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OUÇA O ÁUDIO
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” João 8:32.
Já estudamos neste programa sobre o que Jesus falou sobre ele mesmo e sobre o Espírito Santo de Deus, que o Pai derrama sobre seu divino filho Jesus e este sobre sua igreja.
Hoje farei 5 perguntas a Jesus. 1) Senhor Jesus, meu salvador, muitos tem ensinado em suas denominações que na Bíblia sagrada as expressões Pai e Filho não significam o que significa para nós, mas que são apenas títulos funcionais. Na realidade o Senhor não é Filho de Deus, nem Deus é seu pai, mais um e outro são iguais e ambos são Deus?
Resposta: Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu. João 14:28.
Muito obrigado Jesus, pois afirmas na palavra de Deus que o Senhor é Filho de Deus e Deus é seu pai e que seu pai é maior do que o senhor. Não são co-iguais como afirma o dogma.
2) Senhor Jesus, meu Salvador, é verdade que existe uma trindade no céu conforme estabeleceram os concílios de Nicéia e de Constantinopla, 325 e 381 dC e a quase totalidade das igrejas crêem e ensinam isso?
Repostas de Jesus: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. João 17:3.
“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome”. Apocalipse 3:12.
Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. João 20:17.
3) Senhor Jesus, meu Senhor e Salvador, é verdade que existe uma 3ª pessoa da trindade que intercede por nós junto ao seu Deus e seu pai? E que além dessa 3ª. pessoa existem a virgem Maria e os santos?
Resposta: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6.
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo HOMEM. 1 Timóteo 2:5. (Destaque acrescentado)
4) Senhor Jesus, precioso Filho de Deus e meu Salvador, ensinam que tu fizestes milagres quando aqui esteve porque tu és um Deus igual ao pai? É isso mesmo?
Resposta: “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras”. João 14:10.
5) Senhor Jesus, meu Salvador, como considerar aqueles que ensinam o dogma da trindade, 3 pessoas que são deus pai, deus filho e deus espírito santo, co-iguais e co-eternas? (Se são co-iguais e têm a mesma idade, logo não há pai nem filho, ainda que os mencionem. Quando dizem que pai e filho são títulos funcionais, deixam de confirmar a palavra de Deus)
Resposta: Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.
1 João 2:22-23. (MUITOS HOJE JÁ NÃO CONFESSAM O FILHO DE DEUS, COMO TAL, POIS, GUIADOS PELAS REGRAS DO ECUMENISMO, O TORNARAM DEUS – DESDE O CONCÍLIO DE NICÉIA EM 325 dC. VEJA O LIVRO “E HAVERÁ UM SÓ REBANHO” http://books.google.com.br/books/about/E_haver%C3%A1_um_s%C3%B3_rebanho.html?id=lYglYX6FdRoC&redir_esc=y (OBSERVE A PÁGINA 222. DÊ UM CTRL+F E DEPOIS ESCREVA NA JANELINHA: TRINO. VAI ENCONTRAR A BASE CONSTITUTIVA DO CONIC DO CMI. SÃO AS REGRAS DO ECUMENISMO)
Obrigado Senhor, por responder às minhas perguntas e que os ouvintes tenham entendido e tomem a sua decisão ao lado da verdade.

OUÇA O PROGRAMA A VOZ E A VERDADE
RÁDIO JUAZEIRO OU PELA WEB:
2a. a 6a. feira, 6:50 h, sábados e domingos, 14 h.

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O ALFA E O ÔMEGA DA APOSTASIA

outubro 30th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

O_Alfa_e_o_Omega

AGROTÓXICOS
JC e-mail 4845, de 30 de outubro de 2013
Pesquisa mostra que 29% dos alimentos têm resíduos de agrotóxicos

Em 2011 o pimentão foi o produto analisado que teve o maior número de amostras com irregularidades

O resultado do monitoramento do último Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (2011/2012) revelou que 36% das amostras de 2011 e 29% das amostras de 2012 apresentaram a presença de agrotóxicos. Na avaliação da agência, é preciso investir na formação dos produtores rurais e no acompanhamento do uso do produto.

Existem dois tipos de irregularidades avaliadas, uma quando a amostra contém agrotóxico acima do limite máximo de resíduo permitido e outra quando a amostra apresenta resíduos de agrotóxicos não autorizados para o alimento pesquisado. O levantamento revelou ainda que dois agrotóxicos nunca registrados no Brasil, o azaconazol e o tebufempirade, foram encontrados nas amostras de alimentos, o que pode significar que estes alimentos entraram no país contrabandeados.

Em 2011 o pimentão foi o produto analisado que teve o maior número de amostras com irregularidades. Das 213 amostras analisadas, 84% tiveram uso de agrotóxico não autorizado no Brasil, 0,9% tinham índices acima do permitido e 4,7% tinham as duas irregularidades. Em seguida vieram cenoura, com 67% de amostras irregulares; pepino, com 44%, e a alface, com 42%. Em 2012, o morango apareceu com 59% de irregularidades nas amostras e novamente o pepino, com 42%.

A agência explica que alguns agrotóxicos aplicados nos alimentos agrícolas e no solo têm a capacidade de penetrar em folhas e polpas. Por isso, a lavagem dos alimentos em água corrente e a retirada de cascas e folhas externas, apesar de contribuem para a redução dos resíduos de agrotóxicos, são incapazes de eliminar aqueles contidos em suas partes internas.

O atual relatório traz o resultado de 3.293 amostras de treze alimentos monitorados, incluindo arroz, feijão, morango, pimentão, tomate, dentre outros. A escolha dos alimentos foi baseada nos dados de consumo levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na disponibilidade dos alimentos nos supermercados e no perfil de uso de agrotóxicos nos alimentos.

Para a Anvisa, o aspecto positivo do programa é a capacidade dos órgãos locais em identificar a origem do alimento e permitir que medidas corretivas sejam adotadas vem aumentado. Em 2012, 36% das amostras puderam ser rastreadas até o produtor e 50% até o distribuidor do alimento.

A Anvisa coordena o programa de análise de resíduos em conjunto com as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios participantes, que fizeram os procedimentos de coleta dos alimentos nos supermercados e de envio aos laboratórios para análise. Assim, é possível verificar se os produtos comercializados estão de acordo com o estabelecido pela agência.

(Aline Valcarenghi/Agência Brasil)
FONTE: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90309

O LADO BOM (?) DE HITLER

outubro 30th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Hitler, o Pai da Medicina Moderna

Graças às experiências científicas desenvolvidas por Adolf Hitler, através do médico Joseph Mengeli, na década de 40, a Medicina alemã estava entre as melhores do mundo em tratamentos modernos. Com isso, a Alemanha passou a ser o berço da moderna ciência médica.

A quimioterapia e as cirurgias passaram a ser um modismo da prática médica de então, chegando até nós. Ele é reconhecido como o Pai da Medicina moderna, porque antes dele a Medicina não passava de empirismo, bruxaria, feitiçaria e magia. Todo médico era bruxo e era envolvido com o sobrenatural.

A ORIGEM

Como a Medicina foi criada em Babilônia pagã e desenvolvida no

HITLER E A MEDICINA

VEJA NO G1

UMA DE SUAS MÚSICAS É NOVA JERUSALÉM:

OUÇA ENTREVISTA DE CLEITON, EX-ARTPELLA, CONCEDIDA À RÁDIO NOVO TEMPO NO DIA 29.05.13

LAMENTAMOS PROFUNDAMENTE A SÚBITA MORTE DO IRMÃO CLEITON FRACK, AOS 29 ANOS NA TARDE DE HOJE, 29.10.2013.
QUE DEUS ÚNICO E SEU DIVINO FILHO CONSOLEM (II TESS. 2:16) A FAMÍLIA ENLUTADA, NA ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO.

LEIA SOBRE A GRANDE CONSPIRAÇÃO NA IASD: http://adventistas-historicos.com/arquivos/A_Grande_Conspiracao.PDF

VEJA PÁGINAS 49, 50, 51, 52, 55, 71, 72, ABRA O LIVRO, DIGITE CTRL+F E ACOIMPANHE DEZENAS DE CITAÇÕES.
http://adventistas-historicos.com/arquivos/Entendendo_Ecumenismo.ppt
O DOMINGO ENTRE OS ASD http://aodeusunico.com.br/?p=3136
http://aodeusunico.com.br/?p=2950
http://aodeusunico.com.br/?p=2841
http://aodeusunico.com.br/?p=2535
HISTÓRIA POR TRÁS DA HISTÓRIA http://aodeusunico.com.br/?p=2281
TRATADO DE AMIZADE IASD ICAR http://www.youtube.com/watch?v=Y_kr9_MFgQw

EL DILUVIO (O DILÚVIO)

outubro 27th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

EL DILUVIO

 

Ya en temas pasados hemos conversado un poco acerca del sistema general de los antediluvianos. Hemos examinado tópicos de suma importancia para tener una idea clara de todo el contexto del así llamado Diluvio. Ya de antemano sabemos que los antediluvianos tenían tecnología, como dice Biblia y la Historia, “cosas que no se ven en el tiempo moderno”. Pero ya esta secuencia tiene su fin en el relato bíblico del Diluvio, desde el cap. 6 cuando empieza hablando de los antediluvianos, y luego en los cap. 7-8 el Diluvio, hasta el cap. 9 cuando Yahweh establece su pacto con Noé y toda su descendencia. Entonces ahí comienzan nuestras interrogantes… ¿Sabemos en realidad lo que ocurrió en el Diluvio?

¿Tenemos un registro certero de cómo pasaron estos acontecimientos de tal magnitud para hacer temblar a los hombres de aquella época?
¿Qué me puede decir con respecto a este enigma?

Antes de adentrarnos a este tema profundo, es bueno dejar claro unos cuantos tópicos de suma importancia con respecto al Diluvio.

Pregunta: ¿Existió el Diluvio?
La historia del relato del Diluvio se encuentra en diversos documentos y libros de todas las culturas. Mandarín, Sánscrito, Inglés, etc. Lo único que cambia ocasionalmente es el nombre de Noé.
Existen más de 200 relatos con respecto al Diluvio:
95%-Mencionan un Diluvio Universal.
88%-Informan que hubo una familia favorecida.
73%-Declaran que personas sobrevivieron en una embarcación.
70%-Involucran Animales.
67%-Dicen que los animales se salvaron.
66%-Dicen que la causa del Diluvio fue la maldad del hombre.
57%-Informan que los sobrevivientes desembarcaron en una montaña.

Según el relato de la Biblia, nadie creía en la declaración de que vendría sobre la tierra un Diluvio de aguas. Es lógico creer que fueron estos científicos de la antigüedad que llegaron a tales conjeturas. Ahora la pregunta que surge es:
¿Qué motivo a aquellas personas a determinar que sería imposible que lloviera de la manera en que Noé, por inspiración divina, predicaba?
El 1 cap. De Génesis habla acerca de una cúpula de agua o atmósfera que Yahweh creó alrededor de la tierra. Al describir las aguas sobre el firmamento, la Biblia sugiere que antes del Diluvio había una cúpula de vapor de agua alrededor de la tierra, parecido a nubes espesas de lluvia que ayudaban a moderar el clima y a proteger la tierra.
La idea de una cúpula de agua alrededor de la tierra, suena un tanto extraña. Pero estas cúpulas de agua son muy comunes en los planetas del sistema solar. Júpiter y Saturno, todos tienen una gruesa capa de gas alrededor. Directamente la cúpula de vapor pudo haber descargado unos 13 mt. De agua. Además las erupciones constantes de aguas debajo de la tierra causaron lluvias constantes que aligeraron conforme se desarrollaba el tipo de clima que hoy conocemos.
Expertos han comprobado que las aguas del Diluvio provinieron de tres partes:
1. Las fuentes debajo de la tierra se reventaron.
2. La cúpula de agua alrededor de la tierra.
3. Las aguas de los océanos, mares y ríos, que se desbordaron.
Y ahora surge la Pregunta:

¿Cómo ocurrió el Diluvio?
El Walter Brown, Profesor Emérito de Física del Pentágono nos dice lo siguiente:
“En nuestro planeta encontramos 17 fenómenos extraños que ahora se pueden explicar sistemáticamente. Como resultado de una inundación cataclísmica, cuyas aguas erupcionaron de las cámaras subterráneas con un escape de energía que sobrepasaron los 10 mil millones de bombas de hidrogeno.
Esta explicación demuestra la rapidez con la que se formaron las montañas más altas. También explica los depósitos de carbón y petróleo y el rápido desplazamiento continental. Muestra porque en el suelo del océano hay inmensos precipicios y cientos de volcanes y abismos. También explica la formación de estratos y la mayoría de los fósiles, de los mamuts congelados, de la llamada edad de hielo. Y los principales cañones de tierra, como podemos constatar en el gran cañón.

