A PUNIÇÃO POR LER A BÍBLIA NA ARÁBIA SAUDITA

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* Esta é uma nova forma de punição em uma das nações sauditas. De acordo com relatórios enviados, esta é uma nova punição utilizado em pelo menos uma pessoa encontrada para possuir uma Bíblia [a imagem mostra um acidente, mas é um exemplo dos danos causados ??por este tipo de punição e ferramentas utilizadas] .
Para além da sua lei Sharia, com base da doutrina do seu “profeta Mohammed (senhor da guerra e pedófilo), a Arábia Saudita tem tido + execuções 2.500 por ano. O carrasco é um trabalho feito por “status inferior” e é uma posição que é pago por execução pelo governo sob acordos de confidencialidade. O governo também oferece a espada. O governo saudita tem considerado pelotões de fuzilamento para preencher a escassez de executores. Carrascos
disseram que estão “orgulhosos de fazer a obra de Deus.” O governo iraniano anunciou novas ferramentas de punição legal sob Sharia: uma serra eletrônica agora está sendo usado para cortar mãos, dedos e pés [ver foto do anúncio do governo abaixo]. E agora um tipo de máquina trituradora é implementado em alguns lugares para punições.
IRÃ: Fica “melhor” em outras partes do mundo muçulmano. Um homem tem sua mão cortada. Em janeiro de 2013, o governo iraniano publicou fotos de uma nova ferramenta para o corte de dedos e mãos das pessoas. O aparelho, semelhante a uma serra, foi utilizado para a amputação pública dos dedos de um adúltero na quarta-feira. As imagens foram publicadas pela imprensa em agências oficiais iranianas. Parece que a máquina tinha sido usado antes, mas não está claro por quanto tempo. A máquina tem a intenção de substituir o corte manual de membros por faca.
Livros didáticos distribuídos nas escolas da Arábia Saudita ensinam as crianças a cortar mãos e pés de um ladrão sob a lei Sharia. Os livros foram publicados e entregues às séries 9 e 10 do ensino fundamental, apesar das promessas da Arábia Saudita para não distribuir mais livros didáticos com esse tipo de conteúdo. Ali Al-Ahmed, diretor do Instituto para os Assuntos do Golfo, disse à Fox News: “Este é o lugar onde o terrorismo começa, no sistema de ensino. Eles mostram aos alunos como cortar (a) mão e os pés de um ladrão”, disse. Os livros foram impressos para o ano lectivo de 2010-2011 e traduzidos do árabe pelo instituto. Em um deles, para nono ano de escolaridade, os alunos são ensinados que a aniquilação do povo judeu é imperativo. Além de pedir o assassinato de judeus, os textos supostamente chamar as mulheres “fracas” e ensina que gays são perigosos e devem ser condenados à morte.

O QUE É QUE O ECUMENISMO NÃO FAZ?! SINAL DOS TEMPOS?

Como pode uma organização religiosa que ainda afirma ter sido chamada por Deus para reparar as brechas feitas na Lei de Deus (e creio que deve ter sido), que durante muitos anos pregou e ensinou que o papado é a besta de Apocalipse 13 (e isso é consonante com as Escrituras Sagradas), na última e recente Jornada Mundial da Juventude negociar com a Itália, país que sedia o Vaticano, receber com aparato e hospedar quase duas centenas de jovens que vieram ao Brasil beber o vinho adulterado fornecido pelo papado, como se vê no vídeo que a própria e desavergonhada corporação “religiosa” divulgou no Youtube.

Como essa corporação será perseguida pelo papado quando, em breve, os fogos da intolerância se reacenderem, se ela fez pacto de amizade com esse poder espúrio?????

CONFIRA NO ANEXO besta OS TEXTOS DOS LIVROS DE EGW (CONSONANTES COM AS PROFECIAS BÍBLICAS) E VEJA SE FAZ SENTIDO A IASD HOSPEDAR PEREGRINOS CATÓLICOS QUE VIERAM AO BRASIL BEBER O VINHO ADULTERADO DADO PELO PAPADO DURANTE A JMJ. VEJA TAMBÉM http://www.adventistas.com/maio2000/art2905200002.htm

QUANTO À HOSPITALIDADE EM SI NÃO SE QUESTIONA, VISTO QUE É DEVER CRISTÃO SER HOSPITALEIRO. O QUE SE QUSTIONA É A NEGOCIAÇÃO QUE ESTÁ POR TRÁS, ENTRE IASD BRASIL, RIO DE JANEIRO (EVIDENTEMENTE COM O AVAL DA CG NOS EUA) E A ICAR (ITÁLIA/VATICANO) PARA UM EVENTO IDÓLATRA, PAGÃO, ALIENANTE, PREPARATÓRIO PARA AS PRÓXIMAS CENAS DE PERSEGUIÇÃO AO FIEL POVO DE DEUS E, A IASD, QUE SEMPRE PREGOU CONTRA O PAPADO COM RESPALDO BÍBLICO E EM SUA PROFETISA (ESTARIA ELA E OS DEMAIS PIONEIROS ERRADOS NESSA ÉPOCA? http://arquivoxiasd.com/parte2.htm; http://adventista1844.webnode.com.br/news/declara%C3%A7%C3%B5es%20dos%20pioneiros%20adventista/) É A BESTA DE APOCALIPSE 13, AGORA, APÓS ASSINAR PACTO DE AMIZADE COM O PAPADO, COOPERA COM SUAS PROGRAMAÇÕES (POR TRÁS DOS BASTIDORES, PARA NÃO ASSUSTAR OS POUCOS SINCEROS) E APARENTA SER CARIDOSA E DIZ NO VÍDEO QUE NÃO DISCRIMINA PESOAS DE OUTROS CREDOS. A QUESTÃO NÃO E DISCRIMINAR. A QUESTÃO É NÃO COOPERAR COM BABILÔNIA (ESTARIA CERTA A IASD HOJE?).

O TEXTO A SEGUIR PARECE BASTANTE OPORTUNO, PORQUE ESSE TEMPO CHEGOU:

“A palha, como nuvem, será levada como vento, mesmo em lugares onde só vemos ricos campos de trigo. Logo o povo de Deus será provado por ardentes provas, e a grande proporção dos que agora permanecem genuínos e verdadeiros, demonstrar-se-á metal vil…

Quando a religião de Cristo for mais desprezada, quando Sua lei mais desprezada for, então deve nosso zelo ser mais ardoroso e nosso ânimo e firmeza mais inabaláveis. Permanecer em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor quando são poucos os campeões – essa será nossa prova. Naquele tempo deveremos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição”. (Eventos Finais 155)

QUE DECISÃO TOMAMOS: AO LADO DAS CORPORAÇÕES RELIGIOSAS APÓSTATAS, PREOCUPADAS EM FAZER SEU IMPÉRIO AQUI OU AO LADO DE CRISTO E DE SEU PAI- ÚNICO DEUS VERDADEIRO (JOÃO 17:3, I COR 8:6, I TIM 6:16) – OS ÚNICOS QUE PODEM NOS VALER?

 

A CONFERÊNCIA GERAL DA IASD ESTÁ PREGANDO A OBSERVÂNCIA DO DOMINGO. E VOCÊ, ADVENTISTA, O QUE VAI FAZER?

CONFISSÕES DE UM NÔMADE

CONFIRA EM: http://www.adventistas-bereanos.com.br/2005junho/iasdcomecaapregarobservanciadodomingo.htm

VEJA TAMBÉM:

IASD: A “GUARDA” DO SÁBADO E O RESPEITO AO DOMINGO

http://aodeusunico.com.br/?p=2841

IGREJA ADVENTISTA ABRIGA JOVENS CATÓLICOS DA JMJ. O PACTO DE AMIZADE PROSSEGUE.

http://aodeusunico.com.br/?p=2796

“ENFIM, O SÁBADO CHEGOU” http://aodeusunico.com.br/?p=1441

clique no título e leia mais

 

 

ELLEN WHITE “INSPIRADA” NO LIVRO DOS OUTROS, INVESTE CONTRA A BÍBLIA!

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ESTÁ PUBLICADO EM http://www.adventistas.ws/

Além de estar negando Jesus ser o Filho de Deus, esse texto é a cunha de como entrou a Trindade na Igreja Adventista. Hoje, FILHO é um simples ‘título messiânico’.

João 3:16  “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”, é uma mentirinha que põe em dúvida o “amor do Pai” e a vida eterna uma mera fábula !

Compare a citação do livro de um pastor inglês de 1856 e o plágio de Ellen White em 1898, em cujo Prefácio diz: ‘Em visão as cenas da crucifixão se desenrolaram diante dela”.

“Sabbath Evening Readings on the New Testament”  – 1856
Autor:  Rev. John Cummings

Pg. 5  “But in Jesus was life underived, unborrowed; ...

Tradução: Mas em Jesus, ouve vida não derivada, não emprestada;

The Desire os Ages  –  1898
Autor: Ellen G. White


Pg. 530   
“In Christ is life, original, unborrowed, underived.”

Tradução: Em Cristo há vida, original, não emprestada, não derivada.

Exceto por uma palavra, e o tempo do verbo, é igual ao que foi escrito 42 anos antes.

 

“Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada.” Desejado de Todas as Nações pg. 530
http://www.ellenwhitebooks.com/  (onde conferir o livro de Ellen White)


Veja a nossa anotação embaixo



O livro foi impresso nos Estados Unidos em 1856 e o Rev. John Cummings assina o livro como “Minister of the Scotch National Church, Crown Court, Covest Garden, London.”

