas afirmações sem as devidas comprovações, como seria desejável em um texto de natureza científica. Para resolver este problema, estou postando este mesmo texto expandido, com tais complementos, em uma página especificamente separada para este fim em nosso domínio e que só estará online a partir da publicação do texto anexo pela Folha. Espero que não haja restrição de sua parte à breve referência que fiz a este fato no corpo do texto. “. A referência ao link foi citada e o que encontra-se logo a seguir é o texto publicado pela Folha de São Paulo, expandido de modo a conter todos os esclarecimentos que não foram possíveis no texto original por falta de espaço.

Christiano P. da Silva Neto
[email protected]
Presidente da ABPC
Associação Brasileira de Pesquisa da Criação

O CRIACIONISMO PODE SER ENSINADO NAS AULAS DE CIÊNCIAS?

A visão das origens que emana da religião é, obviamente, criacionista. Opositores do criacionismo têm, então, feito uso desse fato para descaracterizá-lo como científico e assim não permitir sua entrada nas aulas de ciências. Marcelo Leite, por exemplo, refere-se ao criacionismo como a “doutrina segundo a qual Deus criou o mundo…”, o que reflete o equívoco em que se baseiam seus conhecimentos a respeito do tema. É óbvio que criacionistas cristãos têm interesse em ver em que medida suas conclusões científicas se ajustam às suas convicções cristãs. Entretanto, não distinguir uma atividade da outra e fazer disso um pretexto para denegrir o criacionismo não pode ser considerado uma atitude honesta.

É a teoria da evolução que apregoa, com base em um mecanismo que evolucionistas até hoje não conseguiram explicitar, que simples átomos de hidrogênio (praticamente o único subproduto da suposta explosão do Big-Bang) acabaram, com o tempo, por se transformar em seres humanos e, de passagem, deram origem a tudo o mais que compõe este imenso universo que nos abriga. Assim, só não vê o óbvio quem não quer: a teoria da evolução não passa de um mito que, do século dezenove, invadiu o século vinte chegando até os nossos dias. Por isso, criacionistas não têm a menor pretensão de se insurgir contra a verdade científica, nem tampouco têm a intenção de se afastar do campo de batalha intelectual em que defendem seus pontos de vista, por crerem que a melhor arma contra a teoria da evolução é a própria ciência, isenta de fantasia e de preconceitos.

Quem pensa que a teoria da evolução é uma unanimidade precisa visitar o site , para encontrar uma lista de mais de 700 cientistas de várias partes do mundo, todos doutores em várias áreas científicas e céticos em relação ao evolucionismo, muitos deles criacionistas convictos. Foi por esse motivo que L. Hatfield assim se pronunciou em seu artigo “Educators Against Darwin”, publicado em Science Digest Special em 1979, PP. 94-96: “Cientistas que rejeitam por completo a evolução constituem uma de nossas minorias controversas mais crescentes . . . Muitos cientistas que apóiam essa posição detêm impressivas credenciais em ciência”.

Do ponto de vista científico, o criacionismo resulta das seguintes perguntas: “O que nos dizem os fatos da natureza e os resultados das pesquisas realizadas pelos cientistas (não importando suas ideologias) acerca das origens do universo e da vida? Falam eles de uma origem naturalista ou sobrenaturalista?” São as respostas daí advindas que devem nortear os nossos passos, obtidas sem qualquer recurso a conceitos religiosos. Este tipo de conduta tem produzido os resultados que constituem o corpo do que denominamos de criacionismo e que nos leva a entender a origem sobrenaturalista do universo e da vida.

A julgar por essas considerações, pode-se concluir que o criacionismo não só pode como deve ser ensinado nas aulas de ciências de todos os níveis do nosso sistema educacional, e não só nessas aulas, mas onde quer que incida o tema origens. Não fazê-lo é sonegar aos alunos importantes conhecimentos científicos que nos dão uma clara visão da estrutura do universo e, de modo muito particular, realçam a importância de cada uma de suas partes nesse contexto. Infelizmente, hoje, os setores acadêmicos encontram-se dominados pelos evolucionistas que não permitem que os criacionistas adentrem as salas de aula e também os impedem de publicar os seus trabalhos em revistas científicas por eles controladas.