La tierra antes del diluvio era una sola masa continental cubierto por exuberante vegetación. Las montañas eran más pequeñas que las de hoy, tal vez de algunos 3 mil mt. De altura. De acuerdo a la teoría de la hidroplaca, la tierra antes del diluvio tenía mucha agua subterránea (Gen. 2: 5, 6). La mitad de la que ahora esta en los océanos. Esta agua se hallaba en cámaras interconectadas formando una delgada capa esférica, de algunos 800 mt. De espesor. Tal vez a unos 16 km. De la superficie de la tierra. una creciente presión en el agua expandió la corteza exactamente como pasa cuando un globo se infla. El regescrajamiento de la tierra comenzó con una microscópica grieta que creció en ambas direcciones a unos 5 km. Por segundo. La grieta buscando el sitio de menor resistencia circunvaló el globo en menos de 2 hr. Conforme la grieta se abría alrededor de la tierra, la corteza de rocas que la cubría se desgarró como una tela demasiado estirada. El agua subterránea estaba bajo extrema presión debido al peso de los 16 km. De tierra que tenia sobre sí. Así, el agua explotó violentamente por la ruptura. Por esta rotura global, fuentes de aguas salieron disparadas hasta alcanzar los casi 32 km. De altura. La enorme precipitación provocó lluvias torrenciales. La Biblia nos dice que todas las fuentes subterráneas se reventaron en un día (Gen. 7: 11), y describe estos acontecimientos de hace 5 mil años, los cuales podemos unir ahora científicamente. Parte del agua que alcanzó la fría estratosfera se transformó en cristales congelados produciendo una masiva descarga de hielo que enterró, sofocó e instantáneamente congeló a muchos animales, tales como el mamut. La enorme presión del agua que salía erosionó la roca a ambos lados de la grieta, produciendo increíbles volúmenes de sedimento y lodo sobre la tierra. Esto produjo que plantas y animales quedaran sepultadas bajo este sedimento formando el registro fósil. Esta erosión abrió aun más la grieta, a la larga la apertura se abrió tanto que la roca comprimida debajo de la cámara subterránea se levanto hacia arriba creando la cordillera interoceánica.
Las placas continentales o hidroplacas todavía con agua debajo de ellas se resbalaron, alejándose de la cordillera interoceánica que se levantaba. Las masivas placas continentales, en lenta aceleración, alcanzaron velocidades de hasta 70 km. por hr.
Entonces encontraron resistencia, se comprimieron y se doblaron, como pasa con una hoja de papel cuando la comprimes. Las porciones de la hidroplaca que se doblaron hacia arriba formaron las montañas y las que se doblaron hacia abajo los grandes abismos. Es por eso que las grandes cordilleras se encuentran paralelas a las cordilleras marinas de las cuales se deslizaron.
Después que aconteció todo esto, Yahweh estableció un pacto con Noé que nunca más destruiría la tierra con aguas, y mostró un arco.

¿Sabemos algo acerca de la procedencia de este Arcoiris?
Según Gene Faulstich, fundador del instituto de investigación de cronología, concordó, a través de la tecnología, que Noé entró en el arca un Domingo 14 de Mayo del 2345 a.Mashiaj. Si examinamos el cielo de ese año, encontramos que ese día hubo un eclipse solar, al amanecer. Con esta prueba, es fácil deducir que al sol redoblar sus rayos por el horizonte fácilmente se pudo haber creado una Arcoiris que circunvalo el globo.

En sí, ¿Cuánto tiempo duró Noé y su familia dentro del Arca?
v Entrada de Noé al Arca (Gen. 7: 7).
v Espera en el Arca: 7 días (Gen. 7: 10).
v Comienzo del Diluvio (Gen. 7: 11).
v Subida de las aguas durante 40 días (Gen. 7: 12-17) – Incluidos en 150 días.
v Duración del Crecimiento de las aguas (Gen. 7: 24).
v Decrecimiento de las aguas que se aquietan. El arca flota sin avanzar (Gen. 8: 3-4).
v Decrecimiento de las Aguas hasta la aparición de las cimas de los montes: 74 días (Gen. 8: 5).
v Espera de Noé en el arca con las montañas a la vista: 40 días (Gen. 8:6).
v Noé suelta un cuervo (Gen. 8: 7).
v Noé suelta una paloma: 7 días (Gen. 8: 9).
v Noé suelta otra paloma: 7 días (Gen. 8: 10).
v Noé suelta una tercera paloma: 7 días (Gen. 8: 12).
v Noé sube al puente. Aparece la tierra: 29 días (Gen. 8: 13).
v Espera de Noé en el Arca (Gen. 8: 14).
v Noé sale del Arca: 56 días (Gen. 8: 15-18).

TOTAL: 377 Días.

Estos factores considerados juntos, crean un misterio que hoy confunde a los hombres de ciencia. La forma repentina en que sucedió todo, aún hoy desconcierta a los mejores paleontólogos, porque en lugar de tener ahora esa riqueza de fauna y flora, la corteza terrestre se halla actualmente llena de incontables restos fósiles de esa vida primitiva, incrustados en las formaciones rocosas de la tierra post-diluvial.

¿Qué evidencias físicas encontramos en el mundo actual que nos hable algo con respecto a los acontecimientos del Diluvio?
Sabemos que los rasgos más notables que tenemos con respecto a la catástrofe del Diluvio, son los fósiles que encontramos en los sedimentos depositados en las cámaras subterráneas de la tierra. Generalmente, animales y vegetales en las condiciones comunes, estarían en estado de putrefacción, pero en los hallazgos han quedado depositados hojas que todavía conservaron la clorofila verde. Insectos, hermosamente coloreados, con la parte blanda del cuerpo, incluyendo el contenido de los intestinos preservada intacta. Normalmente, esas materias se descomponen o cambian de color pocas horas después de su muerte, lo que demuestra que su preservación en un medio aséptico debe haber sido repentina y total.

Pero hay más aún. A fines del 1960, durante la evaluación de una de las más interesantes expediciones en busca del arca, uno de sus participantes, el Dr. Arturo J. Brandenberger, profesor de fotometría de la Universidad de Ohio, EE. UU., recibió una carta de Jorge F. Dodwell, astrónomo emérito del gobierno del sur de Australia y director del Observatorio de Adelaida. Escribiendo acerca de esa reciente expedición a Turquía, Dodwell declaró:
“Estoy especialmente interesado en tan notable resultado, porque durante los últimos 26 años estuve realizando una extensa investigación de lo que la astronomía conoce como la variación secular de la oblicuidad elíptica. Y de un estudio de las antiguas observaciones disponibles, de la posición del sol en los solsticios de los últimos 3 mil años, encuentro una curva que, después de considerar todos los posibles cambios, muestra una típica curva exponencial de recuperación del eje de la tierra, que ocurrió después de un cambio brusco de la anterior posición vertical hasta llegar a una inclinación de 26,5°, de la cual volvió a un equilibrio de la actual inclinación de 23,5°, lo que ocurrió durante los 3194 años transcurridos hasta el año 1850 d.Mashiaj.”

FONTE: http://ahmedministerio.org/blog/2012/11/el-diluvio/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29

FUGA NO INVERNO
LA HUIDA EN INVIERNO O SÁBADO

Orad, pues, que vuestra huida no sea en invierno ni en Sábado. Mt 24: 20 (RVA)

1. ¡Tuvieron que huir los seguidores del Mashiaj en sábado o en invierno?

En Mateo 24: 20 Yahshua aconsejó a sus seguidores que oraran para que su huida de Jerusalén no ocurriera ni en sábado ni en invierno. Sus oraciones recibieron respuesta. Cestio Galo se retiró de Jerusalén en noviembre del año 66 D. Mashiaj, un mes cuando el clima no es generalmente duro en esa parte del mundo. Los cristianos, entonces, no tuvieron necesidad de huir en invierno.

La asombrosa retirada de Cestio Galo en noviembre del año 66 DM, cuando la victoria estaba a su alcance, proporcionó una inapreciable oportunidad de huir. Josefo informa que “muchos judíos notables” en ese momento “abandonaron la ciudad, como si fuera un barco a punto de zozobrar”. (Ver Flavio Josefo, Guerras Judaicas, VI. III. 4).

Parece que los judío dejaron Jerusalén en ese momento. Al trasladarse al norte, fundaron una colonia en Pella, al sudeste del mar de Galilea. Las palabras traducidas por “huyan a los montes” en la Biblia de Jerusalén, puede traducirse adecuadamente por “escapen hacia las colinas” o “váyanse al campo”. Pella está ubicada en el campo, en medio de colinas.

La preocupación de Yahshua por el sábado es aleccionadora. Nos indica que El sabía que el sábado seguiría en vigencia en el año 66 D. Mashiaj, más de treinta años después de su muerte. Yahshua no puso a un lado los Diez Mandamientos. Dijo en el Sermón del Monte: “No piensen que he venido a abolir la Toráh o los Profetas. He venido, no a abolir, sino a completar. ¡Sí, en verdad! Les digo que hasta que pasen el cielo y la tierra, ni una iod, ni una tilde pasarán de la Toráh; no hasta que lo que tenga que suceder, suceda.

( Mateo 5: 17, 18). traducción original del texto hebreo

¿Cuál es la “Generación” de Mateo 24: 34?

¿Qué quiso decir Yahshua cuando declaró: “No pasará esta generación”? Después de dar su breve lista de señales de su segunda venida, Yahshua dijo: “Yo os aseguro que no pasará esta generación hasta que todo esto suceda. El cielo y la tierra pasarán, pero mis palabras no pasarán” (S. Mateo 24: 34, 35).

El Adon quería que su declaración fuera tomada en serio. Solo tres veces durante su ministerio se refirió a que los cielos y la tierra podrían pasar. En dos de ellas lo hizo para poner énfasis, por la vía del contraste, en la perdurabilidad de los Diez Mandamientos.

Pero más fácil es que pasen el cielo y la tierra, que se frustre una tilde de la ley. Lc. 16: 17

La tercera ocasión es ésta, de Mateo 24, cuando lo hizo para recalcar la estabilidad de su predicción relativa a “esta generación”.

Son casi innumerables las interpretaciones que los comentaristas le han dado a esta expresión. Tal vez podríamos clasificarlas en dos grupos: 1) que una generación es un período, y 2) que una generación es una clase de gente.

Una generación como un período. En el primer grupo las palabras de Yahshua de Mateo 24: 34 se entienden en el sentido de que el lapso que comenzaría con la aparición de las señales sería tan corto que la gente que las viera viviría realmente para ver a Yahshua cuando regresara.

Del mismo modo una predicción que El hizo en S. Mateo 23: 36 y en la que emplea la expresión “esta generación” con relación a la caída de Jerusalén, se interpreta en el sentido de que el período que debía mediar entre esa predicción y su cumplimiento sería tan corto, que la gente que estaba viva cuando Yahshua anunció ese fatídico acontecimiento viviría para pasar por él.

“: Una generación como una clase de gente. Aunque parezca sorprendente, hay varios ejemplos en las Escrituras de que una generación es una clase de gente. Las Escrituras dicen: “Tal es la raza (generación, Reina-Valera) de los que le buscan” (Salmos 24: 6) y “la raza (generación, Reina-Valera) de los hombres rectos” (Salmos 112: 2). Cada una de estas generaciones se refiere a una clase de gente buena. Por otra parte, en Lucas 16: 8 Yahshua hace la observación de que los pecadores son más “astutos” al tratar “con los de su generación”, es decir, con los de su misma clase pecadora, que los santos. En otro lugar Yahshua habla de una “generación malvada y adúltera” (Mateo 12: 39), de una “generación” que no se arrepentiría (Mateo 12: 41), y de una “generación” que no querría escucharlo (Mateo 12: 42).

Conclusión.

De las dos interpretaciones, la segunda parece ser la más probable. Además, parece ser más razonable. Sólo transcurrieron 39 años entre la predicción de Yahshua en el año 31 D. Mashiaj y la caída de Jerusalén en el año 70 D. Mashiaj; sin embargo, si tomamos en cuenta la elevada mortalidad que prevalecía en aquellos días, muy pocos adultos responsables que escucharon esta profecía deben de haber vivido lo suficiente como para ver su cumplimiento. Más difícil aún es ubicar a alguien que esté todavía vivo de entre aquellos que vieron las señales astronómicas de la segunda venida que ocurrieron durante los siglos XVIII y XIX. (Véase Apocalipsis 6 y 7.)

Es mejor decir que en Mateo 23: 36, y 24: 34 y 35 Yahshua empleó la expresión “esta generación” para referirse a una clase de gente que resistiría y rechazaría su mensaje. No tiene sentido albergar la esperanza de que el mundo va a mejorar con el transcurso del tiempo, porque la mayor parte de la gente continuará siendo rebelde a Yahweh hasta la segunda venida de Yahshua. Esta clase de gente rebelde persistiría hasta el fin. (Véase 2 Timoteo 3: 1-9; Apocalipsis 16: 9.)

Una definida posibilidad es que Yahshua se haya referido al pueblo judío, de cuya raza o “generación” El mismo era miembro. Si esto es así, querría decir que la raza judía, por lo general inmutable en su actitud hacia El, continuaría en esa condición hasta el fin del tiempo a pesar de toda clase de desastres, incluso la caída de Jerusalén, los pogromos (Matanza y robo de gente indefensa por una multitud) medievales y el holocausto nazi. La persistencia del pueblo judío como raza -o “generación”- distinta, es ciertamente uno de los fenómenos notables de la historia humana.

Analizando Mateo 24: 14

¿Vendrá Yahshua hoy?

Hay un himno religioso que dice: “Viene otra vez nuestro Salvador, ¡Oh si ya fuera hoy!”

Yahshua dijo en S. Mateo 24: 14: “Se proclamará esta Buena Nueva del Reino en el mundo entero, para dar testimonio a todos los gentiles. Y entonces vendrá el fin”.

Antes de hablar acerca de si Yahshua va a venir hoy, deberíamos preguntarnos:

“iSe terminará de predicar el Evangelio a todas las naciones antes de que llegue hoy?” Y antes de contestar esta pregunta debemos saber qué quiso decir Yahshua cuando dijo: “A todos los gentiles” (a todas las naciones).

