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OUÇA O ÁUDIO
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” João 8:32.
Já estudamos neste programa sobre o que Jesus falou sobre ele mesmo e sobre o Espírito Santo de Deus, que o Pai derrama sobre seu divino filho Jesus e este sobre sua igreja.
Hoje farei 5 perguntas a Jesus. 1) Senhor Jesus, meu salvador, muitos tem ensinado em suas denominações que na Bíblia sagrada as expressões Pai e Filho não significam o que significa para nós, mas que são apenas títulos funcionais. Na realidade o Senhor não é Filho de Deus, nem Deus é seu pai, mais um e outro são iguais e ambos são Deus?
Resposta: Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu. João 14:28.
Muito obrigado Jesus, pois afirmas na palavra de Deus que o Senhor é Filho de Deus e Deus é seu pai e que seu pai é maior do que o senhor. Não são co-iguais como afirma o dogma.
2) Senhor Jesus, meu Salvador, é verdade que existe uma trindade no céu conforme estabeleceram os concílios de Nicéia e de Constantinopla, 325 e 381 dC e a quase totalidade das igrejas crêem e ensinam isso?
Repostas de Jesus: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. João 17:3.
“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome”. Apocalipse 3:12.
Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. João 20:17.
3) Senhor Jesus, meu Senhor e Salvador, é verdade que existe uma 3ª pessoa da trindade que intercede por nós junto ao seu Deus e seu pai? E que além dessa 3ª. pessoa existem a virgem Maria e os santos?
Resposta: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6.
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo HOMEM. 1 Timóteo 2:5. (Destaque acrescentado)
4) Senhor Jesus, precioso Filho de Deus e meu Salvador, ensinam que tu fizestes milagres quando aqui esteve porque tu és um Deus igual ao pai? É isso mesmo?
Resposta: “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras”. João 14:10.
5) Senhor Jesus, meu Salvador, como considerar aqueles que ensinam o dogma da trindade, 3 pessoas que são deus pai, deus filho e deus espírito santo, co-iguais e co-eternas? (Se são co-iguais e têm a mesma idade, logo não há pai nem filho, ainda que os mencionem. Quando dizem que pai e filho são títulos funcionais, deixam de confirmar a palavra de Deus)
Resposta: Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.
1 João 2:22-23. (MUITOS HOJE JÁ NÃO CONFESSAM O FILHO DE DEUS, COMO TAL, POIS, GUIADOS PELAS REGRAS DO ECUMENISMO, O TORNARAM DEUS – DESDE O CONCÍLIO DE NICÉIA EM 325 dC. VEJA O LIVRO “E HAVERÁ UM SÓ REBANHO” http://books.google.com.br/books/about/E_haver%C3%A1_um_s%C3%B3_rebanho.html?id=lYglYX6FdRoC&redir_esc=y (OBSERVE A PÁGINA 222. DÊ UM CTRL+F E DEPOIS ESCREVA NA JANELINHA: TRINO. VAI ENCONTRAR A BASE CONSTITUTIVA DO CONIC DO CMI. SÃO AS REGRAS DO ECUMENISMO)
Obrigado Senhor, por responder às minhas perguntas e que os ouvintes tenham entendido e tomem a sua decisão ao lado da verdade.

OUÇA O PROGRAMA A VOZ E A VERDADE
RÁDIO JUAZEIRO OU PELA WEB:
2a. a 6a. feira, 6:50 h, sábados e domingos, 14 h.

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O ALFA E O ÔMEGA DA APOSTASIA

outubro 30th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

O_Alfa_e_o_Omega

AGROTÓXICOS
JC e-mail 4845, de 30 de outubro de 2013
Pesquisa mostra que 29% dos alimentos têm resíduos de agrotóxicos

Em 2011 o pimentão foi o produto analisado que teve o maior número de amostras com irregularidades

O resultado do monitoramento do último Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (2011/2012) revelou que 36% das amostras de 2011 e 29% das amostras de 2012 apresentaram a presença de agrotóxicos. Na avaliação da agência, é preciso investir na formação dos produtores rurais e no acompanhamento do uso do produto.

Existem dois tipos de irregularidades avaliadas, uma quando a amostra contém agrotóxico acima do limite máximo de resíduo permitido e outra quando a amostra apresenta resíduos de agrotóxicos não autorizados para o alimento pesquisado. O levantamento revelou ainda que dois agrotóxicos nunca registrados no Brasil, o azaconazol e o tebufempirade, foram encontrados nas amostras de alimentos, o que pode significar que estes alimentos entraram no país contrabandeados.

Em 2011 o pimentão foi o produto analisado que teve o maior número de amostras com irregularidades. Das 213 amostras analisadas, 84% tiveram uso de agrotóxico não autorizado no Brasil, 0,9% tinham índices acima do permitido e 4,7% tinham as duas irregularidades. Em seguida vieram cenoura, com 67% de amostras irregulares; pepino, com 44%, e a alface, com 42%. Em 2012, o morango apareceu com 59% de irregularidades nas amostras e novamente o pepino, com 42%.

A agência explica que alguns agrotóxicos aplicados nos alimentos agrícolas e no solo têm a capacidade de penetrar em folhas e polpas. Por isso, a lavagem dos alimentos em água corrente e a retirada de cascas e folhas externas, apesar de contribuem para a redução dos resíduos de agrotóxicos, são incapazes de eliminar aqueles contidos em suas partes internas.

O atual relatório traz o resultado de 3.293 amostras de treze alimentos monitorados, incluindo arroz, feijão, morango, pimentão, tomate, dentre outros. A escolha dos alimentos foi baseada nos dados de consumo levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na disponibilidade dos alimentos nos supermercados e no perfil de uso de agrotóxicos nos alimentos.

Para a Anvisa, o aspecto positivo do programa é a capacidade dos órgãos locais em identificar a origem do alimento e permitir que medidas corretivas sejam adotadas vem aumentado. Em 2012, 36% das amostras puderam ser rastreadas até o produtor e 50% até o distribuidor do alimento.

A Anvisa coordena o programa de análise de resíduos em conjunto com as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios participantes, que fizeram os procedimentos de coleta dos alimentos nos supermercados e de envio aos laboratórios para análise. Assim, é possível verificar se os produtos comercializados estão de acordo com o estabelecido pela agência.

(Aline Valcarenghi/Agência Brasil)
FONTE: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90309

O LADO BOM (?) DE HITLER

outubro 30th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Hitler, o Pai da Medicina Moderna

Graças às experiências científicas desenvolvidas por Adolf Hitler, através do médico Joseph Mengeli, na década de 40, a Medicina alemã estava entre as melhores do mundo em tratamentos modernos. Com isso, a Alemanha passou a ser o berço da moderna ciência médica.

A quimioterapia e as cirurgias passaram a ser um modismo da prática médica de então, chegando até nós. Ele é reconhecido como o Pai da Medicina moderna, porque antes dele a Medicina não passava de empirismo, bruxaria, feitiçaria e magia. Todo médico era bruxo e era envolvido com o sobrenatural.

A ORIGEM

Como a Medicina foi criada em Babilônia pagã e desenvolvida no

HITLER E A MEDICINA

VEJA NO G1

UMA DE SUAS MÚSICAS É NOVA JERUSALÉM:

OUÇA ENTREVISTA DE CLEITON, EX-ARTPELLA, CONCEDIDA À RÁDIO NOVO TEMPO NO DIA 29.05.13

LAMENTAMOS PROFUNDAMENTE A SÚBITA MORTE DO IRMÃO CLEITON FRACK, AOS 29 ANOS NA TARDE DE HOJE, 29.10.2013.
QUE DEUS ÚNICO E SEU DIVINO FILHO CONSOLEM (II TESS. 2:16) A FAMÍLIA ENLUTADA, NA ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO.