Em seu artigo “Criacionismo no Mackenzie”, FSP-Mais 30/11/2008, Marcelo Leite cita o que ele considera provas indiscutíveis do evolucionismo. Seria ótimo se tivéssemos mais espaço neste trabalho para mostrar que tais provas não são sustentadas nem mesmo por cientistas evolucionistas e, portanto, não passam de mais um equívoco de sua parte. Ele afirma que inúmeras observações comprovam postulados centrais do darwinismo, como a ascendência comum, isto é, que todas as espécies provêm de um ancestral único. Seria interessante dar a ele um tempo para que seja proferida uma palestra sobre essas inúmeras observações. Só há uma única verdade em sua afirmação: o fato de que a asserção “todas as espécies provêm de um ancestral único” é um postulado, isto é, uma proposição não evidente nem demonstrável, aceita como verdadeira em um determinado contexto. Alguma evidência nessa direção poderia advir do registro fóssil, mas veja o que disse o anti-criacionista Stephen Jay Gould a esse respeito em seu artigo “Is a new and general theory of evolution emerging?”, Paleobiology, vol. 6, nº 1, Jan. 1980, p. 127: “A ausência de evidência fóssil para os estágios intermediários . . . tem sido um problema contínuo e persistente para os adeptos da evolução gradualista”, panorama que não tem sido modificado desde então. E quando o Marcelo Leite menciona a molécula de DNA! É fácil dizer que os primeiros seres vivos “inventaram” esse meio de transmitir suas características genéticas de uma geração para outra! Inventaram como? Como teriam sido reunidas, ao sabor do acaso, as miríades de informações de que se compõem as moléculas de DNA e que precisam estar numa ordem estabelecida para funcionar? Dizer por dizer, qualquer um pode fazer, mas isso não tem qualquer valor científico!

Na verdade, entre outros, dois fatos impulsionaram a teoria da evolução: um deles foi a questão ideológica, porque a visão das origens que emana do ateísmo é a evolucionista e muitos evolucionistas são ateus ou simpatizantes do ateísmo, e isto sim é praticar ciência ao avesso: é partir da convicção ateísta de que nada existe além do universo, caracterizar o naturalismo como a filosofia dominante e admitir o evolucionismo como conseqüência inevitável. Isto fica claro nos escritos transparentes de Dawkins, que agora deixa de lado os argumentos científicos e mostra sua verdadeira face, fundando uma associação com o objetivo claro e inequívoco de combater a religião, com a pretensão de libertar os jovens dos conceitos religiosos. Esta era a verdadeira batalha em que ele estava envolvido, não muito diferente da batalha em que se encontram outros autores evolucionistas em que também se observa uma aversão à religião como principal motivação que trouxe como conseqüência a adesão ao evolucionismo; o outro fato é o desconhecimento das bases da teoria das probabilidades. Tivessem eles algum conhecimento dessa parte da matemática saberiam que não basta imaginar acontecimentos para que eles se tornem reais. E é exatamente pela falta desse conhecimento que evolucionistas ficam oscilando em suas considerações a respeito das possíveis causas da evolução.

Há alguns anos a mídia noticiou a conclusão a que haviam chegado alguns cientistas evolucionistas a respeito de certas características na dentição em seres humanos. Eles afirmaram que a população mundial se dividia em quatro grandes segmentos quando consideradas as diferenças encontradas nas arcadas dentárias de seres humanos e que isso se devia aos costumes alimentares em diferentes regiões. Afirmaram também que hoje essas diferenças já haviam se tornado uma característica genética desses grupos populacionais, transmitidas de geração em geração como resultado da evolução experimentada pela espécie humana ao longo dos últimos milhares de anos.

Ora, admitir essa possibilidade é o mesmo que ressuscitar conceitos lamarckianos que há muito já foram mortos e enterrados pelos próprios evolucionistas. Com base neste mesmo tipo de raciocínio se poderia esperar que um dia as cirurgias que fazemos em cães para que fiquem com suas orelhas em pé não seriam mais necessárias. Isto é impossível e quem o afirma é a verdadeira ciência porque, para serem perpetuadas, tais transformações teriam que primeiro ser devidamente escritas em nossos códigos genéticos.. Por aí se percebe que esta é uma luta do tipo vale-tudo mesmo. Evolucionistas parecem entender que para fazer valer seus pontos de vista tudo é permitido, até mesmo desenterrar conceitos por eles mesmos sepultados. Mas será que está é uma conduta que se poderia classificar de científica?

Recentemente, a imprensa noticiou que os neandertalenses, supostos primos distantes do homem na escala da evolução, comiam seus semelhantes (Veja, nº 1618, 06/10/99, p. 114). A reportagem começava dizendo que: “Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100 mil anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleoantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30 mil anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie”.

A reportagem prosseguia dizendo que os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, haviam conseguido reconstituir, a partir de ossos de 120 mil anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de serem comidas. Dizia também que a riqueza de detalhes levantados pelos cientistas era impressionante, obtidos a partir de restos encontrados numa caverna da França que pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16.