Essa cópia foi obtida no White Estate da Conferência Geral da Igreja Adventista do 7º Dia no dia 21 de Janeiro 2003 ás 10 horas da manhã, tendo Ennis Meier tratado diretamente com o sr. Tim Poirier, (atual vice-Diretor do White Estate)  que atendendo nossa solicitação abriu o cofre e trouxe o livro para ser copiado.
O livro encontra-se em péssimo estado de conservação e a capa está solta.

Incialmente o sr. Poirier disse que não costumam atender para tirar cópias desses livros, devido ao péssimo estado de conservação e deterioração que os mesmos se encontram.

Nessa ocasião adquirimos por 2 dólares um livreto: “A Bibliography of Ellen G. White Private and Office Libraries” da própria autoria do Sr.Tim Poirier — Abril 1993.
O livreto explica no Prefácio, que havia uma Biblioteca Pessoal de Ellen White, e outra que era destinada aos seus assistentes literários.

O livro “Sabbath Evening Readings on the New Testament” está na lista dos livros que se encontravam na Biblioteca Pessoal de Ellen White.

A máxima que não é de Ellen White e sim foi copiada de outro autor, contraria a Bíblia em vários textos:

João 5:26 Porque, como o Pai tem vida em sí mesmo, assim deu também ao Filho ter vida em sí mesmo.” (isto é: Jesus tem vida em sí mesmo, derivada do Pai)

I Timóteo 6: 16 
“Aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra, poder sempiterno. Amem.”


Atos 5:30  “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vos matastes…”
Atos 13: 30  “Mas Deus o ressuscitou dos mortos.”
Romanos 10:9  
” …Deus o ressucitou dos mortos…”

REVISTA INFORMA 1o. CASO DE TRANSMISSÃO HUMANA DE VARIANTE DA GRIPE AVIÁRIA – SUSPEITA DE CASO EM JUAZEIRO-BA

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Analistas chineses detectaram o primeiro caso de transmissão humana de uma variante da gripe aviária descoberta na China, informa nesta quarta-feira a revista “British Medical Journal” (BMJ).

Trata-se do caso de uma mulher de 32 anos contraiu a variante conhecida como H7N9 após cuidar de seu pai, que contraiu o vírus após visitar um mercado de aves, acrescentou a publicação especializada.

http://www.correiodealagoas.com.br/noticia/14887/bem-estar/2013/08/07/nova-gripe-aviaria-tem-episodio-de-transmisso-entre-humanos.html

Até o momento, não havia provas e nem o registro de que uma pessoa pudesse contrair gripe aviária através de outro doente, já que os casos identificados até então correspondiam somente ao contato com aves.

Ao contrário de seu pai, a mulher não esteve em contato com aves e, mesmo assim, acabou ficando doente seis dias depois de ter cuidado de seu pai, apontou a BMJ, que informa que os dois morreram posteriormente no hospital.

Este caso foi apresentado por analistas do Centro para o Controle e Prevenção da Doença do Centro Provincial de Jiangsu e o Centro de Controle e Prevenção do Centro Municipal de Wuxi, ambos na China.

A variante H7N9 foi detectada na China no último mês de fevereiro e, até o dia 30 de junho, as autoridades contabilizaram 133 casos do vírus H7N9 no leste da China, além de 43 mortes.

No entanto, na maioria dos casos, as pessoas infectadas tinham visitado mercados de aves de curral e tinham forte contato com estes animais.

Segundo os analistas, o contágio da mulher não significa que o vírus tenha desenvolvido a capacidade de serem transmissíveis entre humanos.

O cientista Peter Horby, da Unidade Clínica da Universidade de Oxford no Vietnã, afirmou que este estudo mostra que “a fonte mais provável de infecção da filha foi seu pai, durante o tempo que ela cuidou dele quando estava doente”.

 LEIA MAIS EM:http://www.correiodealagoas.com.br/noticia/14887/bem-estar/2013/08/07/nova-gripe-aviaria-tem-episodio-de-transmisso-entre-humanos.html

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130807_transmissao_humanos_gripe_aviaria_gm.shtml

Devemos temer uma pandemia da nova gripe?

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130502_novagripe_perigos_pai.shtml

Variadas
URGENTE: CASO DE SUSPEITA DE GRIPE A EM JUAZEIRO
segunda-feira – 12/08/2013 às 09:53

http://www.geraldojose.com.br/index.php?sessao=noticia&cod_noticia=41795

Caso de suspeita de Gripe A em Juazeiro-BA positivo0 negativo0

12 de Agosto de 2013O setor epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde confirmou na manhã desta segunda-feira (12) que está acompanhando em Juazeiro-BA um caso suspeito de Gripe A. A Influenza A H1N1 (comumente conhecida como Gripe Suína ou Gripe A ) é uma gripe pandêmica que atualmente está acometendo a população de inúmeros países. A doença é causada pelo vírus influenza A H1N1, o qual representa o rearranjo quádruplo de cepas de influenza (02 suínas, 01 aviária e 01 humana). A […]

http://www.dignow.org/post/caso-de-suspeita-de-gripe-a-em-juazeiro-ba-5903172-8285.html

Mais suspeitas em Juazeiro: http://dinizk9.blogspot.com.br/2013/08/juazeiro-ba-tem-mais-quatro-casos.html

A PALAVRA DE DEUS AFIRMA:

E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. Lucas 21:11

Então o SENHOR fará espantosas as tuas pragas, e as pragas de tua descendência, grandes e permanentes pragas, e enfermidades malignas e duradouras; Deuteronômio 28:59

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mateus 24:7.

PREPAREMO-NOS.

O FIM ESTÁ ÀS PORTAS.

MENTIRAS E TRAPALHADAS DA ORGANIZAÇÃO ADVENTISTA

VEJA EM http://www.adventistas.ws/oficiais2.htm

VEJA TAMBÉM: http://adventistas.ws/mentirosos88.htm

Os “doutores em divindade” da Andrews University  não são mal informados, são mentirosos!
A comprovação da mentira:

http://arquivoxiasd.com/bc1894.htm 1894.

http://www.arquivoxiasd.com/ybs1914.htm OS YEAR BOOKs DE 1895 A 1914.

http://www.arquivoxiasd.com/yb1931.htm O PRIMEIRO YEAR BOOK, O DE 1931, COM O DOGMA ROMANO DA TRINDADE. 16 ANOS APÓS A MORTE DE EGW. AGORA DAVA PARA PUBLICAR O ERRO ASSUMIDO.

DÁ PARA ACREDITAR EM MENTIROSOS, A “FINA NATA”, A CÚPULA, DE UMA CORPORAÇÃO QUE DEIXOU A VERDADE (PARA ONDE OS INCAUTOS ENVIAM UM FALSO DÍZIMO http://aodeusunico.com.br/?p=2776)?

 

POR QUE OS EUA ESTÃO INTERESSADOS EM ESPIONAR O BRASIL? VOCÊ ESTÁ ATENTO (A) QUANTO AO QUE FALA OU AO QUE ESCREVE?

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Esquema de espionagem dos EUA utiliza o Brasil como uma ponte para outros locais.

Reprodução

No início de julho, documentos vazados por Edward Snowden, ex-funcionário da CIA, revelaram que o Brasil foi alvo prioritário de espionagem americana durante a última década: no continente, só ficamos atrás dos EUA. Segundo reportagem de Glenn Greenwald no jornal O Globo, o país é monitorado pelo telefone, internet e até por meio de satélites.

De acordo com os documentos vazados, o Brasil é tão monitorado quanto países como China, Rússia e Irã. Por que tanto esforço em monitorar um país que é amigo dos EUA? Como nota a New Yorker, espionar o Brasil não significa, necessariamente, espionar só os brasileiros.

O diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), general Keith Alexander, acabou revelando o interesse de sua agência pelo Brasil. Este mês, durante a Aspen Security Conference, um jornalista perguntou a ele por que a NSA está tão preocupada em obter dados do nosso país, dado que a ameaça de terrorismo aqui parece menor que em outros lugares. Alexander respondeu assim:

“Sabe, a realidade é que não estamos coletando todos os e-mails das pessoas no Brasil, nem ouvindo suas conversas no telefone. Por que faríamos isso? O que alguém levou foi um programa que analisa os metadados ao redor do mundo, que você usaria para encontrar atividades terroristas que possam transitar [entre países], e saltou à conclusão de que, aha, metadados! Eles devem espionar o telefone de todo mundo, eles devem estar lendo o e-mail de todo mundo.

Nosso trabalho é de inteligência no exterior. Eu digo a você que 99,9 – e eu não sei mais quantos noves – por cento de tudo isso, seja na Alemanha ou no Brasil, não é de interesse para uma agência de inteligência no exterior. O que interessa é um terrorista em trânsito ou fazendo algo parecido.“

Não parece nada demais, certo? Mas o general Michael Hayden, ex-diretor da CIA e da NSA, diz à New Yorker que Alexander revelou dois segredos com essas palavras.

Primeiro, ao falar “o que alguém levou foi um programa que analisa os metadados ao redor do mundo”, ele reconheceu que a NSA sabe exatamente a quais documentos Edward Snowden teve acesso. Isso não deve ser uma surpresa, mas a agência jamais tocou nesse assunto em particular.

Segundo, Alexander disse que os brasileiros não são o alvo de espionagem prioritário no Brasil. Então quem é? Hayden explica: os EUA estão interessados nos cabos transatlânticos, que transmitem voz e internet através do globo.