Nosotros, la gente que habla castellano o español, cree generalmente que una nación es algo como España, México o Argentina, es decir, una entidad social y política, con límites internacionales y con un gobierno central. Nos olvidamos de que en España, por ejemplo, hay diversas nacionalidades dentro de la nación, como los vascos, los catalanes y los gallegos, y que algo semejante ocurre en prácticamente todos los países hispanoamericanos. En Europa, Yugoslavia está constituida por varios grupos raciales, cada uno de los cuales se considera una nación. Y podríamos citar otros casos.

Más importante todavía, en los tiempos del Pacto Renovado la palabra griega que se usaba, y de la cual se han traducido las palabras “gentiles” o “naciones” en las versiones castellanas, y que aparece en Mateo 24: 14, es ethne, de la cual deriva también nuestra palabra “étnico”. Ethne en los días de Yahshua significaba “naciones”, pero también significaba “pueblos”, “grupos de pueblos”, “clases”, “castas” y “tribus”, Ciertamente a menudo significaba sencillamente “extranjeros” y por eso en algunas versiones castellanas del pacto renovado se traduce por “gentiles”.

Véase: Hechos 10: 45 “Y los fieles de la circuncisión que habían venido con Pedro se quedaron atónitos de que también sobre los gentiles se derramase el don del Ruaj Jakodesh”.

Efesios 2: 11

Por tanto, acordaos de que en otro tiempo vosotros, los gentiles en cuanto a la carne, erais llamados incircuncisión por la llamada circuncisión hecha con mano en la carne.

Para ayudarnos a comprender cabalmente la amplitud del desafío que la evangelización implica para el pueblo de Yahweh, las palabras “gentiles” o “naciones” (ethne) por “pueblos”: grupos de diversos tamaños, que se pueden distinguir claramente de otros pueblos por su raza, su idioma, su sistema económico, sus ocupaciones o su clase social, en medida tal que planteen un desafío definido y diferente a la evangelización. En varias de sus ediciones anuales de su Unreached Peoples Directory (Lista de los pueblos no alcanzados)’”, esta entidad ha confeccionado listas de miles de esos pueblos y ha puesto de manifiesto que una gran cantidad de ellos todavía están esperando oír el Evangelio del reino de Yahshua. Por ejemplo, se refiere a tres mil pueblos distintos en la India sola, separados entre sí por el idioma, la casta, la religión o la cultura. Menos de cien de esos tres mil pueblos cuentan con grupos significativos de seguidores del Mashiaj Yahshua!

¿Cómo se los puede alcanzar a todos?

Con tanta gente que no ha sido alcanzada todavía, ¿cómo podemos esperar que Yahshua venga pronto? Los medios de comunicación masiva, internet y los satélites pueden ayudar a hacerlo, pero no es posible que lleven el Evangelio con rapidez en los 5.390 idiomas y dialectos que se hablan en la tierra. En miles de esos idiomas y dialectos no hay personas que hayan aceptado la restauración del evangelio que puedan usarlos para comunicar a través de esos medios. Además, la mayor parte de la gente preferiría “ver un sermón a oírlo”.

Entre los que pretenden ser seguidores del Mashiaj, debería haber un renovado compromiso con la evangelización mundial. Si los habitantes de ciertos países ricos, por ejemplo, realmente quisieran que Yahshua viniera pronto, ¿seguirían gastando seis veces’ más en sus animalitos preferidos que en la obra de evangelización mundial?

¿Seguirían dedicando sus veladas a mirar partidos de fútbol o a tomar cerveza? Los seguidores del Mashiaj que viven en los países desarrollados pueden dar generosamente de sus medios. Podrían ofrecerse como voluntarios para trabajar en el extranjero como emisarios misioneros por varias semanas o meses, recordando que en esos países son más bienvenidos los profesionales y los artesanos, maestros y profesores, por ejemplo, que los clérigos o ministros. Las familias la suya, por ejemplo pueden elegir una zona o un grupo especial, informarse por medio de la enciclopedia o la biblioteca pública de todo lo referente a esa zona o grupo, y orar juntos por su evangelización. Mientras tanto los predicadores de la restauración que viven en los países del tercer mundo están alcanzando con éxito a sus vecinos no mesianicos.

“No por el valor ni por la fuerza, sino sólo por mi Espíritu -dice Yahweh Sebaot” (Zacarías 4: 6). El Espíritu Santo, derramado en Pentecostés sobre 120 disipulos arrepentidos y obedientes, y que además oraban, les ayudó a ganar tres mil conversos en un solo día. (Véase Hechos 2: 1-41.)

¿Qué ocurrirá, entonces, en nuestros días, cuando miles de seguidores del Mashiaj Yahshua fieles, obedientes y arrepentidos abran plenamente sus corazones en todo el mundo para recibir el Espíritu Santo?

Véase: Joel 3: 1, 2.

Porque he aquí que en aquellos días, y en aquel tiempo en que haré volver la cautividad de Judá y de Jerusalén, 2 reuniré a todas las naciones, y las haré descender al valle de Josafat, y allí entraré en juicio con ellas a causa de mi pueblo, y de Israel mi heredad, a quien ellas esparcieron entre las naciones, y repartieron mi tierra;

Es posible que Yahshua no regrese hoy, pero podemos creer confiadamente que viene pronto.

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el plano divino de la salvación
Escrito por Moreh Ahmed

La salvación de la humanidad no es el resultado de un pensamiento divino poste­rior, o una improvisación necesaria debido u un inesperado vuelco de los acontecimien­tos después de la entrada del pecado. Más bien, la salvación resulta de un plan divino para la redención del ser humano formula­do antes de la fundación de este mundo (1 Corintios 2:7; Efesios 1:3, 14; 2 Tesalonicenses 2:13, 14) y se arraiga en el amor eterno de Yahweh por la hu­manidad (Jeremías 31:3).
Este plan abarca la eternidad pasada, el presente histórico y la eternidad futura. Incluye realidades y bendiciones como la elección y predestinación de ser el pueblo santo de Yahweh y ser semejantes a Yahshua, la redención y el perdón, la unidad de todas las cosas en Yahshua, el sellamiento del Espíritu Santo, la recepción de la herencia eterna y la glorificación (Efesios 1:3-14). En el centro de este plan están el sufrimiento y la muerte de Yahshua, que no fueron accidentes de la historia ni productos de una simple decisión humana, sino que tienen su base misma en el propó­sito redentor de Yahweh (Hechos 4:27, 28). Yahshua era en verdad “el Cordero que fue inmolado desde el principio del mundo” (Apocalipsis 13:8).
En coherencia con la realidad de un plan encontramos las declaraciones de Yahshua en cuanto a la razón por la cual vino a este mun­do. Yahshua vino a cumplir la ley (Mateo 5:17), a llamar a los pecadores (Mateo 9:13), a ser el amigo de los marginados (Mateo 11:19), a buscar y salvar a los perdidos (Lucas 19:10; cf. 1 Timoteo 1:15), y a servir a otros y dar su vida como rescate por ellos (Maros 10:45). Todo lo hizo en el nombre de su Padre (Juan 5:43) y de acuerdo con su voluntad (versículo 30). Como Revelador de Yahweh (Juan 1:14, 18; 14:7-10), Yahshua lleva a las personas a Yahweh (versículo 6) y a la vida eterna o la salvación que le concede a todo aquel que tiene fe en él (Juan 3:15-17)
B. Pactos de Yahweh a través de las edades
1. Esencia y unidad de los pactos de Yahweh
La forma a través de la cual se efectúa la decisión eterna de la Deidad de salvar a la humanidad es a través de los pactos de Yahweh en el tiempo. Aunque la Biblia se refiere a los pactos en forma plural (Romanos 9:4; Gálatas 4:24; Efesios 2:12), hay un solo pacto básico de salvación en las Escrituras. Es de carácter promisorio las bendiciones y la salvación son otorgadas por Yahweh, no ganadas por el ser humano, pero busca la respuesta de fe y la obediencia de la humanidad. El centro de este pacto es el amor profundo de Yahweh, del cual hablan las Escrituras y que algunas veces se iguala al pacto mismo (Deuteronomio 7:9; 1 Reyes 8:23; Nehemías 9:32; Daniel 9:4). El término “pactos”, en plural, significa que Yahweh mues­tra su propósito salvífico al reiterar su pacto de diversas maneras para satisfacer las nece­sidades de su pueblo en diferentes tiempos y contextos. Cada forma del pacto desempeña su parte en el propósito único de salvación.
2. Pacto de Adán / Pacto de Noé / Pacto eterno
El pacto adánico se refiere a la promesa de Yahweh en Génesis 3:15, llamada el pro­toevangelio (primer anuncio del evangelio), de acuerdo con el cual, en su significado de­finitivo, Yahshua, la simiente, vencería al ma­ligno (Romanos 16:20). El pacto de Noé es una promesa de gracia y vida. Yahweh promete pre­servar la vida de sus criaturas sobre la Tierra (Génesis 6:18-20; 9:9-11). Este pacto se llama pacto eterno (versículo 16), porque es una promesa de misericordia para todos. El concepto de “eterno” se usa también para el pacto Abrahámico (Génesis 17:7, 13, 19; 1 Crónicas 16:17; Salmo 105:10); para el pacto sinaítico, con su énfa­sis en el sábado (Éxodo 31:16); para el pacto davidico (2 Samuel 23:5; Isaías 55:3; Ezequiel 37:26, 27); para el nuevo pacto de la promesa de la restauración de Israel (Jeremías 32:40, reafirman­do 31:33; Ezequiel 16:60); y para el sacrificio de Yahshua (Hebreos 13:20).
3. Los pactos Abrahámico, sinaítico y davídico
El pacto Abrahámico, o pacto de gracia (Génesis 12:1-3; 15:1-5; 17:1-14), es funda­mental para el curso completo de la historia de la salvación (Gálatas 3:6-9, 15-18). A través de la simiente de Abraham, en referencia no sólo a sus incontables descendientes, sino en particular a uno de sus descendientes. Yahshua (versículo 16), Yahweh bendeciría al mundo. Todos los que fueran parte de la simiente de Abraham encontrarían a Yahweh como su Elohim y serían su pueblo. La circuncisión sería un» señal (Génesis 17:11) de la relación correcta ya existente con Elohim a través de la fe (Génesis 15:6; Romanos 4:9-12).
El pacto sinaítico, establecido en el con­texto de la redención de la esclavitud (Éxodo 19:4; 20:2; Deuteronomio 1:3), y que contenía la pro­visión sacrificial divina para la expiación y el perdón del pecado, también fue un pacto de gracia y una reiteración de lo que se enfatizó en el pacto Abrahámico (una relación especial de Yahweh con su pueblo: Génesis 17:17 y 8 con Éxodo 19:5 y 6; una gran nación: Génesis 12:2 con Éxodo 19:6 y 32:10; y la obediencia: Génesis 17:9 14 y 22:16-18 con Éxodo 19:5 y a través de todo el Pentateuco). Cuando el pueblo rompió el pacto sinaítico, Moisés oró a Yahweh para que recordara las promesas que había hecho en el pacto Abrahámico (Éxodo 32:13). El énfasis es­pecial sobre la ley que existe en el pacto sinaítico indicaba que el cumplimiento del pacto Abrahámico esperaba a un pueblo en quien la realidad de la gracia de Yahweh se demostraran través de la obediencia. Israel no podía convertirse en una bendición para el mundo hasta que primero viviera como pueblo de Yahweh y “nación santa” (Éxodo 19:6).
El pacto davídico está interconectado tanto con el Abrahámico (Ezequiel 37:24-27) como con el mosaico (2 Samuel 7:22-24). En este pacto, David sería el príncipe y rey de Israel (versículo 8; Jeremías 30:9; Ezequiel 37:24, 25) y construiría la casa de Yahweh o el Santuario (2 Samuel 7:7- 13; Ezequiel 37:26-28). En ese lugar Yahweh habitaría con ellos, quien en los pactos Abrahámico y sinaítico manifestó que deseaba ser su Elohim y que ellos fueran su pueblo.
4. El nuevo pacto
La promesa de un nuevo pacto aparece primero en Jeremías 31:31 al 33. Está ubi­cado en el contexto del retorno de Israel del exilio y de las bendiciones que Yahweh les otor­garía. Del mismo modo que el rompimiento del pacto sinaítico (versículo 32) llevó a Israel al exilio, así el acto de hacer de nuevo este pac­to los preservaría a ellos y les daría esperan­za para el futuro. El contenido de este nuevo pacto era el mismo que el del pacto sinaítico. Se trataba de la misma relación entre Yahweh y su pueblo y la misma ley (versículo 33). El pacto sinaítico no era obsoleto ni anticuado, sino que había sido quebrantado. La reconstitu­ción de este pacto estaba basada en el perdón de los pecados del pueblo (versículo 34) y la garan­tía de que Yahweh colocaría la ley del pacto (y la reverencia hacia él, Jeremías 32:40) dentro del corazón de su pueblo (Jeremías 31:33). Esto pro­duciría un conocimiento íntimo de Yahweh en su pueblo (versículo 34) y la realización completa y permanente del pacto sinaítico. En Ezequiel 36:25 al 28, la internalización de la ley de Yahweh se debe a que el Padre renueva el cora­zón y coloca su Espíritu en él como la fuerza motivadora para la nueva obediencia.
En armonía con el énfasis en el perdón (Jeremías 31:34) y el Espíritu (Ezequiel 36:37), el Pacto Renovado (Nuevo Testamento) extiende el concepto de nuevo pacto a la sangre de Yahshua, quien trae el perdón de los pecados (Mateo 26:28; Lucas 22:20; 1 Corintios 11:25; Hebreos 9:15; 12:24), y al ministerio del Espíritu, quien da vida (2 Corintios 3:6).
5. El pacto antiguo
El concepto “pacto antiguo” aparece ex­plícitamente sólo en 2 Corintios 3:14, pero está implícito en el uso que hace Pablo de los “dos pactos” en Gálatas 4:24, y en las re­ferencias en Hebreos al “primer pacto” (8:7, 13; 9:1, 15, 18), el “segundo pacto” (9:7) y un “pacto mejor” (7:22; 8:6).
Las declaraciones de Pablo sobre los pactos en 2 Corintios y en Gálatas sólo pue­den entenderse adecuadamente en términos del debate con los oponentes judaizantes de Pablo, quienes, según él, se centraban en la ley y no en Yahshua. Dentro de este contex­to polémico, el pacto antiguo en 2 Corintios 3:14 se refiere al código mosaico en el Sinaí (versículo 15) como leído con un velo en los ojos; es decir, no cristológicamente, sino como una mera carta. De ese modo, la letra mata (versículo 6). Cuando se quita el velo a través de Yahshua (versículos 15, 16), y se percibe el verdadero contenido y significado de la ley, lo que se ve es la gloria transformadora del Adon Yahshua (versículo 18) en lugar de la gloria de la ley. Y estar relacio­nado con el Espíritu del Padre, en contraste con estarlo sólo con la letra, produce libertad (versículo 17) y vida (versículo 6; cf. Romanos 7:6).
En cuanto a Gálatas, es claro que el énfa­sis en la obediencia a la ley nunca debe sepa­rarse de la primacía de una relación de fe con Yahweh. Cuando eso sucede, la ley no alcanza su meta de guiar la vida, como fue su inten­ción original (Deuteronomio 6:24; Romanos 7:10), sino que lleva, más bien, a la condenación (Gálatas 3:10, citando Deuteronomio 27:26). La comparación que hace Pablo del pacto sinaítico con la es­clavitud en Gálatas 4:24 y 25 debiera explicarse desde esta perspectiva. El pacto sinaíti­co, que originalmente aludía a la realidad de la redención divina de Israel de la esclavitud, la promesa de ser su Elohim y ellos su pueblo, y que contenía un sistema sacrificial que en­señaba expiación y perdón, no era un sistema de esclavitud. Sin embargo, cuando se separa la ley de la promesa y la fe de las obras, se pervierte el pacto, y resulta en esclavitud en lugar de libertad. La relación apropiada entre la promesa y la ley se encuentra en Gálatas 3:15 al 4:7. Aquí Pablo arguye que la única manera de ser justificados es a través del pac­to Abrahámico de gracia que se recibe a tra­vés de la fe. La ley del Sinaí no era contraria a la promesa de Abraham (Gálatas 3:21), sino que la respaldaba llevando a las personas a Yahshua (versículo 24), de manera que “la promesa fuese dada a los creyentes por medio de la fe en Yahshua Ha Mashiaj” (versículo 22). La función de la ley como “ayo” cesa cuando se establece una re­lación madura con Yahshua (versículo 25; 4:1-5).
En Hebreos la razón para un segundo pacto, uno mejor, es que Yahweh encontró que las promesas del pueblo en el Sinaí no se cumplieron (Hebreos 8:8, 9). Había necesidad de mejores promesas (versículo 6), y Hebreos lo explica en términos de las promesas del nuevo pacto de Jeremías 31:33, donde Yahweh reafirma el pacto sinaítico y promete la ayuda divina para cumplirlo. Además, se necesitaba un mejor sacrificio (Hebreos 9:23) que pudiera producir la limpieza del pecado (10:2-4). Las leyes sacrificiales del pac­to sinaítico eran una sombra de las buenas cosas por venir, no “la presencia misma de estas realidades” (versículo 1, NVI). De este modo, el tema del primero y segundo pactos en Hebreos está relacionado con el marco de pensamiento de la promesa-cumplimiento y el tipo-antitipo.

