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INÁCIO DE LOYOLA

agosto 5th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos

INÁCIO DE LOYOLA

O Papa Francisco veio ao Brasil, permaneceu aqui por uma semana e o povo caiu de joelhos diante do seu charme. Ele é um jesuíta, portanto um “filho espiritual de Loyola”, sobre quem vou escrever este artigo, usando um excerto do livro de David Cloud – “Contemplate Mysticism: A Powerful Ecumenical Bond”.

Ele descreve as principais práticas contemplativas, tais como: a oração centralizada, oração com visualização, Oração de Jesus, Lectio Divina [Leitura Orante] e a Oração do Labirinto.

O monasticismo da ICAR começou com os Pais do Deserto e os Pais da Igreja. O livro supracitado documenta as heresias associadas à ICAR, tais como o evangelho sacramental, rejeição à exclusiva autoridade da Bíblia, interpretação alegórica da mesma, a veneração a Maria, o Purgatório, o celibato eclesiástico, o ascetismo e a corrupção moral do clero. O livro examina os erros do misticismo contemplativo, tais como o rebaixamento da centralidade da Bíblia, citando o fato de que multidões de cristãos professos não são nascidos de novo, substituindo a Bíblia por um ídolo cego, surdo e mudo, ignorando as admoestações do LIVRO contra a associação com a heresia e o paganismo, tão presentes no ensino da ICAR, minimizando, assim, o perigo do engodo espiritual.

Uma seção importante do livro tem como título “A Biographical Catalog of Contemplative Mystics” (Um Catálogo Biográfico dos Místicos Contemplativos), tratando das dezenas de atuais promotores desse movimento, bem como dos “santos” místicos da antiguidade, conforme a lista abaixo:

Angela of Foligno, Anthony the Great, Augustine, Benedict of Nursia, Bernard of Clairvaux, Ken Blanchard, Bonaventure, Brother Lawrence, Catherine of Genoa, Catherine of Siena, Larry Crabb, Anthony De Mello, Dominic, Meister Eckhart, Tilden Edwards, James Finely, Richard Foster, Matthew Fox, Frances de Sales, Francis of Assisi, Alan Griffiths, Madame Guyon, Hildegard of Bingen, Ignatius of Loyola, Willigis Jager, John of the Cross, William Johnston, Julian of Norwich, Thomas Keating, Morton Kelsey, Thomas a Kempis, Sue Monk Kidd, Peter Kreeft, John Main, Brennan Manning, Thomas Merton, J.P. Moreland, Henri Nouwen, Basil Pennington, Eugene Peterson, Karl Kahner, Thomas Ryan, William Shannon, Henri Le Saux, Philip St. Roman, David Steindl-Rast, Henry Suso, John Michael Talbot, Johann Tauler, Wayne Teasdale, Pierre Teilhard, Teresa of Avila, Teresa of Lisieux, Majorie Thompson, Phyllis Tickle, Robert Webber, Dallas Willard, John Yungblut…

O livro de 482 pp. contém um extenso índice e está disponível na www.wayoflife.org, 866-295-4143.

Inácio de Loyola – (1491-1556) – foi o fundador da Ordem Jesuíta, tendo sido canonizado pelo Papa Gregório XV, em 1622, [N.T.- Os santos católicos não são “santos” conforme a definição bíblica, mas são canonizados conforme o lucro espiritual e financeiro dado por eles à ICAR].

Loyola “converteu-se” após ter lido vidas de santos católicos (“A Vida de Cristo”, de Ludolph da Saxônia e “A Lenda de Ouro” de Jacopo Varazze) e após uma suposta visão que ele teve com o Menino Jesus nos braços de Maria. Loyola fez um voto de “servir somente a Deus e ao Sumo Pontífice, Seu vigário na Terra”.

Ele também devotou-se a Maria. Quando em peregrinação ao sítio de Nossa Senhora Arantzazu, na Espanha, ele fez um voto de castidade, a ela confiando a sua proteção e patrocínio. Passou uma noite inteira venerando a Virgem Negra na Abadia de Mont Serrat, perto de Barcelona, tendo a ela rendido a sua espada e punhal.