LEIA SOBRE A GRANDE CONSPIRAÇÃO NA IASD: http://adventistas-historicos.com/arquivos/A_Grande_Conspiracao.PDF

VEJA PÁGINAS 49, 50, 51, 52, 55, 71, 72, ABRA O LIVRO, DIGITE CTRL+F E ACOIMPANHE DEZENAS DE CITAÇÕES.
http://adventistas-historicos.com/arquivos/Entendendo_Ecumenismo.ppt
O DOMINGO ENTRE OS ASD http://aodeusunico.com.br/?p=3136
http://aodeusunico.com.br/?p=2950
http://aodeusunico.com.br/?p=2841
http://aodeusunico.com.br/?p=2535
HISTÓRIA POR TRÁS DA HISTÓRIA http://aodeusunico.com.br/?p=2281
TRATADO DE AMIZADE IASD ICAR http://www.youtube.com/watch?v=Y_kr9_MFgQw

EL DILUVIO (O DILÚVIO)

outubro 27th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

EL DILUVIO

 

Ya en temas pasados hemos conversado un poco acerca del sistema general de los antediluvianos. Hemos examinado tópicos de suma importancia para tener una idea clara de todo el contexto del así llamado Diluvio. Ya de antemano sabemos que los antediluvianos tenían tecnología, como dice Biblia y la Historia, “cosas que no se ven en el tiempo moderno”. Pero ya esta secuencia tiene su fin en el relato bíblico del Diluvio, desde el cap. 6 cuando empieza hablando de los antediluvianos, y luego en los cap. 7-8 el Diluvio, hasta el cap. 9 cuando Yahweh establece su pacto con Noé y toda su descendencia. Entonces ahí comienzan nuestras interrogantes… ¿Sabemos en realidad lo que ocurrió en el Diluvio?

¿Tenemos un registro certero de cómo pasaron estos acontecimientos de tal magnitud para hacer temblar a los hombres de aquella época?
¿Qué me puede decir con respecto a este enigma?

Antes de adentrarnos a este tema profundo, es bueno dejar claro unos cuantos tópicos de suma importancia con respecto al Diluvio.

Pregunta: ¿Existió el Diluvio?
La historia del relato del Diluvio se encuentra en diversos documentos y libros de todas las culturas. Mandarín, Sánscrito, Inglés, etc. Lo único que cambia ocasionalmente es el nombre de Noé.
Existen más de 200 relatos con respecto al Diluvio:
95%-Mencionan un Diluvio Universal.
88%-Informan que hubo una familia favorecida.
73%-Declaran que personas sobrevivieron en una embarcación.
70%-Involucran Animales.
67%-Dicen que los animales se salvaron.
66%-Dicen que la causa del Diluvio fue la maldad del hombre.
57%-Informan que los sobrevivientes desembarcaron en una montaña.

Según el relato de la Biblia, nadie creía en la declaración de que vendría sobre la tierra un Diluvio de aguas. Es lógico creer que fueron estos científicos de la antigüedad que llegaron a tales conjeturas. Ahora la pregunta que surge es:
¿Qué motivo a aquellas personas a determinar que sería imposible que lloviera de la manera en que Noé, por inspiración divina, predicaba?
El 1 cap. De Génesis habla acerca de una cúpula de agua o atmósfera que Yahweh creó alrededor de la tierra. Al describir las aguas sobre el firmamento, la Biblia sugiere que antes del Diluvio había una cúpula de vapor de agua alrededor de la tierra, parecido a nubes espesas de lluvia que ayudaban a moderar el clima y a proteger la tierra.
La idea de una cúpula de agua alrededor de la tierra, suena un tanto extraña. Pero estas cúpulas de agua son muy comunes en los planetas del sistema solar. Júpiter y Saturno, todos tienen una gruesa capa de gas alrededor. Directamente la cúpula de vapor pudo haber descargado unos 13 mt. De agua. Además las erupciones constantes de aguas debajo de la tierra causaron lluvias constantes que aligeraron conforme se desarrollaba el tipo de clima que hoy conocemos.
Expertos han comprobado que las aguas del Diluvio provinieron de tres partes:
1. Las fuentes debajo de la tierra se reventaron.
2. La cúpula de agua alrededor de la tierra.
3. Las aguas de los océanos, mares y ríos, que se desbordaron.
Y ahora surge la Pregunta:

¿Cómo ocurrió el Diluvio?
El Walter Brown, Profesor Emérito de Física del Pentágono nos dice lo siguiente:
“En nuestro planeta encontramos 17 fenómenos extraños que ahora se pueden explicar sistemáticamente. Como resultado de una inundación cataclísmica, cuyas aguas erupcionaron de las cámaras subterráneas con un escape de energía que sobrepasaron los 10 mil millones de bombas de hidrogeno.
Esta explicación demuestra la rapidez con la que se formaron las montañas más altas. También explica los depósitos de carbón y petróleo y el rápido desplazamiento continental. Muestra porque en el suelo del océano hay inmensos precipicios y cientos de volcanes y abismos. También explica la formación de estratos y la mayoría de los fósiles, de los mamuts congelados, de la llamada edad de hielo. Y los principales cañones de tierra, como podemos constatar en el gran cañón.

La tierra antes del diluvio era una sola masa continental cubierto por exuberante vegetación. Las montañas eran más pequeñas que las de hoy, tal vez de algunos 3 mil mt. De altura. De acuerdo a la teoría de la hidroplaca, la tierra antes del diluvio tenía mucha agua subterránea (Gen. 2: 5, 6). La mitad de la que ahora esta en los océanos. Esta agua se hallaba en cámaras interconectadas formando una delgada capa esférica, de algunos 800 mt. De espesor. Tal vez a unos 16 km. De la superficie de la tierra. una creciente presión en el agua expandió la corteza exactamente como pasa cuando un globo se infla. El regescrajamiento de la tierra comenzó con una microscópica grieta que creció en ambas direcciones a unos 5 km. Por segundo. La grieta buscando el sitio de menor resistencia circunvaló el globo en menos de 2 hr. Conforme la grieta se abría alrededor de la tierra, la corteza de rocas que la cubría se desgarró como una tela demasiado estirada. El agua subterránea estaba bajo extrema presión debido al peso de los 16 km. De tierra que tenia sobre sí. Así, el agua explotó violentamente por la ruptura. Por esta rotura global, fuentes de aguas salieron disparadas hasta alcanzar los casi 32 km. De altura. La enorme precipitación provocó lluvias torrenciales. La Biblia nos dice que todas las fuentes subterráneas se reventaron en un día (Gen. 7: 11), y describe estos acontecimientos de hace 5 mil años, los cuales podemos unir ahora científicamente. Parte del agua que alcanzó la fría estratosfera se transformó en cristales congelados produciendo una masiva descarga de hielo que enterró, sofocó e instantáneamente congeló a muchos animales, tales como el mamut. La enorme presión del agua que salía erosionó la roca a ambos lados de la grieta, produciendo increíbles volúmenes de sedimento y lodo sobre la tierra. Esto produjo que plantas y animales quedaran sepultadas bajo este sedimento formando el registro fósil. Esta erosión abrió aun más la grieta, a la larga la apertura se abrió tanto que la roca comprimida debajo de la cámara subterránea se levanto hacia arriba creando la cordillera interoceánica.
Las placas continentales o hidroplacas todavía con agua debajo de ellas se resbalaron, alejándose de la cordillera interoceánica que se levantaba. Las masivas placas continentales, en lenta aceleración, alcanzaron velocidades de hasta 70 km. por hr.
Entonces encontraron resistencia, se comprimieron y se doblaron, como pasa con una hoja de papel cuando la comprimes. Las porciones de la hidroplaca que se doblaron hacia arriba formaron las montañas y las que se doblaron hacia abajo los grandes abismos. Es por eso que las grandes cordilleras se encuentran paralelas a las cordilleras marinas de las cuales se deslizaron.
Después que aconteció todo esto, Yahweh estableció un pacto con Noé que nunca más destruiría la tierra con aguas, y mostró un arco.

