“A IGREJA ADVENTISTA NÃO PODE SER TRATADA COMO UMA SEITA” AFIRMAM ADVENTISTAS E CATÓLICOS NA POLÔNIA”. PACTO DE AMIZADE JÁ CONFIRMADO PELO PAPA BENTO XVI

Varsóvia, na Polónia … [ANN]

“A Igreja Adventista do Sétimo Dia não pode ser tratada como um” novo movimento religioso “, ou como uma seita”, declara um comunicado conjunto elaborado pela Igreja Católica Romana e da Igreja Adventista na Polônia.


Sede Adventista em Varsóvia Polônia
Reconhecer uns aos outros a autonomia e independência, o documento foi emitido após 15 anos de diálogo com vista a uma melhor compreensão dos ensinamentos e prática da Igreja Católica e as Igrejas Adventista, bem como melhorar as relações, sem comprometer a identidade do outro.

O documento cita o fato de que “as relações entre católicos e adventistas não ter sido melhor no passado.” A declaração foi assinada por representantes das Igrejas, incluindo Pastor Wladyslaw Polok, presidente da Igreja Adventista na Polônia, e Alfons Nossol arcebispo, presidente da Comissão do Episcopado polonês para Assuntos Ecumênicos.

“Com pesar reconhecemos casos quando a diferentes círculos religiosos e cívicos têm negado o status eclesiástico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mesmo se referindo a ele como uma” seita “. Tal abordagem é inaceitável e, acreditamos, é altamente prejudicial para as relações mútuas “, afirma o documento.

“Este documento afirma a liberdade religiosa. Estamos considerando-o como um desenvolvimento importante não só para a nossa Igreja na Polônia. As minorias religiosas são muitas vezes considerados como menos do que o que eles estão “, disse Pastor Polok.

A declaração reconhece que, embora as Igrejas podem se referir a semelhanças, eles também vêem diferença entre uns dos outros “doutrina prática, e as políticas da igreja.” No entanto, ambos os lados afirmam a necessidade de cultivar o respeito pelo outro e aprender a entender uns aos outros. O diálogo foi “conduzido com base na parceria, o cuidado de manter uma identidade completa de ambos os lados, bem como a sua autonomia e independência, no espírito de respeito mútuo e amor cristão, e em reconhecimento dos ideais de tolerância e liberdade religiosa . ”

“Esta é uma virada de eventos importantes para a nossa Igreja”, diz o professor Zachariasz Lyko, que por muitos anos foi responsável pelos assuntos públicos da Igreja Adventista do polaco. “Este desenvolvimento não é um resultado de críticas, ataques públicos ou confronto, mas a bondade cristã para o outro eo respeito pela dignidade da pessoa humana”.

“Muitos de nós pode lembrar de como temos sido rotulados com nomes diferentes. Temos sido mal compreendida e muitas vezes ridicularizados. Quanto a nós, que queríamos sentar junto e reconhecer que o amor cristão exige um tipo diferente de relação na sociedade nós somos uma parte. Como adventistas do sétimo dia, procuramos fazer uma abordagem positiva para outras religiões. Temos afirmado isso publicamente e este documento afirma nossa attiutude “, acrescentou.

O documento não trata de questões doutrinárias e teológicas. Durante os anos de reuniões, ambos os lados apresentaram seus pontos de vista teológicos e posições doutrinárias no interesse do melhor entendimento entre ambas as confissões. “Nossa Igreja reconhece que esse diálogo não pode ser um diálogo de compromisso, mas um espírito de cooperação e de entendimento comum”, explicou Lyko. “Nós estamos fazendo nada diferente, exceto o que os pioneiros de nossa Igreja apoiada e defendida. É sempre melhor se engajar em uma conversa respeitosa do que em um confronto que muitas vezes impede alcançar as mudanças desejadas “, disse ele.

Lyko comentou que “como Igreja, o nosso lado não estava interessado em comprometer qualquer uma de nossas crenças fundamentais.”

“Ao longo dos anos, porém, como a troca de informações entre nós aconteceu, observamos muitas semelhanças confessional, mas também diferenças. O lado católico reconhece no documento o caráter cristocêntrico de nossas crenças, e especialmente nossa crença na Trindade, assim como a identidade eclesiológica da Igreja, um status afirmado por um ato do Parlamento polaco. De nossa parte, falamos de uma necessidade de mudar atitudes em relação à nossa denominação e reconheceu a abertura da Igreja Católica, especialmente nos últimos tempos, em relação à Bíblia “, explicou Lyko. [Ray Dabrowski]

http://news.adventist.org/archive/articles/2000/02/15/adventist-church-cannot-be-treated-as-a-sect-say-adventists-and-catholics-i

VEJA AGORA O SITE DO VATICANO CONFIRMANDO O ACORDO DE 2000 E, NO FINAL DETERMINANDO O MUTIRÃO DE NATAL QUE A IASD PASSOU A FAZER (FEZ ISSO ANTES DO PACTO? O NATAL QUE ESTÁ AÍ É PAGÃO, COMEMORA O SOL INVICTO ADORADO PELOS PAGÃOS, SEMÍRAMIS, NINRODE,… NADA TEM A VER COM O NASCIMENTO DO FILHO DE DEUS. E A IASD ENTROU NESSA TAMBÉM). CONFIRA TUDO:
ZP06060912 – 09-06-2006
Permalink: http://www.zenit.org/article-11546?l=portuguese
DISCURSO DO PAPA A REPRESENTANTES ECUMÊNICOS DOS BISPOS DA POLÔNIA E DE OUTRAS RELIGIÕES

Pronunciado no dia 25 de maio em sua visita à nação de Karol Wojtyla

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 9 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos o discurso de Bento XVI aos representantes do Conselho Ecumênico da Conferência Episcopal Polonesa e de outras religiões, pronunciado no dia 25 de maio de 2006, em Varsóvia, na Igreja Luterana da Santíssima Trindade.

* * *

Queridos irmãos e irmãs em Cristo!

“Graça e paz da parte daquele que é, que era e que há-de vir, da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono e da parte de Jesus Cristo, a Testemunha fiel, o Primeiro vencedor da morte e o Soberano dos reis da terra” (Ap 1, 4-5).

Com as palavras do Livro do Apocalipse, com as quais São João saúda as sete Igrejas da Ásia, desejo dirigir a minha calorosa saudação a todos os que estão aqui presentes, antes de tudo aos representantes das Igrejas e das Comunidades Eclesiais associadas no Conselho Ecuménico Polaco. Agradeço ao Arcebispo Jeremiasz da Igreja Ortodoxa Autocéfala a saudação e as palavras de união espiritual que me dirigiu há pouco. Saúdo o Arcebispo Alfons Nossol, Presidente do Conselho Ecuménico da Conferência Episcopal Polaca.

UNE-NOS HOJE AQUI o desejo de nos encontrarmos para, na oração comum, prestar honra e glória a Nosso Senhor Jesus Cristo: “Àquele que nos ama e nos purificou dos nossos pecados com o seu sangue, e fez de nós um reino, sacerdotes para Deus e Seu Pai” (Ap 1, 5-6). Estamos gratos a nosso Senhor, porque nos reúne, nos concede o seu Espírito e nos permite além do que ainda nos separa de invocar “Abbà, Pai”. Estamos convictos de que Ele intercede incessantemente em nosso favor, pedindo por nós: “para que eles cheguem à perfeição da unidade e assim o mundo reconheça que Tu me enviaste e que amaste a eles como a mim” (Jo 17, 23).

Juntamente convosco agradeço o dom deste encontro de oração comum. Vejo nele uma das etapas para realizar o firme propósito que fiz no início do meu pontificado, o de considerar uma prioridade do meu ministério a restituição da UNIDADE PLENA E VISÍVEL entre os cristãos. O meu amado Predecessor, o Servo de Deus João Paulo II, quando visitou esta igreja da Santíssima Trindade, no ano de 1991, realçou: “por muito que nos comprometamos pela unidade, ela permanece sempre um dom do Espírito Santo. Estaremos disponíveis para receber este dom na medida em que teremos as nossas mentes e os nossos corações abertos a Ele através da vida cristã e sobretudo através da oração”. De facto, não nos será possível “fazer a unidade” unicamente com as nossas forças. Como recordei durante o encontro ecuménico do ano passado em Colónia: “Só a podemos obter como dom do Espírito Santo”.

É por isto que as nossas aspirações ecuménicas devem estar permeadas da oração, do perdão recíproco e da santidade da vida de cada um de nós. Exprimo o meu regozijo pelo facto de que aqui, na Polónia, o Conselho Ecuménico Polaco e a Igreja católica romana empreendem numerosas iniciativas neste âmbito.

“Olhai: Ele vem no meio das nuvens! Todos os olhos o verão, até mesmo os que o trespassaram” (Ap 1, 7). As palavras do Apocalipse recordam que todos estamos a caminho rumo ao encontro definitivo com Cristo, quando Ele revelará diante de nós o sentido da história humana, cujo centro é a cruz do seu sacrifício salvífico. Como comunidade de discípulos, estamos dirigidos para aquele encontro com a esperança e a confiança que será para nós o dia da salvação, o dia do cumprimento de tudo aquilo que desejamos, graças à nossa disponibilidade a deixar-nos guiar pela caridade recíproca que o seu Espírito suscita em nós. Edifiquemos esta confiança não sobre os nossos merecimentos, mas sobre a oração na qual Cristo revela o sentido da sua vinda à terra e da sua morte redentora: “Pai, quero que onde Eu estiver estejam também comigo aqueles que Tu me confiaste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, por me teres amado antes da criação do mundo” (Jo 17, 24).

A caminho rumo ao encontro com Cristo que “vem sobre as nuvens”, com a nossa vida anunciamos a sua morte, proclamamos a sua ressurreição, na expectativa da sua vinda. Sentimos o peso da responsabilidade que tudo isto exige; de facto, a mensagem de Cristo deve chegar a cada homem sobre a terra, graças ao compromisso daqueles que crêem n’Ele e que são chamados a testemunhar que Ele é verdadeiramente enviado pelo Pai (cf. Jo 17, 23). Portanto, é preciso que anunciemos o Evangelho, que sejamos movidos pela aspiração a cultivar relacionamentos recíprocos de caridade sincera, de modo que, à luz delas, todos saibam que o Pai enviou o seu Filho e ama a Igreja e cada um de nós, assim como amou a Ele (cf. Jo 17, 23). Tarefa dos discípulos de Cristo, tarefa de cada um de nós, é portanto tender para esta unidade, de modo a tornar-nos, como cristãos, sinal visível da sua mensagem salvífica, dirigida a cada ser humano.

Permiti que eu mencione mais uma vez O ENCONTRO ECUMÊNICO REALIZADO NESTA IGREJA com a participação do vosso grande Concidadão João Paulo II e a sua intervenção, na qual ele apresentou do seguinte modo os esforços destinados à plena unidade dos cristãos: “o desafio que se apresenta é superar pouco a pouco os obstáculos (…) e crescer juntos naquela unidade de Cristo que é uma só, aquela unidade com a qual dotou a Igreja desde o início. A seriedade da tarefa proíbe qualquer precipitação ou impaciência, mas o dever de responder à vontade de Cristo exige que permaneçamos firmes no caminho rumo à paz e à unidade entre todos os cristãos. Sabemos bem que não somos nós que curaremos as feridas da divisão e que restabeleceremos a unidade; somos simples instrumentos que Deus poderá utilizar. A unidade entre os cristãos será dom de Deus, no seu tempo de graça. Tendamos humildemente para aquele dia, crescendo no amor, no perdão e na confiança recíprocos”.

A PARTIR DAQUELE ENCONTRO MUITO MUDOU. Deus concedeu-nos fazer muitos passos rumo à compreensão e à aproximação recíprocas. Permiti que eu recorde alguns acontecimentos ecuménicos, que naquele tempo tiveram lugar no mundo: a publicação da Encíclica Ut unum sint; os acordos cristológicos com as Igrejas pré-calcedónias; a subscrição em Ausburgo da “Declaração Conjunta sobre a doutrina da justificação”; o encontro por ocasião do Grande Jubileu do Ano 2000 e a memória ecuménica das testemunhas da fé do século XX; a retomada do diálogo católico-ortodoxo a nível mundial, o funeral de João Paulo II com a participação de quase todas as Igrejas e Comunidades eclesiais. Estou ao corrente do facto de que também aqui, na Polónia, esta aspiração fraterna pela unidade pode orgulhar-se dos sucessos concretos. Neste momento, gostaria de mencionar: A ASSINATURA, no ano 2000, FEITA TAMBÉM NESTE TEMPLO pela Igreja católica romana e pelas Igrejas associadas no Conselho Ecuménico Polaco, da declaração do reconhecimento recíproco da validez do baptismo; a instituição da Comissão para o Diálogo, da Conferência Episcopal Polaca e do Conselho Ecuménico Polaco, À QUAL PERTENCEM os Bispos católicos e os CHEFES DE OUTRAS IGREJAS; a instituição das comissões bilaterais para o diálogo teológico entre católicos e ortodoxos, luteranos, membros da Igreja nacional polaca, mariavitas e ADVENTISTAS; a publicação da tradução ecuménica do Novo Testamento e do Livro dos Salmos; a iniciativa chamada “OBRA NATALÍCIA DE AJUDA ÀS CRIANÇAS”, na qual colaboram as organizações caritativas das Igrejas: católica, ortodoxa e evangélica.

Verificamos muitos progressos no campo do ecumenismo e contudo aguardamos sempre algo mais. Concedei que eu faça observar duas questões, talvez mais pormenorizadamente. A primeira refere-se ao serviço caritativo das Igrejas. São numerosos os irmãos que aguardam de nós o dom do amor, da confiança, do testemunho, de uma ajuda espiritual e material concreta. Fiz referência a este problema na minha primeira Encíclica Deus caritas est. Nela escrevi: “O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade.

A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor” (n. 20). Não podemos esquecer a ideia fundamental que desde o início constituiu o fundamento muito forte da unidade dos discípulos: “no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna” (ibid.). Esta ideia é sempre actual, mesmo se ao longo dos séculos tenham mudado as formas de ajuda fraterna; aceitar os desafios caritativos contemporâneos depende em grande medida da nossa colaboração recíproca. Alegro-me porque este problema tem um grande eco no mundo sob forma de numerosas iniciativas ecuménicas. Vejo com apreço que na comunidade da Igreja Católica e nas outras Igrejas e Comunidades eclesiais se difundiram novas formas diversas de actividades caritativas e também surgiram antigas com impulso renovado. São formas que com frequência unem a evangelização com as obras de caridade (cf. ibid., 30).

Parece que, apesar de todas as diferenças que devem ser superadas no âmbito do diálogo interconfessional, seja legítimo atribuir o compromisso caritativo à comunidade ecuménica dos discípulos de Cristo na busca de uma plena unidade. Todos nos podemos inserir na colaboração a favor dos necessitados, servindo-se desta rede de relações recíprocas, fruto do diálogo entre nós e da acção comum. No espírito do mandamento evangélico devemos assumir esta atenciosa solicitude em relação aos irmãos que se encontram em necessidade, sejam eles quem for. A este propósito na minha Encíclica escrevi que: “para o progresso rumo a um mundo melhor, é necessária a voz comum dos cristãos, o seu empenho em “fazer triunfar o respeito pelos direitos e necessidades de todos, especialmente dos pobres, humilhados e desprotegidos”” (n. 30b). A quantos participam no nosso encontro desejo hoje que a prática da caritas fraterna nos aproxime cada vez mais e torne mais credível o nosso testemunho em favor de Cristo perante o mundo.

A segunda questão à qual desejo fazer referência, diz respeito à vida conjugal e à familiar. Sabemos que entre as comunidades cristãs, chamadas a testemunhar o amor, a família ocupa um lugar particular. No mundo de hoje, no qual se estão a multiplicar relações internacionais e interculturais, cada vez com mais frequência se decidem a fundar uma família jovens que são provenientes de diversas tradições, de diversas religiões, de diversas confissões cristãs. Várias vezes, para os próprios jovens e para os seus familiares, é uma decisão difícil que inclui vários perigos relativos quer à perseverança na fé quer à construção futura da ordem familiar, assim como à criação de um clima de unidade da família e de condições oportunas para o crescimento espiritual dos filhos.

Contudo, precisamente graças à difusão numa escala mais ampla do diálogo ecuménico, a decisão pode originar a formação de um laboratório prático de unidade. Por isso são necessárias as benevolências recíprocas, a compreensão e a maturidade na fé de ambas as partes, assim como das comunidades das quais provêm. Desejo expressar o meu apreço pela Comissão Bilateral do Conselho para as Questões do Ecumenismo da Conferência Episcopal Polaca e do Conselho Ecuménico Polaco que iniciaram a elaboração de um documento no qual é apresentada a comum doutrina cristã sobre o matrimónio e sobre a família e são estabelecidos princípios, aceitáveis para todos, para contrair matrimónios interconfessionais, indicando um programa comum de solicitude pastoral para esses matrimónios. Desejo a todos que nesta delicada questão, seja incrementada a confiança recíproca entre as Igrejas e a colaboração que respeita plenamente os direitos e a responsabilidade dos cônjuges para a formação na fé da própria família e para a educação dos filhos.

“Eu dei-lhes a conhecer quem Tu és e continuarei a dar-Te a conhecer, a fim de que o amor que me tiveste esteja neles e Eu esteja neles também” (Jo 17, 26). Irmãos e irmãs, pondo toda a nossa confiança em Cristo, que nos faz conhecer o seu nome, caminhamos todos os dias rumo à plenitude da reconciliação fraterna. A sua oração faça com que a comunidade dos seus discípulos na terra, no seu mistério e na sua unidade visível, se torne cada vez mais uma comunidade de amor na qual se reflecte a UNIDADE do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

[Tradução distribuída pela Santa Sé
© Copyright 2006 – Libreria Editrice Vaticana

http://www.zenit.org/article-11546?l=portuguese

ISSO TEM ALGUMA COISA A VER COM PROSTITUIÇÃO DE QUE FALA APOC. 17?
QUANTOS IRMÃOS DA IASD SABEM DISSO?
SÃO MUITO OPORTUNAS AS PALAVRAS DE APOC. 18:4.

Paulo Augusto da Costa Pinto.

INCONTRO ANTITRINITARIANO- MILANO- IL POPOLO DELL AVVENTO

POUCO A POUCO, IRMÃOS NA ITÁLIA (MILÃO) E EM VÁRIAS PARTES DO MUNDO VÃO SENDO ADVERTIDOS QUANTO AO PERIGO ESPIRITUAL EM CONTINUAR ADORANDO A UMA TRINDADE E VÃO SENDO DESPERTADOS, APÓS O QUE ABANDONAM A FALSA ADORAÇÃO E PASSAM A SERVIR AO DEUS ÚNICO MEDIANTE SEU DIVINO FILHO JESUS CRISTO, À SEMELHANÇA DO REMANESCENTE DE DEUS EM TODOS OS TEMPOS.
A IRMÃ VALNÍSIA TEM CRIADO ESSE CANAL COM SEUS IRMÃOS DE FÉ EM MILÃO, ITÁLIA, OBJETIVANDO PARTILHAR COM VOCÊ UM POUCO DO QUE O GRUPO VEM REALIZANDO PARA A HONRA E A GLÓRIA DE DEUS.

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O CRENTE E A POLÍTICA. O CASO DE JOSÉ DO EGITO (PARTE II)

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, palavras libertadoras de Cristo, o filho único do Deus único e verdadeiro, o Pai, em João 8:32.
Marcos Pinheiro escreveu:
“Alguns que defendem o engajamento do crente na política dizem: “a história de José do Egito nos dá apoio para a participação dos reinos políticos deste mundo”. Para refutar esse argumento, basta lermos Gênesis 41: 40-41 que diz: “tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu. Disse mais Faraó a José: vês, aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito”. Observe que José não se ofereceu para governar. José não disse a Faraó que estaria à disposição para administrar o Egito. Ele não se autocandidatou. Por ter José interpretado o sonho de Faraó, este o colocou na posição de governante. José foi colocado involuntariamente na posição governamental porque Faraó viu nele um homem que tinha o Espírito de Deus: “e disse Faraó a seus servos: acharíamos um varão como este, em que haja o Espírito de Deus?” (Gn 41:38). Hoje, as pessoas dizem: “votem em mim, pois tenho princípios cristãos, usarei isto nas minhas decisões políticas”. Ou seja, as pessoas lançam-se como “candidatos de Deus”. O desejo por uma posição parlamentar é expresso de modo muito claro, o que não ocorreu com José.
Uma verdade temos que acatar que a palavra “governador” em Gênesis 42:6, não pode ser entendida no sentido político de hoje. José não era o governador político do Egito, mas o administrador do trigo, o cereal. Ele era o gestor da fazenda do Egito (Salmo 105:21). Em Genesis 41:34 diz: “faça isso Faraó, e ponha governadores sobre a terra”. Nos versos 48, 49 e 56 do capítulo 41 de Gênesis, vemos José gerenciando, administrando o cereal de todo o Egito.
O governador político do Egito sempre foi Faraó, em hipótese alguma foi José. Em Gênesis 41:40, lemos “tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo; SOMENTE NO TRONO SEREI MAIOR QUE TU”. Ou seja, Faraó quis deixar bastante claro que ele era o governador político do Egito. Em Salmo 105:20, lemos: “mandou o rei e o fez soltar; o dominador dos povos o soltou”. Quem é esse rei? Quem esse rei soltou? Veja o que diz Gênesis 41:14: “então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó”. Logo, o rei de Salmo 105:20 é Faraó, o governador político do Egito que soltou José do cárcere.
Outra verdade que temos que abraçar é que Deus tinha um plano específico ao permitir que José fosse o administrador do trigo do Egito.
“Jacó e seus filhos habitavam na terra das peregrinações, a terra de Canaã: “e Jacó habitava na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã” (Gn 37:1). Deus fez com que viesse uma terrível seca sobre a terra. A fome prevalecia em todas as terras inclusive em Canaã, onde habitava Jacó e seus filhos “porquanto a fome prevaleceu em todas as terras” (Gn 41:57), “havia fome na terra de Canaã” (Gn 42:5). Essa situação calamitosa fez com que Jacó ordenasse que os seus dez filhos, irmãos de José, que moravam em Canaã descessem ao Egito para comprar trigo “disse mais Jacó: eis que tenho ouvido que há mantimentos no Egito; descei até lá e comprai-nos trigo, para que vivamos e não morramos. Então desceram os dez irmãos de José, para comprarem trigo no Egito” (Gn 42:2-3).
O propósito de o Senhor permitir que a terrível seca se alastrasse sobre toda a terra, fazendo com que os irmãos de José descessem ao Egito, foi para que eles se quebrantassem e se arrependessem dos seus maus caminhos. Os irmãos de José eram maus e carnais (Gn 37:2); cheios de ódio (Gn 37:4); invejosos (Gn 37:11); mentirosos e homicidas (Gn 37:20). Eles habitavam fisicamente na terra de Canaã, a terra da promessa, porém, espiritualmente, estavam no Egito. Deus pôs José como administrador do Egito para ele mostrar a seus irmãos que quem governava os seus corações não era o Senhor Deus. José provou seus irmãos para ver como estavam seus corações (Gn 44:1-12). José percebeu que seus irmãos estavam humildes e quebrantados. Demonstraram mudança real de caráter. Assumiram a culpa pela iniqüidade que praticaram no passado. José, então, se deu a conhecer a seus irmãos. Nessa ocasião, José revelou a seus irmãos o propósito de tudo o que tinha acontecido “agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós. Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra e para guardar-vos em vida por um grande livramento” (Gn 45:5-7). Note que Deus operou através de José, colocando-o como administrador do trigo do Egito por um propósito bem definido: preservação do povo do concerto do qual desencadearia o Cristo. Era necessário que os irmãos de José fossem para o Egito, pois lá aprenderiam através da vida de José, que aqueles que são submissos a Deus, são espirituais, santificados e praticantes da justiça. O Senhor permitiu a José ser o gestor da fazenda do Egito para quebrantar os corações de seus irmãos e mostrar-lhes que no meio de danos e injustiças deve-se ser perdoador. José não consumiu o amor de seu coração em sentimento vingativo e rancoroso, não se preocupou com as injustiças sofridas, mas olhou para frente e não para trás. Isso marcou o coração de seus irmãos, que mais tarde tornar-se-iam um povo nitidamente separado, dedicado exclusivamente a Deus, assumindo o seu papel no plano divino da redenção. Portanto, não podemos usar um propósito específico de Deus, José como administrador do trigo do Egito, e generalizá-lo, a fim de justificar o engajamento do crente na política desse mundo”.
Fonte: http://voltemosraizes.blogspot.com.br/2010/01/o-crente-e-politica-parte-ii.html

A NATUREZA HUMANA DE JESUS COMENTADA PELO PASTOR DOUG BATCHELOR

O Pastor Doug Batchelor compara a natureza humana de Jesus com a natureza de Adão, respondendo peguntas como “Tinha Jesus tendência ao pecado?”, ou “A natureza humana de Jesus se aproxima mais da nossa ou da natureza de Adão anteriormente à sua queda?”. O vídeo foi gravado em setembro/2008, ao vivo na IASD Central de Sacramento, Califórnia, e se refere à lição da Escola Sabatina n.o 3 do IV Trimestre de 2008. Este vídeo foi extraído do vídeo completo da esplanação dessa lição disponível na seção “Central Study Hour” do site “Amazing Facts”. A legenda em português foi elaborada por [email protected]

A DIFERENÇA ENTRE JUDAÍSMO E SIONISMO

Por G. Neuburger 13/02/2004 às 13:17

Este texto é dedicado a todos aqueles que pensam, ingenuamente ou não, que as críticas a Israel são demonstrações de anti-semitismo. (Márcio Alves de Lima)

Quando a Torá fala sobre a criação do primeiro ser humano, Rashi, conhecido comentarista, explica que a terra que formou Adão não foi tirada de um único lugar e sim de várias partes do planeta. Assim, a dignidade humana não depende do lugar onde se tenha nascido nem está limitada a uma única região.

A grandeza e o mérito de uma pessoa não são medidos por sua aparência externa. Os judeus acreditam que Adão foi criado à imagem de Deus e que ele é o ancestral comum de toda a humanidade. Nesta etapa da história humana, não há espaço para povos privilegiados que possam agir em relação aos outros como bem entendem. A vida humana é sagrada e os direitos humanos não podem ser negados por aqueles que os distorcem em nome da “segurança nacional” ou de qualquer outra coisa. Ninguém sabe disso melhor do que os judeus, que, por tantas vezes e por tanto tempo, foram considerados cidadãos de segunda classe. No entanto, alguns sionistas divergem quanto a isso e é compreensível porque judaísmo e sionismo em hipótese alguma são a mesma coisa. Na verdade, eles são incompatíveis. Se uma pessoa é um bom judeu, não pode ser um sionista e se for um sionista não pode ser um bom judeu.

Por mais de 60 anos lutei contra o sionismo, assim como o fez meu pai antes de mim e, por essa razão, esta é uma questão bem familiar para mim. Para aqueles que acompanharam esta luta nos últimos 10 ou 20 anos, o que tenho a dizer pode parecer surpreendente ou mesmo chocante. No entanto, essas questões precisam ser discutidas clara e abertamente porque o sionismo é uma doença que só pode ser curada quando diagnosticada corretamente. A fim de reconhecermos o sionismo pelo que ele é, precisamos conhecer o judaísmo, o sionismo – o oposto e a negação do judaísmo – e a história judaica. Não pretendo discorrer sobre as ações dos sionistas, elas serão adequadamente tratadas pelos outros. Como judeu, pretendo discutir o sionismo, que é a revolta contra Deus e a traição do povo judeu.

Para começar, algumas definições. O que é um judeu? É qualquer pessoa que tenha a mãe judia ou que tenha se convertido ao judaísmo, de acordo com Halacha, a lei religiosa judaica. Esta definição, por si só, exclui o racismo. O judaísmo não procura os convertidos, mas aqueles que se convertem são aceitos com base na igualdade. Como é que isso se dá? Alguns dos mais eminentes e respeitados rabinos eram convertidos ao judaísmo. Os pais judeus em todo o mundo abençoam suas crianças todo Sabbath e feriados e o fazem da mesma forma há séculos. Se for menina, a bênção é “Que Deus a abençoe como Sara, Rebeca, Raquel e Léa.” Nenhuma dessas matriarcas eram judias de nascimento, todas eram convertidas ao judaísmo. Se for menino, a bênção é “Que Deus o faça como Efraim e Menashe”. A mãe desses dois era uma egípcia que se converteu ao judaísmo e se casou com José. O próprio Moisés, o maior judeu que já existiu, casou-se com uma medianita que se tornou judia. Finalmente, o Tenach, escritos sagrados dos judeus, contêm o livro de Ruth. Esta mulher não só não era judia de nascimento como era uma moabita, tribo tradicional inimiga do povo judeu. Este livro descreve a conversão de Ruth ao judaísmo e é lido anualmente no feriado que comemora a entrega da Torá, a “Lei”, isto é, o Pentateuco. Por fim, o livro de Ruth segue a ascendência do rei David, o maior dos reis que os judeus já tiveram, até Ruth, sua bisavó.

Afora os sionistas, os únicos que consideraram os judeus como uma raça foram os nazistas. E isto só prova a estupidez e irracionalidade do racismo. Não havia meios de se provar que uma sra. Muller ou uma sra. Meyer eram judias ou arianas (termo nazista para os alemães não judeus). A única forma de definir se uma pessoa era judia era investigar a filiação religiosa de seus pais ou avós. Muito, para esse absurdo racial.

O orgulho racial foi a ruína daqueles judeus do passado que estavam enceguecidos por um estreito chauvinismo. Chegamos a uma segunda definição. Existe um povo judeu? Se afirmativo, qual é sua missão? Vamos esclarecer isto. A nação judaica nasceu no Monte Sinai, quando os judeus adotaram a Torá dada a eles por Deus para as gerações futuras, e não por obra de alguns políticos sionistas de uma geração anterior à atual. A afirmação “Hoje vocês se tornaram um povo”, embora seja válida até hoje, foi dita há milhares de anos atrás.

De acordo com a tradição judaica, existem sete leis Noachide que se aplicam a todos os seres humanos. São os Dez Mandamentos que formam a regra básica de moralidade e conduta para os adeptos de todas as religiões monoteístas; além desses, existem 613 leis obrigatórias para os judeus e cada judeu tem que observar aquilo que se aplica a ele ou ela, de acordo com Halacha. É o cumprimento daqueles mandamentos que constitui a essência de ser judeu e, portanto, do povo judeu e de seu pacto com Deus.

De que forma os judeus são um “povo escolhido”? Todo judeu homem de qualquer lugar e de qualquer época quando chamado para ler a Torá diz “Quem nos escolheu de todos os povos e nos concedeu Sua Torá”. Esta é a forma pela qual os judeus são escolhidos. O povo judeu foi escolhido não para dominar os outros, nem conquistar ou guerrear, mas pra servir a Deus e, por consequência, servir à humanidade. “E as mãos são as mãos de Esaú”, tradicionalmente tem sido interpretado como significando que, enquanto “a voz é de Jacó”, as mãos – simbolizando violência – são de Esaú” Assim, a violência física não é uma tradição ou valor dos judeus. A tarefa pela qual o povo judeu foi escolhido não é estabelecer um exemplo de superioridade militar ou de conquistas técnicas e sim buscar a perfeição no comportamento moral e na pureza espiritual. De todos os crimes do sionismo político, o pior e mais básico, e que explica todos os seus delitos, é que desde o seu começo o sionismo busca separar o povo judeu de seu Deus, tornando nulo e sem efeito o pacto divino e substituindo os elevados ideais do povo judeu por um estado “moderno” e uma soberania fradulenta.

Um meio de desencaminhar judeus e também os não judeus é o mau uso sionista dos nomes e símbolos sagrados do judaísmo. Eles usam o santo nome de Israel para seu estado sionista. Denominaram o seu fundo de aquisição de terra com um termo que tradicionalmente significa a recompensa pela piedade, boas ações e trabalho caritativo. Eles adotaram como um símbolo do estado o menorah (candelabro). Quanta hipocrisia, quanta perversão que é o exército israelense lutar sob um emblema, cujo significado é explicado no Tenach (por ocasião de um retorno anterior à Terra Santa) como “não pela força ou poder, mas em Meu Espírito diz o Senhor dos Exércitos.”

O infame fundador do sionismo político, que seu nome seja amaldiçoado, que só foi descobrir suas próprias origens judaicas por causa do anti-semitismo mostrado no julgamento do caso Dreyfus, na França, apresentou várias soluções para o que ele chamava de “problema judaico”. De uma vez, ele propôs reassentar os judeus em Uganda. De outra ele propôs convertê-los ao catolicismo. Finalmente ele teve a idéia de um Judenstaat, um estado exclusivamente judeu. Assim, nos seus primórdios, o sionismo foi a consequência do anti-semitismo e, na verdade, é inteiramente compatível com esta idéia, porque os sionistas e anti-semitas tinham (e têm) uma meta comum. Trazer todos os judeus de seus lugares de origem para o estado sionista, extirpando as comunidades judaicas que existiam há centenas e até há milhares de anos. A lealdade ao estado sionista substituiu a lealdade a Deus e o estado foi transformado no moderno “bezerro de ouro”.

Aos olhos do sionismo, a crença na Torá e o cumprimento das obrigações religiosas são questões privadas e não uma responsabilidade de cada judeu e do povo judeu. Os sionistas sujeitaram a lei divina ao partido ou votos parlamentares e estabeleceram seus próprios padrões de conduta e ética.

Nem o fundador do sionismo político nem qualquer dos primeiros-ministros do estado sionista acreditam na origem divina da Torá e nem mesmo na existência de Deus. Todos os primeiros-ministros foram membros de um partido que se opôs à religião em princípio e que considerava a Bíblia um documento do folclore antigo, destituído de qualquer sentido religioso. E, no entanto, estes mesmos sionistas fundamentam suas alegações sobre a Terra Santa nesta mesma Bíblia, cuja origem divina renegam. Ao mesmo tempo, convenientemente esquecem a prece judaica “e por causa de nossos pecados fomos exilados de nossa terra” e ignoram o fato de que o exílio atual do povo judeu tem origem divina e que o povo judeu não foi ordenado e nem teve permissão para conquistar ou governar a Terra Santa antes da chegada do Messias. O povo judeu, é claro, reconhece os laços espirituais com aquela terra que eles chamam Eretz Yisrael. Todas as manhãs, tardes e noites, em suas preces, eles mencionam isto e o Sion e Jerusalém, e na verdade, um judeu não se senta para comer sem agir assim. Para o judeu, o verdadeiro solo da Terra Santa é diferente de qualquer outro lugar neste planeta e onde quer que ele esteja, ele volta seu rosto em direção a Jerusalém durante as preces. Viver na Terra Santa ou ser enterrado lá foi sempre considerado de grande valor.

Este amor à terra e o anseio judeu pelo retorno a ela e pela chegada do Messias foram explorados inúmeras vezes nos últimos 2.000 anos. O sionismo teve muitos precursores e cada um deles foi uma maldição para os judeus. Os indivíduos que se proclamam o Messias e os movimentos messiânicos que se espalharam de tempos e tempos, desde os romanos até a Idade Média e até os sionistas modernos. Muitos desses pseudo-Messias apresentaram-se como rabinos ou líderes nacionais, embora alguns deles de certa forma professassem outras crenças; muitos temporariamente – alguns por períodos mais longos – conseguiram desviar judeus, rabinos e comunidades judaicas inteiras. Todos, no devido tempo, foram expostos e reconhecidos como fraudes e aqueles que depositaram sua fé nessas pessoas encontram apenas o desapontamento e muitas vezes o desastre.

Nas primeiras etapas do desenvolvimento do sionismo moderno, foi criado o Mizrachi, uma organização dos chamados sionistas religiosos, que tentou combinar a fé com o sionismo político. A tentativa trouxe conflito constante entre os ditames da lei divina e as exigências do nacionalismo judaico. A maior parte das vezes, o Mizrachi foi voto vencido nos congressos sionistas e serviu apenas para dar ao movimento sionista uma falsa aura religiosa. Sempre que uma expectativa qualquer exigia, estes viajantes sionistas “religiosos” eram usados pelo governo sionista para conciliar as reivindicações nacionais com a autoridade “religiosa”. O Partido Religioso Nacional no estado sionista foi bem recompensado por sancionar as medidas e decretos nacionalistas, com prêmios de natureza financeira ou sob a forma de postos no governo ou no gabinete.

O chauvinismo desses sionistas religiosos frequentemente ultrapassa o de outros sionistas e sempre foi expresso em termos religiosos – um exemplo do mau uso da religião. A iimpostura desses sionistas “religiosos” foi demonstrada no ano passado, quando foi revelado que dois de seus líderes tinham cometido roubos da ordem de milhões de dólares.

Uma organização judaica mundial foi fundada em 1912, na fronteira germano-polonesa, com o objetivo específico de lutar contra o sionismo. Esta organização, Agudath Israel, “União de Israel”, foi criada para representar o verdadeiro povo judeu no mundo e para desmascarar as injustas e injustificadas alegações sionistas. Rabinos de todos os lugares se juntaram ao Agudath Israel, assim como milhares de judeus. Congressos anti-sionistas foram realizados em Viena e em Marienbad. Em países como a Polônia, os “agudistas” tornaram-se membros do parlamento. Há mais de 50 anos, sob a liderança do Agudath, os judeus da Terra Santa se opuseram à permissão inglesa obtida pelos sionistas, o mandato na Palestina, para declarar por escrito que não desejavam ser representados pelos sionistas ou por qualquer de seus grupos, principalmente pelas organizações sionistas governamentais como a Va’ad Leumi, “Conselho Nacional”.

Pouco depois, Jacob de Haan, um ex-diplomata holandês, então líder do Agudath Israel na Palestina, iniciou conversações com líderes árabes, com vistas a uma eventual criação de um estado no qual judeus e árabes teriam direitos iguais. Desta forma, ele esperava antecipar-se à criação de um estado sionista. Apesar das ameaças à sua vida, de Haan, plenamente consciente dos perigos de um estado sionista, continuou as negociações. Às vésperas de sua partida para a Inglaterra, em 1924, para um encontro com autoridades inglesas, ele foi assassinado pelo Haganah, uma força paramilitar sionista, no centro de Jerusalém, quando chegava para as preces da noite. Mais de meio século atrás, este judeu devotado e visionário deu sua vida na luta que ele considerava suprema, numa época em que o mundo, como um todo, estava cego e surdo aos problemas e dificuldades que um futuro estado sionista poderiam acarretar.

Como consequência desse terrorismo e a crescente pressão sionista, o Agudath Israel aos poucos foi-se enfraquecendo e começou a transigir. Durante o período nazista, ele entrou em acordo com os sionistas, apesar do fato de que sua meta principal tivesse sido o combate ao sionismo. Depois que o estado sionista foi criado, o Agudath Israel rompeu com o seu passado, participou do governo sionista a nível de gabinete e elegeu “agudistas” para o parlamento sionista. Ainda professando um anti-sionismo nominal, o Agudath estabeleceu uma rede de escolas “independentes” na Terra Santa, mas atualmente uma parte substancial do orçamento dessas escolas vem do governo sionista.

Em vista desses acontecimentos, aqueles judeus que queriam continuar a luta contra o sionismo deixaram o Agudath Israel e se constituíram no Neturei Karta, uma frase aramaica que significa “Guardiães da Cidade”, ou seja, da cidade de Jerusalém. O Neturei Karta, por sua vez, tornou-se um movimento mundial, conhecido em alguns lugares como “Amigos de Jerusalém”.

A maior liderança do Neturei Karta foi o rabino Amram Blau, um líder inspirado e dedicado, cuja compaixão iguala-se à sua coragem. Não se calava frente a injustiça, imoralidade ou hipocrisia. Ele foi amado pelos judeus e respeitado por cristãos e muçulmanos. Nascido em Jerusalém, jamais deixou a Terra Santa em toda a sua vida. Em seus escritos, enfatizou muitas vezes que judeus e árabes tinham vivido em harmonia até o advento do sionismo político. Rabino Blau foi preso em Jerusalém, não pelas autoridades otomanas ou britânicas, ou pelos árabes, e sim pelos sionistas. Qual foi seu crime? Ele defendia com ardor e honestidade, sem olhar para a sua própria segurança, o caráter sagrado de Jerusalém contra as “inovações” e invasões dos sionistas. Ele lutou pela santidade do Sabbath e se opôs vivamente à indecência e imoralidade praticadas no regime sionista. Incessantemente denunciou a criação de um estado judeu antes da vinda do Messias como um ato de infâmia e blasfêmia. Sob sua liderança, o Neturei Karta declarou, ano após ano, que eles não reconheciam a legitimidade do estado sionista ou a validade de suas leis.

Durante o primeiro período de luta entre o estado sionista e os árabes, os rabinos do Neturei Karta foram para a frente de batalha carregando uma bandeira branca e declararam que não queriam tomar parte naquela guerra e que se opunham completamente à criação de um estado sionista. Em sua última proclamação, rabino Blau deplorou as ações dos sionistas contra os palestinos cristãos e muçulmanos e os graves danos praticados pelos sionistas contra o povo judeu, na tentativa de transformar “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” em um estado moderno, destituído de fundamentos religiosos, baseado no chauvinismo, construído através da conquista e da força militar. “O número de suas cidades constitui seus deuses” o profeta Jeremias teria imprecado contra o governo judeu chauvinista e idólatra dos dias atuais. Os sionistas agora estão criando um novo statu quo e expandindo suas posições ao criarem novos assentamentos nos territórios ocupados desde 1967.

Rabino Blau, em sua última declaração condenou vigorosamente a ONU por reconhecer e aceitar como membro o estado sionista, concedendo aos sionistas poder e prestígio sem precedentes. Sabe-se que nenhuma ação foi feita em relação à expulsão do estado sionista por causa do medo de que o apoio financeiro para a ONU pudesse ser retirado. Deixem aqueles estados, opôs-se o sionismo, que tornaram-se ricos na geração passada, mostrem que eles são o que dizem, oferecendo repor qualquer perda financeira que a ONU possa sofrer como consequência e deixe que os estados membros votem de acordo com suas consciências, sem medo e independente de qualquer intimidação.

Houve épocas na história judaica, conforme relatado na Bíblia, em que as massas foram desviadas e somente uma minoria de judeus abraçou a verdadeira missão do povo judeu. Uma dessas ocasiões foi a adoração do bezerro de ouro; hoje, infelizmente, assistimos à repetição disto, com o estado sionista agora sendo objeto de adoração. Até o surgimento e crescimento da influência do sionismo político, os líderes judeus eram escolhidos com base na piedade, decência, conhecimento e por seu amor à justiça e misericórdia. Hoje, os chamados líderes judeus, completamente desqualificados em relação à lei judaica e aos conceitos tradicionais, fazem pronunciamentos e tomam decisões em nome do povo judeu. Isto acontece particularmente nos Estados Unidos, onde existe a maior comunidade judaica de nossos dias. Não esqueço nunca a observação de uma mulher em Oklahoma: “O judaísmo hoje não é maravilhoso? Tudo que temos que fazer é dar dinheiro.”

Até sua morte, rabino Blau refutou os sionistas que muitas vezes afirmaram que o Neturei Karta nada mais era do que uma seita insignificante de umas poucas almas. Contudo, quando, há dois anos atrás, numa manhã de sexta-feira, rabino Blau morreu em Jerusalém, em poucas horas mais de 22.000 homens acorreram ao seu funeral.

Em todas as ocasiões do passado, os desencaminhadores dos judeus cedo ou tarde ficaram pelo caminho e só triunfaram aqueles que defenderam a validade da Torá e do Talmud (a lei escrita e falada) e do Halachah. O Neturei Karta continua nesta tradição. Eles continuam a reprovar o sionismo e a falar para o verdadeiro povo judeu, aqueles que não foram desviados pelo sionismo.

Durante a conquista romana da Terra Santa, havia judeus que, com base no nacionalismo e no orgulho racial, estavam certos de que não perderiam a guerra. Como os sionistas de nossos dias, eles se opuseram a qualquer acordo e estavam determinados a lutar até o fim. Naquela época, no entanto, há quase dois mil anos atrás, rabinos como Yochanan ben Sakkai, escolheram um caminho diferente. Os embates militares impediram-no de deixar Jerusalém sitiada para ir negociar com os romanos, assim o próprio rabino saiu num caixão levado por seus discípulos até os quartéis romanos. Ele disse aos romanos que os judeus não necessitavam de exército ou armas e pediu permissão para criar uma yeshiva, uma escola religiosa judaica, emYavneh. Foi esta escola religiosa, e não os militares ou generais daquele tempo, que ajudaram a perpetuar o judaísmo e a identidade do povo judeu.

Deve ser dito explicitamente que, da mesma forma que nem todos os judeus são sionistas, nem todos os sionistas são judeus. Os motivos por que alguns desses sionistas não judeus, como por exemplo, Lord Balfour e o General Smuts, estão abertos à discussão. Desde o começo do movimento sionista, alguns dos mais articulados e ardorosos sionistas foram pastores cristãos, principalmente os “fundamentalistas”, que saudaram o sionismo como um importante movimento “religioso” e o receberam como o cumprimento da profecia. Eles também, e de forma significativa, serviram à causa do sionismo.

Um dos objetivos básicos do sionismo é aliyah, a imigração de judeus de todas as partes do mundo para o estado sionista. Não obstante, há poucos anos atrás, centenas de milhares de israelenses se retiraram do paraíso sionista e os judeus americanos “votaram com os pés” e escolheram não se juntarem lá. Esses judeus reconhecem que o estado sionista nada mais é do que um imenso gueto.

Ao invés de prestarem assistência às comunidades judaicas de outros países, os judeus americanos mobilizaram-se para se concentrar na ajuda ao estado sionista, transformando os Estados Unidos na maior fonte de poder e influència dos sionistas. Os sionistas, fiéis à natureza de seu movimento, contam com superioridade técnica e poder militar – fornecidos em grande parte pelos Estados Unidos – para a sua segurança.

Nada poderia estar mais distante dos verdadeiros ideais do povo judeu. O povo judeu foi escolhido em primeiro lugar “porque vós sois os líderes de todas as nações”. Conforme dizem os Salmos, ” eles contam com veículos e cavalo-vapor, mas nós invocamos o nome do Eterno, nosso Deus.”

Merece menção uma das questões mais importantes. Um ex-presidente da Organização Sionista Mundial declarou explicitamente que um sionista deve lealdade inapelável ao estado sionista e que, em caso de um conflito, a primeira lealdade de um sionista deve ser para com o estado sionista. De acordo com a lei judaica, no entanto, um judeu deve obediência e lealdade ao país do qual ele é um cidadão e, claro, nenhum judeu fiel deve lealdade ou obediência ao estado sionista que tenha sido condenado pelo mais ilustre dos rabinos de nossa época.

Não é meu propósito detalhar como o sionismo deve ser tratado. Quero declarar, no entanto, que atos isolados ou espontâneos contra indivíduos ou a simples adoção de resoluções da ONU ou quaisquer outras não produzem os meios efetivos para pôr um fim ao sionismo. Quero declarar também que a batalha contra o sionismo precisa ser feita primeiro, não no litoral do Mediterrâneo, mas no mais poderoso bastião do sionismo – nos Estados Unidos.

Como cidadão americano, deploro que nosso governo e nossos políticos tenham adotado uma atitude que está em total contradição com o conselho do pai de nosso país, George Washington. O governo de Washington abraçou o sionismo tão devotadamente que qualquer crítica ao estado sionista ou qualquer oposição ao sionismo político nos Estados Unidos tornou-se uma ofensa passível de punição. E a dócil mídia americana não ousa falar contra tal absurdo.

Infelizmente, a cada ano vemos os sionistas americanos ganharem mais influência. Este fato tornou possível eventos e progressos que seriam impensáveis há dez anos atrás. É preciso muita coragem para opor-se ao sionismo nos Estados Unidos hoje em dia. Também precisou muita coragem ser anti-fascista na Itália, ou anti-nazista na Alemanha, durante a II Guerra Mundial. No geral, o sionismo nada mais é do que uma aberração na longa história do povo judeu e do mundo.

Tenhamos fé e esperança na certeza de que finalmente o preconceito, o ódio e a injustiça desaparecerão e que a profecia tornar-se-á realidade, a de que todas as nações do mundo participarão da peregrinação a Jerusalém, “porque Minha casa será chamada de casa de oração por todas as nações.”

URL:: http://www.jewsnotzionists.org/

http://www.midiaindependente.org/pt/green/2004/02/274417.shtml

TEMPOS TRABALHOSOS

A palavra dos homens ou a Palavra de Deus? – “O sonho dos sionistas pela restauração do Hebraico como língua viva tem tão pouca chance de acontecer como a restauração de um Estado judaico na Palestina”. (Enciclopédia Britânica, 1905).

Apesar dessa palavra humana, eis o que diz a Palavra de Deus em Ezequiel 36:24, 33, 35: “E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra… Assim diz o Senhor DEUS: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então farei com que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares devastados… E dirão: Esta terra assolada ficou como jardim do Éden: e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas, estão fortalecidas e habitadas”. Também em Ezequiel 37:3, 21-22, lemos: “E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes… Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra… E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles, e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos”.

Em 1982, o Hebraico se tornou a língua oficial do Estado de Israel.

Mártires de todos os tempos – Jan van Paris, Peter van Cleves, Hendrick Maelschalck e Lawrens Pieters ainda não haviam se tornado membros de uma igreja protestante, estando preparados para fazê-lo. Certo dia de 1568, quando iam ouvir a pregação da Palavra de Deus, foram detidos em Ghent, Flandres, e levados ao castelo do condado. Após uma ousada confissão da verdadeira fé cristã, eles foram sentenciados pela hierarquia romana e os líderes municipais a morrer estrangulados e queimados, em plena semana da Páscoa. Contudo, quando a forca foi preparada, o oficial espanhol (nesse tempo havia 19 companhias de soldados espanhóis em Ghent), sabendo que se pretendia enforcá-los, mandou que o executor usasse outro método… Foi então que o executor trouxe um cesto cheio de correntes para algemar os cristãos. Quando estes souberam que seriam queimados vivos, logo começaram a cantar em altas vozes: “Nós Te Invocamos, ó Pai Celestial”. Os espanhóis ficaram furiosos e os espancaram com tal violência que o olho de um deles saltou da órbita sobre o queixo. Os santos foram queimados vivos, com os espanhóis vociferando ferozmente e atando mais lenha à fogueira, na louca suposição de que estavam fazendo o serviço de Deus…” (Thieleman J. van Brght, “Martyrs Miror”, Herald Press, 1996, p. 723.). Obs.- A Espanha ainda vai pagar por estes crimes do remoto passado. E a Alemanha, mais ainda, pelo que fez contra os judeus…

Já imaginaram um cristão moderninho, desses que vivem engajados na Teologia da Fé/Prosperidade, comportando-se dessa maneira edificante?