(http://www.ignatiushistory.info/conversion.html).

O ascetismo de Loyola era extremo. Ele viveu numa caverna durante um ano, vestido de trapos, sem tomar banho e mendigando comida, afirmando que para se purgar dos seus pecados era preciso “castigar o corpo, infligindo- lhe dor, o que ele fazia com cadarços, cordas e correntes de ferro, ferindo-se, além de usar outras formas de masoquismo”.(“Exercícios Espirituais”, de Inácio de Loyola Primeira Semana, Vintage Spiritual Classics, p. 31).

A Sociedade de Jesus (ou Ordem Jesuíta) foi aprovada em 1540 pelo Papa Paulo III, pela bula papal “Regimini Militantis Ecclesiae”, tendo se tornado parte importante na Contra-Reforma. Os jesuítas foram chamados “A tropa de choque do papa”. Em 1650, havia 5.000 deles espalhados pelo mundo inteiro. O Papa Paulo foi um ostensivo proponente da Inquisição e fundou o Concílio de Trento, o qual lançava anátemas sobre todos os que não aceitavam a doutrina católica[N.T. – As resoluções do C. Trento ainda continuam em pleno vigor].

Os jesuítas de Loyola fizeram um voto de total submissão ao papa, ao superior da Ordem e à ICAR [N.T.-desobedecendo a ordem bíblica contida em Gálatas 5:1: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.” (ACF)]. Os jesuítas estavam determinados a ir, sem questionar, a qualquer lugar, para onde o papa os enviasse” e eram assim instruídos:

Que cada um seja persuadido de que, quem vive pela obediência deve ser movido e direcionado sob a Providência Divina, pelo seu superior, COMO SE FOSSE UM CADÁVER, o qual pode ser movido e deixado em qualquer lugar. Em seus Exercícios Espirituais, Loyola ensinava absoluta obediência a Roma.”

“Devemos deixar de lado todo o próprio julgamento, mantendo sempre pronta a mente para obedecer em todas as coisas a esposa de Cristo, nosso Senhor – a Santa Madre – e a hierarquia da Igreja. Devemos enaltecer a confissão sacramental, a frequência à missa … os votos religiosos… as imagens e a veneração a elas… Finalmente, devemos enaltecer todos os mandamentos da Igreja, e ficar atentos para descobrir razões para defendê-los e jamais criticá-los… Devemos proceder corretamente em todas as coisas, mantendo firmes os seguintes princípios: “O que me parece ser branco, devo acreditar que é preto, se a hierarquia da Igreja assim o definir…” (The Spiritual Exercises of St. Ignacius, Vintage Books, edition – Rules 352, 362, 365, pp. 124-134).

[N.T. – Será que o papa Francisco continua mantendo esses princípios?]

Os membros da Ordem Jesuíta deviam aprender a mentir, furtar e cometer assassinatos em favor do papa e dos seus superiores jesuítas. Eles esquematizavam conspirações e, muitas vezes, têm conseguido sucesso em destronar governantes e no assassinato de líderes não católicos. Eles foram os instigadores da conspiração da pólvora [36 barris de pólvora!] [N.T. –Conforme o meu relato no texto “Os Jesuítas atentam contra o Parlamento Britânico e a Edição da Bíblia King James”, o qual está à disposição dos leitores]. Seis meses antes dessa conspiração, o jesuíta Guy Fawkes havia feito um solene pacto com os conspiradores, o qual foi sacramentado após a missa e o recebimento dos sacramentos, pelo padre jesuíta John Gerard, numa reunião a portas fechadas:

(David Herber, “Guy Fawkes,” http://www.britannia.com/history/g-fawkes.html).

Loyola tem grande influência no atual movimento da Oração Contemplativa [movimento que tem contaminado milhões de protestantes ecumênicos ou tolos, que não examinam o que está por trás de modismos], através dos seus exercícios espirituais. Estes enfatizam a purificação do discípulo, através do ascetismo e da oração da imaginação.

O livro “Exercícios Espirituais” foi destinado a se tornar o manual dos diretores dos retiros espirituais, exigindo um curso preparatório, que perdurava um mês.

As primeiras três semanas correspondem às três caminhadas no misticismo católico:

Primeira Semana – É um tempo de purgação e purificação, através da confissão e do ascetismo.

Segunda Semana – É um tempo de iluminação, através da meditação sobre Cristo.

Terceira Semana – É caracterizada pela íntima e habitual união com Deus.

Oração de Visualização – é uma parte central nos exercícios de Loyola. O praticante precisa gastar 4 a 5 horas diárias, nesta prática. Durante a mesma, ele deve excursionar pelas cenas históricas bíblicas e extra bíblicas, através da imaginação, trazendo a cena à sua própria vida, aplicando-a aos cinco sentidos, vendo, ouvindo, sentindo, degustando e tocando todas as coisas, dentro do completo reino da imaginação.
Ele deve até se colocar dentro da cena, falando com os personagens e servindo-os. Por exemplo, Loyola encoraja os praticantes a se imaginarem presentes durante o nascimento de Jesus.

Vejamos os seguintes excertos:

“Imagine Cristo, nosso Senhor, diante de você, na cruz, e comece a falar com ele” (Primeira Semana, 53). Aqui o praticante vê, em imaginação, o comprimento, largura e profundidade do inferno… os vastos fogos e as almas nele imersas… escuta os seus gemidos… com o sentido do olfato sente o cheiro da fumaça e sente dor, ao tocar as chamas(Primeira Semana, 5º. exercício, pp. 65-70).

“Eu verei e admirarei as Três Pessoas Divinas assentadas nos tronos da majestade divina…Verei Nossa Senhora sendo saudada pelos anjos … S. José, …, o menino Jesus após o seu nascimento. Far-me-ei um pobre e indigno servo, como estando presente, olhando para eles, servindo-os…”

[pp. 106-114) (Segunda Semana).

Enquanto estiver comendo, que o praticante deve ver Cristo, nosso Senhor, com os Seus discípulos à mesa e considerar como Ele come, como bebe, como olha e como fala, esforçando-se para imitá-Lo (Quarta Semana, 214).

A Oração de Visualização tem-se tornado muito popular e difundida dentro do moderno Movimento Contemplativo, mas é herética!

Primeiro  A Oração de Visualização é desobediência – A Bíblia contém tudo de que precisamos, conforme a 2 Timóteo 3:16-17Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”, para aprender a orar corretamente, nada dizendo sobre a oração da imaginação. Este não é o tipo de oração ensinado por Jesus, conforme Mateus 6:9-15. A Oração de Visualização é desobediência porque a Bíblia contém tudo de que precisamos para aprender a orar corretamente e nada diz sobre a Oração de Visualização.

Segundo – A oração de visualização é vã, é tola e não passa de uma total fantasia – Não podemos imaginar como foi o nascimento de Jesus, além dos simples fatos descritos na Escritura. Não sabemos como Maria, José e o Menino Jesus estavam na estalagem, como eram os anjos e os pastores. Não sabemos o que conversavam, nem qual era a temperatura ou o cheiro do ambiente. Se tentarmos imaginar essas coisas, estaremos penetrando no reino da fantasia.

Terceiro – A oração de visualização não é fé – A fé não se embasa na imaginação, mas na Escritura. Nossa obrigação é crer no que Deus diz, conforme João 20:31. “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (ACF)


Quarto –
 A oração de visualização é perigosa – porque acrescenta coisas à Escritura. Se adquirirmos o hábito de visualizar cenas da Bíblia, facilmente começaremos a pensar que as visualizações têm autoridade. Podemos cair nos mesmos erros da ICAR, aceitando revelações extra bíblicas. Ela também é perigosa, porque entidades demoníacas podem se intrometer, do mesmo modo como Satanás influenciou Pedro (Mateus 16:22-23: “22 E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso. 23 Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.” (ACF)) e poderão nos influenciar, se penetrarmos em reinos proibidos.

Os exercícios espirituais de Loyola estão repletos de veneração a Maria, O praticante é instruído a rezar a “Ave Maria”, muitas vezes implorando a sua graça: “Um colóquio deve ser dirigido a Nossa Senhora, a fim de implorar a sua graça e favor diante do Filho e Senhor da Graça, a fim de receber o seu perdão…” (Segunda Semana, 147).

Loyola também, recomendava que fosse rezada a “Salve Rainha” (Três Métodos de Oração, 147). Esta blasfema oração assim se dirige a Maria:

“Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa…”

Loyola ensinava um evangelho de obras, o qual é amaldiçoado por Deus, através do Apóstolo Paulo, em Gálatas 1:6-8 “6 ¶Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; 7 O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. 8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” (ACF).

Loyola dizia que alguns estão no inferno porque, mesmo tendo crido, não guardaram os mandamentos. (Primeira Semana, 71).

Ele dizia que, para conseguir a salvação, o cristão deveria, tanto quanto possível, obedecer as leis de Deus, nosso Senhor, em todas as coisas (Segunda Semana, “três tipos de humildade”, 165). Ele promoveu o uso de “diretores espirituais”. Uma de suas práticas chamada “Revelação de Pensamentos” envolve um exame de consciência, expondo ao diretor o seu conteúdo. Ela se embasa na herética confissão auricular da ICAR.

Loyola promoveu a repetitiva Oração da Respiração, que é chamada “uma recitação ritmicamente medida”, a qual ele assim descrevia: “Em cada fôlego ou respiração, o praticante deve orar mentalmente, dizendo apenas uma palavra do ‘Pai Nosso’ ou de outra oração que esteja sendo recitada, entre uma e outra respiração, dizendo uma simples palavra”(Exercícios Espirituais, “Três Métodos de Oração”, p. 258.)

O Senhor Jesus proibiu as vãs repetições na oração (Mateus 6:6-7 “6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. 7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.” (ACF)).

Próximo à tumba de Loyola, na Chiesa del Gesu, o quartel general dos jesuítas em Roma, pode ser vista uma estátua de Maria castigando violentamente os reformadores protestantes – Martinho Lutero e John Huss – ambos fora do céu, por causa de suas doutrinas de “sola Scriptura” e “sola fide”. O título da estátua é “O Triunfo da Fé sobre a Heresia”. Ela foi criada por Pietro Le Gros, apresentando a doutrina católica oficial, que foi encapsulada nas proclamações do Concílio de Trento, o qual editou um anátema contra qualquer pessoa, que creia somente na Bíblia como regra de fé e prática de salvação, pela exclusiva graça de Cristo. Apesar das concessões da ICAR nas últimas décadas, o Concílio de Trento jamais foi rescindido e foi citado como autoridade pelo Concílio Vaticano II, no anos 1960.

O mesmo monumento, na Igreja dos jesuítas, mostra um anjo exultando, enquanto rasga um livrinho, representando os “heréticos” livros protestantes ou as traduções vernaculares, que foram condenadas por Roma, [N.T– como seria a Bíblia King James, em Inglês, e sua equivalente em Português – a ACF (”Almeida e Corrigida Revisada, Fiel aos Textos Originais” da SBTB, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil].

http://rainhadocanto10-evangelicalchristian.blogspot.com.br/2013/04/ignatius-of-loyola-by-david-cloud.html

Tradução e Adaptação de Mary Schultze, em 03/08/2013.

O Papa Francisco veio ao Brasil, permaneceu aqui por uma semana e o povo caiu de joelhos diante do seu charme. Ele é um jesuíta, portanto um “filho espiritual de Loyola”, sobre quem vou escrever este artigo, usando um excerto do livro de David Cloud – “Contemplate Mysticism: A Powerful Ecumenical Bond”.

Ele descreve as principais práticas contemplativas, tais como: a oração centralizada, oração com visualização, Oração de Jesus, Lectio Divina [Leitura Orante] e a Oração do Labirinto.

O monasticismo da ICAR começou com os Pais do Deserto e os Pais da Igreja. O livro supracitado documenta as heresias associadas à ICAR, tais como o evangelho sacramental, rejeição à exclusiva autoridade da Bíblia, interpretação alegórica da mesma, a veneração a Maria, o Purgatório, o celibato eclesiástico, o ascetismo e a corrupção moral do clero. O livro examina os erros do misticismo contemplativo, tais como o rebaixamento da centralidade da Bíblia, citando o fato de que multidões de cristãos professos não são nascidos de novo, substituindo a Bíblia por um ídolo cego, surdo e mudo, ignorando as admoestações do LIVRO contra a associação com a heresia e o paganismo, tão presentes no ensino da ICAR, minimizando, assim, o perigo do engodo espiritual.

Uma seção importante do livro tem como título “A Biographical Catalog of Contemplative Mystics” (Um Catálogo Biográfico dos Místicos Contemplativos), tratando das dezenas de atuais promotores desse movimento, bem como dos “santos” místicos da antiguidade, conforme a lista abaixo:

Angela of Foligno, Anthony the Great, Augustine, Benedict of Nursia, Bernard of Clairvaux, Ken Blanchard, Bonaventure, Brother Lawrence, Catherine of Genoa, Catherine of Siena, Larry Crabb, Anthony De Mello, Dominic, Meister Eckhart, Tilden Edwards, James Finely, Richard Foster, Matthew Fox, Frances de Sales, Francis of Assisi, Alan Griffiths, Madame Guyon, Hildegard of Bingen, Ignatius of Loyola, Willigis Jager, John of the Cross, William Johnston, Julian of Norwich, Thomas Keating, Morton Kelsey, Thomas a Kempis, Sue Monk Kidd, Peter Kreeft, John Main, Brennan Manning, Thomas Merton, J.P. Moreland, Henri Nouwen, Basil Pennington, Eugene Peterson, Karl Kahner, Thomas Ryan, William Shannon, Henri Le Saux, Philip St. Roman, David Steindl-Rast, Henry Suso, John Michael Talbot, Johann Tauler, Wayne Teasdale, Pierre Teilhard, Teresa of Avila, Teresa of Lisieux, Majorie Thompson, Phyllis Tickle, Robert Webber, Dallas Willard, John Yungblut…

O livro de 482 pp. contém um extenso índice e está disponível na www.wayoflife.org, 866-295-4143.

Inácio de Loyola – (1491-1556) – foi o fundador da Ordem Jesuíta, tendo sido canonizado pelo Papa Gregório XV, em 1622, [N.T.- Os santos católicos não são “santos” conforme a definição bíblica, mas são canonizados conforme o lucro espiritual e financeiro dado por eles à ICAR].

Loyola “converteu-se” após ter lido vidas de santos católicos (“A Vida de Cristo”, de Ludolph da Saxônia e “A Lenda de Ouro” de Jacopo Varazze) e após uma suposta visão que ele teve com o Menino Jesus nos braços de Maria. Loyola fez um voto de “servir somente a Deus e ao Sumo Pontífice, Seu vigário na Terra”.

Ele também devotou-se a Maria. Quando em peregrinação ao sítio de Nossa Senhora Arantzazu, na Espanha, ele fez um voto de castidade, a ela confiando a sua proteção e patrocínio. Passou uma noite inteira venerando a Virgem Negra na Abadia de Mont Serrat, perto de Barcelona, tendo a ela rendido a sua espada e punhal.

(http://www.ignatiushistory.info/conversion.html).

O ascetismo de Loyola era extremo. Ele viveu numa caverna durante um ano, vestido de trapos, sem tomar banho e mendigando comida, afirmando que para se purgar dos seus pecados era preciso “castigar o corpo, infligindo- lhe dor, o que ele fazia com cadarços, cordas e correntes de ferro, ferindo-se, além de usar outras formas de masoquismo”.(“Exercícios Espirituais”, de Inácio de Loyola Primeira Semana, Vintage Spiritual Classics, p. 31).