¿Sabemos algo acerca de la procedencia de este Arcoiris?
Según Gene Faulstich, fundador del instituto de investigación de cronología, concordó, a través de la tecnología, que Noé entró en el arca un Domingo 14 de Mayo del 2345 a.Mashiaj. Si examinamos el cielo de ese año, encontramos que ese día hubo un eclipse solar, al amanecer. Con esta prueba, es fácil deducir que al sol redoblar sus rayos por el horizonte fácilmente se pudo haber creado una Arcoiris que circunvalo el globo.

En sí, ¿Cuánto tiempo duró Noé y su familia dentro del Arca?
v Entrada de Noé al Arca (Gen. 7: 7).
v Espera en el Arca: 7 días (Gen. 7: 10).
v Comienzo del Diluvio (Gen. 7: 11).
v Subida de las aguas durante 40 días (Gen. 7: 12-17) – Incluidos en 150 días.
v Duración del Crecimiento de las aguas (Gen. 7: 24).
v Decrecimiento de las aguas que se aquietan. El arca flota sin avanzar (Gen. 8: 3-4).
v Decrecimiento de las Aguas hasta la aparición de las cimas de los montes: 74 días (Gen. 8: 5).
v Espera de Noé en el arca con las montañas a la vista: 40 días (Gen. 8:6).
v Noé suelta un cuervo (Gen. 8: 7).
v Noé suelta una paloma: 7 días (Gen. 8: 9).
v Noé suelta otra paloma: 7 días (Gen. 8: 10).
v Noé suelta una tercera paloma: 7 días (Gen. 8: 12).
v Noé sube al puente. Aparece la tierra: 29 días (Gen. 8: 13).
v Espera de Noé en el Arca (Gen. 8: 14).
v Noé sale del Arca: 56 días (Gen. 8: 15-18).

TOTAL: 377 Días.

Estos factores considerados juntos, crean un misterio que hoy confunde a los hombres de ciencia. La forma repentina en que sucedió todo, aún hoy desconcierta a los mejores paleontólogos, porque en lugar de tener ahora esa riqueza de fauna y flora, la corteza terrestre se halla actualmente llena de incontables restos fósiles de esa vida primitiva, incrustados en las formaciones rocosas de la tierra post-diluvial.

¿Qué evidencias físicas encontramos en el mundo actual que nos hable algo con respecto a los acontecimientos del Diluvio?
Sabemos que los rasgos más notables que tenemos con respecto a la catástrofe del Diluvio, son los fósiles que encontramos en los sedimentos depositados en las cámaras subterráneas de la tierra. Generalmente, animales y vegetales en las condiciones comunes, estarían en estado de putrefacción, pero en los hallazgos han quedado depositados hojas que todavía conservaron la clorofila verde. Insectos, hermosamente coloreados, con la parte blanda del cuerpo, incluyendo el contenido de los intestinos preservada intacta. Normalmente, esas materias se descomponen o cambian de color pocas horas después de su muerte, lo que demuestra que su preservación en un medio aséptico debe haber sido repentina y total.

Pero hay más aún. A fines del 1960, durante la evaluación de una de las más interesantes expediciones en busca del arca, uno de sus participantes, el Dr. Arturo J. Brandenberger, profesor de fotometría de la Universidad de Ohio, EE. UU., recibió una carta de Jorge F. Dodwell, astrónomo emérito del gobierno del sur de Australia y director del Observatorio de Adelaida. Escribiendo acerca de esa reciente expedición a Turquía, Dodwell declaró:
“Estoy especialmente interesado en tan notable resultado, porque durante los últimos 26 años estuve realizando una extensa investigación de lo que la astronomía conoce como la variación secular de la oblicuidad elíptica. Y de un estudio de las antiguas observaciones disponibles, de la posición del sol en los solsticios de los últimos 3 mil años, encuentro una curva que, después de considerar todos los posibles cambios, muestra una típica curva exponencial de recuperación del eje de la tierra, que ocurrió después de un cambio brusco de la anterior posición vertical hasta llegar a una inclinación de 26,5°, de la cual volvió a un equilibrio de la actual inclinación de 23,5°, lo que ocurrió durante los 3194 años transcurridos hasta el año 1850 d.Mashiaj.”

FONTE: http://ahmedministerio.org/blog/2012/11/el-diluvio/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29

FUGA NO INVERNO
LA HUIDA EN INVIERNO O SÁBADO

Orad, pues, que vuestra huida no sea en invierno ni en Sábado. Mt 24: 20 (RVA)

1. ¡Tuvieron que huir los seguidores del Mashiaj en sábado o en invierno?

En Mateo 24: 20 Yahshua aconsejó a sus seguidores que oraran para que su huida de Jerusalén no ocurriera ni en sábado ni en invierno. Sus oraciones recibieron respuesta. Cestio Galo se retiró de Jerusalén en noviembre del año 66 D. Mashiaj, un mes cuando el clima no es generalmente duro en esa parte del mundo. Los cristianos, entonces, no tuvieron necesidad de huir en invierno.

La asombrosa retirada de Cestio Galo en noviembre del año 66 DM, cuando la victoria estaba a su alcance, proporcionó una inapreciable oportunidad de huir. Josefo informa que “muchos judíos notables” en ese momento “abandonaron la ciudad, como si fuera un barco a punto de zozobrar”. (Ver Flavio Josefo, Guerras Judaicas, VI. III. 4).

Parece que los judío dejaron Jerusalén en ese momento. Al trasladarse al norte, fundaron una colonia en Pella, al sudeste del mar de Galilea. Las palabras traducidas por “huyan a los montes” en la Biblia de Jerusalén, puede traducirse adecuadamente por “escapen hacia las colinas” o “váyanse al campo”. Pella está ubicada en el campo, en medio de colinas.

La preocupación de Yahshua por el sábado es aleccionadora. Nos indica que El sabía que el sábado seguiría en vigencia en el año 66 D. Mashiaj, más de treinta años después de su muerte. Yahshua no puso a un lado los Diez Mandamientos. Dijo en el Sermón del Monte: “No piensen que he venido a abolir la Toráh o los Profetas. He venido, no a abolir, sino a completar. ¡Sí, en verdad! Les digo que hasta que pasen el cielo y la tierra, ni una iod, ni una tilde pasarán de la Toráh; no hasta que lo que tenga que suceder, suceda.

( Mateo 5: 17, 18). traducción original del texto hebreo

¿Cuál es la “Generación” de Mateo 24: 34?

¿Qué quiso decir Yahshua cuando declaró: “No pasará esta generación”? Después de dar su breve lista de señales de su segunda venida, Yahshua dijo: “Yo os aseguro que no pasará esta generación hasta que todo esto suceda. El cielo y la tierra pasarán, pero mis palabras no pasarán” (S. Mateo 24: 34, 35).