O Islamismo é tão bonzinho! – O “Los Angeles Times” de 06/12/2003 publicou a notícia: “Um dos mais conceituados seminários teológicos do país lançou um projeto federal para que haja paz com os muçulmanos, preparando um proposto código de ética, a fim de rejeitar as declarações ofensivas entre as duas crenças, pregando, assim, uma crença mútua no mesmo Deus, em súplicas feitas sem proselitismo.

Esse projeto de um milhão de dólares, iniciado pelo Seminário Fuller em Passadena, está sendo elogiado por ambos os lados, numa tentativa pioneira de aliviar os constantes conflitos entre os dois lados. Contudo, ilustrando uma teologia dividida, alguns evangélicos conservadores estão desafiando o código de ética, declarando que não crêem no mesmo Deus dos muçulmanos.

A tensão entre os muçulmanos e os cristãos evangélicos tem-se agravado por uma série de declarações feitas por alguns líderes evangélicos, desde os ataques terroristas de 11/09/2001. Essas declarações incluem a caracterização do feita pelo evangelista Franklin Graham de que o Islamismo é uma religião do mal. O Rev. Jerry Fallwell diz que o profeta Maomé foi um terrorista e o ex-presidente da Convenção Batista do Sul diz que Maomé foi um “pedófilo possuído de demônios”.

O projeto Fuller, fundado por concessão do Departamento de Justiça dos USA, pretendo desenvolver políticas que conduzam à paz entre cristãos e muçulmanos, publicando um livro sobre estes e treinando as comunidades locais a usá-lo. Este é um dos vários esforços desenvolvidos pelo Seminário Fuller, desde 11/09/2001, no sentido de construir pontes com os muçulmanos”.

[A partir daí, o famoso Seminário Fuller tem apostado de tal maneira que agora não passa de um “seminário fuleiro”].

Os muçulmanos são muito bonzinhos! Quanto mais trela os USA derem a esses fanáticos seguidores de Maomé, mais ficarão sob a mira dos terroristas, pois estes são suicidas que desafiam a lei do amor de Deus e vão aproveitar cada brecha para criar terrorismo contra os cristãos…

Sedução do Cristianismo – A Bíblia contém muitas profecias que nos levam a crer que devemos esperar terríveis acontecimentos em nossos dias, segundo foram profetizados no Antigo Testamento. Alguns já estão acontecendo. E as coisas vão ficando cada dia mais tenebrosas!

Por exemplo, referindo-se ao Sermão de Pentecostes sobre o que estava acontecendo naquele dia histórico, Pedro disse em Atos 2:16: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos”.

A visão que Jesus teve da profecia foi igualmente prática. No caminho de Emaús: “… ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24:25-27). Em outros versos, Cristo chamou os judeus de “hipócritas” por não reconhecerem os sinais dos tempos, conforme as profecias entregues pelos seus próprios profetas (Mateus 23:13-39).

Não iria Jesus também nos chamar de “néscios e tardos de coração” e de “hipócritas” por não reconhecermos estes últimos dias, tendo em vista os sinais que Deus tem nos enviado? Não estaremos sendo enganados se não lavarmos em conta essas admoestações? E como podemos levá-las em conta, a não ser agora, quando estamos vendo tudo o que acontece no mundo?

Irmãos, leiam a Bíblia, a qual nos limpa de nossas mazelas morais e espirituais (João 15:3) e vivam felizes com uma vida edificada na Palavra de Deus, pois todos nós vamos ser julgados pela Palavra (João 12:48) e não pelos dízimos que tivermos colocado no gazofilácio das igrejas, para o enriquecimento dos pastores fraudulentos, vendedores de meias “ungidas”, falsos operadores de milagres!!!

Mary Schultze – Atualizado em julho 2012.

www.marybiblia.com

DECLARAÇÕES FORTES DA IGREJA CATÓLICA QUE DÃO O QUE PENSAR AOS EVANGÉLICOS

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” disse Cristo, o filho único do Deus único para alertar a você e a mim, para que não sejamos mais escravos do pecado nem de sistemas religiosos afastados da verdade.
DECLARAÇÕES FORTES DA IGREJA CATÓLICA QUE DÃO O QUE PENSAR AOS EVANGÉLICOS

Sobre a guarda do domingo:

“O domingo é a marca de nossa autoridade. A Igreja está acima da Bíblia e a transferência da prática do descanso sabático é a prova desse fato.” The Catholic Record, Londres, Ontário, 1º de setembro de 1923.
“A observância do domingo pelos protestantes é um respeito que eles demonstram, a despeito de si próprios, à autoridade da Igreja (católica).” Plain Talk About the Protestantism of Today, do Monsenhor Segur, p. 213.
“Mas a mente dos protestantes não parece compreender isso. Observando o domingo, . . estão aceitando a autoridade do porta voz da Igreja, o papa.” Our Sunday Visitor, Catholic weekly, 5 de fevereiro de 1950.
“É claro que a Igreja Católica afirma que a modificação foi um ato seu… uma marca de poder eclesiástico e autoridade em questões religiosas.” Gabinete do Cardeal Gibbons, Secretário C. F. Thomas, 11 de novembro de 1895.

Sobre a adoração à Santíssima Trindade:

“Nossos oponentes (os protestantes) às vezes reivindicam que nenhuma crença deveria ser dogmatizada que não seja explicitamente declarada na Bíblia… Mas as igrejas protestantes por elas mesmas tem aceitado tais dogmas como a TRINDADE pela qual não há nenhuma autoridade precisa nos evangelhos”. (Revista Life – Católica, 30/10/50).
“Diversas igrejas batizam, sem duvida validamente; por esta razão, um cristão batizado numa delas não pode ser rebatizado, nem sequer sob condição. Consequentemente, as certidões de batismo delas valem, para nós, com se fossem certidões da Igreja Católica. São elas: Igrejas orientais, episcopais do Brasil, Luteranas, Metodistas, Presbiterianas, Congregacionais, Batistas e Adventistas.” Há Um só Rebanho, pág. 251- 252 – Edições Loyola de 1989.
Então, meu amigo minha amiga do segmento evangélico, que diz disso? Pela Bíblia você pode contestar?
São muito apropriadas as palavras de Cristo em João 8:32 e 36: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. “Se o Filho vos libertar, verdadeira mente sereis livres”.
Deus e Seu divino Filho Jesus Cristo, os libertaram da servidão a Sistemas Religiosos separados dEles, desde 16.03.2004.
Em Mat. 11:28 Cisto afirmou magistralmente: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
Aceita, em Cristo, essa libertação do pecado e dos sistemas que se afastaram de Deus?
Deus seja louvado!

AS REGRAS DO ECUMENISMO E A MUDANÇA DA FÉ

OLÁ,
“E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”, PALAVRAS MEMORÁVEIS DE CRISTO, O DIVINO FILHO ÚNICO DO DEUS ÚNICO, O PAI, EM JOÃO 8:32. NUNCA SE ESQUEÇA DISSO.
Eu ouvi no Programa A Voz da Profecia o pastor Iglesias apelar: Aceite a Jesus Cristo como Deus e salvador.
Em 50 anos de fé, confesso que é a primeira vez que ouço esse apelo nesse programa radiofônico.
Que está acontecendo? Onde ele leu isso na Bíblia? Em toda a Bíblia lemos:
Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.1 João 5:12 Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu.1 João 5:10. Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3:36.
Então, se a Bíblia sagrada fala diferente, onde o pastor Iglesias e outros pastores foram buscar essa nova forma de apelo?
Quando leio as regras do Ecumenismo, encontro que temos que crer diferente do que a Bíblia ensina, ou seja, temos que crer conforme os dogmas romanos da trindade (três deuses em um só), o domingo como um dia especial, inesquecível, mega domingos (embora o sábado continue a ser um dia de descanso, não mais como diz a bíblia, um sinal entre Deus e seu povo), o batismo feito em nome da trindade baseado em um único verso da Bíblia, Mateus 28:19 que conforme está na Bíblia de Jerusalém só foi assim após o dogma da trindade ser criado e como escreveu o atual papa em 1968 no seu livro introdução ao cristianismo Mat. 28:19 como o conhecemos hoje é uma invenção de Roma.
Então é isso que está acontecendo no mundo religioso e seu pastor ou missionário esconde de você?
Mas porque o Ecumenismo, você pergunta? Como disse uma vez o papa João Paulo II: O ecumenismo será obrigatório para todas as igrejas. É uma estrutura de poder que está sendo criada e quem ficar fora será considerado herege.
Quem ficar fora não poderá mais crescer em estruturas físicas, grandes templos, Escolas, Faculdades, Indústrias de Alimentos, Escolas de aviação para formar pilotos para as grandes empresas do mundo, Casas Publicadoras, Seguradoras de seguros de vida e outros, enfim, não poderá mais ser rica, poderosa em bens desse mundo.
É por isso que as igrejas e denominações estão se ajustando ao Ecumenismo e talvez você não soubesse.
É por isso que o apelo feito pelo pastor Iglesias da Voz da Profecia e outros pastores de outras correntes religiosas passaram a pregar e apelar diferente.
Leia mais sobre esse assunto, não fique por fora. Desconfie de quem quer que seja que queira lhe manter alheio a essa verdade.http://www.adventistas-historicos.com/arquivos/Entendendo_Ecumenismo.ppt

http://www.arquivoxiasd.com
E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará, disse Cristo em João 8:32.
Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 5:29

JESUS, O CRISTO, E A POLÍTICA

Olá,
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Palavras do Filho único do Deus único e verdadeiro, o Pai, e nosso Salvador, Jesus Cristo, no evangelho de João 8:32. Essas palavras são para você e para mim, acredite.
Lemos em Mateus 27:11 a 14: “E foi Jesus apresentado ao governador, e o governador o interrogou, dizendo: És tu o Rei dos Judeus? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes. E, sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Disse-lhe então Pilatos: Não ouves quanto testificam contra ti? E nem uma palavra lhe respondeu, de sorte que o governador estava muito maravilhado”. Cristo sempre foi exemplar como representante do Pai, o único Deus verdadeiro, conforme afirmou em João 17:3, sempre fazendo uma distinção clara entre a fé pura e genuína e a política. Em Marcos 12:17, lemos: “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele”.
Nos dias de Cristo a política também era muito corrompida e nojenta e a igreja judaica, tida como a única verdadeira e com capa de santidade, era também tão corrupta quanto o governo. Lemos em Mat. 27:12 que Cristo foi acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos. Impressionante isso, não acha? E hoje, o que vemos e ouvimos?
Estamos a poucos dias das eleições do Brasil.
Ouve-se falar dos fichas sujas e de muita corrupção dos políticos desta nação, de modo que cada pessoa, de um modo especial aquele e aquela que tem algum relacionamento espiritual com Cristo, deve refletir profundamente antes de dar o seu voto a um ou a uma candidata.
Votar é coisa muito séria, significando fazer-se representar por esse ou essa candidata nas instâncias superiores desse País.
No Brasil ainda é obrigatório votar, mas, todo cuidado e critério devem ser usados, e cada um deve sentir-se livre para votar neste ou naquele candidato ou anular o seu voto. Cada um é livre, não devendo ser constrangido a isso ou aquilo em qualquer igreja ou ambiente de trabalho.
Observe o que Ruy Barbosa escreveu há 88 anos (em 1914):
“A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.
Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (na Monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto (o Imperador, graças principalmente a deter o Poder Moderador), guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade”. (http://www.zeletron.com.br/2010/09/triunfo-da-injustica.html)
Que o povo de Deus mantenha-se longe da política que está aí, embora, como cidadão, cada um exerça seu direito/dever de votar.
Que as memoráveis palavras de Cristo em Marcos 12:17 “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” continuem vivas em nossos ouvidos e mentes e que nossas comunidades de crentes continuem longe da política e sem vínculos institucionais com o Estado, embora, como cidadãos da terra e do Universo devamos cumprir todos os nossos deveres, enquanto esses não se choquem com os eternos preceitos de Deus e de Seu Filho.
Maranata
Paulo Augusto da Costa Pinto

Texto apresentado pela primeira vez ao vivo em 01.10.10 em um dos nossos PROGRAMAS DIÁRIOS DE 4 MIN. PELA RÁDIO JUAZEIRO, DE 2ª A SÁBADO, 6:50 DA MANHÃ ou pela www.radiojuazeiro.com.br E DOMINGOS no Programa A Voz e A Verdade DAS 14 ÀS 15H ou pela RÁDIO ADVENTISTA BEREANA www.adventistas-bereanos.com.br/radio.php 24 h no ar.

LEMBRANÇAS DOS VELHOS TEMPOS

Na manhã de 08 de julho de 2012, ao romper do dia, eu e minha família acordamos com o cantar de um hino falando acerca da breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Eram muitas vozes e vinham da porta da frente de nossa casa.
Depois, ouvimos tocar a campainha.
Ao verificarmos com nosso precioso filho Augusto, constatamos tratar-se de irmãos queridos de fé, alguns há cerca de meio século, acompanhados do pastor Antonio da Igreja Adventista do 7º Dia do bairro de Piranga. Abrimos as portas e os convidamos a entrar, ocasião em que os abraçamos e fomos abraçados, matando a saudade de muito tempo. Cerca de oito anos.
Nós os amamos e nunca deixamos de amá-los, mesmo depois que tivemos que deixar a congregação fraterna que sempre tivemos por quarenta e um anos, desde 1963, resolvendo, desde 16 de março de 2004, servir ao Deus único e verdadeiro e ao seu divino e único filho Jesus Cristo, não mais a uma trindade, porquanto estabelecida nos concílios de Roma, em 325 e em 381, em Nicéia e em Constantinopla, respectivamente, não tendo qualquer respaldo na Palavra de Deus.
“Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”. Atos 5:29.
Cantamos vários hinos, todos muito emocionantes, falando da brevidade da volta gloriosa de Cristo, nossa Suprema Esperança.
Ouvimos atentamente a leitura da Palavra de Deus feita pelo Pastor Antonio, muito amável, sobre o texto do evangelho de João 14:1-3, que traz lembranças de velhos anos, desde a primeira vez que ouvimos esse texto quanto tinha poucos anos de idade.
Outro texto precioso lido e comentado foi João 3:16. Este é um texto especial, como que um resumo de todas as Escrituras sagradas, acerca do qual alguém disse que se toda a Bíblia nos fosse tirada e restasse só esse texto, era como se a tivéssemos toda!
Depois de bons momentos juntos, nos despedimos, agradecendo sensibilizados pela visita cordial e cristã, renovando nossa amizade e profundo apreço as queridos irmãos e ao Pastor Antonio, a quem amamos.
Deus seja louvado.
Paulo Augusto da Costa Pinto

A BOLA MAIS IMPORTANTE

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, palavras libertadoras de Cristo, o divino Filho único do Deus único, o Pai, em João 8:32.
E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. João 17:3.
Bryan Dyson…, atuante de 1986 a 1991 como Presidente da Coca-Cola, disse ao deixar a presidência da empresa:
“Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.
Estas são: seu Trabalho – sua Família – sua Saúde – seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente. E sobretudo… Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno”.
(http://motivacaoeamor.blogspot.com.br/2010/11/cinco-bolas.html)
Que discurso curto, porém cheio de significado!
De fato, precisamos valorizar o trabalho. Sem ele não conseguimos o sustento e nosso físico sem trabalho definha e se acaba. Deus disse, “seis dias trabalharás e farás toda a tua obra mas o 7º dia é o Sábado do Senhor teu Deus. Não farás nenhum trabalho…”
Mas, Família, Saúde, Amigos e a Vida Espiritual são fundamentais, sobretudo a Vida Espiritual porquanto é transcendental, eterna.
Em sua oração sacerdotal, registrada em João 17:3 Jesus Cristo deu como que uma fórmula para a vida eterna: Conhecer ao seu Pai e seu Deus, único e verdadeiro, e a Ele Jesus Cristo seu divino e único Filho e nosso Salvador.
Quando a maioria segue o politeísmo, alguns, inconscientemente, adorando a uma trindade, deseja você seguir a fórmula da vida eterna dada por Jesus?
Amém, aleluia.
Paulo Augusto da Costa Pinto

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