A Sociedade de Jesus (ou Ordem Jesuíta) foi aprovada em 1540 pelo Papa Paulo III, pela bula papal “Regimini Militantis Ecclesiae”, tendo se tornado parte importante na Contra-Reforma. Os jesuítas foram chamados “A tropa de choque do papa”. Em 1650, havia 5.000 deles espalhados pelo mundo inteiro. O Papa Paulo foi um ostensivo proponente da Inquisição e fundou o Concílio de Trento, o qual lançava anátemas sobre todos os que não aceitavam a doutrina católica[N.T. – As resoluções do C. Trento ainda continuam em pleno vigor].

Os jesuítas de Loyola fizeram um voto de total submissão ao papa, ao superior da Ordem e à ICAR [N.T.-desobedecendo a ordem bíblica contida em Gálatas 5:1: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.” (ACF)]. Os jesuítas estavam determinados a ir, sem questionar, a qualquer lugar, para onde o papa os enviasse” e eram assim instruídos:

Que cada um seja persuadido de que, quem vive pela obediência deve ser movido e direcionado sob a Providência Divina, pelo seu superior, COMO SE FOSSE UM CADÁVER, o qual pode ser movido e deixado em qualquer lugar. Em seus Exercícios Espirituais, Loyola ensinava absoluta obediência a Roma.”

“Devemos deixar de lado todo o próprio julgamento, mantendo sempre pronta a mente para obedecer em todas as coisas a esposa de Cristo, nosso Senhor – a Santa Madre – e a hierarquia da Igreja. Devemos enaltecer a confissão sacramental, a frequência à missa … os votos religiosos… as imagens e a veneração a elas… Finalmente, devemos enaltecer todos os mandamentos da Igreja, e ficar atentos para descobrir razões para defendê-los e jamais criticá-los… Devemos proceder corretamente em todas as coisas, mantendo firmes os seguintes princípios: “O que me parece ser branco, devo acreditar que é preto, se a hierarquia da Igreja assim o definir…” (The Spiritual Exercises of St. Ignacius, Vintage Books, edition – Rules 352, 362, 365, pp. 124-134).

[N.T. – Será que o papa Francisco continua mantendo esses princípios?]

Os membros da Ordem Jesuíta deviam aprender a mentir, furtar e cometer assassinatos em favor do papa e dos seus superiores jesuítas. Eles esquematizavam conspirações e, muitas vezes, têm conseguido sucesso em destronar governantes e no assassinato de líderes não católicos. Eles foram os instigadores da conspiração da pólvora [36 barris de pólvora!] [N.T. –Conforme o meu relato no texto “Os Jesuítas atentam contra o Parlamento Britânico e a Edição da Bíblia King James”, o qual está à disposição dos leitores]. Seis meses antes dessa conspiração, o jesuíta Guy Fawkes havia feito um solene pacto com os conspiradores, o qual foi sacramentado após a missa e o recebimento dos sacramentos, pelo padre jesuíta John Gerard, numa reunião a portas fechadas:

(David Herber, “Guy Fawkes,” http://www.britannia.com/history/g-fawkes.html).

Loyola tem grande influência no atual movimento da Oração Contemplativa [movimento que tem contaminado milhões de protestantes ecumênicos ou tolos, que não examinam o que está por trás de modismos], através dos seus exercícios espirituais. Estes enfatizam a purificação do discípulo, através do ascetismo e da oração da imaginação.

O livro “Exercícios Espirituais” foi destinado a se tornar o manual dos diretores dos retiros espirituais, exigindo um curso preparatório, que perdurava um mês.

As primeiras três semanas correspondem às três caminhadas no misticismo católico:

Primeira Semana – É um tempo de purgação e purificação, através da confissão e do ascetismo.

Segunda Semana – É um tempo de iluminação, através da meditação sobre Cristo.

Terceira Semana – É caracterizada pela íntima e habitual união com Deus.

Oração de Visualização – é uma parte central nos exercícios de Loyola. O praticante precisa gastar 4 a 5 horas diárias, nesta prática. Durante a mesma, ele deve excursionar pelas cenas históricas bíblicas e extra bíblicas, através da imaginação, trazendo a cena à sua própria vida, aplicando-a aos cinco sentidos, vendo, ouvindo, sentindo, degustando e tocando todas as coisas, dentro do completo reino da imaginação.
Ele deve até se colocar dentro da cena, falando com os personagens e servindo-os. Por exemplo, Loyola encoraja os praticantes a se imaginarem presentes durante o nascimento de Jesus.

Vejamos os seguintes excertos:

“Imagine Cristo, nosso Senhor, diante de você, na cruz, e comece a falar com ele” (Primeira Semana, 53). Aqui o praticante vê, em imaginação, o comprimento, largura e profundidade do inferno… os vastos fogos e as almas nele imersas… escuta os seus gemidos… com o sentido do olfato sente o cheiro da fumaça e sente dor, ao tocar as chamas(Primeira Semana, 5º. exercício, pp. 65-70).

“Eu verei e admirarei as Três Pessoas Divinas assentadas nos tronos da majestade divina…Verei Nossa Senhora sendo saudada pelos anjos … S. José, …, o menino Jesus após o seu nascimento. Far-me-ei um pobre e indigno servo, como estando presente, olhando para eles, servindo-os…”

[pp. 106-114) (Segunda Semana).

Enquanto estiver comendo, que o praticante deve ver Cristo, nosso Senhor, com os Seus discípulos à mesa e considerar como Ele come, como bebe, como olha e como fala, esforçando-se para imitá-Lo (Quarta Semana, 214).

A Oração de Visualização tem-se tornado muito popular e difundida dentro do moderno Movimento Contemplativo, mas é herética!

Primeiro  A Oração de Visualização é desobediência – A Bíblia contém tudo de que precisamos, conforme a 2 Timóteo 3:16-17Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”, para aprender a orar corretamente, nada dizendo sobre a oração da imaginação. Este não é o tipo de oração ensinado por Jesus, conforme Mateus 6:9-15. A Oração de Visualização é desobediência porque a Bíblia contém tudo de que precisamos para aprender a orar corretamente e nada diz sobre a Oração de Visualização.

Segundo – A oração de visualização é vã, é tola e não passa de uma total fantasia – Não podemos imaginar como foi o nascimento de Jesus, além dos simples fatos descritos na Escritura. Não sabemos como Maria, José e o Menino Jesus estavam na estalagem, como eram os anjos e os pastores. Não sabemos o que conversavam, nem qual era a temperatura ou o cheiro do ambiente. Se tentarmos imaginar essas coisas, estaremos penetrando no reino da fantasia.

Terceiro – A oração de visualização não é fé – A fé não se embasa na imaginação, mas na Escritura. Nossa obrigação é crer no que Deus diz, conforme João 20:31. “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (ACF)


Quarto –
 A oração de visualização é perigosa – porque acrescenta coisas à Escritura. Se adquirirmos o hábito de visualizar cenas da Bíblia, facilmente começaremos a pensar que as visualizações têm autoridade. Podemos cair nos mesmos erros da ICAR, aceitando revelações extra bíblicas. Ela também é perigosa, porque entidades demoníacas podem se intrometer, do mesmo modo como Satanás influenciou Pedro (Mateus 16:22-23: “22 E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso. 23 Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.” (ACF)) e poderão nos influenciar, se penetrarmos em reinos proibidos.

Os exercícios espirituais de Loyola estão repletos de veneração a Maria, O praticante é instruído a rezar a “Ave Maria”, muitas vezes implorando a sua graça: “Um colóquio deve ser dirigido a Nossa Senhora, a fim de implorar a sua graça e favor diante do Filho e Senhor da Graça, a fim de receber o seu perdão…” (Segunda Semana, 147).

Loyola também, recomendava que fosse rezada a “Salve Rainha” (Três Métodos de Oração, 147). Esta blasfema oração assim se dirige a Maria:

“Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa…”

Loyola ensinava um evangelho de obras, o qual é amaldiçoado por Deus, através do Apóstolo Paulo, em Gálatas 1:6-8 “6 ¶Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; 7 O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. 8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” (ACF).

Loyola dizia que alguns estão no inferno porque, mesmo tendo crido, não guardaram os mandamentos. (Primeira Semana, 71).

Ele dizia que, para conseguir a salvação, o cristão deveria, tanto quanto possível, obedecer as leis de Deus, nosso Senhor, em todas as coisas (Segunda Semana, “três tipos de humildade”, 165). Ele promoveu o uso de “diretores espirituais”. Uma de suas práticas chamada “Revelação de Pensamentos” envolve um exame de consciência, expondo ao diretor o seu conteúdo. Ela se embasa na herética confissão auricular da ICAR.

Loyola promoveu a repetitiva Oração da Respiração, que é chamada “uma recitação ritmicamente medida”, a qual ele assim descrevia: “Em cada fôlego ou respiração, o praticante deve orar mentalmente, dizendo apenas uma palavra do ‘Pai Nosso’ ou de outra oração que esteja sendo recitada, entre uma e outra respiração, dizendo uma simples palavra”(Exercícios Espirituais, “Três Métodos de Oração”, p. 258.)

O Senhor Jesus proibiu as vãs repetições na oração (Mateus 6:6-7 “6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. 7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.” (ACF)).

Próximo à tumba de Loyola, na Chiesa del Gesu, o quartel general dos jesuítas em Roma, pode ser vista uma estátua de Maria castigando violentamente os reformadores protestantes – Martinho Lutero e John Huss – ambos fora do céu, por causa de suas doutrinas de “sola Scriptura” e “sola fide”. O título da estátua é “O Triunfo da Fé sobre a Heresia”. Ela foi criada por Pietro Le Gros, apresentando a doutrina católica oficial, que foi encapsulada nas proclamações do Concílio de Trento, o qual editou um anátema contra qualquer pessoa, que creia somente na Bíblia como regra de fé e prática de salvação, pela exclusiva graça de Cristo. Apesar das concessões da ICAR nas últimas décadas, o Concílio de Trento jamais foi rescindido e foi citado como autoridade pelo Concílio Vaticano II, no anos 1960.

O mesmo monumento, na Igreja dos jesuítas, mostra um anjo exultando, enquanto rasga um livrinho, representando os “heréticos” livros protestantes ou as traduções vernaculares, que foram condenadas por Roma, [N.T– como seria a Bíblia King James, em Inglês, e sua equivalente em Português – a ACF (”Almeida e Corrigida Revisada, Fiel aos Textos Originais” da SBTB, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil].

http://rainhadocanto10-evangelicalchristian.blogspot.com.br/2013/04/ignatius-of-loyola-by-david-cloud.html

Tradução e Adaptação de Mary Schultze, em 03/08/2013.

 É IMPRESSIONANTE COMO A ICAR INVENTOU DOGMAS EM LUGAR DO TEXTO SAGRADO.

NO ENDEREÇO http://ospuritanos.blogspot.com.br/2012/02/heresias-romanas.html ENCONTRAMOS ALGUMAS DE SUAS INVENÇÕES, ÀS QUAIS PODEM SER ACRESCENTADAS: IMORTALIDADE DA ALMA, SANTIFICAÇÃO DO DIA PAGÃO DO DOMINGO, EXISTÊNCIA DE UMA TRINDADE NO CÉU (EM VEZ DO DEUS ÚNICO, O PAI, O DIVINO FILHO DE DEUS E NOSSO SALVADOR JESUS CRISTO, OS QUAIS NOS CONCEDEM SEU ESPÍRITO SANTO, JOÃO 17:3, I COR. 8:6, I TIM. 6:16 E 2:5,…), COBRANÇA DE DÍZIMO EM DINHEIRO SOB A NOVA ALIANÇA, INTERCESSÃO POR MARIA (FERINDO FRONTALMENTE I TIM. 2:5,…).

DEUS NOS GUIE EM TODA A VERDADE, CENTRALIZADA EM CRISTO E EM SEU PAI.

“E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão”. Apocalipse 22:1-3.

PAULO A. DA COSTA PINTO

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