Isso, porém, só pode ser algum tipo de brincadeira! Qualquer livro de teoria de probabilidades vai lhe dizer, logo em suas primeiras páginas, que não se pode obter conclusões estatisticamente válidas a partir de uma amostra tão incipiente. Ficamos, então, imaginando que dirão cientistas deste mesmo quilate que viverem a centenas de anos no futuro, quando descobrirem nossos esqueletos com tórax cirurgicamente secionados para dali extrairmos, de pessoas acidentadas, seus corações para serem transplantados em pacientes cardíacos. Nesse dia, talvez passemos para a história como os canibais do início do terceiro milênio, que praticavam canibalismo, comendo somente os corações dos seus semelhantes. É o vale-tudo mostrando suas garras novamente para extrair dos achados paleontológicos o que quer que seus descobridores julguem válido, a despeito do que realmente pode ser considerado como resultado da aplicação válida das normas e métodos de que se vale a verdadeira ciência.

Impressionante mesmo é a constatação de que homens de ciência, treinados para admitir somente o que reúne condições de ser classificado como científico, abandonem esses parâmetros para aceitar, de livre e espontânea vontade, o que não resiste a um mínimo de análise à luz de leis reconhecidamente científicas. A lei da biogênese, por exemplo, afirma que cada ser vivo que encontramos na natureza descende de outro semelhante a ele. Em outras palavras, isto significa que a geração espontânea, hipótese que afiramava o surgimento de seres vivos diretamente da matéria inanimada, é inteiramente falsa. Veja, porém, como o evolucionista George Wald coloca esta questão:

“A respeito da evolução espontânea, ela continuou encontrando aceitação até ser finalmente descartada pelo trabalho de Louis Pasteur – É curioso que, até bem recentemente, professores de biologia habitualmente contavam essa história como parte de suas introduções a estudantes de biologia. Eles então terminavam o relato excitados pela convicção de que haviam dado uma demonstração do aniquilamento de noções místicas através da exprimentação científica e pura.Seus estudantes costumavam ficar tão inebriados que se esqueciam por completo de perguntar ao professor como ele explicava a origem da vida. Esta teria sido uma questão embaraçosa, pois há somente duas possibilidades: ou a vida surgiu através da geração espontânea, o que o professor já havia refutado, ou então surgiu através da criação sobrenatural, o que ele provavelmente teria considerado como anti-científico. De minha parte, penso que a única posição científica sustentável é que a vida originalmente surgiu mesmo através da geração espontânea. O que a história revista demonstrou é que a geração espontânea não ocorre mais nos dias de hoje”.

Vemos, portanto, que evolucionistas são os modernos adeptos da “teoria” da geração espontânea. Eles não afirmam, é óbvio, que isso esteja ocorrendo em nossos dias. Dizem, porém, que há bilhões de anos a vida surgiu espontânea e diretamente da matéria inanimada, num lance casual que teria dado origem a um organismo unicelular, do qual descenderiam todos os outros que hoje vivem ou que já viveram no passado. É outra vez o vale-tudo em ação, afirmando algo que não pode ser provado, uma vez que postulado no mais remoto passado.

Para citar um exemplo da natureza em favor do criacionismo, lembramos que as aves constroem seus ninhos e chocam seus ovos, mas não os cucos. Suas fêmeas não são acometidas daquele estado febril que lhes permitiria chocar seus ovos. Ela então leva um de seus ovos no bico até o ninho de uma chiadeira e, para não dar na vista, o substitui por um dos ovos que lá encontra, jogando o da chiadeira fora. Esta, que de nada desconfia, se põe a chocar os ovos. Quando o pequeno cuco nasce, sendo um pássaro de porte maior, irá precisar de todo o alimento que seus pais postiços puderem obter. Ele, então, logo em seus primeiros momentos de vida, inicia um movimento circular em que lança fora ovos ou filhotes ali presentes, ficando só. Quanto tempo os membros da espécie do cuco levaram para perceber que eles não podiam chocar os seus ovos? Quanto tempo levaram para traçar um plano que resolvesse esse problema? Eles acertaram logo de primeira? E como foi que os filhotinhos se deram conta de que teriam que se livrar dos seus irmãos postiços? E como esse conhecimento passou geneticamente de geração em geração? Esse é um beco sem saída para o evolucionista: crer que essa estratégia de sobrevivência, tanto do cuco adulto, quanto do cuco recém-nascido, pode ser produto das casualidades de um contexto naturalista, é uma indicação de pouco conhecimento de matemática, em particular da teoria das probabilidades, de um mundo que é mesmo o dos contos de fadas, onde sapos viram príncipes e a teoria da evolução ganha contornos de realidade.