El Adon quería que su declaración fuera tomada en serio. Solo tres veces durante su ministerio se refirió a que los cielos y la tierra podrían pasar. En dos de ellas lo hizo para poner énfasis, por la vía del contraste, en la perdurabilidad de los Diez Mandamientos.

Pero más fácil es que pasen el cielo y la tierra, que se frustre una tilde de la ley. Lc. 16: 17

La tercera ocasión es ésta, de Mateo 24, cuando lo hizo para recalcar la estabilidad de su predicción relativa a “esta generación”.

Son casi innumerables las interpretaciones que los comentaristas le han dado a esta expresión. Tal vez podríamos clasificarlas en dos grupos: 1) que una generación es un período, y 2) que una generación es una clase de gente.

Una generación como un período. En el primer grupo las palabras de Yahshua de Mateo 24: 34 se entienden en el sentido de que el lapso que comenzaría con la aparición de las señales sería tan corto que la gente que las viera viviría realmente para ver a Yahshua cuando regresara.

Del mismo modo una predicción que El hizo en S. Mateo 23: 36 y en la que emplea la expresión “esta generación” con relación a la caída de Jerusalén, se interpreta en el sentido de que el período que debía mediar entre esa predicción y su cumplimiento sería tan corto, que la gente que estaba viva cuando Yahshua anunció ese fatídico acontecimiento viviría para pasar por él.

“: Una generación como una clase de gente. Aunque parezca sorprendente, hay varios ejemplos en las Escrituras de que una generación es una clase de gente. Las Escrituras dicen: “Tal es la raza (generación, Reina-Valera) de los que le buscan” (Salmos 24: 6) y “la raza (generación, Reina-Valera) de los hombres rectos” (Salmos 112: 2). Cada una de estas generaciones se refiere a una clase de gente buena. Por otra parte, en Lucas 16: 8 Yahshua hace la observación de que los pecadores son más “astutos” al tratar “con los de su generación”, es decir, con los de su misma clase pecadora, que los santos. En otro lugar Yahshua habla de una “generación malvada y adúltera” (Mateo 12: 39), de una “generación” que no se arrepentiría (Mateo 12: 41), y de una “generación” que no querría escucharlo (Mateo 12: 42).

Conclusión.

De las dos interpretaciones, la segunda parece ser la más probable. Además, parece ser más razonable. Sólo transcurrieron 39 años entre la predicción de Yahshua en el año 31 D. Mashiaj y la caída de Jerusalén en el año 70 D. Mashiaj; sin embargo, si tomamos en cuenta la elevada mortalidad que prevalecía en aquellos días, muy pocos adultos responsables que escucharon esta profecía deben de haber vivido lo suficiente como para ver su cumplimiento. Más difícil aún es ubicar a alguien que esté todavía vivo de entre aquellos que vieron las señales astronómicas de la segunda venida que ocurrieron durante los siglos XVIII y XIX. (Véase Apocalipsis 6 y 7.)

Es mejor decir que en Mateo 23: 36, y 24: 34 y 35 Yahshua empleó la expresión “esta generación” para referirse a una clase de gente que resistiría y rechazaría su mensaje. No tiene sentido albergar la esperanza de que el mundo va a mejorar con el transcurso del tiempo, porque la mayor parte de la gente continuará siendo rebelde a Yahweh hasta la segunda venida de Yahshua. Esta clase de gente rebelde persistiría hasta el fin. (Véase 2 Timoteo 3: 1-9; Apocalipsis 16: 9.)

Una definida posibilidad es que Yahshua se haya referido al pueblo judío, de cuya raza o “generación” El mismo era miembro. Si esto es así, querría decir que la raza judía, por lo general inmutable en su actitud hacia El, continuaría en esa condición hasta el fin del tiempo a pesar de toda clase de desastres, incluso la caída de Jerusalén, los pogromos (Matanza y robo de gente indefensa por una multitud) medievales y el holocausto nazi. La persistencia del pueblo judío como raza -o “generación”- distinta, es ciertamente uno de los fenómenos notables de la historia humana.

Analizando Mateo 24: 14

¿Vendrá Yahshua hoy?

Hay un himno religioso que dice: “Viene otra vez nuestro Salvador, ¡Oh si ya fuera hoy!”

Yahshua dijo en S. Mateo 24: 14: “Se proclamará esta Buena Nueva del Reino en el mundo entero, para dar testimonio a todos los gentiles. Y entonces vendrá el fin”.

Antes de hablar acerca de si Yahshua va a venir hoy, deberíamos preguntarnos:

“iSe terminará de predicar el Evangelio a todas las naciones antes de que llegue hoy?” Y antes de contestar esta pregunta debemos saber qué quiso decir Yahshua cuando dijo: “A todos los gentiles” (a todas las naciones).

Nosotros, la gente que habla castellano o español, cree generalmente que una nación es algo como España, México o Argentina, es decir, una entidad social y política, con límites internacionales y con un gobierno central. Nos olvidamos de que en España, por ejemplo, hay diversas nacionalidades dentro de la nación, como los vascos, los catalanes y los gallegos, y que algo semejante ocurre en prácticamente todos los países hispanoamericanos. En Europa, Yugoslavia está constituida por varios grupos raciales, cada uno de los cuales se considera una nación. Y podríamos citar otros casos.

Más importante todavía, en los tiempos del Pacto Renovado la palabra griega que se usaba, y de la cual se han traducido las palabras “gentiles” o “naciones” en las versiones castellanas, y que aparece en Mateo 24: 14, es ethne, de la cual deriva también nuestra palabra “étnico”. Ethne en los días de Yahshua significaba “naciones”, pero también significaba “pueblos”, “grupos de pueblos”, “clases”, “castas” y “tribus”, Ciertamente a menudo significaba sencillamente “extranjeros” y por eso en algunas versiones castellanas del pacto renovado se traduce por “gentiles”.

Véase: Hechos 10: 45 “Y los fieles de la circuncisión que habían venido con Pedro se quedaron atónitos de que también sobre los gentiles se derramase el don del Ruaj Jakodesh”.

Efesios 2: 11

Por tanto, acordaos de que en otro tiempo vosotros, los gentiles en cuanto a la carne, erais llamados incircuncisión por la llamada circuncisión hecha con mano en la carne.

Para ayudarnos a comprender cabalmente la amplitud del desafío que la evangelización implica para el pueblo de Yahweh, las palabras “gentiles” o “naciones” (ethne) por “pueblos”: grupos de diversos tamaños, que se pueden distinguir claramente de otros pueblos por su raza, su idioma, su sistema económico, sus ocupaciones o su clase social, en medida tal que planteen un desafío definido y diferente a la evangelización. En varias de sus ediciones anuales de su Unreached Peoples Directory (Lista de los pueblos no alcanzados)’”, esta entidad ha confeccionado listas de miles de esos pueblos y ha puesto de manifiesto que una gran cantidad de ellos todavía están esperando oír el Evangelio del reino de Yahshua. Por ejemplo, se refiere a tres mil pueblos distintos en la India sola, separados entre sí por el idioma, la casta, la religión o la cultura. Menos de cien de esos tres mil pueblos cuentan con grupos significativos de seguidores del Mashiaj Yahshua!

¿Cómo se los puede alcanzar a todos?

Con tanta gente que no ha sido alcanzada todavía, ¿cómo podemos esperar que Yahshua venga pronto? Los medios de comunicación masiva, internet y los satélites pueden ayudar a hacerlo, pero no es posible que lleven el Evangelio con rapidez en los 5.390 idiomas y dialectos que se hablan en la tierra. En miles de esos idiomas y dialectos no hay personas que hayan aceptado la restauración del evangelio que puedan usarlos para comunicar a través de esos medios. Además, la mayor parte de la gente preferiría “ver un sermón a oírlo”.

Entre los que pretenden ser seguidores del Mashiaj, debería haber un renovado compromiso con la evangelización mundial. Si los habitantes de ciertos países ricos, por ejemplo, realmente quisieran que Yahshua viniera pronto, ¿seguirían gastando seis veces’ más en sus animalitos preferidos que en la obra de evangelización mundial?

¿Seguirían dedicando sus veladas a mirar partidos de fútbol o a tomar cerveza? Los seguidores del Mashiaj que viven en los países desarrollados pueden dar generosamente de sus medios. Podrían ofrecerse como voluntarios para trabajar en el extranjero como emisarios misioneros por varias semanas o meses, recordando que en esos países son más bienvenidos los profesionales y los artesanos, maestros y profesores, por ejemplo, que los clérigos o ministros. Las familias la suya, por ejemplo pueden elegir una zona o un grupo especial, informarse por medio de la enciclopedia o la biblioteca pública de todo lo referente a esa zona o grupo, y orar juntos por su evangelización. Mientras tanto los predicadores de la restauración que viven en los países del tercer mundo están alcanzando con éxito a sus vecinos no mesianicos.

“No por el valor ni por la fuerza, sino sólo por mi Espíritu -dice Yahweh Sebaot” (Zacarías 4: 6). El Espíritu Santo, derramado en Pentecostés sobre 120 disipulos arrepentidos y obedientes, y que además oraban, les ayudó a ganar tres mil conversos en un solo día. (Véase Hechos 2: 1-41.)

¿Qué ocurrirá, entonces, en nuestros días, cuando miles de seguidores del Mashiaj Yahshua fieles, obedientes y arrepentidos abran plenamente sus corazones en todo el mundo para recibir el Espíritu Santo?

Véase: Joel 3: 1, 2.

Porque he aquí que en aquellos días, y en aquel tiempo en que haré volver la cautividad de Judá y de Jerusalén, 2 reuniré a todas las naciones, y las haré descender al valle de Josafat, y allí entraré en juicio con ellas a causa de mi pueblo, y de Israel mi heredad, a quien ellas esparcieron entre las naciones, y repartieron mi tierra;

Es posible que Yahshua no regrese hoy, pero podemos creer confiadamente que viene pronto.

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el plano divino de la salvación
Escrito por Moreh Ahmed

La salvación de la humanidad no es el resultado de un pensamiento divino poste­rior, o una improvisación necesaria debido u un inesperado vuelco de los acontecimien­tos después de la entrada del pecado. Más bien, la salvación resulta de un plan divino para la redención del ser humano formula­do antes de la fundación de este mundo (1 Corintios 2:7; Efesios 1:3, 14; 2 Tesalonicenses 2:13, 14) y se arraiga en el amor eterno de Yahweh por la hu­manidad (Jeremías 31:3).
Este plan abarca la eternidad pasada, el presente histórico y la eternidad futura. Incluye realidades y bendiciones como la elección y predestinación de ser el pueblo santo de Yahweh y ser semejantes a Yahshua, la redención y el perdón, la unidad de todas las cosas en Yahshua, el sellamiento del Espíritu Santo, la recepción de la herencia eterna y la glorificación (Efesios 1:3-14). En el centro de este plan están el sufrimiento y la muerte de Yahshua, que no fueron accidentes de la historia ni productos de una simple decisión humana, sino que tienen su base misma en el propó­sito redentor de Yahweh (Hechos 4:27, 28). Yahshua era en verdad “el Cordero que fue inmolado desde el principio del mundo” (Apocalipsis 13:8).
En coherencia con la realidad de un plan encontramos las declaraciones de Yahshua en cuanto a la razón por la cual vino a este mun­do. Yahshua vino a cumplir la ley (Mateo 5:17), a llamar a los pecadores (Mateo 9:13), a ser el amigo de los marginados (Mateo 11:19), a buscar y salvar a los perdidos (Lucas 19:10; cf. 1 Timoteo 1:15), y a servir a otros y dar su vida como rescate por ellos (Maros 10:45). Todo lo hizo en el nombre de su Padre (Juan 5:43) y de acuerdo con su voluntad (versículo 30). Como Revelador de Yahweh (Juan 1:14, 18; 14:7-10), Yahshua lleva a las personas a Yahweh (versículo 6) y a la vida eterna o la salvación que le concede a todo aquel que tiene fe en él (Juan 3:15-17)
B. Pactos de Yahweh a través de las edades
1. Esencia y unidad de los pactos de Yahweh
La forma a través de la cual se efectúa la decisión eterna de la Deidad de salvar a la humanidad es a través de los pactos de Yahweh en el tiempo. Aunque la Biblia se refiere a los pactos en forma plural (Romanos 9:4; Gálatas 4:24; Efesios 2:12), hay un solo pacto básico de salvación en las Escrituras. Es de carácter promisorio las bendiciones y la salvación son otorgadas por Yahweh, no ganadas por el ser humano, pero busca la respuesta de fe y la obediencia de la humanidad. El centro de este pacto es el amor profundo de Yahweh, del cual hablan las Escrituras y que algunas veces se iguala al pacto mismo (Deuteronomio 7:9; 1 Reyes 8:23; Nehemías 9:32; Daniel 9:4). El término “pactos”, en plural, significa que Yahweh mues­tra su propósito salvífico al reiterar su pacto de diversas maneras para satisfacer las nece­sidades de su pueblo en diferentes tiempos y contextos. Cada forma del pacto desempeña su parte en el propósito único de salvación.
2. Pacto de Adán / Pacto de Noé / Pacto eterno
El pacto adánico se refiere a la promesa de Yahweh en Génesis 3:15, llamada el pro­toevangelio (primer anuncio del evangelio), de acuerdo con el cual, en su significado de­finitivo, Yahshua, la simiente, vencería al ma­ligno (Romanos 16:20). El pacto de Noé es una promesa de gracia y vida. Yahweh promete pre­servar la vida de sus criaturas sobre la Tierra (Génesis 6:18-20; 9:9-11). Este pacto se llama pacto eterno (versículo 16), porque es una promesa de misericordia para todos. El concepto de “eterno” se usa también para el pacto Abrahámico (Génesis 17:7, 13, 19; 1 Crónicas 16:17; Salmo 105:10); para el pacto sinaítico, con su énfa­sis en el sábado (Éxodo 31:16); para el pacto davidico (2 Samuel 23:5; Isaías 55:3; Ezequiel 37:26, 27); para el nuevo pacto de la promesa de la restauración de Israel (Jeremías 32:40, reafirman­do 31:33; Ezequiel 16:60); y para el sacrificio de Yahshua (Hebreos 13:20).
3. Los pactos Abrahámico, sinaítico y davídico
El pacto Abrahámico, o pacto de gracia (Génesis 12:1-3; 15:1-5; 17:1-14), es funda­mental para el curso completo de la historia de la salvación (Gálatas 3:6-9, 15-18). A través de la simiente de Abraham, en referencia no sólo a sus incontables descendientes, sino en particular a uno de sus descendientes. Yahshua (versículo 16), Yahweh bendeciría al mundo. Todos los que fueran parte de la simiente de Abraham encontrarían a Yahweh como su Elohim y serían su pueblo. La circuncisión sería un» señal (Génesis 17:11) de la relación correcta ya existente con Elohim a través de la fe (Génesis 15:6; Romanos 4:9-12).
El pacto sinaítico, establecido en el con­texto de la redención de la esclavitud (Éxodo 19:4; 20:2; Deuteronomio 1:3), y que contenía la pro­visión sacrificial divina para la expiación y el perdón del pecado, también fue un pacto de gracia y una reiteración de lo que se enfatizó en el pacto Abrahámico (una relación especial de Yahweh con su pueblo: Génesis 17:17 y 8 con Éxodo 19:5 y 6; una gran nación: Génesis 12:2 con Éxodo 19:6 y 32:10; y la obediencia: Génesis 17:9 14 y 22:16-18 con Éxodo 19:5 y a través de todo el Pentateuco). Cuando el pueblo rompió el pacto sinaítico, Moisés oró a Yahweh para que recordara las promesas que había hecho en el pacto Abrahámico (Éxodo 32:13). El énfasis es­pecial sobre la ley que existe en el pacto sinaítico indicaba que el cumplimiento del pacto Abrahámico esperaba a un pueblo en quien la realidad de la gracia de Yahweh se demostraran través de la obediencia. Israel no podía convertirse en una bendición para el mundo hasta que primero viviera como pueblo de Yahweh y “nación santa” (Éxodo 19:6).
El pacto davídico está interconectado tanto con el Abrahámico (Ezequiel 37:24-27) como con el mosaico (2 Samuel 7:22-24). En este pacto, David sería el príncipe y rey de Israel (versículo 8; Jeremías 30:9; Ezequiel 37:24, 25) y construiría la casa de Yahweh o el Santuario (2 Samuel 7:7- 13; Ezequiel 37:26-28). En ese lugar Yahweh habitaría con ellos, quien en los pactos Abrahámico y sinaítico manifestó que deseaba ser su Elohim y que ellos fueran su pueblo.
4. El nuevo pacto
La promesa de un nuevo pacto aparece primero en Jeremías 31:31 al 33. Está ubi­cado en el contexto del retorno de Israel del exilio y de las bendiciones que Yahweh les otor­garía. Del mismo modo que el rompimiento del pacto sinaítico (versículo 32) llevó a Israel al exilio, así el acto de hacer de nuevo este pac­to los preservaría a ellos y les daría esperan­za para el futuro. El contenido de este nuevo pacto era el mismo que el del pacto sinaítico. Se trataba de la misma relación entre Yahweh y su pueblo y la misma ley (versículo 33). El pacto sinaítico no era obsoleto ni anticuado, sino que había sido quebrantado. La reconstitu­ción de este pacto estaba basada en el perdón de los pecados del pueblo (versículo 34) y la garan­tía de que Yahweh colocaría la ley del pacto (y la reverencia hacia él, Jeremías 32:40) dentro del corazón de su pueblo (Jeremías 31:33). Esto pro­duciría un conocimiento íntimo de Yahweh en su pueblo (versículo 34) y la realización completa y permanente del pacto sinaítico. En Ezequiel 36:25 al 28, la internalización de la ley de Yahweh se debe a que el Padre renueva el cora­zón y coloca su Espíritu en él como la fuerza motivadora para la nueva obediencia.
En armonía con el énfasis en el perdón (Jeremías 31:34) y el Espíritu (Ezequiel 36:37), el Pacto Renovado (Nuevo Testamento) extiende el concepto de nuevo pacto a la sangre de Yahshua, quien trae el perdón de los pecados (Mateo 26:28; Lucas 22:20; 1 Corintios 11:25; Hebreos 9:15; 12:24), y al ministerio del Espíritu, quien da vida (2 Corintios 3:6).
5. El pacto antiguo
El concepto “pacto antiguo” aparece ex­plícitamente sólo en 2 Corintios 3:14, pero está implícito en el uso que hace Pablo de los “dos pactos” en Gálatas 4:24, y en las re­ferencias en Hebreos al “primer pacto” (8:7, 13; 9:1, 15, 18), el “segundo pacto” (9:7) y un “pacto mejor” (7:22; 8:6).
Las declaraciones de Pablo sobre los pactos en 2 Corintios y en Gálatas sólo pue­den entenderse adecuadamente en términos del debate con los oponentes judaizantes de Pablo, quienes, según él, se centraban en la ley y no en Yahshua. Dentro de este contex­to polémico, el pacto antiguo en 2 Corintios 3:14 se refiere al código mosaico en el Sinaí (versículo 15) como leído con un velo en los ojos; es decir, no cristológicamente, sino como una mera carta. De ese modo, la letra mata (versículo 6). Cuando se quita el velo a través de Yahshua (versículos 15, 16), y se percibe el verdadero contenido y significado de la ley, lo que se ve es la gloria transformadora del Adon Yahshua (versículo 18) en lugar de la gloria de la ley. Y estar relacio­nado con el Espíritu del Padre, en contraste con estarlo sólo con la letra, produce libertad (versículo 17) y vida (versículo 6; cf. Romanos 7:6).
En cuanto a Gálatas, es claro que el énfa­sis en la obediencia a la ley nunca debe sepa­rarse de la primacía de una relación de fe con Yahweh. Cuando eso sucede, la ley no alcanza su meta de guiar la vida, como fue su inten­ción original (Deuteronomio 6:24; Romanos 7:10), sino que lleva, más bien, a la condenación (Gálatas 3:10, citando Deuteronomio 27:26). La comparación que hace Pablo del pacto sinaítico con la es­clavitud en Gálatas 4:24 y 25 debiera explicarse desde esta perspectiva. El pacto sinaíti­co, que originalmente aludía a la realidad de la redención divina de Israel de la esclavitud, la promesa de ser su Elohim y ellos su pueblo, y que contenía un sistema sacrificial que en­señaba expiación y perdón, no era un sistema de esclavitud. Sin embargo, cuando se separa la ley de la promesa y la fe de las obras, se pervierte el pacto, y resulta en esclavitud en lugar de libertad. La relación apropiada entre la promesa y la ley se encuentra en Gálatas 3:15 al 4:7. Aquí Pablo arguye que la única manera de ser justificados es a través del pac­to Abrahámico de gracia que se recibe a tra­vés de la fe. La ley del Sinaí no era contraria a la promesa de Abraham (Gálatas 3:21), sino que la respaldaba llevando a las personas a Yahshua (versículo 24), de manera que “la promesa fuese dada a los creyentes por medio de la fe en Yahshua Ha Mashiaj” (versículo 22). La función de la ley como “ayo” cesa cuando se establece una re­lación madura con Yahshua (versículo 25; 4:1-5).
En Hebreos la razón para un segundo pacto, uno mejor, es que Yahweh encontró que las promesas del pueblo en el Sinaí no se cumplieron (Hebreos 8:8, 9). Había necesidad de mejores promesas (versículo 6), y Hebreos lo explica en términos de las promesas del nuevo pacto de Jeremías 31:33, donde Yahweh reafirma el pacto sinaítico y promete la ayuda divina para cumplirlo. Además, se necesitaba un mejor sacrificio (Hebreos 9:23) que pudiera producir la limpieza del pecado (10:2-4). Las leyes sacrificiales del pac­to sinaítico eran una sombra de las buenas cosas por venir, no “la presencia misma de estas realidades” (versículo 1, NVI). De este modo, el tema del primero y segundo pactos en Hebreos está relacionado con el marco de pensamiento de la promesa-cumplimiento y el tipo-antitipo.

FONTE:

MELHOR TRADUÇÃO PARA ATOS 20:28

outubro 26th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (3 Comments)

Autor: Valdomiro Filho
http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=714

Veja também:

A MELHOR TRADUÇÃO PARA ATOS 20: 28

A versão Almeida, assim como outras, traduz esse texto da seguinte forma:

“Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue.”