E como você pode ver no mapa abaixo, da TeleGeography, o Brasil é um importante hub de comunicações:

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Compare isto ao mapa presente, ao fundo, em um dos slides vazados por Snowden (principalmente nas linhas marrons):

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Notou a semelhança? No mapa, os cabos transatlânticos estão em destaque. O slide cita o PRISM, programa de coleta de dados em servidores de nove grandes empresas de comunicação, como Facebook, Microsoft, Apple e Google – elas negam que a NSA tenha acesso direto a seus servidores.

Mas ele menciona também o FAIRVIEW, cuja função seria basicamente dominar a internet. Com o FAIRVIEW, a NSA tem acesso aos cabos ópticos que levam dados de internet dos EUA para o resto do mundo e vice-versa. Dessa forma, a agência pode ir direto à fonte quando quer espionar o que está acontecendo ao redor do mundo – isto é, “coletar as comunicações em cabos de fibra e infraestrutura à medida que os dados passam”, como diz o slide acima.

No slide da página anterior, o FAIRVIEW é um programa de espionagem “upstream”. O que isso significa? Segundo Thomas Drake, ex-executivo da NSA que revelou segredos da agência, isso quer dizer que é possível acessar dados antes que eles entrem na internet. Mark Klein, que cuidava de redes na operadora americana AT&T, diz que viu a NSA instalar “divisores” diretamente em cabos de rede, para ter acesso a tudo o que é transmitido na rede da operadora. 

E como o FAIRVIEW tem acesso às comunicações no Brasil? Segundo a reportagem inicial sobre os documentos vazados por Snowden, uma grande empresa de telefonia dos EUA – que mantém relações com outras no Brasil e no mundo – permite à agência usar o FAIRVIEW por aqui. (Eduardo Levy, presidente do Sinditelebrasil, órgão que representa as empresas de telecomunicações no Brasil, nega que elas tenham colaborado com essa espionagem.)

Estes mapas revelados pelo Globo mostram como isso é feito: eles mostram a quantidade de dados trocada, respectivamente, com a Rússia e o Paquistão nos dias 4 e 5 de março deste ano. Repare que o Brasil se destaca nos dois mapas:

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Com o FAIRVIEW operante aqui, é possível coletar e-mails e registros telefônicos que trafeguem pelo Brasil. Por isso a coleta de dados é “constante e em grande escala” segundo os documentos vazados. Mas isso não significa que a NSA esteja especialmente interessada nos brasileiros: eles querem controlar a internet e ficar de olho em todos, e o Brasil é uma importante ponte para o resto do mundo.

Glenn Greenwald também levantou essa suspeita em uma entrevista. Para ele, o interesse da NSA é também ficar de olho em países como China e Irã:

“Não temos acesso ao sistema da China, mas temos acesso ao sistema do Brasil. Então estamos coletando o trânsito do Brasil não porque queremos saber o que um brasileiro está falando para outro brasileiro, mas porque queremos saber que alguém na China está falando com alguém na Irã, por exemplo.”

Há milhares de quilômetros de fibra óptica que conectam o mundo. Mas como explica Andrew Blum, autor do livro Tubos – lançado recentemente em português pela editora Rocco – da forma como está disposta, esta rede não é sempre descentralizada: por exemplo, o ponto central da infraestrutura física que compõe a internet dos EUA fica em uma cidadezinha chamada Ashsburn, e é controlado pela empresa Equinix. Ela atende diversos tipos de clientes, incluindo grandes sites (Facebook, Wikipedia) e operadoras de telefonia de todo o mundo. Para dominar a internet, a NSA precisa dominar esses hubs – e o Brasil é um deles.

Mas não é só isso.

Então quer dizer que o Brasil é apenas uma “ponte” para espionar nações que não se alinham com os EUA? Nada disso. Os americanos certamente têm um interesse enorme em ficar de olho no Brasil.

Parece que na última década, à medida que aumentava a incerteza quanto à sucessão de Fernando Henrique Cardoso, os EUA se concentravam em espionar o Brasil. Rubens Barbosa, embaixador do país em Washington, suspeita ter sofrido espionagem do governo americano em 2001, na véspera de uma visita do FHC aos EUA. E o governo brasileiro reconheceu, no mesmo ano, que os EUA comandavam um sistema de coleta de informações em todo o mundo, chamado Echelon.

Essa suspeita é levantada por Nikolas Kozloff, doutor em história da América Latina pela Universidade Oxford. Dado que os rumos da relação Brasil-EUA eram incertos quando Lula foi eleito, em 2002, imagina-se que os americanos teriam interesse redobrado em ficar de olho no país. De acordo com O Globo, havia uma estação americana de espionagem em Brasília pelo menos até 2002. Ela coletava informações de satélites do país, e era operada pela NSA e CIA.

Vale lembrar que o interesse (geo)político da espionagem não se restringe ao Brasil. Segundo outra reportagem d’O Globo com co-autoria de Glenn Greenwald, os EUA têm programas de espionagem em vários países da América Latina. Em março deste ano, a Colômbia se tornou prioritária para a NSA – foi quando morreu Hugo Chávez. Há também interesses econômicos: uma lista da NSA diz procurar segredos comerciais em “petróleo” na Venezuela e “energia” no México.

O governo brasileiro já se manifestou contra a espionagem americana. Um grupo interministerial, formado após as denúncias, vai se reunir em breve com representantes do governo americano em Washington, a fim de obter esclarecimentos sobre o caso.

O governo também pressiona o Congresso a aprovar o Marco Civil – projeto de lei que definirá os direitos e deveres na internet brasileira – mas com uma modificação: ele exige que certas empresas mantenham, em data center no Brasil, uma cópia dos dados pessoais de usuários brasileiros. Isso, como analisamos, pode ser problemático e ineficaz por diversos motivos.

Enquanto isso, Edward Snowden, que revelou o esquema americano de espionagem, continua em Moscou, com asilo temporário concedido pela Rússia. No início do mês, o Ministério das Relações Exteriores negou o pedido de asilo a Snowden. Após as revelações sobre o Brasil, senadores defenderam a concessão de asilo ao informante. Os presidentes da Bolívia, Venezuela e Nicarágua já ofereceram asilo a Snowden

 Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/internet/por-que-os-eua-estao-interessados-em-espionar-o-brasil?page=0

DISPOSITIVOS INTRAUTERINOS

ABORTO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

¿Es aceptable desde el punto de vista bíblico el uso de dispositivos intrauterinos como medio de planificación familiar?

¿Esta medida evita la implantación del óvulo fertilizado?
¿No es eso equivalente al aborto?

Boaz Adegu, Universidad de Nairobi, Kenya
Los dispositivos intrauterinos se utilizan para evitar la concepción. Cuando se los coloca directamente dentro del útero y se los deja allí durante cierto tiempo, provocan un leve proceso inflamatorio en el útero que evita, en la mayoría de los casos, la implantación de cualquier óvulo fertilizado en la pared del útero, impidiendo el embarazo. Para quienes piensan que la vida se inicia a partir de la concepción, esto resulta problemático, pues se le estaría negando vida a una “persona” y el caso podría clasificarse como “aborto”.

Sin embargo, al considerar este asunto, se deben tomar en cuenta el mecanismo que establece un embarazo viable. La concepción no es un evento aislado, sino un proceso formado por varias etapas. Cuando el espermatozoide ha depositado su material genético en el óvulo y el óvulo comienza a dividirse en una multitud de células, hay un espacio de tiempo en el cual el óvulo recibe el nombre de “pre-embrión”. En más del 50 por ciento de los casos, el pre-embrión es “abortado” sin intervención o métodos de control de natalidad. Simplemente pasa a través del cuerpo y nunca llega a implantarse.
El pre-embrión puede también implantarse en el útero, pero puede ser abortado espontáneamente más tarde en cuyo caso no se llega a establecer el embarazo.
Más aun, el pre-embrión no es diferenciable; su destino es indeterminado. Puede dividirse y producir dos o más pre-embriones, dotados cada uno de ellos con la capacidad de producir un embarazo viable y, por lo tanto, individuos separados. Como se ha demostrado en estudios con animales, dos pre-embriones (procedentes de dos óvulos fertilizados) pueden fusionarse y convertirse en uno solo. Por razón de las características no diferenciadas del pre-embrión, algunos opinan que todavía no es una “persona” y lo ven en forma diferente que en el caso de que fuera un embrión maduro, cuyas células se han diferenciado en lo que constituyen los precursores de los órganos humanos.

Muchos dan por sentado que la “pastilla” o “píldora” (anticonceptivo oral que contiene hormonas) actúa antes de efectuada la fertilización y por lo tanto no posa problema alguno, siendo que no causa un “aborto” temprano. Contrariamente a este concepto erróneo, los contraceptivos orales actúan de dos maneras. En primer lugar, evitan o reducen la ovulación (la liberación de óvulos de los ovarios). Sin embargo, es posible que aun así se liberen óvulos viables que pueden ser fertilizados por espermatozoides. En segundo lugar, los contraceptivos orales actúan también sobre los tejidos del útero evitando la implantación. Generalmente, no es posible saber cuáles de esas acciones han ocurrido durante un determinado ciclo menstrual. Si uno llega a la conclusión de que hay un problema moral en el uso de dispositivos intrauterinos, también tendríamos que llegar a la conclusión de que también hay un problema moral, en algunos casos, con los contraceptivos orales.

Habiendo considerado algunos aspectos de la fisiología de la concepción, sería conveniente señalar que los actos moralmente apropiados no deben basarse en fenómenos biológicos desconocidos o que son difíciles de entender. Yahshua enseñó que el pecado se inicia en la mente. En el contexto del aborto hay una enorme diferencia entre el deseo de limitar el número de hijos en la familia y la elección voluntaria de destruir un embarazo ya establecido. La decisión moral más importante empieza en la mente y la elección subsecuente no debe depender de complejos fenómenos fisiológicos.