A ave de Mallee se constitui também em um excelente exemplo do modelo da criação, uma testemunha incontestável do Criador que, no princípio dos tempos, deu origem à imensidão do universo em que nos encontramos. Por razões de espaço, na ocasião fomos obrigados a dividir este vídeo em três partes que foram alocadas no Youtube e que estão abaixo disponibilizadas:

http://br.youtube.com/watch?v=o69JAunvssQ

http://br.youtube.com/watch?v=tD6deh5vHfI

http://br.youtube.com/watch?v=zqoRhgkMT9s

Foram fatos como os que aqui relacionamos, entre muitos outros, que levaram o evolucionista H. J. Lipson, F.R.S., em seu artigo “A Physicist Looks at Evolution”, Physics Bulletin, vol. 31, 1908, a dizer: “De fato, a evolução se tornou uma religião científica; quase todos os cientistas a aceitaram e muitos estão preparados para ‘torcer’ suas observações de modo que a ela se ajustem”. Temos continuamente afirmado que se a teoria da evolução fosse verdadeira, esta seria, ainda que amarga, uma pílula que teríamos que engolir. Estamos, porém, convictos de que essa teoria é pseudociência. Esta é a razão pela qual assumimos uma posição frente a esta controvérsia, para que nossos jovens tenham o direito de aprender, também em sala de aula, que o Criador é uma realidade e que o modelo da criação é o que corretamente explica as nossas origens. Quem analisar corretamente as evidências que a natureza nos proporciona chegará à mesma conclusão a que Lipson chegou, quando na mesma publicação acima mencionada declarou: “Penso que precisamos ir mais adiante do que temos ido e admitir que a única explicação aceitável é a criação. Sei que isto é um anátema para os físicos, e sem dúvida o é para mim também, mas não devemos rejeitar uma teoria que não apreciamos, se a evidência experimental a apóia”.

Christiano P. da Silva Neto (A QUEM MUITO ESIMO E ADMIRO DESDE 1978)

P.S. – Agora, aceite nosso convite e faça uso dos botões no menu acima para visitar nosso site.

FONTE: http://abpc.impacto.org/folha.htm

COMO HAVEMOS DE VIVER JUNTOS? “O que fazer para o casamento valer a pena (e não (só) para durar a vida inteira)”

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Introdução –
Vivemos tempos de triunfo público e fracasso íntimo. A grande pergunta que todos os que já são casados deveriam fazer é essa “Como havemos de viver juntos?”. *O verbo haver no lugar do verbo dever foi proposital, pois saber viver é uma questão de bom senso e não de dever. Nem sempre um casamento que dura tem valido a pena, mas com certeza aquele que vale a pena dura. Boa parte dos casais cristãos estão juntos por conveniência, medo, mas não por virtude (amor). Casar dentro da vontade de Deus não é garantia de sucesso. Se você pensa ao contrário, pergunte para Adão e para Oséias quando chegar ao céu (se é que você vai para lá). Se submeter à vontade de Deus para casar é apenas metade do processo, é preciso se submeter a ela para continuar casado. Então, o que se deve saber, fazer e querer para que o casamento valha a pena?

I. abandonem todas as regras se quiserem que a relação de vocês dê certo – o casamento não é um problema, é pior que isso, é um mistério. Regras não tem o poder de transformar uma relação. Não somos behavoristas. Joguem fora os manuais, não somos máquinas que precisam de ajustes, mas seres humanos que precisam de graça! Vivam por valores e princípios e não simplesmente por regras!!!

II. desapeguem-se um do outro se quiserem viver sempre juntos – duas metades não formam um inteiro. É preciso três para se tornar um. Que não seja a necessidade, mas a liberdade que os mantenham juntos. Pratiquem a filosofia do “Eu te amo, mas sou feliz sem você”. Vocês precisam estar satisfeitos em Deus para poderem satisfazer um ao outro. A porta do amor está sempre aberta para ir e para voltar. … Você sentirá ciúmes do outro, não por medo de perdê-lo, mas por receio que ele se perca. O outro não determina sua segurança, é você que cuida para dar base a ele. Não seja a falta o motor da sua existência, mas a plenitude de Deus. Viver em função do outro não é amor, é idolatria! Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo.