FONTE:

MELHOR TRADUÇÃO PARA ATOS 20:28

outubro 26th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (3 Comments)

Autor: Valdomiro Filho
http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=714

Veja também:

A MELHOR TRADUÇÃO PARA ATOS 20: 28

A versão Almeida, assim como outras, traduz esse texto da seguinte forma:

“Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue.”

Algumas versões antigas até mesmo chegam a traduzir “igreja do Senhor”, em vez de “igreja de Deus”. Assim, ficaria fácil o entendimento do complemento “com seu próprio sangue”. Entretanto, nos melhores e mais antigos manuscritos encontramos “igreja de Deus” e, então, o entendimento lógico seria ‘sangue de Deus’.

Mas, apesar de gramaticalmente ser possível essa opção de tradução, nem todos os tradutores a apóiam. Vejamos dois exemplos de tradução:

“…, por meio do sangue do seu próprio Filho” – Bíblia na Linguagem de Hoje – SBB.

“…, pelo sangue do seu próprio Filho.” – Bíblia de Jerusalém.

As palavras originais tou idiou vem após frase “com o sangue”, podendo a frase inteira ser traduzida por “com o sangue do seu próprio”. Surgiria, então, a necessidade de um substantivo após essa frase. Sobre isto diz J. H. Moulton em A Grammar of New Testment Greek, p. 90: “Antes de abandonarmos í.di.os, deve-se dizer algo sobre o uso de ho ídios sem um substantivo expresso. Isto ocorre em João 1:11, 13:1, Atos 4:23 e 24:23. Nos papiros encontramos o singular usado neste modo como termo de carinho para com parentes chegados.”

Portanto, assim como ocorre em textos de difícil tradução, a melhor versão deve ser aquela que está de acordo com a linguagem comum dos apóstolos, os quais costumeiramente distinguem Deus de seu Filho, Jesus Cristo, que derramou seu sangue para a nossa redenção.

Graça e paz a todos, da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor Jesus!

Adriano Campelo

Manaus/AM

adriano.campelo@bol.com.br

Nosso comentário:
Jesus, após a sua ressurreição afirmou que “Todo o poder lhe foi dado no céu e na terra”, Mat. 28:18.
Em Atos 2:32 e 33, lemos:
“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.
De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis”. Atos 2:32-34.
O Pai derramou sobre Cristo, a plenitude de Seu Espírito Santo, o qual Cristo derramou sobre os discípulos.
Tal a plenitude do Espírito em Cristo, que o escritor de Atos, como que designa a Cristo de Espírito Santo, ou Espírito de Deus (a fonte é Deus, o Pai), ou Espírito de Cristo (recebido do Pai), pois foi Cristo quem primeiramente constituiu bispos para apascentarem a Igreja de Deus.

Autor: Valdomiro Filho.

Leia em http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=54

“E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra DE Deus”. Apocalipse 19:13-14. AUTOR: JOÃO, O DISCÍPULO AMADO, O MESMO AUTOR DO EVANGELHO DE JOÃO, CHEIO DO ESPÍRITO DE CRISTO, QUE É SANTO?”

AFINAL, O VERBO (A PALAVRA) ERA DEUS OU O VERBO (APALAVRA) ERA DE DEUS? A ÚLTIMA FORMA É COERENTE COM TODA A ESCRITURA. A PRIMEIRA, NÃO.

DEUS NOS GUIE EM TODA A VERDADE.

GUIA PRÁTCO DO CUIDADOR
NÃO repreendas asperamente o ancião, mas admoesta-o como a pai; aos moços como a irmãos; 1 Timóteo 5:1

Doenças associadas à velhice, inclusive o Mal de Alzheimer, a Demência e a Osteoporose

O que é uma doença associada à velhice? – As doenças associadas à velhice devem ser distinguidas do próprio processo de envelhecimento, porque todos os seres humanos, mas nem todos os idosos, experimentam todas as doenças associadas à velhice. Exemplos das doenças associadas à velhice são: problemas cardio-vasculares, câncer, artrite, demência, catarata, osteoporose, diabetes, hipertensão e o mal de Alzheimer. (A incidência destes males aumenta, exponencialmente, com a idade, como no caso do câncer).

O envelhecimento (Senilidade) aumenta a incidência dos males a ele associados, conforme a vulnerabilidade genética ou a resistência entre as espécies e os indivíduos dentro das espécies.

Algumas das consequências do envelhecimento estão relacionadas com a visão, audição, força muscular, força óssea, imunidade e função nervosa. O Glaucoma e a catarata são problemas oculares associados ao envelhecimento, os quais podem ser tratados, a fim de restaurar a visão deficiente nas pessoas idosas. A perda da audição em geral é observada a partir dos 50 anos, quando a percepção dos sons tende a diminuir. A eficiência do sistema muscular e do sistema nervoso diminui, causando a lentidão dos reflexos e a falta de força muscular, enquanto o sistema imunológico enfraquece, tornando as pessoas idosas mais sujeitas a infecções.

O constante e rápido aumento da expectação de vida, nos países ocidentais, está associado ao aumento do número de idosos nas populações. Nestas condições, podemos esperar uma progressão epidêmica na maioria dos males crônicos, especialmente dos males cardio-vasculares, dos neuro-vegetativos e das desordens metabólicas, que são as principais causas de morte no mundo.

O aumento na expectação da vida é simultâneo ao aumento do risco das doenças associadas à velhice, ou seja, obesidade, diabetes, artério-esclerose, câncer e doenças neuro-degenerativas. Estes males significam enormes desafios, tanto para os indivíduos como para as sociedades, em termos de qualidade de vida e de encargos econômicos. Portanto, existe uma urgente necessidade de que as sociedades ligadas aos idosos se preocupem com o assunto. Em 2030, a quantidade de idosos será de milhões de pessoas com mais 65 anos, em cada uma das cinco Américas. As implicações futuras do aumento de americanos idosos, em sua crescente diversidade, incluirão exigências, sem precedente, da saúde pública, sobre os serviços em favor dos idosos e dos sistemas de saúde da nação.

Muitas doenças, a incapacidade e as mortes associadas às doenças crônicas devem ser evitadas, através de cautelosas medidas de prevenção. Medidas chaves incluem a prática de um estilo de vida saudável (exemplo, atividade física regular, alimentação saudável, sem o uso do fumo e do álcool) e a prática de exames médicos regulares, a fim de serem detectados o câncer colo-retal, o diabetes e suas complicações, e a depressão).

Os estudos têm profundas implicações na pesquisa da velhice e poderiam revolucionar propostas para a prevenção e tratamento relacionados aos males que atingem os idosos. Para que se possam tratar, efetivamente, esses males, antes de tudo é preciso haver um completo entendimento do mecanismo a eles relacionado.

http://www.disabled-world.com/health/aging/

Traduzido e adaptado por Mary Schultze, em 24/10/2013.

CONHEÇA O GUIA DO CUIDADOR DO IDOSO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

PARTILHO COM VOCÊ UM TEXTO INTERESSANTE:

QUEIJO GORGONZOLA
“Estamos envelhecendo, estamos envelhecendo, estamos envelhecendo, só ouço isto. No táxi, no trânsito, no banco, só me chamam de senhora. E as amigas falam “estamos envelhecendo”, como quem diz “estamos apodrecendo”. Não estou achando envelhecer esse horror todo. Até agora. Mas a pressão é grande. Então, outro dia, divertidamente, fiz uma analogia.O queijo Gorgonzola é um queijo que a maioria das pessoas que eu conheço gosta. Gosta na salada, no pão, com vinho tinto, vinho branco, é um queijo delicioso, de sabor e aroma peculiares, uma invenção italiana, tem status de iguaria com seu sabor sofisticadíssimo, incomparável, vende aos quilos nos supermercados do Leblon, é caro e é podre. É um queijo contaminado por fungos, só fica bom depois que mofa. É um queijo podre de chique. Para ficar gostoso tem que estar no ponto certo da deterioração da matéria. O que me possibilita afirmar que não é pelo fato de estar envelhecendo ou apodrecendo ou mofando que devo ser desvalorizada. Saibam: vou envelhecer até o ponto certo, como o Gorgonzola. Se Deus quiser, morrerei no ponto G da deterioração da matéria. Estou me tornando uma iguaria.

Com vinho tinto, sou deliciosa. Aos 50 fui uma mulher para paladares variados, aos 70 sou uma mulher para paladares sofisticados. Não sou mais um queijo Minas Frescal, não sou mais uma Ricota, não sou um queijo amarelo qualquer para um lanche sem compromisso. Não sou para qualquer um, nem para qualquer um dou bola, agora tenho status, sou um queijo Gorgonzola.”

Clarice Niskier

MEU COMENTÁRIO:
MUITO INTERESSANTE ESSA REFLEXÃO.
COMO CLARICE NISKIER, TAMBÉM NÃO VEJO PORQUE TEMER O ENVELHECIMENTO, EMBORA ELE SEJA UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO (TRANSGRESSÃO DA ETERNA LEI DE DEUS, O DECÁLOGO, … I JO. 3:4).
APENAS UMA COISA FALTOU NO BELO COMENTÁRIO: A PERSPECTIVA DA VIDA ETERNA, A QUAL CULMINARÁ TODOS OS NOSSOS SONHOS, E ESSA, SÓ O DIVINO FILHO DE DEUS, JESUS, O CRISTO, YESCHUA HA MASHIA PODE CONCEDER.
“Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. 1 João 5:12
Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 1 João 2:23
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3:36”.
GRANDE ABRAÇO
PAULO AUGUSTO DA COSTA PINTO

VEJA A REAÇÃO DOS MEMBROS E LEIA TAMBÉM:
Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com o saltério e um instrumento de dez cordas. Salmos 33:2

E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Apocalipse 14:3

Citações de Ellen G. White sobre a Música na Igreja

ALZHEIMER

outubro 25th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

alzeymer

Alzheimer é um tipo de doença que provoca sérios problemas de memória, pensamento e comportamento. Em geral, os sintomas se desenvolvem, paulatinamente, piorando com o passar do tempo.

Alzheimer e os básicos sinais de demência – O Alzheimer é a forma mais comum de demência, sendo um termo generalizado para a perda da memória e de outras habilidades intelectuais, contando com 50 a 80% dos casos de demência.

O Alzheimer não faz parte normal do envelhecimento –  Embora o principal fator de risco seja a idade avançada, com a maior parte das pessoas passando dos 65 anos de idade, o Alzheimer não se limita à velhice. Mais de 5% de pessoas com Alzheimer estão entre os 45 a 50 anos de idade.

O Alzheimer piora com o passar do tempo – Por ser uma doença progressiva; no início, a perda de memória é branda. Mas, à medida em que passa o tempo, a pessoa perde a capacidade de manter uma conversa e de corresponder ao ambiente. Esta doença ocupa o 6º. lugar entre os casos de morte, nos Estados Unidos. Pessoas com Alzheimer vivem em média oito anos, após terem contraído a doença, podendo chegar a 20 anos, dependendo da idade e das suas condições de saúde. 

Dez Sinais e Estágios do Alzheimer – Atualmente, este mal ainda não tem cura. Mas, o tratamento não deve ser interrompido e as pesquisas sobre o assunto continuam, mostrando ser possível diminuir, temporariamente, os sintomas da demência e melhorar a qualidade de vida dos que que apresentam a doença e das pessoas que cuidam dos doentes. Hoje em dia, existe um esforço mundial no sentido de encontrar melhores meios de tratar o Alzheimer, de atrasá-lo e de evitar que ele se desenvolva. Quem tiver um amado diagnosticado com este mal ou com a demência a ele relacionada, não precisa ficar isolado. A Alzheimer Association, nos Estados Unidos, é uma fonte de confiáveis informações, de educação, de referência e de apoio a milhões de pessoas afetadas pelo Alzheimer.

Mudanças microscópicas causadas pelo Alzheimer no cérebro, antes do aparecimento dos primeiros sinais da doença e muito antes dos primeiros sinais da perda de memória –  O cérebro tem 100 bilhões de células nervosas (ou neurônios). Cada célula nervosa se comunica com muitas outras, para formar uma rede de comunicações. Cada grupo de células nervosas tem a sua função específica. Algumas estão envolvidas no pensamento, no aprendizado e nas lembranças. Outras ajudam a ver, a ouvir e a cheirar. Para fazer o seu trabalho, as células cerebrais operam como pequenas fábricas. Elas recebem suprimentos, energia, equipamento de construção e se livram do que não lhes serve. Elas também processam e armazenam informações, comunicando-se umas com as outras.

Os cientistas acreditam que o Mal de Alzheimer impede uma parte das células de funcionar normalmente, porém não têm certeza de onde começa o problema. Mas, exatamente como acontece numa fábrica, qualquer problema de interrupção no sistema celular pode causar danos a outras áreas. Nesse caso, o mal se espalha e, eventualmente, as células perdem a capacidade de realizar o seu trabalho, causando irreversíveis mudanças no cérebro.

O papel das placas e dos entrançados  – As placas e entrançados tendem a se espalhar pela córtex, à medida em que avança o Mal de Alzheimer.

Duas estruturas anormais chamadas placas e entrançados são os[U1]  principais suspeitos em danificar e matar as células nervosas.

Placas – são depósitos de um fragmento da proteína conhecida como beta-amiloide, os quais ficam nos espaços entre as células nervosas.

Entrançados – são fibras trançadas de outra proteína chamada “tau”, as quais se depositam  dentro das células nervosas.

Embora a maioria das pessoas desenvolva algumas placas e entrançados, à medida em que envelhece,  as que sofrem do Mal de Alzheimer tendem a desenvolvê-las em número bem maior. Essas placas tendem a se desenvolver num modelo previsível, começando em áreas importantes da memória, espalhando-se, depois, a outras regiões do cérebro.

Os cientistas ainda não sabem, exatamente, qual o papel que as placas desempenham no Mal de Alzheimer. Mas, de algum modo, sabem que elas desempenham um papel nocivo, impedindo a comunicação entre as células nervosas e o seu processo de sobrevivência.

A destruição e morte das células nervosas causa falhas na memória, mudança na personalidade, problemas nas atividades diárias e outros sintomas típicos do Mal de Alzheimer.

Pesquisa e Progresso – Hoje em dia, o Mal de Alzheimer ocupa um lugar proeminente nas pesquisas biomédicas.

Pesquisas são feitas no sentido de descobrir não apenas os aspectos da doença, mas também outras doenças relacionadas à demência.  90% do que sabemos sobre o Mal de Alzheimer foram descobertos nos últimos 15 anos. Alguns dos progresso mais admiráveis têm sido os que explicam como o Alzheimer costuma afetar o cérebro.  A esperança é que esta nova compreensão possa conduzir a novos tratamentos. Muitas propostas adicionais estão sendo investigadas, no mundo inteiro, sobre o Mal de Alzheimer e a demência.

Informações colhidas em Inglês, no “Alz.org Research Center”, em 23/10/2013.

Mary Schultze

LEIA TAMBÉM: Novo estudo alimenta debate sobre vínculo entre cobre e Alzheimer

http://m.g1.globo.com/mundo/noticia/2013/08/novo-estudo-alimenta-debate-sobre-vinculo-entre-cobre-e-alzheimer.html

 

TRINDADE
NOSSA MISSÃO É ESPALHAR O BOM PERFUME DE CRISTO E EXPULSAR AS TREVAS DA FALSA ADORAÇÃO.
A ADORAÇÃO É A GRANDE QUESTÃO DO UNIVERSO, DESDE OS CÉUS ATÉ A ETERNIDADE.
NUNCA SE ESQUEÇA DISSO.
ACREDITO EM SUA SINCERIDADE EM SUA RELIGIÃO, ASSIM COMO QUANDO FIZ PARTE DA IASD POR 41 ANOS, ATÉ QUE ME CAIU A FICHA, DEUS ME SOCORREU E DEIXEI COM MINHA FAMÍLIA O SISTEMA RELIGIOSO QUE SE CORROMPEU E VOLTOU-SE PARA ROMA.
http://adventistas.com/marco2004/expulsao_paulo.htm
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SOBRE O PRECIOSO ESPÍRITO DE DEUS OU ESPÍRITO DE CRISTO (PORQUANTO DEUS LHE DEU, LHE ENCHEU PLENAMENTE) QUE CHAMAM DE ESPÍRITO SANTO, 3A PESSOA DA SANTÍSSIMA TRINDADE (COMO CONSTANTINO E A ICAR ESTABELECERAM) PEÇO-LHE ENCARECIDAMENTE LER O QUE NOSSO IRMÃO RICARDO NICOTRA ESCREVEU EM “EU E O PAI SOMOS UM” http://www.igrejacrista.com/eueopai/epsu3ed.pdf:
“A Bíblia emprega diversas figuras de linguagem, inclusive atribuindo ao Espírito qualidades e ações típicas do seu possuidor (um ser pessoal). Isto não significa que o Espírito seja uma outra pessoa. A prova deste fato são os muitos exemplos de atributos e ações pessoais atribuídos também a espíritos de seres humanos.
O espírito do apóstolo Paulo orava: “O meu espírito ora de fato.” (I Cor. 14:14). Como um espírito (pneuma) de um homem pode orar se esta é uma ação pessoal? Seria, porventura, o espírito de Paulo uma segunda pessoa, além de Paulo? O verso seguinte explica: “Orarei com o meu espírito… Cantarei com o espírito.” (I Cor. 14:15). É claro que quem orava e cantava era o próprio Paulo.
Lucas, autor do livro dos Atos, relatou que o espírito de Paulo se revoltou (Atos 17:16): “Enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade”. Ora, revoltar-se é uma ação pessoal. Só um ser com autonomia e percepção pode se revoltar, mas a Bíblia diz que o espírito de Paulo se revoltou. Seria, porventura, o espírito de Paulo uma entidade pessoal independente do seu possuidor (Paulo)? Absolutamente não! Novamente aqui temos uma figura de linguagem. Quem se revoltou com a idolatria da cidade foi o próprio Paulo.
Há muitos outros exemplos na Bíblia onde espíritos de seres humanos são descritos com atributos pessoais ou realizando (ativa ou passivamente) ações típicas de seres pessoais. Veja alguns na tabela a seguir.
Texto Sujeito Ação / Atributo Pessoal
Gênesis 41:8 Espírito de Faraó Perturbado
Esdras 1:1 Espírito de Ciro Foi Despertado
Jó 6:4 Espírito de Jó Sorver (Sugar) o Veneno
Jó 20:3 Espírito de Jó Responde por Ele
Salmo 73:21 Espírito de Asafe Amargurado
Salmo 77:3 Espírito de Asafe Desfalece
Salmo 143:7 Espírito de Davi Desfalece
Isaías 26:9 Espírito de Isaías Buscou a Deus
Ezequiel 3:14 Espírito de Ezequiel Excitou-se
Daniel 2:1-3 Espírito de Nabucodonosor Perturbou-se
Atos 17:16 Espírito de Paulo Revoltou-se
I Coríntios 14:14 e 15 Espírito de Paulo Ora e Canta
I Coríntios 16:18 Espírito de Paulo Recreou-se
II Coríntios 7:13 Espírito de Tito Recreou-se
Obs: Dependendo da tradução utilizada os atributos / ações podem sofrer alguma alteração.
Concluímos que quando a Bíblia diz que o espírito de alguém se entristeceu, então trata-se de uma figura de linguagem. Literalmente, quem se entristeceu foi a pessoa, o possuidor do espírito, não o seu espírito. Quando o salmista diz que o seu espírito estava amargurado, na realidade quem estava amargurado era o próprio salmista.
Isso vale também para o Espírito de Deus. Quando a Bíblia diz que alguém mentiu para o Espírito de Deus, na verdade isso significa que mentiram para o próprio Deus. Quando diz que o Espírito intercede, certamente está se referindo a Cristo, nosso único intercessor e mediador:
“É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” – Romanos 8:34.
“Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.” – I Timóteo 2:5”.

PEÇO-LHE EXAMINAR OS SEGUINTES LINKS E QUE O ETERNO, DEUS ÚNICO (“Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém. 1 Timóteo 6:16-17) E SEU DIVINO FILHO LHE ABENÇOE RICAMENTE.

O CONSOLADOR, ESCRITO PELO IRMÃO ALISSON HENRIQUE:

ARQUIVOXIASD.COM

EGW E O ESPÍRITO QUE DESCEU EM FORMA DE POMBA

O OUTRO CONSOLADOR, QUEM SERIA?

A TRINDADE

DEUS É UM OU UMA TRINDADE?

DANIEL

Escrito por Moreh Ahmed

El reavivamiento medieval de la interpretación histórica no surgió con los valdenses y otros grupos que estaban fuera de la Iglesia Católica -y que no reconocían la supremacía del o bispo de Roma-, sino que procedió de intrépidos católicos, algunos de los cuales se sintieron constreñidos a clamar contra las perversiones inconcebibles de esa iglesia y a aplicarle algunos de los símbolos proféticos de las Escrituras. Aplicaciones similares también fueron hechas por ciertos escritores judíos. El número creciente de disidentes, a partir del Renacimiento, casi siempre fundamentó las críticas que hacía al puebo en las profecías de Daniel y Apocalipsis. En la mente de hombres pensadores, estas profecías fueron recuperando gradualmente el lugar que les correspondía.

La Reforma se basó en las profecías.

Todos están de acuerdo en que la gran Reforma protestante fue un redescubrimiento de las verdades de buenas nuevas en la congregación primitiva, las cuales predominaron en el tiempo de su mayor pureza. Pero esto pudo lograrse gracias a un nuevo énfasis en el propósito de las profecías bíblicas acerca del antiMashiaj. Durante dos siglos antes de Lutero, hombres de inclinación espiritual habían dado énfasis, con creciente claridad, a la salvación por medio de Yahshua, protestando por las grandes perversiones de Roma, entre tanto que permanecían dentro de la Iglesia Católica. Pero cuando Lutero captó la verdad de la identidad profética del antiMashiaj, esto lo alentó a él, y a centenares más en diferentes países, a romper con Roma. A la luz de las repetidas y explícitas representaciones y admoniciones proféticas, se sintieron impelidos a “salir” de la Babilonia papal. Estuvieron dispuestos a ir a las mazmorra o a la hoguera antes que claudicar en su obediencia a los designios divinos que ahora discernían claramente. Y esto fue usado como un grito de guerra, porque las descripciones proféticas fueron predominantes en el pensamiento de la Reforma, y ahora se discernían y aplicaban con claridad.

La contrarreforma estimula interpretaciones contrarias.

La acusación virtualmente unánime de que el papado es el antiMashiaj. de la profecía, acusación lanzada por todos los grupos protestantes en todos los países, indujo a los dirigentes católicos romanos a procurar que se desviara el dedo acusador, y que se alejara la atención de los protestantes del sistema católico medieval. En esto alcanzaron mucho éxito. Francisco Ribera y Luis de Alcázar jesuitas españoles del siglo XVI, se levantaron para hacer frente al desafío, formulando interpretaciones aparentemente razonables, aunque contrarias a las de la Reforma.

Ribera sostenía que el antiMashiaj era un individuo aún por aparecer, un gobernante impío de Jerusalén que ejecutaría sus designios al fin de los siglos en tres años y medio literales. En esto contaba con el pleno apoyo del gran polemista católico, el cardenal Roberto Belarmino. Esta interpretación que coloca al antiMashiaj en el futuro, recibe con justicia el nombre de futurista. Esta idea futurista pronto se convirtió en la interpretación habitual católico-romana en cuanto al antiMashiaj, y es ahora la más difundida entre los católicos.

Por otra parte, Alcázar sostenía lo que recibió el nombre de preterismocon lo cual se afirma que prácticamente todas las profecías terminaron con la caída de la nación judía y con la destrucción de la Roma pagana; y que el antiMashiaj había sido algún emperador romano como Nerón, Domiciano o Diocleciano. La enunciación de estos dos puntos de vista -futurismo y preterismo- mostraba el espectáculo anómalo de dos explicaciones opuestas y mutuamente excluyentes que surgieron de la misma Iglesia Católica; pero lograron su propósito: confundir la interpretación profético protestante.

El restablecimiento provocado por la Reforma, dañado por desviaciones posteriores.

La interpretación antagónica del jesuita Alcázar comenzó a ser adoptada por protestantes declarados como Hugo Grocio (1583-1645) de Holanda y Henry Hammond (1605-1660) de Inglaterra, lo cual causó división y pérdida de confianza en el enfoque histórico continuo de las profecías por parte de muchos protestantes. El resultado fue una segunda desviación de la interpretación correcta, esta vez entre los protestantes. Sin embargo, hubo algunos como Joseph Mede, que no sólo permanecieron firmes frente a las perversiones, sino que fueron impelidos a estudiar de nuevo todo el campo de la profecía, y a introducir de nuevo el milenarismo futuro y la escuela histórica de interpretación. Esto dio como resultado una exposición cada vez más clara y correcta. El preterismo penetró en la escuela racionalista de los teólogos alemanes del siglo XVIII; el futurismo halló cabida entre los protestantes del siglo XIX, y en décadas recientes generalmente ha sido aceptado por los fundamentalistas.

Read more: http://ahmedministerio.org/blog/la-correcta-interpretacion-de-daniel/#ixzz2iBj99POY

LA ADORACIÓN (A ADORAÇÃO)

outubro 19th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Adoración

Uno de los mayores elementos de nuestra misión es exhortar al mundo a adorar a Yahweh (Apoc. 14:7). En la búsqueda de lineamientos relevantes para nosotros actualmente, abordaré algunos de los mayores temas de la adoración bíblica y sus expresiones.

1. Yahweh es el centro. La adoración está definida por el reconocimiento personal y colectivo de los creyentes de que Yahweh es el único ser digno de honra suprema. En la Biblia, Yahweh es el único, legítimo y exclusivo objeto de adoración (Éxo. 20:2, 3; Luc. 24:53). Este hecho está fundamentado en su poder creador y redentor (Apoc. 4:11; 5:12). La adoración es la respuesta del ser interior ante la percepción de la majestad, el misterio y lo incomparable del Yahweh revelado en su obra de creación y redención; confrontados con él, nuestra vida encuentra su lugar de origen y vibra por el gozo, el agradecimiento y el temor reverente que sólo Yahweh puede inspirar. Dado que todo en el universo pertenece al orden de lo creado, es reprensible, incluso hasta una abominación, desplazar a Yahweh del centro de adoración reemplazándolo por cualquier otro objeto de culto. Esta visión fundamental de la adoración bíblica debería reglar cualquier actividad que forme parte de ella.

2. El papel de las emociones: La adoración es más que una actitud; también es una acto. Ya que somos seres emocionales, es imposible separar nuestras emociones de la práctica de la adoración. En ese acto Kadosh (santo), adoramos y agradecemos a Yahweh (Sal. 118:28), y expresamos nuestro gozo y gratitud por medio de ofrendas (1 Crón. 16:29) y cánticos (Sal. 147:1). Incluso clamamos a él en busca de liberación, perdón y guía (Sal. 139:23, 24; 142), como una respuesta a su presencia en nuestra vida. La tentación es utilizar la adoración como una avenida sociopsicológica para sentirnos bien con nosotros mismos y ser aceptados por los demás; cuando esto sucede, hemos cambiado, imperceptiblemente, el centro y el foco de la adoración desde el Creador y Redentor hacia nosotros mismos, con el riesgo de caer en la idolatría. Llevamos hasta él nuestra gratitud, nuestras necesidades, nuestros temores y nuestras preocupaciones con el fin de adorarlo por lo que ha hecho y hará por nosotros.

3. El papel del cuerpo. No podemos separar nuestras emociones de su expresión física. En la adoración, venimos ante Yahshua como seres emocionales y físicos. El acto de adoración involucra nuestro cuerpo como un vehículo a través del cual nuestras emociones se expresan. En la Biblia, los adoradores elevaban sus manos para ofrecer peticiones a Yahweh (Sal. 141:2; 1 Tim. 2:8), permanecían de pie (2 Crón. 7:6), se arrodillaban (1 Rey. 8:54) o se inclinaban con su rostro hasta el suelo para adorar (Neh. 8:6). Utilizaban su lengua y sus labios para alabar a Yahweh (Col. 3:16), y sus oídos para capturar la belleza de los instrumentos musicales (Sal. 33:2, 3) y de la lectura de las Escrituras (1 Tim. 4:13). Además, los adoradores se unían en procesión hasta el templo para adorar al Señor (Sal. 68:24, 25).

La manera en la que el cuerpo es utilizado para expresar emociones varía de cultura en cultura. Lo que es apropiado en una cultura puede ser ofensivo en otra; por lo tanto, es importante tener en mente que el propósito de la adoración no es estimular nuestras emociones y sus expresiones corporales (como suele suceder por medio de la música estridente) con el objetivo de crear un sentimiento de bienestar en el adorador. Eso podría desplazar a Yahweh del centro exclusivo de adoración, situando allí la satisfacción de nuestras necesidades psicológicas. La participación moderada de nuestras emociones y su expresión a través del cuerpo en la adoración comunitaria no debería distraer nuestra atención ni la de los demás de lo que probablemente sea lo más importante: oír la palabra de Yahweh y su proclamación.

Concurrimos a la iglesia con el fin de adorar a Yahweh, alabarlo y agradecerle por todas sus bendiciones, para ser instruidos por su Palabra, para celebrar la Santa Cena, para ser entrenados en la proclamación del evangelio y para confraternizar con otros creyentes. La adoración no es una forma de entretenimiento que necesita ser adaptada al gusto de los individuos por medio de prácticas de mercadeo. La música que interpretamos, los cánticos que entonamos, las oraciones que ofrecemos son nuestros lánguidos intentos por adorar a Yahshua, y expresar nuestro amor y nuestro agradecimiento a aquél que ha hecho tanto por nosotros por medio de Yahshua

FONTE: http://ahmedministerio.org/blog/2012/02/la-adoracion/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29

VEJA O QUE EGW ESCREVEU EM Filhos e Filhas de Deus, CONFIRMANDO A BÍBLIA: 1. QUE YAHWEH É O ÚNICO QUE TEM DIREITO À REVERÊNCIA E CULTOS SUPREMOS.

2. QUE “UNICAMENTE O PAI E O FILHO DEVEM SER EXALTADOS”.

APOCALIPSE 20:4

outubro 19th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Apoc_20_5

En Apoc. 20: 5 hay un problema textual. La oración “Pero los otros muertos no volvieron a vivir hasta que se cumplieron mil años”, no se encuentra en algunos manuscritos. Esto ha dado origen a cierta duda en cuanto a que sea genuina. Presentamos un examen de la evidencia textual referente a este problema.

Hay seis manuscritos unciales principales que contienen el libro de Apocalipsis: (1) los Papiros de Chester Beatty, del siglo III, llamados p47 , el testimonio antiguo más importante del libro, y unos pocos fragmentos de papiros; (2) el Sinaítico (cuyo símbolo es X), del siglo IV; (3) el Alejandrino (cuyo símbolo es A), del siglo V; (4) el palimpsesto de Efraín (cuyo símbolo es C), del siglo V; (5) el Porfiriano (cuyo símbolo es P), del siglo IX o X, y (6) un manuscrito del Vaticano, cuyo símbolo a veces es B, pero que debe distinguirse del Códice Vaticano del siglo IV, cuyo símbolo es siempre B. Se ha perdido el libro del Apocalipsis del Códice Vaticano, de manera que la deficiencia ha sido suplida con un manuscrito del siglo VIII designado Vaticano gr. 2066, 046 o a 1070.

Además de estos documentos unciales, hay muchos manuscritos cursivos de fecha comparativamente tardía.

Debe notarse que estos antiguos manuscritos no son todos completos. Algunas de las hojas faltan del todo, y otras han sido mutiladas; a veces les faltan secciones enteras. Por ejemplo, como se acaba de notar, se ha perdido todo el libro del Apocalipsis del Códice Vaticano. Los Papiros de Chester Beatty que contienen el Apocalipsis, sólo tienen la parte que va desde el cap. 9: 10 hasta 17:2, y faltan ciertas líneas de estas hojas. El testimonio de estos importantes manuscritos unciales en lo que respecta al cap. 20:5 es, por lo tanto, desconocido. Lo mismo sucede con el testimonio del palimpsesto de Éfraín (C) y del Porfiriano (P), porque falta todo el capítulo 20 en el C y los primeros nueve versículos del capítulo en el R Esta sección del Apocalipsis también falta en algunos cursivos.

La versión Peshitto -de principios del siglo V- nunca incluyó los libros de 2 Ped., 2 Juan, 3 Juan, Judas y el Apocalipsis, porque la iglesia siríaca no reconocía su canonicidad. El texto del Apocalipsis que aparece a partir de 1627 en las ediciones modernas impresas de la versión Peshitto, fue tomado de una traducción siríaca posterior conocida como la Harcleana.

Por lo tanto, la autenticidad de la oración que estamos considerando debe justipreciarse con los testimonios restantes, que son comparativamente pocos en número. En verdad, los testimonios antiguos del libro del Apocalipsis son mucho más escasos que los de los Evangelios, los Hechos o las epístolas paulinas.

En los manuscritos que contienen esta sección del Apocalipsis la cláusula “Pero los otros muertos no volvieron a vivir hasta que se cumplieron mil años”, se omite en el Sinaítico (X), en unos pocos cursivos y en las versiones siríacas. Se encuentra en el Alejandrino (A) y en el 046, y en gran número de cursivos. El proceso por el cual se determina la autenticidad de un texto o de una variante es demasiado complejo para ser tratado aquí; pero con la evidencia disponible los eruditos aceptan generalmente como auténtica la oración que estamos examinando. Por esta razón aparece en la mayoría de las traducciones. El hecho de que algunos traductores coloquen el pasaje entre paréntesis no significa necesariamente que dudan de la autenticidad del texto; pueden simplemente considerarlo como un paréntesis.

Los redactores del Nuevo Testamento griego Nestlé-Aland, edición 26, considerado como el más minusioso y erudito, han incluido esta frase como parte del texto. Por otra parte los redactores del NT griego de las Sociedades Bíblicas Unidas, tercera edición texto en el cual se basan las traducciones de la Sociedades Bíblicas, incluyen esa frase sin discutir la posibilidad de que no sea parte del texto. Por otra patre , los redactores del NT griego de las Sociedades Bíblicas 897 Unidas, tercera edición, texto en el cual se basan las traducciones de las Sociedades Bíblicas, incluyen esa frase sin discutir la posibilidad de que no sea parte del texto. De esta forma lo dan como “texto establecido”; es decir, no consideran digno de mencionar el hecho de que la frase falta en unos pocos MSS.

Se ha destacado que todo el pasaje tiene un sentido coherente si se omite la oración que consideramos, especialmente si la última parte del vers. 4 se traduce: “vinieron a la vida y reinaron con Cristo mil años”, traducción que permite la sintaxis del griego. Sin embargo, esto no es suficiente de por sí para decidir si es genuino un determinado pasaje. No puede negársele a un autor el derecho de introducir una idea parentética en un pensamiento que de otra manera no tendría brechas.

No hay problema entre la oración mencionada y su contexto porque lo que ella dice está claramente implícito en el contexto, especialmente cuando se estudian otros pasajes de la Escritura relacionados con ella. La Biblia habla de dos resurrecciones principales: la de los justos, y la de los injustos (Juan 5: 28-29; Hech. 24: 15). Se enseña con toda claridad que la resurrección de los justos será simultánea con la segunda venida de Yahshua (1 Tes. 4: 13-17). En Apoc. 20: 4 se declara de algunos que “vivieron y reinaron con Yahshua mil años”. Esta oración debería traducirse como ya lo dijimos: “Vinieron a la vida [‘revivieron’, BJ ] y reinaron con Yahshua mil años”. Si se traduce de esta manera, la oración “Esta es la primera resurrección” (vers. 5) se relaciona en forma lógica con el vers. 4. Cuando el autor llama a ésta la “primera” resurrección, tácitamente indica que habrá una “segunda”. Como todos los impíos morirán en ocasión de la segunda venida de Yahshua (cap. 19: 21), y como se los describe cuando atacan la ciudad al fin de los mil años (cap. 20: 8-9), se deduce que deben haber resucitado. Por lo tanto, está claramente implícita en el contexto la segunda resurrección al final de los mil años.