ISAÍAS 9:6

POR VALDEMIRO

Isaías 9.6 “… e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

Deve-se observar, ao lermos este verso de Isaías, que os nomes judeus trazem uma mensagem; principalmente os nomes teofóricos, mas não necessariamente uma atribuição de identidade pessoal. É possível encontramos nas Escrituras vários nomes significativos como, por exemplo, Jeú (Yahweh, Ele o é), mas Jeú não era Yahweh; Eli (Meu Deus), mas certamente Eli não era o nosso Deus; Jeiel (Deus Consola), mas aquele homem não era o Deus que consolava e etc. Vale lembrar que traduzir os nomes em Isaías 9.6, não está errado, mas para uniformizar deveriam ter traduzido todos os nomes da Bíblia e então, se for legítimo o critério que vê em Is. 9.6 uma atribuição de deidade a Jesus, conheceríamos, por consequência um monte de candidatos a “Deus encarnado”, dentre eles Jeú, Eli, Jeiel e etc. Destaque-se que Jr. 33.16 diz que Jerusalém será chamada de “Yahweh é a nossa justiça”, mas essa afirmação não intenta dizer que a cidade de Jerusalém é o próprio Yahweh.

O nome “Deus Forte” que é um dos destaques dessa relação de nomes, comumente usado para dizer que Jesus é o próprio Deus, na verdade é tradução de “??? ????????” (El-Gibor), mas além do argumento exposto acima poderemos perceber que tais palavras não atribuem deidade a quem lhes é dirigida por outro motivo. Basta verificarmos Ez. 31.11 onde vemos que os tradutores não verteram a palavra “????” por “Deus” como fazem em Is. 9.6, ao ser atribuída ao rei de Babilônia; preferiram traduzir por “poderoso”. Caso semelhante também vemos em Ez. 32.21 quando lemos “Os poderosos entre os valentes lhe falarão desde o meio do Seol, …1 (ARA), “Os poderosos” é tradução de “????? ??????????” (Elei-Giborim = Deuses Fortes), plural da mesma expressão usada em Is. 9.6. Não precisamos dizer que essas palavras não são um atestado de deidade àqueles a quem foi direcionado o versículo de Ezequiel2, de igual modo não o é a Nosso Senhor Jesus Cristo aquela ocorrência em Isaías. Até porque se o nascido menino Jesus (um menino nos nasceu) fosse literalmente o Deus Forte, por quem teria sido abandonado 33 anos depois, na cruz, quando disse em Mt. 27.46: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. Aqui não se pode alegar que ele tenha sido abandonado pela hipóstase (pessoa) Pai, pois o versículo não diz “Pai meu”, mas “Deus meu” (a substância3).

Quanto ao nome “Pai da Eternidade” ou “Pai Eterno” como preferem outras versões, também precisa ser contextualizado, pois, além da questão das traduções dos nomes já abordada, a Bíblia não apresenta, em sentido divino, dois “pais”, mas apenas um, Deus, que é o Pai de Jesus, e, isso é dito por Ele mesmo, Mt. 23.9 “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”, e, o próprio credo atanasiano, trinitário, diz: “não confundido as pessoas nem dividindo a substância”. De modo que não pode haver dois “pais”. Jesus pode ser considerado como nomeado “Pai da Eternidade”, mas não no sentido ontológico como Deus é reconhecido como Pai, mas no sentido messiânico, que por sinal é o objetivo desse verso de Isaías, pois é por Ele que obtemos a eternidade, Rm. 6.23 “… o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.

É de se ressaltar também que o próprio nome Jesus (Yahweh é salvação) não era um nome inédito, tanto que é uma forma do nome Josué, e como tal é encontrado em At. 7.45, Hb. 4.8, onde lemos Josué, está no original grego Jesus (iesous). O apóstolo Paulo mesmo teve um colaborador de nome Jesus, conhecido como o justo, Cl. 4.11. Diga-se de passagem que El-Gibbor (Deus poderoso) é, curiosamente, mais usado pelos trinitarianos para dizer que o Filho de Deus é Deus, que seu próprio nome de nascimento, Jesus, mas isso sem dúvidas decorre do fato do nome Jesus ser mais comum na Bíblia que o nome “El-Gibbor”, como se este último desse um ar de distinção ao argumento, no entanto está provado que “El-Gibbor” além de não ser também inédito, não é atribuição de deidade a quem o possui. Assim, por mais de um motivo não há razão para afirmar igualdade entre Jesus e Deus por conta dos nomes naquele verso de Isaías. Quando dizemos que o nome Jesus é especial não estamos nos referindo ao anagrama formado pelas letras, mas o que Ele representa.

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1 A versão da Almeida Fiel traz: “Os mais poderosos dos fortes lhe falarão desde o meio do inferno…

2 Ainda em Ez. 31.12 encontramos ???? traduzido por governante o que parece estar em harmonia com aquele contexto que ao se refere a um rei. Se considerarmos que o Is. 9.6 também aponta para o futuro monarca, Jesus Cristo, então, cabe ali, com muita propriedade a tradução “governante forte”

3 Definir Deus como uma substância composta por hipóstases não é uma definição bíblica, mas uma arranjo teológico da era pós-apostólica para tentar justificar, ante as dificuldades que surgem quando analisada mais a fundo, a doutrina da trindade.

FONTE: http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=47

¿BEBIÓ YAHSHUA VINO KOSHER CON 11 GRADOS DE ALCOHOL PARA LA FIESTA DE PESAJ?

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Yahshua bebía vino, y eso puede chocar algunos “Hermanos”. Esa declaración  de que Yahshua usaba bebida alcohólica  fue hecha por el evangelista Billy Graham durante una convención de los bautistas del sur de los Estados Unidos, los mismos que promueven la ley dominical, hace algún tiempo. Que sepamos, esta aseveración nunca fue contestada; el silencio es sorprendente y chocante.

Los hechos, sin embargo, son estos: Yahshua produjo milagrosamente vino en las bodas de Canaán. La palabra vino, sin embargo, no implica necesariamente bebida fermentada. Significa apenas un producto de la viña. Se puede encontrar una analogía en el uso corriente de la palabra cidra, que tanto indica la bebida fuerte como la exenta de fermentación. Yahshua ciertamente se refería al vino no fermentado cuando dijo que “nadie pone vino nuevo en odres viejos”. En la Versión Septuaginta de la Biblia, la palabra hebraica para jugo de uva, TIROSH es traducida por lo menos 33 veces por la palabra griega ONIOS, vino, y el adjetivo “nuevo” no está presente. Oinos, por lo tanto, claramente puede representar un producto no fermentado en el pacto renovado.

Es inconcebible que nuestro Mashiaj, haya producido en Su primer milagro intoxicante, principalmente lo que representa el mayor oponente de la vida del Espíritu. “No se embriaguen con vino, pues eso será la perdición de ustedes. Al contrario, queden llenos del Espíritu de Yahweh” (Efesios 5:18; La Biblia Hoy). También no se puede admitir que haya preparado vino fermentado, esto es, corrompido, para las bodas de Canaán. El Mashiaj de la vida en ninguna hipótesis iría a producir algo que tuviese tal característica. Eso arruinaría el gran símbolo de la Comunión. “Ustedes anuncian la muerte de Yahshua ha Mashiaj”, dijo Pablo refiriéndose al vino tomado durante la fiesta de Pesaj (Santa Cena) (I Cor. 11:26). La muerte del Mashiaj difería de todas las otras muertes en razón de que Su cuerpo no sufrió “corrupción”. Su cuerpo, soma, no se volvió un cadáver, ptoma (Hechos 2:27-31). La palabra ptoma no es mencionada ninguna vez en las narrativas de la pasión y muerte de nuestro Salvador.

Descubrimientos hechos por la moderna Fisiología dejan perfectamente claro el contraste entre la copa de Yahshua Ha Mashiaj y la copa de los demonios! Nada podría tipificar más adecuadamente el poder de Yahshua que comunica vida en el trigo y la uva, alimentos considerados completos. El fruto de la vid contiene los delicados elementos que, en nuestros días, son considerados esenciales para la sobrevivencia y desarrollo del organismo. El contenido general de la uva es el siguiente: 2,8% de albúminas; 83,7% de carbohidratos; 1,2% de ácidos y extractos; y 2,3% de sales minerales. La fermentación destruye 98,5% de las albúminas, 98% de los carbohidratos, 47% de los ácidos y extractos y 76% de las sales minerales. La vida se agota. La soma de la uva se vuelve una ptoma, un cadáver líquido.

¿Podría Yahshua, el Mashiaj, haber fabricado una bebida destructiva al venir en la carne? En Su vida humana, hay dos momentos en que empleó Su poder creativo – al crear vino en Canán y al crear pan para alimentar a los hambrientos al pie de la montaña. ¿Habría creado El pan percán? ¿Habría creado peces podridos? ¿Habría creado vino fermentado? Sería increíble…

 

¿Qué decir de la recomendación de Pablo a Timoteo para que usase un poco de vino por causa de su estómago? Ningún remedio mejor podría ser indicado para ayudar a la digestión de Timoteo y resolver sus problemas estomacales (ver I Tim. 5:23) que el jugo de la uva. El azúcar contenido en la uva es una substancia que pasa directamente a la circulación sin requerir digestión. Fuera de esa substancia, favorable en esos casos, el alcohol también pasa inalteradamente a las células del organismo, destruyendo las defensas lipóides y demostrando afinidades letales, especialmente para los tejidos nerviosos. Así nuevamente tenemos el duelo entre la uva que transmite vida y el alcohol que transporta la muerte.

El alcohol reduce el calor orgánico. No tiene ningún provecho para la actividad, pues no puede ser utilizado para el trabajo muscular. En lugar de ayudar a la actividad, reduce el tiempo de reflejo en todos los sentidos. No tiene valor medicinal. Ha sido factor preponderante en todo tipo de enfermedades y es la única y directa causa en muchas de ellas, especialmente las de naturaleza mental. Acorta la vida conforme se demuestra por una cantidad de conclusiones de estudio.

 

Cómo podría Yahshua, en quien estaban todos los tesoros de la sabiduría, desconocer tales hechos? Cómo podría El llegar a fabricar y a hacer uso de vino fermentado? “El debe haber sido meramente un producto de Su época”! Es a ese problema teológico que nos lleva el mal empleo de la historia de Canán de la Galilea.

El vino que Yahshua proveyó para la fiesta de Canán, y que ofreció de el a los discípulos como símbolo de Su propia sangre, era el puro jugo de la uva. Fue Yahshua que, en la Torah, hizo esta advertencia al pueblo Israelita: “El vino es escarnecedor, y la bebida fuerte alborotadora; todo aquel que por ella es vencido, no es sabio” (Prov. 20:1). Fue El mismo que prescribió abstinencia a la madre de Sansón (Jueces 13:3-4,14). Yahshua no contradice Sus propias enseñanzas.

El Vino en el Antiguo Testamento.
Tres vocablos distintos son empleados en el Antiguo Testamento para designar tres especies de vino.

1.- Yayin – Gen. 9:21.-
Es el más usado, porque aparece nada menos que 140 veces. Esta palabra es empleada indistintamente sin considerar si el vino es fermentado o no.

 

2.- Tirosh – Deut. 12:17.-
Es empleado 38 veces. Al contrario de la palabra anterior, esta indica que el vino no es fermentado. Algunas veces es traducido como vino nuevo o mosto.

3.- Shekar – Prov. 31:6.-
Tiene el significado negativo y normalmente es traducida por bebida fuerte. Los escritores del Antiguo Testamento la emplearon 23 veces. “Dad bebida fuerte (shekar) a los que perecen, y vino (yayin) a los amargados de espíritu”.
Sería interesante hacer notar que en la Septuaginta (traducción del hebraico para el griego, hecha por setenta sabios judíos) la palabra “oinos” fue empleada para traducir las hebraicas Yayin y Tirosh, pero nunca para Shekar o bebida fuerte.

“Aarón y sus hijos, los sacerdotes, fueron estrictamente prohibidos de beber vino o bebida fuerte al entrar en el tabernáculo para ministrar delante de Yahshua (Lev. 10:9). Los nazareos eran igualmente prohibidos de usar vino mientras estuviesen debajo del voto (Num. 6:3,20; confiera con Jue. 13:4-7). Los recabitas vivieron un ejemplo digno de notar de abstinencia permanente de vino, adhiriendo estrictamente al mandamiento de su ancestral, Jonadab, para abstenerse de él (Jer. 35:2, 5, 8, 14). El libro de Proverbios está repleto de advertencias contra la indulgencia con el vino y las bebidas fuertes (Prov. 20:1; 21:17; 23: 30-31; 31:4, etc.). El vino se burla de aquellos que lo usan (Prov. 20:1), y los recompensa con ayes, dolores, luchas y heridas sin causa (Prov. 23:29-30). “Al final morderá como una serpiente, y picará como un basilisco” (verso 32). El profeta Isaías declaró: “Ay de los que son héroes para beber vino, y valientes para mezclar bebida (Isa. 5:22). Daniel y sus compatriotas dieron un digno ejemplo al recusarse a beber el vino del rey (Dan. 1: 5, 8, 10-16). Al ayunar posteriormente, Daniel se abstuvo de carne y de vino (Dan. 10:3).

Vino en el Pacto Renovado (Nuevo Testamento).
Las referencias al vino en esta segunda parte de la Biblia son más escasas que las que encontramos en el Antiguo Testamento. Los escritores del Pacto Renovado (Nuevo Testamento) también emplearon tres vocablos griegos, que pueden ser traducidos para nuestra lengua por vino.
1.- Oinos
Es la más usada de las tres. Aparece 36 veces. Tiene el mismo significado de Yayin en el hebraico y la Septuaginta también la traduce como Tirosh.

2.- Síkera 
Esta palabra aparece apenas una vez en Luc.1:15 donde dice que “Juan Bautista no bebía vino (Oinos) ni bebida fuerte (Síkera)”.

 

3.- Gléukos 
Esta palabra también aparece una única vez en Hechos 2:13 donde dice que “otros burlándose decían: están llenos de mosto (Gléukos)”.

El Vino Usado por Yahshua en la Última Cena.-
Podemos afirmar con certeza absoluta que el vino usado por Yahshua en esta ocasión no era fermentado. Esta afirmación es concluyente de la Biblia por lo siguiente: En la ceremonia de la Pascua no debía haber fermento en ningún compartimiento de la casa, ya que este es el símbolo del pecado. Si los panes ázimos no contenían ningún fermento, como el propio nombre lo indica, es fácil concluir que el vino también no podía contener fermento. La lectura de los siguientes pasajes nos llevan a esta conclusión: Gen. 19:3; Exo. 13:6-7; Lev. 23:5-8; Luc. 22:1. Tanto el vino de la cena como el de las bodas de Canaán de la Galilea no era fermentado, porque Yahshua jamás aceptaría usar aquello que tan fuertemente es condenado en la Biblia.

Todos los seguidores de Yahshua Ha Mashiaj devén conservan la costumbre de usar vino sin fermento para simbolizar la sangre de Yahshua, ofrecida por nosotros en la cruz, para remisión de nuestros pecados.

 

Moreh Ahmed Nahr Wadi
Kehilah El Remanente De Las Sendas Antiguas

FONTE: http://ahmedministerio.org/blog/el-vino-kosher-y-pesaj/#ixzz2baiEd1wt

A QUE SITUAÇÃO CHEGOU A “MENINA DOS OLHOS DE DEUS”!

Ainda nos dia de sua profetisa, ao ponto de ela escrever:

“A igreja está na condição laodiceana. A presença de Deus não está no meio dela”. Notebook Leaflets, vol. 1, pág. 99. Eventos Finais, pág. 49.

Que lástima! E isso, há mais de um século, muito antes de a iasd assinar o pacto de amizade com a icar, aceitar o dogma romano da trindade duas décadas antes parta viabilizar o pacto,….

Quem assume o lugar quando a presença de Deus se retira?

POR QUE O ADVENTISMO VIVE SEU ÚLTIMO DESAPONTAMENTO E UM POUCO DO MEU DESAPONTAMENTO QUANDO ESTIVE NESSA CORPORAÇÃO RELIGIOSA

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“O povo judaico acariciava a ideia de que eles eram os favoritos do céu, e que sempre deveriam ser exaltados como igreja de Deus…  Mas por suas vidas de infidelidade estava se preparando para a condenação do céu e para a separação de Deus.”

“Eles rejeitaram a Luz do mundo, e daí em diante a vida deles foi cercada por trevas como as trevas da meia-noite. A destruição predita veio sobre a nação judaica. … Jerusalém foi destruída, o templo ficou em ruínas e o seu sítio arado como um campo” – PJ, pp. 276-296.

“Vagarosa e tristemente, Cristo, com os Seus discípulos, deixou para sempre o recinto do Templo. Spirit of Prophecy, vol. 04, p. 46.2.

Como reformadores, elas haviam saído das igrejas denominacionais, mas desempenham agora uma parte semelhante à que desempenharam as igrejas. Tínhamos a esperança de que não haveria necessidade de outra saída. Embora nos esforcemos por “preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”, não deixaremos, pela pena e pela voz, de protestar contra o fanatismo”. The Ellen G. White 1888 Materials, págs. 356 e 357.

“Cristo diz o seguinte daqueles que se ufanam de sua luz mas não andam nela: “Por isso Eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós outros. E tu, Cafarnaum [adventistas do sétimo dia que tiveram grande luz], que te ergues até aos céus [com referência a privilégios], serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.” Review and Herald, 1º de agosto de 1893. Eventos Finais, p. 48.

Jerusalém é uma representação do que a igreja será se recusar caminhar na luz que Deus tem dado” Testimonies, vol. 08, p.67.

Inicio dando mil graças e louvores a Deus por Ele e Seu divino Filho terem me dado, há nove anos, tão grande libertação de um sistema religioso que um dia foi puro, mas se corrompeu como o Judaísmo e outros sistemas religiosos.

Tenho hoje 59 anos. Nasci em 1954 e, em dezembro de 1963, com nove anos de idade, fui batizado na iasd Central de Juazeiro, BA.

pq_adventismo_vive_seu_ultimo_desapontamento[1] Leia a matéria completa neste arquivo .doc.

http://doczz.com.br/doc/694055/por-que-o-adventismo-vive-seu-%C3%BAltimo-desapontamento-e-um-…

IDOLATRIA DA IGREJA PROTESTANTE (??)

IDOLATRIA

ASSIM DIZ O SEGUNDO MANDAMENTO DA LEI DE DEUS, O DECÁLOGO:
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito

http://www.adventistas.com/setembro2000/dedicacao.htm

http://www.arquivoxiasd.com/parte1.htm

a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:4-6.

PERCEBA QUE SÃO DUAS ORDENS DE DEUS, EXPLÍCITAS NO MANDAMENTO.