III. ame seu parceiro apesar das qualidades dele – preste atenção que eu não errei não. Eu não disse para você amar seu cônjuge apesar dos defeitos que ele tem, mas apesar das qualidades. Afinal, sempre amamos algo e não alguém. Amamos o corpo (eros), mas daí vem uma doença, a velhice etc, e nosso amor perece junto. Outras vezes amamos seu discernimento, sua coragem, seu bom humor, sua sinceridade, seu romantismo (phileo), mas e se ele perder tudo isso? O que sobra? O amor de Deus (agapao) ama alguém e não algo, ele vai além do corpo e da alma, ele toca o espírito, onde está o ‘EU’ oculto. Há um amigo meu que casou há algum tempo com uma mulher mais velha, e hoje essa diferença de idade está pesando, e para piorar ela está doente e ele me disse que deixou de ser um marido para se tornar um enfermeiro. Mas na verdade ele nunca foi um marido, pois é nessa hora que ele deveria revelar-se como tal. Se amarmos somente a aparência ou as qualidades, estamos nos colocando em vulnerabilidade, pois sempre haverá quem seja mais belo ou mais virtuoso. Não é uma questão de compaixão, é uma questão de amor. Não ame seu parceiro porque ele é bom ou belo, mas para torná-lo bom e belo. O verdadeiro amor diz “preciso de ti, porque te amo”, o amor fraco diz “eu te amo, porque preciso de ti”. Não ames pela beleza, pois um dia ela acabará. Não ames por admiração, pois um dia desiludir-te-ás. Ama apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.

IV. aprendam a morrer se quiserem saber viver – a lição de como viver não está nas escolas ou nas academias. E por mais irônico que seja, somente quem aprendeu a morrer, ou seja, orienta sua vida sob essa perspectiva do fim, pode começar a viver. Vivam cada dia, não como se fosse a primeira vez, mas como se fosse a última. Nosso maior medo não é mais o de morrer, mas o de morrer sem nunca ter vivido. Mas só viveremos intensamente quando tomarmos consciência da brevidade e transitoriedade da nossa existência.

V. é preciso mais do que tirar a roupa para fazer sexo no casamento, é preciso tirar as máscaras – entregar o corpo sem entregar a alma no casamento é prostituição legalizada. Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil. Mais do que dividir a cama, é preciso dividir o coração. Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Ser verdadeiro não é o mesmo que ser sincero. Muitos maridos se masturbam em cima de suas esposas, mas não fazem sexo com ela. Dividem a mesma cama, mas não o coração. O prazer do sexo é um efeito colateral, não alvo na relação. Quando o sexo é feito sem reverência e sem honra, ele se torna lascívia.

VI. pratiquem a aceitação inconformada – não é o perfeito que precisa de amor, mas o imperfeito. Amar é aceitar o outro como é, mas não deixá-lo como está. O amor é por natureza transformador.

VII. casamentos acabam não pelo mal que fazemos um ao outro, mas também pelo excesso de bem – cuidado com a necessidade de se sentirem necessários. Não trate seu parceiro como um animal de estimação. A finalidade do doar no casamento, não é tornar o outro dependente de nós, pelo contrário, sua finalidade é tornar-nos supérfluos. Precisamos doar com a finalidade de alcançar a recompensa de que o outro não precise mais de nós.

Conclusão –
Lembre-se que Deus pediu para você amar sua esposa, não para compreendê-la.

Por Anderson Zem
http://estudos.gospelmais.com.br/como-havemos-de-viver-juntos.html

A EXCLUSÃO SUMÁRIA DE MEMBROS DA IASD QUE RESOLVERAM ADORAR SÓ AO DEUS ÚNICO É “CULTURA INTOLERANTE E RADICAL” – Opinião do leitor

…, 28/março/2013.

Estimado Paulo Pinto, bom dia.

Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer-lhe que tenho por você e sua família, grande admiração e respeito, sinto-me honrado em te-los como amigos, e sei que Deus é por todos vocês, e isso é o bastante.
Olha, somente agora, depois de tanto tempo já passado, porque o tempo não espera, tive oportunidade de ler sua defesa http://adventistas.com/marco2004/defesa_paulo.htm, da época da comissão que determinou sua exclusão do rol de membros da IASD. Li tudo, inclusive a apresentação resumida, em slides coloridos. Achei brilhante todo o conteúdo. Sem dúvida os argumentos são maravilhosos. Infelizmente, pessoas dirigentes religiosas, quase sempre são muito radicais. No mundo religioso, há pouco ou quase nenhum espaço para interpretações diferentes daquela que está estabelecida, e por isso a intolerância religiosa sempre foi um grande problema para a humanidade impiedosa. E você acabou sendo vítima de uma grande injustiça, mas olha, tem males que pode vir para o bem, então voce acabou por se libertar de interpretações que voce permaneceu preso intelectualmente por 41 anos. Se houvesse mais tolerancia para interpretações diferenciadas, é provável que haveria mais amor e mais compaixão entre a humanidade. Entre os judeus, apesar de tudo, havia diferentes correntes de interpretação das escrituras, como os fariseus que criam na ressurreição, saduceus que não criam na ressurreição, essênios que defendiam uma espécie e ascetismo, e outros movimentos mais voltados para a política da libertação de Israel através da espada na guerra. Mas na hora de adorar a Deus, todos estavam juntos no templo, ou nas sinagogas. É dito popularmente que onde há 10 judeus reunidos, existem 11 interpretações diferentes de certos textos das escrituras. Na IASD falta essa tolerância para interpretações diferenciadas de certos assuntos, considerados muito polêmicos. Esse é um cuidado que todos os religiosos precisariam redobrar, para não acabar na histórica intolerância religiosa. Se considerarmos o ponto de vista dos pastores que participaram daquela comissão que analisou, ou não analisou, seus motivos, e o que fazer diante da situação, então vejo que a decisão de excluí-lo do rol de membros foi fruto de uma cultura intolerante e radical, que certamente ficou cega quanto a posição que deveria ter adotado. Não tenho dúvida de que a IASD de juazeiro foi quem perdeu um membro da sua qualidade, não somente um membro, mas todos os membros do núcleo de sua família, pois isso atingiu sua esposa e filhos, que tem no curriculum um lista enorme de serviços prestados a instituição adventista, principalmente em Juazeiro e região. Sim foi um grande injustiça, e eu, mesmo não sendo membro da IASD desde 95, sentir no coração um pouco de revolta por essa injustiça contra vocês cometida.