 FONTE: http://ahmedministerio.org/blog/2012/02/apocalipsis-204/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LosEventosFinalesProfecasBblicas+%28Los+Eventos+Finales+Profec%C3%ADas+B%C3%ADblicas.%29

Ouça os áudios: 1) e 2)

Veja o que o irmão Valdomiro Filho, escreveu em seu site http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=132.

 

Fil. 2:5-6 é um dos textos utilizados por muitos para tentar provar que Jesus é um Deus igual ao Deus todo poderoso, quando a Bíblia mostra ser Ele seu Deus e seu Pai.

A divindade de Cristo é clara na palavra de Deus, porquanto Cristo é o Filho unigênito de Deus desde a eternidade. Disso não temos qualquer dúvida.

A palavra de Deus mostra, que:

1-      Cristo foi gerado do Pai (Salmos 2:7) desde a eternidade e outra vez quando nasceu de Maria (Hebreus 1:5-7). Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?
E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.

2-      O próprio Cristo afirmou ser menor que o Pai (João 14:28), que Seu Pai é o único Deus verdadeiro (João 17:3) e que Seu Pai é também Seu Deus (Apoc. 3:12).

3-      Deus é o cabeça de Cristo (I Cor. 11:3 e 3:23).

4-      Na eternidade Cristo se submeterá ao Pai para que Deus seja tudo em todos (I Cor. 15:28).

Irmão Valdomiro Filho, no site http://www.unitarismobiblico.com/1/?p=132 escreveu: “Se analisarmos o conjunto do que foi escrito perceberemos uma expressão importante cuja compreensão torna ainda mais clara a posição do Filho, não só pretérita mas, também, atual. No verso de Fl. 2.9 se diz: “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome”. Aqui encontramos expressão “Por isso, também Deus o exaltou”. Perceba que a exaltação que Deus lhe promoveu, não é uma mera restituição de glória, aquela que ele tinha antes da fundação do mundo, pois restituir não é exaltar, mas deu-lhe um nova posição, daí se diz: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” Então, porque Jesus se humilhou, esvaziando-se de sua condição divina, Deus, seu Pai, o colocou em uma posição acima de todo nome, cujo dobrar dos joelhos seria, agora, não somente perante o próprio Deus, mas, também ante o seu Filho, constituído Senhor, e tudo seria para Glória de Deus Pai”.

Que você e eu entendamos e aceitemos a Jesus Cristo como o divino Filho de Deus e nosso Salvador, o único pelo qual podemos chegar ao seu Deus e seu Pai, único Deus verdadeiro.

Você deseja a salvação? Aceite a Jesus agora mesmo.

DEIXEMOS A BÍBLIA SAGRADA NOS FALAR:

JESUS TEM UM DEUS E PAI:

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; 2 Coríntios 1:3

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; Efésios 1:3

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 1 Pedro 1:3

O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é eternamente bendito, sabe que não minto. 2 Coríntios 11:31

 AS BENÇÃOS DE DEUS SÃO PARA OS QUE CONSIDERAM JESUS CRISTO COMO FILHO DE DEUS E NÃO PARA OS QUE O CONSIDERAM 2A. PESSOA DA TRINDADE.

Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus. 1 João 4:15

Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus1 João 5:5

E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão UM, que é DeusMarcos 10:18

E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possívelMateus 19:26

E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único SenhorMarcos 12:29

Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão UM, que é DeusLucas 18:19

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus PaiFilipenses 2:11

 

Jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia levaram cartazes em apoio ao movimento LGBT em Copacabana

O DIA,   – Atualizada às 

Rio – A concentração da 18ª Parada do Orgulho LGBT de Copacabana começou por volta das 13h deste domingo. Para receber o público que vai ao evento, a Prefeitura do Rio interditou algumas vias do bairro da Zona Sul.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, estão interditadas a pista junto aos prédios da Avenida Atlântica, no trecho entre a Rua Joaquim Nabuco e a Avenida Prado Júnior. Neste trecho, moradores deverão evitar trafegar com veículos no horário entre 14h e 20h.

Também estão interditadas a Rua Francisco Otaviano, entre as avenidas Nossa Senhora de Copacabana e Atlântica; assim como a própria avenida Atlântica, pista junto à orla, no trecho entre a Rua Francisco Otaviano e a Rua Miguel Lemos.

Aos poucos a Praia de Copacabana começa a ficar lotada. Os organizadores do evento esperam um público de um milhão de pessoas. Na concentração, um grupo de pelo menos 15 jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia manifestou seu apoio à causa LGBT. “A gente veio dizer que Deus ama a todos independentemente da orientação sexual. Não concordamos com o preconceito”, disse Lucas dos Santos.

Jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia manifestam seu apoio à causa. “A gente veio dizer que Deus ama a todos independentemente da orientação”, diz Lucas dos Santos

Foto:  Divulgação

 

O movimento pacífico lembrará que os avanços nas políticas públicas como o reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo ou a criação de programas como o Brasil Sem Homofobia – conquistados graças a mobilizações populares, a exemplo das Paradas LGBTs ocorridas pelo país, a Parada LGBT. Outra bandeira da Parada lembrará os 4.850 LGBTs que sofreram algum tipo de violência homofóbica no Brasil no ano de 2012, em razão da sua orientação sexual e identidade de gênero.

“Hoje vivemos num cenário de ameaça, de recrudescimento de importantes conquistas de direitos de LGBTs por conta, principalmente, do conservadorismo do legislativo e do crescimento do fundamentalismo religioso. Precisamos mostrar que não estamos sozinhos, que somos milhões de vozes e com poder de influenciar a política brasileira para transformar essa realidade. Estar domingo em Copacabana é acordar e fazer algo para essa mudança” afirma Julio Moreira, Presidente do Grupo Arco-Íris – organização social responsável pela Parada.

A organização do evento espera um público de 1 milhão de pessoas, embaladas por música eletrônica, pop e MPB mixadas por DJs a bordo de 15 trios elétricos, a partir das 13h. Mas o evento começa bem antes, às 9 horas da manhã, com serviços ofertados pela organização e empresas parceiras.

Parada do Orgulho LGBT em Copacabana no ano de 2012

Foto:  Divulgação

FONTE: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2013-10-13/na-concentracao-da-parada-gay-jovens-evangelicos-mostram-apoio-a-movimento-lgbt.html?fb_action_ids=601037186609953&fb_action_types=og.recommends

 

BKJAMESALMEIDA

Existem textos bíblicos erroneamente usados para negar a verdade acerca do Deus Único, o qual é o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo Rom. 15:6, II Cor. 1:3 e 11:31, Ef. 1:3, I Ped. 1:3,  . Por exemplo:

Várias traduções vertem Tito 2:13 da seguinte forma: “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo”. ou “…da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”. (Almeida Revista e Corrigida, Almeida Revista e Atualizada, etc.)

Porém, outras traduzem assim: “da glória do grande Deus e (de) nosso Salvador Jesus Cristo”(Matheus Hopers – Editora Vozes, The New American Bible, NY, etc.)

Veja a versão King James:

“Looking for that blessed hope, and the glorious appearing of the great God and our Saviour Jesus Christ”; {glorious…: Gr. the appearance of the glory of the great God, and of our Saviour Jesus Christ} Tito 2:13-14

Assim sendo, o que leva algumas traduções a optar por esta segunda opção de versão, mesmo sendo seus tradutores, geralmente, trinitarianos?

Bem, o texto em questão possui dois substantivos (Deus e Salvador) juntados por (kai: e), sendo o primeiro precedido do artigo (tou) e o segundo sem o artigo. Literalmente traduzido reza“do grande Deus e salvador nosso Cristo Jesus”. (tou megalou Theou kai soteros hemon Khristou Iesou). Segundo An Idiom Book of New Testament Greek, de C. F. D. Moule, Cambridge, Inglaterra, 1971, p. 109, o sentido “do grande Deus e de nosso Salvador, Jesus Cristo é possível no grego Koiné mesmo sem a repetição do artigo  definido.”

Existem vários exemplos no NT, onde Deus e o Senhor Jesus encontram-se nesse tipo de construção. Efésios 5:5 e 2 Tessalonissenses 1:12 são apenas dois exemplos.

(Efésios 5:5) – Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.

(II Tessalonicenses 1:12) – Para que o nome de nosso SENHOR Jesus Cristo seja em vós glorificado, e vós nele, segundo a graça de nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.

Os modalistas entendem que as saudações nas epístolas, assim como esses dois textos, sempre se referem a uma só pessoa, pois seguem a mesma lógica que é imposta a Tito 2:13. Porém, os dois textos acima citados estão se referindo a dois seres: Deus e o Senhor Jesus Cristo. O Reino é somente um, e assim também a graça, porém tudo de Deus por intermédio de Cristo Jesus. No caso de Tito 2:13, como nos outros dois, os títulos aplicados a Deus, o Pai e ao seu Filho Jesus Cristo estão no genitivo, dando a entender que a manifestação da glória é do grande Deus e(kai) de nosso Salvador Jesus Cristo. Existem situações em que a palavra no genitivo dispensa até mesmo a preposição, conforme observamos em alguns termos traduzidos “de Deus”, mas que no original é apenas Theou. (Theos com artigo e preposição ocultos).

Citei anteriormente o exemplo dos modalistas (unicistas que crêem que o Pai e o Filho são manifestações de uma só pessoa), pelo fato de acharem que os apóstolos, em suas saudações e em todas as suas epístolas, estão se referindo a uma só pessoa que é tanto Deus Pai e Senhor Jesus Cristo. Alguns gostam de usar a carta de Tito para demonstrar o modalismo. Entretanto, sei que a maioria dos que professam o cristianismo entende que existem duas pessoas: Deus, o Pai e o Senhor Jesus Cristo, este, para a maioria, a Segunda Pessoa da Trindade, Deus-Filho.

Mas, observe a seguir, na carta de Paulo a Tito, o título “salvador” sendo aplicado tanto a Deus, o Pai, quanto a Cristo, o Filho:

(Tito 1:3, 4) – “… e, em tempos devidos, manifestou a sua palavra mediante a pregação que me foi confiada por mandato de Deus, nosso Salvador, a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum, graça e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Salvador.”

(Tito 2:10-13) – “… não furtem; pelo contrário, dêem prova de toda a fidelidade, a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador. Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e do Salvador Cristo Jesus,…”

(Tito 3:4-6) – “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que Ele (Deus) derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador,…”

Finalizemos, agora, o nosso raciocínio acerca da melhor tradução para Tito 2:13, refutando alguns argumentos usados a favor de uma tradução unicista ou trinitariana, extraído de um fórum evangélico.

FONTE: http://www.adventistas.com/maio2006/traducao_tito_213.htm

OUÇA O ÁUDIO LEVADO AO AR PELA RÁDIO JUAZEIRO – ZYH 459, 1190 khz – E PELA WEB TV www.radiojuazeiro.com.br NO DIA 16.10.2013 ÀS 13:15 H. O PROGRAMA A VOZ E A VERDADE É LEVADO AO AR DE 2A A 6A FEIRA NESSE HORÁRIO E AOS SÁBADOS E DOMINGOS, ÀS 14 H. OUÇA PELO RÁDIO OU OUÇA E VEJA PELA WEB TV DE QUALQUER PARTE DO PLANETA.

A Melhor Tradução para Romanos 9:5

Conforme vimos no comentário anterior sobre a melhor tradução para Tito 2:13, era costumeiro por parte dos escritores apostólicos se referirem ao Pai como “DEUS” e ao Filho como “SENHOR”. Gostaria agora de fazer referência à outra passagem das Escrituras erroneamente usada para sustentar a doutrina acerca da Segunda Pessoa da Trindade. Trata-se de Romanos 9:5, geralmente traduzido da seguinte forma:

(Romanos 9:5) – “deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Almeida Revista e Atualizada, e outras).

Porém, certas traduções vertem o texto original de maneira diferente. Vejamos alguns exemplos:

(Romanos 9:5) – “e dos quais, por descendência física, veio o Cristo. Deus, que é sobre todos, seja bendito por todas as eras! Amém.” – The Riverside New Testament, Boston e Nova Iorque.

(Romanos 9:5) – “e deles, na descendência natural, procedeu o Messias. Que Deus, o supremo sobre todos, seja bendito para sempre! Amém.” – The New English Bible, Oxford e Cambridge, Inglaterra.

(Romanos 9:5) – “e deles é o Cristo segundo a carne. O Deus que está acima de tudo seja bendito pelos séculos! Amém.” – Bíblia Sagrada, Editora Vozes, Petrópolis, RJ.

Eu não disponho no momento uma tradução interlinear para o português, porém no grego está assim: “ON OI PATERES KAI EX ON O CHRISTOS TO KATA SARKA O ON EPI PANTON THEOS EULOGETOS EIS TOUS AIONAS AMEN.”

Mas, existe alguma base para optarmos pela segunda opção de tradução, a qual distingue o Filho de seu Deus e Pai, como habitualmente fazem os escritores apostólicos? Antes de respondermos a pergunta, observemos dois interessantes comentários relacionados com o texto em questão.

B. G. Winer, em A Grammar of the Idiom of the Testament, sétima edição, Andover, EUA, 1897, p. 551, diz que “quando o sujeito constitui a noção principal, especialmente quando é antitético para com outro sujeito, o predicado pode e deve ser colocado depois dele, cf. Sal 67:19 (Septuaginta). E assim, em Rom. 9:5, se as palavras ho on epi panton theos eulogetos... se referirem a Deus, a posição das palavras é bem apropriada e até mesmo indispensável.”

Também, The Authorship of the Fourth Gospel and Other Critical Essays, de Ezra Abbot, Boston, 1888, afirma nas pp. 345, 346 e 432: “Mas aqui, [ho on] é separado de [ho khristós] por [to kata sarka], que na leitura precisa ser seguido por uma pausa que se prolonga pela ênfase especial dada a [kata sarka] pelo [to] ; e a sentença precedente é gramaticalmente completa em si mesma, e, pela lógica, não requer nada mais; porque era apenas quanto à carne que Jesus procedeu dos judeus. Por outro lado, a enumeração de bênçãos que vem logo antes, coroada pela inestimável bênção do advento de Cristo, naturalmente sugere a atribuição de louvor e agradecimento a Deus, como ser que governa sobre todos; embora também o [Amén] no fim da setença sugira uma doxologia. De todos os pontos de vista, portanto, a construção doxológica parece fácil e natural. (…) A naturalidade de uma pausa após [sarka] é adicionalmente indicada pelo fato de que encontramos um ponto após esta palavra em todos os nossos mais antigos MSS. que atestam neste caso, – a saber, A, B, C, L, … Posso agora mencionar, além dos unciais A, B, C, L, … pelo menos vinte e seis cursivos que têm um ponto após [sarka], assim como têm em geral depois de [aionas] ou [Amén].“

Portanto, por mais que tradutores trinitarianos “singelamente” optaram por uma versão quase literal do texto, transmitindo a idéia de que o mesmo está se referindo a uma só pessoa, outros tradutores preferiram verter o versículo após uma análise mais apurada dos manuscritos e de acordo com o contexto das epístolas.

Que o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus, seja bendito para sempre. Amém!

Adriano Campelo, Manaus/AM

adriano.campelo@bol.com.br

FONTE: http://www.adventistas.com/maio2006/traducao_romanos95.htm

 

Eva Perón

Meu marido tinha uma fascinação por Eva Perón e vivia me comparando com ela. Mas, quem foi a verdadeira Eva Perón?

Sabemos, pela sua história de vida, que ela nasceu em 21/11/1919, na cidadezinha de Los Toldos, encravada nos pampas argentinos,   e foi registrada com o nome de Maria Eva. Filha de um administrador de rancho e de sua amante, Eva viveu sob uma nuvem de ilegitimidade, durante toda a sua infância, culminando com o traumático evento do funeral paterno, quando ela e sua mãe foram enxotadas de casa pela esposa do falecido. Em sua biografia – “La Razón De Mi Vida”, Eva escreve, “De cada período da minha vida, retenho a memória de alguma injustiça me atormentando e me consumindo interiormente”.

Nasci  10 anos depois de Eva, em dezembro de 1929,  numa família católica tradicional. Meu pai era um pequeno agricultor e me dava todo o amor e luxo que  lhe era possível, trazendo-me livros de histórias infantis, desde os meus 8 anos de idade, sempre que voltava da feira  no Crato, onde ia, toda semana, vender os produtos  do seu sítio.

Conforme acontecia com Eva, as pessoas costumavam dizer que eu era uma jovem cheia de vida e inteligência, apaixonada por livros, almejando sair do ambiente rural para estudar na cidade. Aos 10 anos, meu pai nos levou para morar na cidade, em frente à Catedral do Crato, onde eu costumava ir à missa, diariamente, e vivia jejuando, por imaginar que isso iria agradar a Deus. A vantagem desses jejuns não foi “crescer na graça e no conhecimento de Cristo”, mas me tornar uma jovem esbelta, com 1,64 de altura, pesando entre 48 e 52 Kg,  o que ainda hoje continuo pesando.

Quando completei 17 anos, saí de casa para estudar na capital do estado e nunca mais voltei. Jamais desejei ser atriz, conforme era o sonho de Evita, mas desejava me formar em Medicina, pois gostava muito de Física, Química e Biologia, as matérias exigidas no Vestibular da Faculdade. Foi quando apareceu a oportunidade de trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro, o que me fez desistir da faculdade.

Em setembro de 1954, resolvi vir morar no RJ, após ter residido durante 3 anos no Recife, onde trabalhei como secretária do Superintendente da Singer e do vice-cônsul da Dinamarca. 

Em setembro de 1956, não me casei com um candidato a presidente da República, como Eva, mas com um  Químico alemão, que foi um marido excelente e me cumulou de amor e presentes, durante os 26 anos de nossa vida conjugal, quando ele faleceu repentinamente.

Eva faleceu de câncer aos 33 aos de idade, em 26/07/1952, enquanto  eu, chegando aos 84 anos, continuo viva e ativa, trabalhando  na obra do Senhor, o que me dá uma tremenda vantagem sobre  essa famosa mulher…

Que a história de Evita possa levar aos que me leem a certeza de que as glórias deste mundo são efêmeras e não trazem felicidade. A vida longe dos parâmetros divinos não suporta o desgaste do mundo e logo se desvanece com a fumaça das fogueiras, numa noite de São João. Conforme nos ensinou o Senhor Jesus, “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16:26).

Jaqueline Kennedy

Jacqueline Lee Bouvier nasceu em 28/07/1929, menos de quinze meses antes de mim, em Southampton, estado de Nova York. Seu pai, John Bouvier, era um homem rico, descendente de uma abastada família, e Sua mãe, Janete, tinha ascendência católica irlandesa. Jaqueline foi primorosamente educada  para ser uma dama da sociedade. 

Casou-se com John F. Kennedy em 1953. Quando se tornou a primeira dama dos Estados Unidos, em 1961, ela se empenhou em restaurar a Casa Branca, ao seu antigo esplendor, o que em parte foi conseguido. Após o assassinato de Kennedy,  em 1963, ela se mudou para a cidade de Nova York. Em 1968, casou-se com o arquimilionário grego, Aristóteles Onassis, tendo morrido de câncer em  1994.

Pelo visto, as grandes mulheres da minha geração tinham uma tremenda propensão a morrer de câncer, talvez por causa do estresse em que viviam. Alguns oncologistas dizem que uma vida agitada, cheia de estresse, pode ser uma das causas desta nefanda moléstia, principalmente quando há um histórico familiar.

Grace Kelly

Grace Patrícia Kelly, nascida na Pennsylvania em 12/11/1929, 27 dias antes do meu nascimento, faleceu em 14/09/1982, tendo antes se tornado Princesa de Mônaco, após o seu casamento com Príncipe Rainier. Seus pais foram John e Margaret Kelly. John B. Kelly era um homem rico, tendo educado  primorosamente sua filha Grace. Ainda jovem, Grace decidiu tornar-se atriz, tendo começado no teatro. Estudou na Academia Americana de Arte Dramática, em Nova York, tendo trabalhado como atriz e modelo, na mesma cidade. Apareceu em capas de revistas, como  a “Cosmopolitan”  e a  “Redbook”.

Grace atuou no filme  “14 Hours”, num papel secundário, mas depois estrelou o filme “High Noon”, como a noiva de um Quaker. Em seguida, ela apareceu no filme  “Mogambo”, tendo sido indicada para o  Oscar e o  Globo de Ouro, como atriz coadjuvante. Seu trabalho em “High Noon” e o teste feito para o filme “Taxi” atraíram o interesse do diretor cinematográfico,  Alfred Hitchcock, o qual, com a ajuda de Edith Head, transformou Grace numa loura elegante a linda.

Ela deu a Hitchcock maravilhosas  performances em “Dial M for Murder”, “Rear Window”, and “To Catch a Thief”.  Hitchcock lhe deu destaque no filme The Country Girl, o qual lhe rendeu o Globo de Ouro e o Oscar, como melhor atriz, no papel principal, em 1954.   O sucesso da canção do filme “High Society”, trouxe para Grace o recorde  de ouro. Em 1956, Grace foi indicada como atriz feminina favorita para o Golden Globe’s World Film. Naquele mesmo ano, ela se casou com o  Príncipe Rainier Grimaldi III de Mônaco, tendo se tornado Sua Serena Alteza Princesa de Mônaco. Como princesa, ela desistiu da carreira de atriz, na qual havia atuado em onze filmes. Grace teve três filhos: a Princesa Caroline, o Príncipe Alberto e a Princesa Stéphanie. Grace faleceu no dia 14 de Setembro de 1982, quando o seu carro caiu num despenhadeiro, perto de Mônaco.

Mary Schultze, 15/10/2013.

A DOCE ILUSÃO DO DESENVOLVIMENTO

outubro 15th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)
RIO SÃO FRANCISCO DESOLAÇÃO
Leia o texto abaixo, veja a data e saiba que prá mim, a novidade é apenas as pessoas  estarem se manifestando…e isso é muito positivo…mesmo o Brasil ganhando TÍTULOS consecutivos pelo uso/consumo de VENENO…!!!
Gde abç,
Bira.  
 
CARTA A UM AMIGO

                                                Bira

                                                                 Carlos Ubiratan de Andrade Sampaio
                                                                Juazeiro, 2004
A DOCE ILUSÃO DO DESENVOLVIMENTO
         Neste momento, estou aqui apreensivo, assistindo aos agricultores do Vale do São Francisco, serem iludidos pelo “desenvolvimento imediatista”: o que lhes parece um grande lucro real em curto prazo é, na verdade, uma inestimável perda do patrimônio agroecológico de toda a sociedade e um perigoso equívoco técnico/econômico/científico a médio e longo prazos. O desenvolvimento deve acontecer a favor da Natureza, e não contra Ela. A tal globalização, tão enaltecida, não deveria abarcar somente capitais, mercados, ciências e tecnologias, mas a solidariedade para com todos os seres do Planeta. Aí sim, teríamos uma dimensão responsável e ética tão necessária nesse momento! Este modelo de “desenvolvimento” privatiza os lucros e socializa os prejuízos… Esterilizam-se os solos (4 bilhões de organismos interagem em 1cm cúbico de solo, segundo A. M. Primavesi). Contaminam-se as águas e exsudações, reduzem-se as células reprodutoras, provocam mutações, extinguem-se espécies…  Colhe-se frutos e ganha-se muito dinheiro, claro! Mas, quem pagará as contas desta imensurável erosão genética!? Acredito que a Ciência orientadora da Agricultura em nosso País e especialmente a predominante aqui no Vale do São Francisco esteja fundamentada no “Discurso do Método” de René Descartes: “o homem é mestre e dono da Natureza”. Nesta corrente de pensamentos (iluminismo) destacam-se ilustres filósofos como Epicuro e Francis Bacon, dando sustentação à máxima “Saber é Poder”. E assim, deixam as plantas cultivadas agonizarem de sede neste sol escaldante… (chamam “stress hídrico”, esta “técnica” de tortura), até que, ao perceberem a possibilidade da morte iminente, num recurso derradeiro para garantir a perpetuação da espécie, que é seu “papel” na Natureza, as extraordinárias plantas se preparam fisiologicamente para a emissão de grande quantidade de flores, pois: maior quantidade de flores à maior probabilidade de frutos à maior quantidade de sementes à maior probabilidade de perpetuação da espécie… Então é chegada a hora de subitamente empanturrá-las de água e insumos químicos solúveis, o que lhes garante uma safra exuberante, quantitativamente! (não avaliam a vitalidade dos frutos). Afinal, “Saber é Poder”!!! Então, “vamos arar a Terra, pulverizá-la, desagregá-la, abri-la, rasgá-la, violentar suas entranhas, envenená-la, intoxicá-la e quando Ela não mais agüentar, se renderá e entregará seus segredos para nós…” Assim, conhecendo os seus segredos, a dominaremos e seremos os seus “Donos”! Os “poderosos do imediatismo”, baseados na espetacular, porém simplista, reducionista, Lei do Mínimo de Liebig (Séc. XIX), vão apressados à casa comercial, compram uma “cesta básica” de insumos químicos e “caridosamente” saciam a fome das “pobrezinhas” plantas! São ignoradas, assim, a sua origem, as harmoniosas e intrincadas inter-relações da macro e micro vidas do solo, indispensáveis para a saúde do solo / planta / animal.  Mas há de chegar a hora em que essa linha de pensamentos egoístas seja dispensada. Contrapõem-se a tal concepção expoentes como São Francisco de Assis, Santo Agostinho, Rudolf Steiner, Mahatma Gandi, Peter Tompkins, Raquel Carson, Fritjof Capra, Leonardo Boff, Instituto ELO… O saber não deve ser um ato de apropriação ou domínio. Precisamos de uma compreensão mais que ecológica: cosmológica!!! Onde a visão seja oriunda de muitos saberes: da física quântica, da biologia combinada com a termodinâmica, da psicologia e da ecologia profunda, formando uma “extraordinária” teia onde tudo e todos se inter-relacionem e co-evoluam. Não podemos mais assistir, nem apoiar a exploração irresponsável da Natureza. Os números são suficientes e bastante claros. No Rio Grande do Sul, até 1980 já havia 6.000 ha de desertos e mais 470.000 ha em processo de desertificação. Em Itaguaí, Porto Alegre, há o “Deserto de Puitã”. Segundo a FAO, no sudeste do Brasil há 60.000 ha desertificados e até 2020 serão 6.000.000 de ha! Faz-se necessário produzir mais alimentos? Sim!!! Em 1970 éramos 90 milhões de habitantes… hoje, em 2007, somos mais de 186 milhões. Há uma fome cruel? