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ELLEN G. WHITE E A FORMA DE POMBA QUE DESCEU SOBRE JESUS EM SEU BATISMO

agosto 25th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos

(*Nome do autor retirado a seu próprio pedido.)

Ao estudarmos a “trindade” percebemos alguns versos que parecem não ter uma outra interpretação. Como por exemplo posso citar o batismo de Jesus: “Batizado Jesus, saiu logo da água , e eis que lhe abriram os céus, e viu o  Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele.” Mt 3:16

Mas todavia, percebemos ao longo do tempo alguns possíveis erros de tradução da Bíblia tais como “hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23:43), e também expressões que foram acrescentadas como: [onde o verme não morre e nem seu fogo se apaga] (Mc 9:44;46;48) e o que foi muito bem citado pelo grupo de estudos [no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um. E três os que testificam na terra]. Ambos as duas últimas citações não estão no original.

Diante desse fato pergunta-se: Mateus 3:16 pode conter erros de tradução e/ou expressão acrescentada?

Não gosto muito de usar o Espírito de Profecia como fundamento de doutrina, todavia não desconsidero os escritos , pois os mesmos são luzes menores que nos conduzem à luz maior.

A Trindade não estava na Criação

Pai e Filho empenharam-se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado – a criação do mundo. Depois que a Terra foi criada, com sua vida animal, o Pai e o Filho levaram a cabo Seu Propósito, planejado antes da queda de Satanás, de fazer o homem à Sua própria imagem. Eles tinham operado juntos na criação da Terra e de cada ser vivente sobre ela. E Agora disse Deus a Seu Filho: Façamos o homem a nossa imagem.” (História da Redenção, Cap. 2, pág. 20,21)

“O Soberano do universo não estava só em Sua obra de beneficência. Tinha um companheiro – um cooperador que poderia apreciar Seus propósitos, e participar de Sua alegria ao dar felicidades aos seres criados.” (Patriarcas e Profetas, Cap. 1, págs. 33 e 34.)

Santo, 3 ou 10 deuses?

Santo é um adjetivo, ou seja, é uma palavra que expressa qualidade ou características de alguma coisa. Mas na Bíblia está na maioria dos casos relacionados com Deus. Uma terra é santa, quando Deus está nessa terra, ou seja, a presença de Deus. Se Deus soprou seu fôlego, logo o fôlego de vida é santo. Com base nesse raciocínio pergunta-se quantas formas de espíritos a Bíblia relaciona como vindos de Deus? Por que divinizarmos todos os espíritos, tão logo não teremos uma trindade e sim DEZ Deuses (Trindade + 7 Espíritos).

“Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados por toda a terra.” (Apoc. 4:6)

Minha intenção é mostrar um possível interpretação católica na hora de traduzir, a seguir você verá a mesma cena do batismo na visão de E.G. White:

Desejado de Todas as Nações, Capítulo 11, O Batismo, Pág. 111:

Ao pedir Jesus, o batismo, João recusou, exclamando: “Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?” Com firme, se bem que branda autoridade, Jesus respondeu: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça”. E João, cedendo, desceu com o Salvador ao Jordão, sepultando-o nas águas. “E logo que saiu da água” Jesus “viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre Ele” Mat. 3:14 e 15.

Jesus não recebeu o batismo como confissão de pecado de Sua própria parte. Identificou-se com os pecadores, dando os passos que nos cumpre dar. A vida de sofrimento e paciente perseverança que viveu depois do batismo, foi também um exemplo para nós.

Ao sair da água, Jesus Se inclinou em oração à margem do rio. Nova e importante fase abria-se diante dEle. Entrava agora, em mais amplo círculo, no conflito de Sua vida. Conquanto fosse o Príncipe da Paz, Sua vida devia ser como o desembainhar de uma espada. O reino que viera estabelecer, era oposto daquilo que os judeus desejavam. Aquele que era o fundamento do ritual e da organização de Israel, seria considerado seu inimigo e destruidor. Aquele que proclamara a lei sobre o Sinai, seria condenado como transgressor. O que viera derribar o poder de Satanás, seria acusado como Belzebu.