Algumas versões antigas até mesmo chegam a traduzir “igreja do Senhor”, em vez de “igreja de Deus”. Assim, ficaria fácil o entendimento do complemento “com seu próprio sangue”. Entretanto, nos melhores e mais antigos manuscritos encontramos “igreja de Deus” e, então, o entendimento lógico seria ‘sangue de Deus’.

Mas, apesar de gramaticalmente ser possível essa opção de tradução, nem todos os tradutores a apóiam. Vejamos dois exemplos de tradução:

“…, por meio do sangue do seu próprio Filho” – Bíblia na Linguagem de Hoje – SBB.

“…, pelo sangue do seu próprio Filho.” – Bíblia de Jerusalém.

As palavras originais tou idiou vem após frase “com o sangue”, podendo a frase inteira ser traduzida por “com o sangue do seu próprio”. Surgiria, então, a necessidade de um substantivo após essa frase. Sobre isto diz J. H. Moulton em A Grammar of New Testment Greek, p. 90: “Antes de abandonarmos í.di.os, deve-se dizer algo sobre o uso de ho ídios sem um substantivo expresso. Isto ocorre em João 1:11, 13:1, Atos 4:23 e 24:23. Nos papiros encontramos o singular usado neste modo como termo de carinho para com parentes chegados.”

Portanto, assim como ocorre em textos de difícil tradução, a melhor versão deve ser aquela que está de acordo com a linguagem comum dos apóstolos, os quais costumeiramente distinguem Deus de seu Filho, Jesus Cristo, que derramou seu sangue para a nossa redenção.

Graça e paz a todos, da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor Jesus!

Adriano Campelo

Manaus/AM

adriano.campelo@bol.com.br

Nosso comentário:
Jesus, após a sua ressurreição afirmou que “Todo o poder lhe foi dado no céu e na terra”, Mat. 28:18.
Em Atos 2:32 e 33, lemos:
“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.
De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis”. Atos 2:32-34.
O Pai derramou sobre Cristo, a plenitude de Seu Espírito Santo, o qual Cristo derramou sobre os discípulos.
Tal a plenitude do Espírito em Cristo, que o escritor de Atos, como que designa a Cristo de Espírito Santo, ou Espírito de Deus (a fonte é Deus, o Pai), ou Espírito de Cristo (recebido do Pai), pois foi Cristo quem primeiramente constituiu bispos para apascentarem a Igreja de Deus.

Autor: Valdomiro Filho.

Leia em http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=54

“E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra DE Deus”. Apocalipse 19:13-14. AUTOR: JOÃO, O DISCÍPULO AMADO, O MESMO AUTOR DO EVANGELHO DE JOÃO, CHEIO DO ESPÍRITO DE CRISTO, QUE É SANTO?”

AFINAL, O VERBO (A PALAVRA) ERA DEUS OU O VERBO (APALAVRA) ERA DE DEUS? A ÚLTIMA FORMA É COERENTE COM TODA A ESCRITURA. A PRIMEIRA, NÃO.

DEUS NOS GUIE EM TODA A VERDADE.

GUIA PRÁTCO DO CUIDADOR
NÃO repreendas asperamente o ancião, mas admoesta-o como a pai; aos moços como a irmãos; 1 Timóteo 5:1

Doenças associadas à velhice, inclusive o Mal de Alzheimer, a Demência e a Osteoporose

O que é uma doença associada à velhice? – As doenças associadas à velhice devem ser distinguidas do próprio processo de envelhecimento, porque todos os seres humanos, mas nem todos os idosos, experimentam todas as doenças associadas à velhice. Exemplos das doenças associadas à velhice são: problemas cardio-vasculares, câncer, artrite, demência, catarata, osteoporose, diabetes, hipertensão e o mal de Alzheimer. (A incidência destes males aumenta, exponencialmente, com a idade, como no caso do câncer).

O envelhecimento (Senilidade) aumenta a incidência dos males a ele associados, conforme a vulnerabilidade genética ou a resistência entre as espécies e os indivíduos dentro das espécies.

Algumas das consequências do envelhecimento estão relacionadas com a visão, audição, força muscular, força óssea, imunidade e função nervosa. O Glaucoma e a catarata são problemas oculares associados ao envelhecimento, os quais podem ser tratados, a fim de restaurar a visão deficiente nas pessoas idosas. A perda da audição em geral é observada a partir dos 50 anos, quando a percepção dos sons tende a diminuir. A eficiência do sistema muscular e do sistema nervoso diminui, causando a lentidão dos reflexos e a falta de força muscular, enquanto o sistema imunológico enfraquece, tornando as pessoas idosas mais sujeitas a infecções.

O constante e rápido aumento da expectação de vida, nos países ocidentais, está associado ao aumento do número de idosos nas populações. Nestas condições, podemos esperar uma progressão epidêmica na maioria dos males crônicos, especialmente dos males cardio-vasculares, dos neuro-vegetativos e das desordens metabólicas, que são as principais causas de morte no mundo.

O aumento na expectação da vida é simultâneo ao aumento do risco das doenças associadas à velhice, ou seja, obesidade, diabetes, artério-esclerose, câncer e doenças neuro-degenerativas. Estes males significam enormes desafios, tanto para os indivíduos como para as sociedades, em termos de qualidade de vida e de encargos econômicos. Portanto, existe uma urgente necessidade de que as sociedades ligadas aos idosos se preocupem com o assunto. Em 2030, a quantidade de idosos será de milhões de pessoas com mais 65 anos, em cada uma das cinco Américas. As implicações futuras do aumento de americanos idosos, em sua crescente diversidade, incluirão exigências, sem precedente, da saúde pública, sobre os serviços em favor dos idosos e dos sistemas de saúde da nação.

Muitas doenças, a incapacidade e as mortes associadas às doenças crônicas devem ser evitadas, através de cautelosas medidas de prevenção. Medidas chaves incluem a prática de um estilo de vida saudável (exemplo, atividade física regular, alimentação saudável, sem o uso do fumo e do álcool) e a prática de exames médicos regulares, a fim de serem detectados o câncer colo-retal, o diabetes e suas complicações, e a depressão).

Os estudos têm profundas implicações na pesquisa da velhice e poderiam revolucionar propostas para a prevenção e tratamento relacionados aos males que atingem os idosos. Para que se possam tratar, efetivamente, esses males, antes de tudo é preciso haver um completo entendimento do mecanismo a eles relacionado.

http://www.disabled-world.com/health/aging/

Traduzido e adaptado por Mary Schultze, em 24/10/2013.

CONHEÇA O GUIA DO CUIDADOR DO IDOSO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

PARTILHO COM VOCÊ UM TEXTO INTERESSANTE:

QUEIJO GORGONZOLA
“Estamos envelhecendo, estamos envelhecendo, estamos envelhecendo, só ouço isto. No táxi, no trânsito, no banco, só me chamam de senhora. E as amigas falam “estamos envelhecendo”, como quem diz “estamos apodrecendo”. Não estou achando envelhecer esse horror todo. Até agora. Mas a pressão é grande. Então, outro dia, divertidamente, fiz uma analogia.O queijo Gorgonzola é um queijo que a maioria das pessoas que eu conheço gosta. Gosta na salada, no pão, com vinho tinto, vinho branco, é um queijo delicioso, de sabor e aroma peculiares, uma invenção italiana, tem status de iguaria com seu sabor sofisticadíssimo, incomparável, vende aos quilos nos supermercados do Leblon, é caro e é podre. É um queijo contaminado por fungos, só fica bom depois que mofa. É um queijo podre de chique. Para ficar gostoso tem que estar no ponto certo da deterioração da matéria. O que me possibilita afirmar que não é pelo fato de estar envelhecendo ou apodrecendo ou mofando que devo ser desvalorizada. Saibam: vou envelhecer até o ponto certo, como o Gorgonzola. Se Deus quiser, morrerei no ponto G da deterioração da matéria. Estou me tornando uma iguaria.

Com vinho tinto, sou deliciosa. Aos 50 fui uma mulher para paladares variados, aos 70 sou uma mulher para paladares sofisticados. Não sou mais um queijo Minas Frescal, não sou mais uma Ricota, não sou um queijo amarelo qualquer para um lanche sem compromisso. Não sou para qualquer um, nem para qualquer um dou bola, agora tenho status, sou um queijo Gorgonzola.”

Clarice Niskier

MEU COMENTÁRIO:
MUITO INTERESSANTE ESSA REFLEXÃO.
COMO CLARICE NISKIER, TAMBÉM NÃO VEJO PORQUE TEMER O ENVELHECIMENTO, EMBORA ELE SEJA UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO (TRANSGRESSÃO DA ETERNA LEI DE DEUS, O DECÁLOGO, … I JO. 3:4).
APENAS UMA COISA FALTOU NO BELO COMENTÁRIO: A PERSPECTIVA DA VIDA ETERNA, A QUAL CULMINARÁ TODOS OS NOSSOS SONHOS, E ESSA, SÓ O DIVINO FILHO DE DEUS, JESUS, O CRISTO, YESCHUA HA MASHIA PODE CONCEDER.
“Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. 1 João 5:12
Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 1 João 2:23
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3:36”.
GRANDE ABRAÇO
PAULO AUGUSTO DA COSTA PINTO

VEJA A REAÇÃO DOS MEMBROS E LEIA TAMBÉM:
Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com o saltério e um instrumento de dez cordas. Salmos 33:2

E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Apocalipse 14:3

Citações de Ellen G. White sobre a Música na Igreja

ALZHEIMER

outubro 25th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

alzeymer

Alzheimer é um tipo de doença que provoca sérios problemas de memória, pensamento e comportamento. Em geral, os sintomas se desenvolvem, paulatinamente, piorando com o passar do tempo.

Alzheimer e os básicos sinais de demência – O Alzheimer é a forma mais comum de demência, sendo um termo generalizado para a perda da memória e de outras habilidades intelectuais, contando com 50 a 80% dos casos de demência.

O Alzheimer não faz parte normal do envelhecimento –  Embora o principal fator de risco seja a idade avançada, com a maior parte das pessoas passando dos 65 anos de idade, o Alzheimer não se limita à velhice. Mais de 5% de pessoas com Alzheimer estão entre os 45 a 50 anos de idade.

O Alzheimer piora com o passar do tempo – Por ser uma doença progressiva; no início, a perda de memória é branda. Mas, à medida em que passa o tempo, a pessoa perde a capacidade de manter uma conversa e de corresponder ao ambiente. Esta doença ocupa o 6º. lugar entre os casos de morte, nos Estados Unidos. Pessoas com Alzheimer vivem em média oito anos, após terem contraído a doença, podendo chegar a 20 anos, dependendo da idade e das suas condições de saúde. 

Dez Sinais e Estágios do Alzheimer – Atualmente, este mal ainda não tem cura. Mas, o tratamento não deve ser interrompido e as pesquisas sobre o assunto continuam, mostrando ser possível diminuir, temporariamente, os sintomas da demência e melhorar a qualidade de vida dos que que apresentam a doença e das pessoas que cuidam dos doentes. Hoje em dia, existe um esforço mundial no sentido de encontrar melhores meios de tratar o Alzheimer, de atrasá-lo e de evitar que ele se desenvolva. Quem tiver um amado diagnosticado com este mal ou com a demência a ele relacionada, não precisa ficar isolado. A Alzheimer Association, nos Estados Unidos, é uma fonte de confiáveis informações, de educação, de referência e de apoio a milhões de pessoas afetadas pelo Alzheimer.

Mudanças microscópicas causadas pelo Alzheimer no cérebro, antes do aparecimento dos primeiros sinais da doença e muito antes dos primeiros sinais da perda de memória –  O cérebro tem 100 bilhões de células nervosas (ou neurônios). Cada célula nervosa se comunica com muitas outras, para formar uma rede de comunicações. Cada grupo de células nervosas tem a sua função específica. Algumas estão envolvidas no pensamento, no aprendizado e nas lembranças. Outras ajudam a ver, a ouvir e a cheirar. Para fazer o seu trabalho, as células cerebrais operam como pequenas fábricas. Elas recebem suprimentos, energia, equipamento de construção e se livram do que não lhes serve. Elas também processam e armazenam informações, comunicando-se umas com as outras.

Os cientistas acreditam que o Mal de Alzheimer impede uma parte das células de funcionar normalmente, porém não têm certeza de onde começa o problema. Mas, exatamente como acontece numa fábrica, qualquer problema de interrupção no sistema celular pode causar danos a outras áreas. Nesse caso, o mal se espalha e, eventualmente, as células perdem a capacidade de realizar o seu trabalho, causando irreversíveis mudanças no cérebro.

O papel das placas e dos entrançados  – As placas e entrançados tendem a se espalhar pela córtex, à medida em que avança o Mal de Alzheimer.

Duas estruturas anormais chamadas placas e entrançados são os[U1]  principais suspeitos em danificar e matar as células nervosas.

Placas – são depósitos de um fragmento da proteína conhecida como beta-amiloide, os quais ficam nos espaços entre as células nervosas.

Entrançados – são fibras trançadas de outra proteína chamada “tau”, as quais se depositam  dentro das células nervosas.

Embora a maioria das pessoas desenvolva algumas placas e entrançados, à medida em que envelhece,  as que sofrem do Mal de Alzheimer tendem a desenvolvê-las em número bem maior. Essas placas tendem a se desenvolver num modelo previsível, começando em áreas importantes da memória, espalhando-se, depois, a outras regiões do cérebro.

Os cientistas ainda não sabem, exatamente, qual o papel que as placas desempenham no Mal de Alzheimer. Mas, de algum modo, sabem que elas desempenham um papel nocivo, impedindo a comunicação entre as células nervosas e o seu processo de sobrevivência.

A destruição e morte das células nervosas causa falhas na memória, mudança na personalidade, problemas nas atividades diárias e outros sintomas típicos do Mal de Alzheimer.

Pesquisa e Progresso – Hoje em dia, o Mal de Alzheimer ocupa um lugar proeminente nas pesquisas biomédicas.

Pesquisas são feitas no sentido de descobrir não apenas os aspectos da doença, mas também outras doenças relacionadas à demência.  90% do que sabemos sobre o Mal de Alzheimer foram descobertos nos últimos 15 anos. Alguns dos progresso mais admiráveis têm sido os que explicam como o Alzheimer costuma afetar o cérebro.  A esperança é que esta nova compreensão possa conduzir a novos tratamentos. Muitas propostas adicionais estão sendo investigadas, no mundo inteiro, sobre o Mal de Alzheimer e a demência.

Informações colhidas em Inglês, no “Alz.org Research Center”, em 23/10/2013.

Mary Schultze

LEIA TAMBÉM: Novo estudo alimenta debate sobre vínculo entre cobre e Alzheimer

http://m.g1.globo.com/mundo/noticia/2013/08/novo-estudo-alimenta-debate-sobre-vinculo-entre-cobre-e-alzheimer.html