Sei que no fundo do coração fica aquela mágoa,( porque voce sempre amou a IASD), que insiste em permanecer, por causa de um certo grau de trauma, que inconscientemente nos pertruba. Mas hoje, passada aquela turbulência na vida de vocês, digo-lhes que façam como Jesus fez na cruz, ao ser crucificado pelos romanos, “Pai, perdoai-os, pois eles não sabem o que fazem” . Então meu prezado Paulo Pinto, digo a voce que procure PERDOAR AQUELES QUE ACHARAM QUE TE FAZIAM O MAL, se é que voce ainda não perdoou completamente. Então coloque no seu coração e no coração de sua esposa e filhos, esse perdão completo e absoluto, para que vocês fiquem melhores ainda mais do que voces sempre foram na suas vidas.

Gostaria de agradecer pelo livro que voce me postou ( Eu e o Pai somos Um ), e os outros links sobre o assunto do Espírito Santo. Li e achei excelentes os argumentos. O Autor é bem coerente e profundo. Mas minhas idéias a esse respeito são mais flexíveis. Eu no momento não consigo ver essa questão do Espírito Santo com essa gravidade toda. Para mim, a IASD está errada ao impor uma interpretação única e fechada sobre esse tema, deveria abrir espaço para outras interpretações, desde que não radicalizasse com nenhum ponto de vista absolutamente fechado, ao ponto de excluir e perder membros somente por entender diferente, já que trata-se de um tema bastante polêmico, em razão da própria escritura haver sido traduzida em nossa linguagem, (graças a Deus por termos várias traduções, privilégio que pouquíssimas gerações tiveram), e o termo Espírito possuir uma abrangência muito grande de significados, o que contribui para a polêmica, tanto que todos nós passamos muitos anos lendo esses textos nas escrituras sobre esse tema, mas somente há pouco essa discussão ganhou mais força. O problema todo gira em torno de se Espírito Santo é uma 3ª pessoa ou não. Historicamente, entre os evangélicos quem mais abordou esse assunto foi o movimento das Testemunhas de Jeová, e as publicações da sociedade torres de vigília, editora de propriedade deles, que sempre defenderam que o Espírito Santo é a” força ativa de Deus”, e não uma 3a pessoa.
Mas ao passo que voce me respondeu abaixo: ESTIMADO IRMÃO GILVATE,
GRAÇA E PAZ.

NO EPISÓDIO DE Mat. 12:31 a 32 VEMOS JESUS EXPULSANDO DEMÔNIOS PELO PODER DO ESPÍRITO DE DEUS (O ESPÍRITO SANTO – PODER, GRAÇA, GLÓRIA, VIRTUDE DE DEUS – DERRAMADO PELO PAI SOBRE JESUS – “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração”, Lucas 4:18,
EM CUMPRIMENTO DO PROFETIZADO POR ISAIAS:
“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos”; Isaías 61:1)

Mas em sua defesa, e também em outro momento que falamos sobre esse assunto, e também em vários textos que já li, foi dito que o Espírito Santo é o próprio Jesus, despido de sua humanidade após ter ascendido ao céu, que voltou em espírito para cumprir sua promessa: ” eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos ” . Então observe que esse é um assunto de não fácil entendimento, para nós gentios brasileiros, pois em tese não seria necessário Jesus voltar desencarnado para poder estar conosco todos os dias. De lá de cima mesmo Ele poderia nos acompanhar, e observar e nos ajudar, já que Ele é onipresente, e tem a sua disposição grandíssima quantidade de seres celestiais a suas ordens e disposição, e pode nos ouvir a qualquer momento em oração, mesmo em pensamentos. Mas nos texto de Isaías 61:1 acima mencionado, Jesus foi ungido com esse mesmo Espírito Santo.

Ora, se de fato é verdade que o Espírito Santo mencionado nas escrituras após o pentecostes trata-se do próprio Jesus, despido de seu corpo humano adotado ao nascer de Maria, então é uma pessoa em Espírito, não uma terceira, mas a 2º pessoa da divindade no sentido latu sensu, o filho do Deus único. Então segue-se que para os que interpretam que seria uma 3a pessoa, o erro consistiria somente de não ser uma terceira pessoa, mas do próprio Jesus, portanto não deixa de de ser alguém. Por isso no presente momento não vejo gravidade alguém interpretar o Espírito Santo como uma 3a pessoa, pois que diferença vai fazer na prática. Ora se o Espírito Santo de fato é o próprio Jesus, segue-se não se tratar de idolatria, nem de transgressão do 1o mandamento. Para mim o pecado vai estar na discriminação e falta de amor deflagrado uns contra os outros, pela intolerância , apenas para impor como absolutamente verdadeira uma interpretação de um assunto tão complexo como este.

No momento, para mim, o mais importante é aceitar Jesus como o Messias, enviado pelo Pai, designado especificamente para cuidar da espiação dos pecados da humanidade, condução dos serem humanos ao Reino de Deus, destruição do reino de Satanás, julgamento e execução de todos os pecadores, incluindo os anjos que pecaram, e depois entrega e sujeição a Deus de todas as coisas, incluindo Ele mesmo como filho especial. Os judeus ortodoxos, que ainda hoje insistem em não aceitar Jesus como o Messias, apesar de alguns ainda crerem no Deus único, estarão perdidos por não aceitarem seu Messias. Mas no caso dos cristãos que imaginam que o Espírito Santo seja uma terceira pessoa, caso de fato estejam enganados por tratar-se do próprio Jesus em Espírito, não ve jo nenhuma idolatria, pois nesse caso seria uma pessoa sim, mas o próprio Jesus, melhor ainda, tratar-se do nosso comandante que teve essa experiência incrível, de se transformar em embrião, passar por criança, adolescente, fazer necessidades fisiológicas, trabalhar como carpiteiro, pegando peso, cobrindo casas em Israel, ver bem de perto todas essas mazelas humanas, ser sacrificado em espiação substituta dos pecadores, ressuscitar, ascender ao céu sem nave espacial, e depois voltar em espírito e ser confundido como se fosse outro ser. Ora, descobrindo trata-se de fato do próprio Jesus, melhor ainda é o sentimento que precismos ter por Ele.

Interessante que eu, que tive formação católica e depois adventista, nunca tive nenhuma dúvida de que Deus o Pai sempre foi o único Deus, e que Jesus, nosso Messias, sempre foi o filho especial de Deus, mas nunca me preocupei em especular quando Ele surgiu, antes de se tornar homem na terra. Mas quanto ao Espírito Santo, eu sempre achei de difícil entendimento sobre o que seja, mas também nunca fechei a cabeça para novos entendimentos.

Forte abraço, Que as bençãos do Eterno Deus permaneça com você e sua família.

Cordialmente,

ESTIMADO IRMÃO …, MUITO OBRIGADO POR SUAS PALAVRAS AMÁVEIS E SOLIDÁRIAS AO SEU AMIGO VELHO E IRMÃO E FAMÍLIA.
JÁ PERDOAMOS TODOS OS AMADOS IRMÃOS QUE VOTARAM ENGANADOS PARA MINHA EXCLUSÃO, BEM COMO AOS PASTORES QUE
OS LEVARAM A PRATICAR TAL ATO.
OS AMO DE CORAÇÃO E DESEJO VER TODOS ARREPENDIDOS E SALVOS NA ETERNIDADE ADORANDO AO DEUS ÚNICO E AO SEU DIVINO FILHO E NOSSO SALVADOR.
DESDE 16 DE MARÇO DE 2004, VIVO COM MINHA FAMÍLIA COMO SERVOS DEUS, ADVENTISTAS BEREANOS DO 7o. DIA, AOS PÉS DE CRISTO, PARTILHANDO DA FÉ DOS FÉIS SERVOS DE DEUS DE TODOS OS TEMPOS, VIVENDO A BENDTITA ESPERANÇA DO BREVE ADVENTO DE CRISTO, NOSSO SALVADOR.
QUANTO AO PRECIOSO ESPIRITO SANTO DE DEUS, INFORMO QUE A CRENÇA EM UMA TRINDADE É GRAVE POR FERIR AOS 2 1os. MANDAMENTOS DO DECÁLOGO. CUMPRE EXIGÊNCIAS DO ECUMENISMO (VEJA O LIVRO “E HAVERÁ UM SÓ REBANHO”, (procure deus trino) AQUILO QUE O PAPA ATUAL CHAMA DE GRANDE IRMANDADE, INCLUINDO CATÓLICOS E PROTESTANTES QUE ADORAM A TRINDADE E OUTROS DOGMAS CATÓLICOS) DO VATICANO. LOGO LHE ESCREVO MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO.
PAULO PINTO
www.pacostapinto.com.br

SANTIDADE DE MARIA SE FORTALECE NA IASD. LÍDER DIZ QUE “A SANTA VIRGEM” MERECE RESPEITO E REVERÊNCIA

Fonte: www.doutrinacatolica.com
Programa “Está Escrito”
Palestra do Pastor Alejandro Bullón “Enchei as Vasilhas”

Trecho do Sermão de Alejandro Bullón, o Pastor mais respeitado entre os Adventistas do Sétimo Dia, no Programa de TV “Está Escrito”:

“Vou tratar agora de um assunto muito delicado: a Santa Virgem Maria.

Como todos sabemos, o inimigo é muito astuto.

Ele não quer cristãos equilibrados.

Ele quer nos levar ao fanatismo ou ao liberalismo.

Isto é certo com relação a qualquer assunto da Bíblia.

Vejam, o inimigo leva muitos cristãos que têm a Bíblia nas mãos, a pensar do seguinte modo:

” A Virgem Maria não é importante.

Ela foi uma mulher como qualquer outra.

Não temos que ficar reverenciando-a; não temos que falar muito dela, porque isso é idolatria.”

Meu amigo, se um cristão, com a Bíblia aberta, diz isso, ele não sabe o que está dizendo.

Porque a Virgem Maria foi um ser humano sim, mas não foi um ser humano comum.

Ela foi uma mulher com uma experiência maravilhosa com Deus.

Ela foi uma mulher de vida piedosa, exemplar.

Hoje, a figura da virgem Maria se levanta como um exemplo de vida, de entrega e de comunhão com Deus.

Por isso, ela merece todo o nosso respeito e a nossa reverência.

Merece que a amemos e que ensinemos mais da vida maravilhosa que viveu.

Mas como já disse, o inimigo não quer pessoas equilibradas.

Ele tanto leva os cristãos ao extremo de serem desrespeitosos com ela, como as engana e as leva para outro extremo.

No momento de desespero, procuram a ajuda da Santa Virgem Maria. E os cristãos do outro extremo olham para elas com olhos acusadores e dizem:

– Vocês são idólatras.

Adoram um ser humano.

Eles ignoram a sinceridade com que estas pessoas estão procurando chegar a Deus…”

FONTE: 15 julho 2007 Autor: Bíblia Católica http://www.bibliacatolica.com.br/blog/igreja/lider-adventista-reconhece-a-santidade-e-virgindade-de-maria/#.UVRXjBwp9HA

Palestra “Mariolátrica” de Bullón Comprova Romanização da IASD

A IASD ADMITE QUE EXISTE UMA SEMANA SANTA (ORIGEM CATÓLICA, PAGÃ) E, A DE 2013, TRAZ COMO PRIMEIRA MENSAGEM: “A Missão de Maria

CLARO QUE A MÃE DE JESUS FOI VIRTUOSA E EXEMPLAR, SIM.
MAS NÃO A PODEMOS CHAMAR DE VIRGEM, POIS JOSÉ NÃO A CONHECEU (SEXUALMENTE) ATÉ AO NASCIMENTO DE JESUS.
“E não a conheceu ATÉ que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus”. Mateus 1:25.
MAS, CHAMÁ-LA HOJE DE VIRGEM, É IGUALAR-SE À ICAR. É ATENDER ÀS NORMAS DO PAPADO.
OUTRO FATO, É: QUANDO JESUS PARA A IASD E AS DEMAIS FILHAS DA ICAR DEIXOU DE SER O FILHO DE DEUS E PASSOU A SER DEUS, LOGO AS IGREJAS CAÍDAS ADMITEM QUE A “VIRGEM” MARIA É A MÃE DE DEUS, O QUE É ALGO PLENAMENTE ANTI-BÍBLICO, CATÓLICO.
O ECUMENISMO, POUCO A POUCO APROXIMA AS EMPRESAS RELIGIOSAS, EM DETRIMENTO DA MANUTENÇÃO DA VERDADE.
DEEUS TENHA MISERICÓRDIA DE NÓS.
MARANATA.

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