Ninguém na Terra O compreendera, e ainda em Seu ministério devia andar sozinho. Durante Sua existência, nem a mãe nem os irmãos Lhe tinham compreendido a missão. Os próprios discípulos não O entendiam. Habitara na eterna luz, sendo um com Deus, mas Sua vida na Terra devia ser vivida em solidão.

Como um conosco, cumpria-lhe suportar o fardo de nossa culpa e aflição. O Inocente devia sentir a vergonha do pecado. O Amigo da paz tinha que habitar entre a luta, a verdade com a mentira, a pureza com a vileza. Todo pecado, toda discórdia, toda contaminadora concupiscência trazida pela transgressão, Lhe era uma tortura para o espírito.

Sozinho devia trilhar a vereda; sozinho carregaria o fardo. Sobre Aquele que abrira mão de Sua glória, e aceitara a fraqueza da humanidade, devia repousar a redenção do mundo. Viu e sentiu tudo isso; firme, porém, permaneceu o Seu desígnio. De Seu braço dependia a salvação da raça caída, e Ele estendeu a mão para agarrar a do Onipotente Amor.

O olhar do Salvador parece penetrar o Céu, ao derramar a alma em oração. Bem sabe como o pecado endureceu o coração (Pág. 112) dos homens, e como lhes será difícil discernir Sua missão, e aceitar o dom da salvação eterna. Suplica ao Pai poder para vencer a incredulidade deles, quebrar as cadeias com que Satanás os escravizou, a derrotar, em seu benefício, o destruidor. Pede o testemunho de que Deus aceita a humanidade na pessoa de Seu Filho.

Nunca dantes haviam os anjos ouvido tal oração. Anseiam trazer a Seu amado Capitão uma mensagem de certeza e conforto. Mas não; o próprio Pai respondera à petição do Filho. Diretamente do trono são enviados os raios de Sua glória. Abrem-se os céus, e sobre a cabeça do Salvador desce a forma de uma pomba da mais pura luz – fiel emblema dEle, o Manso e Humilde.

Dentre a multidão à beira do Jordão, poucos, além do Batista, divisaram essa visão celeste. Entretanto, a solenidade da divina presença repousou sobre a assembleia. O povo ficou silencioso, a contemplar a Cristo. Seu vulto achava-se banhado pela luz que circunda sem cessar o trono de Deus. Seu rosto erguido estava glorificado como nunca dantes tinham visto um rosto de homem. Dos céus abertos, ouviu-se uma voz, dizendo: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo”. Mat. 3:17.

Estas palavras de confirmação foram proferidas para inspirar a fé naqueles que testemunhavam a cena, e fortalecer o Salvador para Sua missão. Não obstante os pecados de um mundo criminoso serem postos sobre Cristo, não obstante a humilhação de tomar sobre Si nossa natureza decaída, a voz declarou ser Ele o Filho do Eterno.

Portanto, como podemos ver, a Sra. White, como fonte secundária, não pode contradizer a primária (Bíblia). Diante disso, uma coisa é certa, na Nova Jerusalém existem apenas dois tronos, o trono de Deus e de Seu Filho. Cadê o terceiro trono?

“Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão” (Apc. 22:1 e 3)

Que Deus inspire aos sinceros tomarem a decisão certa ao lado da verdade, deixando para trás toda idolatria e dogmas pagãos infiltrados no cristianismo.

Amem, aleluia.

Ouça A VOZ E A VERDADE PELA RÁDIO JUAZEIRO DE 2A A 6A, 6:50H, SÁB E DOM. 14 H RÁDIO JUAZEIRO, OU PELA WEB; http://www.radiojuazeiro.com.br

 

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