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DEUS SUA SORTE MUDOU

outubro 6th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos
 SETAS

Existe algo em muitos de nós que, particularmente, se recusa a perdoar e esquecer os erros cometidos em nossa vida passada – quer sejam erros nossos ou dos outros. Isso não é bom. Não é uma atitude cristã. É  algo que se coloca em tremenda oposição  à grandeza e majestade da Reparação de Cristo. Continuar preso aos erros antigos é a pior maneira de chapinhar no passado do qual somos convocados a nos libertarmos e a desistir.

Conheci um jovem que, durante muitos anos, sempre agira brutalmente, em cada brincadeira, na escola. Ele tinha algumas desvantagens físicas, tornando-se presa fácil da zombaria dos colegas.  Anos depois, ele se mudou dali. Eventualmente alistou-se no exército, onde teve algumas experiências bem sucedidas, tendo conseguido uma boa educação, a qual permitiu-lhe fugir das lembranças do passado. 

Sobretudo, conforme costumam fazer  muitos militares,  ele descobriu a beleza  dos ensinos da igreja e nela se tornou um membro atuante. Depois de alguns anos, ele voltou à sua cidade natal. Quase a maior parte da sua geração havia se mudado da mesma. Aparentemente, quando ele regressou, bem sucedido e nascido de novo, a mesma mentalidade  que havia existido antes ainda ali estava, aguardando o seu regresso.  As pessoas da sua cidade natal (agora na meia idade) começaram a comentar: “Lembram-se do sujeito que tinha aquele problema na coluna, não era engraçado?

Pouco a pouco, por causa daquelas pessoas, o esforço paulino do rapaz foi abandonando-o, ele entrou em depressão e acabou morrendo de desgosto, por causa da incompreensão das pessoas que o haviam conhecido na adolescência. As pessoas eram as mesmas e o preconceito, também. Mesmo tendo gozado alguns anos de felicidade em sua vida, o rapaz não conseguiu suportar aquelas indiretas de mau gosto… Ele achou que o único lugar onde estaria seguro contra aquele tipo de sofrimento, seria aos pés de Cristo, Que não olha para a nossa aparência exterior, mas para o nosso coração. Morreu de tristeza por não ter confiado, totalmente, no poder do seu Senhor.

Isso acontece muitas vezes nos lares, onde marido e mulher não têm um relacionamento de total confiança um no outro. Muitas pessoas se casam e não conseguem se desligar dos desgostos passados, colocando a culpa de tudo sobre o cônjuge, ferindo-se mutuamente   e desperdiçando o que há de melhor num relacionamento conjugal.

Jesus Cristo morreu para nos livrar dos nossos pecados e nEle devemos lançar toda a nossa ansiedade, na certeza de que Ele vai saber lidar com todos os nossos problemas. Confessemos, diariamente,  cada pecado ao Senhor, a fim de receber o perdão. Cresçamos na graça e no conhecimento de Cristo, lendo a Sua Palavra e tentando, no poder do Espírito, viver conforme os Seus ensinos.

Existe alguma esperança para o pecador, por piores que tenham sido os seus pecados? Claro que sim! O amor de Cristo é eterno e grande demais, para se deter diante das fraquezas humanas. Eis o conselho de Paulo, conforme Filipenses 4:6-8: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

O melhor que Deus nos deu ainda está no porvir.

Nosso tempo Lhe pertence, só Ele sabe o que faz.

Por isso é que o meu futuro eu nunca vou decidir.

Confiemos somente nEle, que o velho Jó confiou.

(De acordo com o conselho do seu amigo Elifaz).

Sofreu perdas e desprezo, mas firme continuou.

(De conselhos desse tipo, hoje eu preciso demais)

E qual foi o resultado da paciência de Jó?

Em um alegre porvir,  Deus sua sorte mudou.

E o mesmo vai nos fazer, isso eu posso garantir!

Mary Schultze, 06/10/2013.

Texto embasado no artigo “Forgive & Forget”, de Jeffrey R. Holland

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