LOGO, É PECADO, É TRANSGRESSÃO DA LEI DE DEUS, NÃO SÓ ADORAR, VENERAR, TÊ-LAS EM ALTO VALOR, AS IMAGENS DE ESCULTURAS, MAS, TAMBÉM, FAZÊ-LAS!

DESENHOS DE DEUS E DE CRISTO, OS QUAS NUNCA VIMOS, DEVE SE CONSTITUIR PECADO.

VEJA NO LINK A SEGUIR A IDOLATRIA DOS EVANGÉLICOS, PROTESTANTES. PROTESTANTES?????http://insurgenciacrista.no.comunidades.net/index.php?pagina=1011912634

MATEO 24 Y EL APOCALÍPSIS

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Escrito por Moreh Ahmed

Las palabras tan contrastantes de Yahshua sobre el templo de Yahweh y su ciudad culminaban, en cierta forma para el Israel antiguo, los tantos anuncios proféticos que desde la antigüedad Yahweh había enviado acerca del “día del Mashiaj”. Ese día de juicio los profetas lo anticiparon para con las ciudades de sus días, cuyos pecados llegaban a un punto que rebasaban la paciencia divina. Sus ruinas fueron microcosmos ilustrativos del juicio que tendría lugar, en el fin del mundo, en el macrocosmos global y planetario, cuando los mismos pecados que las habían causado pasasen a ser la nota tónica del mundo entero.

Esto entendían también los discípulos de Yahshua. Al ser testigos de la venida del Mashiaj prometido, pensaban que si había todavía un día de juicio para volver a destruir Jerusalén, debía ser el mismo día que traería a Yahshua de los cielos para terminar con este mundo de pecado. Por eso le preguntaron, momentos más tarde, “¿cuándo serán estas cosas, y qué señal habrá de tu venida, y del fin del mundo?” (Mat 24:3). Y cuando más tarde Yahshua ascendió a los cielos, confirmando su promesa de volver, volvieron a preguntarle: ‘¿Restituirás el reino a Israel en este tiempo?” (Hech 1:6).

  1. 1.      Microcosmos del fin

“‘Maestro, mira qué piedras y qué edificios (Mar 13:1 [Luc 21:5: “adornado de hermosas piedras y dones”]), atinó a decirle uno de ellos. Pero los sentimientos del Mashiaj estaban muy lejos de la vanagloria humana que tanto agrada a los mortales. Para sorpresa de todos, Yahshua le respondió: “‘¿Ves estos grandes edificios? No quedará piedra sobre piedra que no sea derribada’” (Mat 13:1-2).
¿En qué consistía el “día de Yahshua”, según los antiguos profetas? En un día amargo, de ira (Ez 22:24; Lam 2:22), de angustia (Isa 13:6ss; 19:16; Jer 30:5-7; Joel 1:16; Abd 12-15), de castigo, venganza, ruina y desolación (Isa 34:8; 63:4; Jer 46:10; 47:4; 50:27-28), de tinieblas y oscuridad (Eze 30:2-3), “de guerra contra las ciudades fuertes y las altas torres” (Sof 1:14-15; Am 5:18-20).

¿Qué es lo que Yahweh castigaba en aquellos prototipos pequeños del día final?

Ese día del Eterno, según Isaías, debía abatir “la altivez de los ojos del hombre”, y humillar “la soberbia de los hombres”, para que sólo Yahshua fuese exaltado (Isa 2:11-12; 14:12-13; Jer 50:29-32). De allí que la destrucción apuntaba mayormente a los símbolos de la arrogancia humana tal como se veían patentados “sobre toda torre alta, y sobre toda muralla fortificada” de sus ciudades (Isa 2:15). ¡Cuán vanos resultaban entonces tales escudos humanos detrás de los cuales procuraban parapetarse, sin buscar refugio en el único lugar seguro que Yahweh ofrece! (Sal 27:5; 31:19-23; 36:7-8; 91).
A lo largo de los siglos Yahweh usó el mismo método para referirse al fin del mundo a través de juicios locales y correspondientes a una sola nación o ciudad. La caída del “ícono máximo del capitalismo mundial” (Clarín, 17 de octubre, 2001), tampoco fue el fin, sino un preludio o anticipación del fin. Fuera del diluvio universal y del fuego final, no hay ningún macrocosmos que hubiese estado predicho a través de los microcosmos de los pueblos antiguos. Desde ese pequeño mundo palestino al que le estaba llegando también su hora, Yahshua quería llevar a sus discípulos a realidades universales.

  1. 2.     Hacia el macrocosmos

Siempre hubo guerras, pestes, hambres y terremotos (Mat 24:6-7). Pero cuando tales tragedias típicas de un mundo en pecado se multiplicasen y adquiriesen dimensiones universales, entonces sabríamos que el fin estaría cerca (v. 6úp,8).

¿Cómo sabemos que estas palabras de Yahshua se cumplen hoy?
No es necesario bautizar el siglo que pasó con nombres nuevos, ya que todos, crédulos e incrédulos cuentan la tragedia de dos guerras mundiales, lo que no ha sido sino “principio de dolores” en relación con los sucesos finales.
Desde un mismo principio los discípulos de Yahshua tuvieron que padecer persecución, pero el aborrecimiento del cual se harían objeto por llevar el Nombre de Yahshua sería universal (v. 9), como universal debía ser también la predicación del evangelio (v. 14). Hoy estamos llevando el Nombre de Yahshua “a toda nación, tribu, lengua y pueblo” (Apoc 14:6), pero “la ira de las naciones” (Apoc 11:18) está todavía contenida (Apoc 7:1-3), esperando ser suelta para la última tribulación (Apoc 12:17).
Entonces vendrá el fin, “y todas las naciones de la tierra se lamentarán”, mientras que Yahweh enviará a sus ángeles para juntar “a sus elegidos de los cuatro vientos, desde un extremo del cielo hasta el otro” (Mat 24:30-31). Sí, el relámpago que ilustra la naturaleza visible de la venida del Mashiaj no se mostraría en Jerusalén ni en el pequeño mundo de Judea, ni “en las cámaras” o lugares cerrados y ocultos (v. 23,26), sino en una dimensión mundial, “del oriente al occidente” (v. 27). Ya que todos estarían entonces confrontados con el segundo y último macrocosmos de destrucción del planeta, equivalente en su proyección de inmoralidad y castigo universales al primero (Mat 24:37-39). Por esa misma razón, el juicio final no estaría confinado a Jerusalén, Roma o algún otro lugar, sino que comprendería a “todas las naciones” (Mat 25:32).
Siempre hubo engaño en materia religiosa.  Falsos profetas (v. 4-5,11), a quienes el diablo engaña para que engañen. Pero ese tipo de engaño se multiplicaría en forma especial en la época del fin (v. 11), con manifestaciones de engaño mayores que lo común que sacudirían, inclusive, a los mismos escogidos (v. 24; 2 Tes 2:9-12). Libre de los prejuicios y limitaciones nacionalistas que compartió con los demás discípulos al principio, Juan puede describir 60 años más tarde la extensión universal de ese engaño, advirtiendo que abarcaría a “los habitantes de la tierra” (Apoc 13:14), y a los gobernantes “de todo el mundo” (Apoc 16:13-14).

  1. 3.     La “abominación asoladora” (Mat 24:15)

Volviendo al microcosmos que preocupaba especialmente a sus discípulos, Yahshua les anticipó que la imposición de los estandartes idolátricos paganos sobre el predio contiguo al templo, algo abominable para los judíos, sería la señal que permitiría al Pueblo de Yahweh saber exactamente cuándo debían abandonar no sólo Jerusalén, sino también las regiones circundantes (Mat 24:16-18). En su huida debían evitar ser atrapados por sus compromisos comerciales o sociales (véase Luc 21:34-36), no fuese que les pasase lo que le pasó a la mujer de Lot (Luc 17:32-33). Siendo que no debían preocuparse por salvar lo que pudiesen de sus pertenencias (v. 17-18), el Adon les aconsejó orar para que su huida no se diese ni en sábado ni en invierno (v. 20).

¿Cuál de las abominaciones mencionadas por Daniel se refirió Yahshua?
Siendo que Dan 11:31 y 12:11 rinden “abominación” en singular, como en Mat 24:16, algunos han pensado que Yahshua se refiió a uno de esos dos pasajes, o a ambos. El contexto de la destrucción del templo literal de Jerusalén tiene que ver, sin embargo, con Dan 9:26-27. Después de la última semana profética que correspondía a los judíos (v. 24), después de la muerte de su Mashiaj a la mitad de esa semana en que el sacrificio regular perdería toda validez celestial (v. 25-26), vendría el asolador que traería las “abominaciones” hasta que la ruina decidida cayese sobre el asolador (v. 27). Es obvio que esas “abominaciones” se refieren no sólo a la invasión romana que destruyó el templo, sino también a la otra que vendría después sobre el pueblo del nuevo pacto bajo la Roma cristiana apóstata.
Captando, sin duda, que algunos podrían confundirse con respecto a las dos diferentes abominaciones de las que habló Daniel, Yahshua agregó: “el que lee, entienda”. Siendo que esa expresión la usó el Adon cuando habló en parábolas (Mat 15:10,15-17; Mar 7:14-18), uno podría inferir que al señalar la abominación sobre la Jerusalén terrenal, el Adon quiso que se la entendiese como parábola o símbolo de la abominación que sería puesta en medio de la Kehilah, tal como las otras dos declaraciones de Daniel lo habían anticipado (11:31; 12:11; véase 2 Tes 2:3-4). Esa abominación, desde que fuese implantada en forma oficial en el cristianismo, duraría 1290 días años y causaría una tribulación que se extendería por 1260 días años (Dan 7:25; Apoc 11:2-3; 11:6,14; 13:5). Véase A. R. Treiyer, The Day of Atonement. From the Pentateuch to Revelation (Siloam Springs, 1992), 339-346.

Captando la similitud de los dos eventos, el de la Roma pagana sobre la Jerusalén terrenal y el de la Roma papal sobre la Jerusalén espiritual (Apoc 11:2), varios intérpretes han visto también en Dan 11:31, durante la mayor parte del S. XX, esa doble dimensión. Sin embargo, hacia fines del S. XX, como resultado de estudios sobre hermenéutica (interpretación) bíblica, los teólogos pudieron distinguir entre las profecías condicionales que pueden tener una doble dimensión, y las profecías apocalípticas que no son condicionales y que, por consiguiente, no dan margen a una doble o triple interpretación. Dan 11:31 y 12:11 son vistos (como antes, pero ahora en forma exclusiva como algunos también los habían visto antes), como referencia a la Roma medieval, la única que fue enmarcada con fechas proféticas (Dan 7:25; 12:11; Apoc 11:2-3; 14:6,14; 13:5).
En el sermón profético de Yahshua, sin embargo, no hay fechas proféticas. Su visión apocalíptica fue adaptada a la comprensión de sus discípulos, con el propósito de llevarlos del microcosmos de sus días al macrocosmos del fin.

  1. 4.     La “gran tribulación” (Mat 24:21,29)

El hecho de que algunos eventos estuviesen fusionados en el discurso de Yahshua, no significa que su discurso careciese de orden. Cristo anunció entonces “algunos de los acontecimientos más importantes de la historia del mundo y de la iglesia desde su primer advenimiento hasta su segundo; a saber, la destrucción de Jerusaén, la gran tribulación de la iglesia bajo las persecuciones paganas y papales, el obscurecimiento del sol y de la luna, y la caída de las estrellas. Después, habló de su venida…”,. Correspondía ir, sin embargo, a las profecías de Daniel y Apocalipsis para determinar a cuál de esas dos tribulaciones, la pagana y la papal, se refirieron mediante fechas proféticas.
Después de describir la destrucción de Jerusalén, Yahshua pasa a referirse a la “gran tribulación” medieval que llevó a los papas a exterminar a millones de personas que se le opusieron a lo largo de los siglos.
“Entre estos dos acontecimientos [la destrucción de Jerusalén y la 2da. Venida], estaban abiertos a la vista de Yahshua largos siglos de tinieblas, siglos que para su iglesia estarían marcados con sangre, lágrimas y agonía. Los discípulos no podían entonces soportar la visión de estas escenas, y Yahshua las pasó con una breve mención. ‘Habrá entonces grande aflicción [tribulación] dijo cual no fue desde el principio del mundo hasta ahora, ni será… Durante más de mil años iba a imperar contra los seguidores de Yahshua una persecución como el mundo nunca la había conocido antes. Millones y millones de sus fieles testigos iban a ser muertos…”,.

De un autor católico moderno leemos la siguiente confesión: “Comparado con la persecución” medieval, “la persecución de los cristianos por los romanos en los primeros tres siglos después de Yahshua fue un procedimiento suave y humano… Debemos colocar la Inquisición… entre las más oscuras manchas en el registro de la humanidad, pues revela una ferocidad desconocida en ninguna bestia”. “La crueldad y la brutalidad fueron aparentemente más frecuentes en la Edad Media que en ninguna civilización antes de la nuestra”, W. Duran, The Age of Faith, 784, 829.

Tres tribulaciones apocalípticas

Tanto Daniel como Juan en el Apocalipsis hablaron de tres tribulaciones que tendrían que ver con Roma en su fase pagana (primera) y papal (las dos restantes). De la persecución romana de los césares paganos se refirió Juan en Apoc 1:9, cuando se consideró a sí mismo compañero “en la tribulación” de los miles de cristianos que sufrían bajo el yugo imperial. También se refirió Yahshua a esa tribulación que sufrieron los apóstoles bajo el poder opresor de Roma y de las naciones que gobernaban bajo su autoridad en Mat 24:9-10. De la segunda tribulación, la que está enmarcada en fechas cuyo cumplimiento histórico está confirmado en forma asombrosa, se refirió Yahshua más específicamente como “gran tribulación”.
Daniel habló del poder intolerante que la causó, el papado romano, en términos de duración que se extendería por “tiempo, tiempos y la mitad de un tiempo” (7:25; 12:6-7), es decir, por 1260 días años, según la confirmación adicional de Juan (Apoc 11:2-3; 12:6,14; 13:5).
En referencia a los sucesos del tiempo del fin que se verían enmarcados por el juicio investigador previo, el aumento de la ciencia, la angustia o tribulación final y la liberación del pueblo de Dios (Dan 12:1-4), uno de los ángeles preguntó al varón vestido con el ropaje sacerdotal del Día de la Expiación: “¿Cuándo se cumplirán estas cosas extraordinarias?” (v. 5-6). La palabra “cosas extraordinarias” o “maravillas” es la traducción de la raíz hebrea pele’, fácil de recordar por el mundo del deporte debido a un jugador famoso a quien apodaron con una pronunciación equivalente. Aparece 16 veces en la Biblia hebrea, y se refiere a cosas maravillosas o sorprendentes no sólo desde una perspectiva positiva, sino también, y a menudo, negativa. Así, se describen los juicios de Yahweh mediante ese término que se dan, por ejemplo, con la destrucción de una ciudad o de un imperio (Ex 15:11; Isa 25:1-2), o mediante “un prodigio grande y espantoso” (Isa 29:14). La justicia de Yahweh revelada en tales juicios es algo extraordinario también (Sal 88:12 [13]).
“Todo eso” [kol ’eleh], referente a todo lo que ocurriría en el “tiempo del fin”, “se cumplirá” según escuchó Daniel, “cuando se acabe de quebrantar el poder del pueblo santo”, luego de “un tiempo, dos tiempos y la mitad de un tiempo” (Dan 12:7). En otras palabras, eso tendría lugar luego de la “gran tribulación”. Pero entonces Daniel intervino y preguntó: “Adon mío, ¿cuál será el fin de estas cosas [’eleh]? (v. 8). Se le respondió que su comprensión estaba sellada para “el tiempo del fin”.
Nuevamente el Malah ángel le refiere la gran tribulación que purificaría mediante el horno de la aflicción a los que pasasen por ella (v. 10; cf. 11:35; Apoc 6:9-11). 1290 días-años duraría la “abominación asoladora” y el quitamiento del “continuo” (v. 11), todo lo cual precedería al juicio final. “Feliz el que espere y llegue” al día en que en el cielo se iniciase el juicio investigador, al cabo de 1335 días-años, cuyo propósito sería vindicar a los santos y darles el reino (v. 12). También Daniel se levantaría entonces, luego de ese juicio, “para recibir” su “herencia” (v. 13; cf. 7:22).

Interpretaciones futuristas que tienden a confundir.
En años recientes, algunos han querido vincular los 1290 días años y los 1335 días años de Dan 12:11-12 con el fin del tiempo de gracia y la 2da. Venida de Yahshua o algo relacionado con esos eventos finales. Para ello han interpretado los días en forma literal, sin relación con años. Pero esa interpretación carece de consistencia porque se contradice con el principio bíblico de “día por año” para las profecías apocalípticas, claramente confirmado por la exégesis bíblica así como por su cumplimiento histórico.
Por otro lado, las profecías fechadas no tienen doble cumplimiento, en relación con épocas distintas. Los 400 años de cautividad israelita en Egipto no volvieron a cumplirse. Los 70 años de cautividad en Babilonia tampoco volvieron a cumplirse. Las 70 semanas de Dan 9 no volverán a tener cumplimiento. Tampoco los 1260, 1290, 1335 y 2300 días años que ya se cumplieron en la historia y no debe esperarse un doble cumplimiento para el futuro. Los que en nuestras filas han intentado poner para el futuro lo que ya se cumplió, se basan en una declaración del Espíritu de Profecía sin tener en cuenta las numerosas declaraciones que dio para negar que habría un espacio enmarcado en tiempo que se daría luego de 1844 (véase Apoc 10:7).
“Así como el sitio de Jerusalén por los ejércitos romanos fue la señal para que huyesen los cristianos de Judea, así la asunción de poder por parte de esta nación [los EE.UU], con el decreto que imponga el día de descanso papal, será para nosotros una amonestación. Entonces será tiempo de abandonar las grandes ciudades, y prepararnos para abandonar las menores en busca de hogares retraídos en lugares apartados entre las montañas”.
Que tanto los estandartes romanos idólatras en tierra santa como la imposición de un falso día de reposo que no honra a Yahweh conforme a lo que él indicó en sus mandamientos sean una “abominación”, aunque ella no lo mencione aquí, no es algo que necesite discutirse. Pero, ¿hay algo que nos permita vincular esta declaración suya con el período de abominación mencionado en Dan 12:11? De ninguna manera. Para hacerlo, tendríamos que pasar por encima de muchas otras declaraciones suyas que fueron terminantes con respecto a algún tipo de fecha futura.
Nuestra interpretación de Apoc 10:7 sigue en pie. El pasaje no dice que el tiempo seria corto, según algunas versiones han tratado de traducirlo, sino que “el tiempo [profético] no será más”.
“Este tiempo, que el Ángel declara con un solemne juramento, no es el fin de la historia de este mundo, ni del tiempo de prueba, sino del tiempo profético que debía preceder a la venida del Mashiaj Yahshua. Esto es, la gente no tendrá otro mensaje sobre tiempo definido (Apoc 10:4-6). Después de este periodo de tiempo que llega de 1842 a 1844, no puede haber una delineación definida de tiempo profético.
“Algunos tomarán la verdad que se aplica a su tiempo y la colocarán en el futuro. Acontecimientos de la secuencia profética que se han cumplido en el pasado son colocados en el futuro, y así es como, a causa de esas teorías, se debilita la fe de algunas personas. Según las instrucciones que al Mashiaj le ha complacido darme, Ud. esta en peligro de llevar a cabo la misma obra al presentar a otros verdades que ya tuvieron su lugar y realizaron su obra especifica para ese tiempo en la historia de la fe del pueblo de Yahweh. Ud. acepta como verdaderos estos hechos de la historia bíblica, pero los aplica al futuro. Todavía mantienen su fuerza en su lugar debido en la cadena de los acontecimientos que nos han convertido en el pueblo que hoy somos, y como tales deben presentarse a los que moran en las tinieblas del error,”.

5. Las señales estelares de la cercanía del fin.
La tendencia al futurismo que se manifiesta en procurar empujar hacia adelante lo que ya se cumplió en relación con la “gran tribulación” medieval a la que se refirió Yahshua, conduce a otro problema que algunos han querido también introducir en el Pueblo de Yahweh, ya tocando los bordes del tercer milenio. Si la tribulación a la que se refirió Yahshua es la final que se da al concluir el juicio celestial (Dan 12:1), no la que debía preceder a su inicio, entonces el gran terremoto de Lisboa en 1755, el día oscuro en 1780, y la caída de las estrellas en 1833, todos precediendo al juicio que comienza en el cielo en 1844 (Dan 8:14), no tuvieron nada que ver con lo que anunció el Mashiaj y lo confirmó en el sexto sello en el Apocalipsis (Apoc 6:12-13).

¿En qué quedaría la historia del Pueblo de Yahweh, bajo una interpretación tal?
Cualquiera puede imaginárselo.
Es cierto que en el Antiguo Testamento Yahweh dio señales estelares en relación con los microcosmos del fin (Joel 2:30-31).
La destrucción de Jerusalén en el año 70 fue precedida también por señales estelares macabras que presagiaban el fin.
“Aparecieron muchas señales y maravillas como síntomas precursores del desastre y de la condenación. A la medianoche una luz extraña brillaba sobre el templo y el altar. En las nubes, a la puesta del sol, se veían como carros y hombres de guerra que se reunían para la batalla… Temblaba la tierra…”.
El anuncio de Yahshua, así como el que confirmó a Juan, debía darse luego de la “gran tribulación” del quinto sello (Mat 24:21,29; Apoc 6:9-10). Aunque el período de tribulación culminaba, según Daniel y Juan, en 1798 (1260 días años), con el juicio al papado romano cuyo poder político recibió un golpe mortal (Apoc 13:3), la tribulación o persecución o angustia que había causado el papado romano durante tanto tiempo había sido acortada por misericordia divina. Inmediatamente después de esa persecución que fue acortada antes de recibir su golpe mortal, se darían las señales estelares.
“La persecución contra el Pueblo de Yahweh no continuó durante todos los 1260 años. Yahweh, usando su Gran misericordia con su pueblo, acortara el tiempo de tan horribles pruebas. Al predecir la ‘gran tribulación’ que había de venir sobre su Pueblo ( todos los que le aman y obedecen sus mandamientos), el Salvador había dicho: ‘Si aquellos días no fuesen acortados, ninguna carne sería salva; mas por causa de los escogidos, aquellos días serán acortados’ (Mat 24:22). Debido a la influencia de los acontecimientos relacionados con la Reforma, las persecuciones cesaron antes del año 1798”.
“Después de describir el largo período de prueba por el que debía pasar su pueblo, es decir, los 1260 años de la persecución papal, acerca de los cuales había prometido que la tribulación sería acortada, el Salvador mencionó en las siguientes palabras ciertos acontecimientos que debían preceder su venida y fijó además el tiempo en que se realizaría el primero de estos” (cita Mar 13:24). Los 1260 días, o años, terminaron en 1798. La persecución había concluido casi por completo desde hacía casi un cuarto de siglo. Después de esta persecución, según las palabras de Yahshua, el sol debía obscurecerse”.
¿Debía el terremoto del sexto sello considerárselo como el más grande de la historia? En absoluto. Una de las señales de la cercanía del fin tendría que ver con un incremento de “terremotos en diversos lugares” (Mat 24:7). Pero uno de ellos, descrito como “un gran terremoto” (Apoc 6:12), daría inicio a las señales relativas al “tiempo del fin”. Ninguno de los terremotos que se dieron en China o en la India, Chile fueron seguidos por el oscurecimiento de un día y la lluvia de meteoros predicha. Las señales debían ser enviadas a los discípulos del Mashiaj, es decir, a quienes iban a entenderlas, en el mundo.
Lo mismo puede decirse del oscurecimiento del sol, cuya causa no se conoce plenamente aún. No hay testimonios históricos de incendios de bosques que se hubiesen dado en el lugar del oscurecimiento, de tal magnitud como para abarcar tanto territorio como el que presenció ese evento. Tampoco debía esperarse que la lluvia de meteoros fuese causada por eventos sobrenaturales, ni tampoco debía esperarse que no volviesen a repetirse. Claro está, el orden de los eventos y el efecto causado no iban a ser igualados.
Según el Apocalipsis, habría un terremoto final que destruiría todas las construcciones de los hombres, en la última plaga, sepultaría islas y barrería con todas las montañas (Apoc 6:14; 16:18-20). Es el mismo terremoto final que cierra todas las series apocalípticas, no el que las inicia (Apoc 8:5; 11:19; 16:18-20). No se daría como señal precursora para que levantemos nuestras cabezas, sabiendo que nuestra “redención está cerca” (Luc 21:28). Tendría lugar en el mismo fin, luego que el cielo se enrollase (o corriese) “como un pergamino” para que desde la tierra pudiese verse venir Yahshua Ha Mashiaj en toda su gloria (Apoc 6:14), y los impíos clamasen a los montes y a las rocas que caigan sobre ellos, algo que Maestro cumplirá (v. 15-16).
En otras palabras, ninguna otra señal cósmica del Apocalipsis reservada para el fin mismo, puede relacionarla con las preliminares que aparecen al iniciarse el 5to. sello, luego de la gran tribulación medieval de la que advirtió Yahshua en su sermón profético. Con respecto a la serie de eventos cataclismos que concluirían cada serie, estos acontecimientos los ubico en el fin también, no como señal precursora, sino como culminación de las séptuples series proféticas del Apocalipsis.
La tierra esta llena de transgresión. Las voces de los que habían sido sacrificados a la envidia y odio humanos estarán clamando bajo el altar por retribución [referencia al 5to. sello]. Todo el cielo esta preparado para ir, a la voz de Yahweh, en socorro de sus elegidos. Una palabra de él, y los relámpagos del cielo caerán sobre la tierra, llenándola con fuego y llamas. Pero Yahweh tenía que hablar, y habrían habido truenos y relámpagos y terremotos y destrucción”.

Contrastes entre la tribulación medieval y la final.
Llama la atención a la manera en que Yahshua se refirió a la tribulación medieval. Por su extensión y crueldad, algo confirmado en la historia humana, según ya vimos, esa tribulación sería única, “como nunca hubo desde el principio del mundo, ni habrá después” (Mat 24:21). Daniel se refirió con términos equivalentes, sin embargo, a la tribulación final que será corta, y en donde los poderes de este mundo no podrán prevalecer como sucedió durante la gran tribulación medieval (Dan 7:25; Apoc 13:7). “En aquel tiempo se levantará Miguel (Yahshua), el gran Príncipe que se pone de pie por tu pueblo. Y será tiempo de angustia, cual nunca fue desde que hubo gente hasta entonces. Pero en ese tiempo será librado tu pueblo, todos los que se hallen escritos en el libro” (Dan 12:1).
Es indudable que esa tribulación que sucede al juicio y a las señales del fin, es también única pero por motivos diferentes. Es la tribulación que se dará no sólo porque los redimidos de la última generación tendrán que permanecer en pie ante los poderes de este mundo que procurarán destruirlos a menos que una marca les sea impuesta (Apoc 13:4,15-17), sino también por tener que permanecer en pie ante la ira del Cordero, con el fallo de la corte celestial ya tomado y en espera a conocer su resultado (Apoc 6:17-18; 14:9-12).

Conclusión
¿Cuántas señales quedan por cumplirse para que venga El Mashiaj? ¡Casi todas se han cumplido! Sin embargo, los vientos de las pasiones humanas, de la persecución o tribulación final, siguen contenidas (Apoc 7:1-2). La tormenta está lista para estallar. Pero por misericordia a quienes deben ser sellados, Yahweh sigue estirando el tiempo de oportunidad (v. 3). ¡Cuánta paciencia divina! ¡Cuánta misericordia!
La última señal que se dará antes que expire el tiempo de gracia será la imposición de la “marca de la bestia” (Apoc 13:15-18). La siguiente tendrá que ver con la primera plaga del Apocalipsis. Y la última señal que se dará del fin mismo será la nube que envuelve al Salvador.
“Pronto aparece en el este una pequeña nube negra, de un tamaño como la mitad de la palma de la mano. Es la nube que envuelve al Salvador y que a la distancia parece rodeada de obscuridad. El pueblo de Yahweh sabe que es la señal del Hijo del hombre”.

FONTE: A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29” target=”_blank”>http://ahmedministerio.org/blog/mateo-24-y-el-apocalipsis/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29

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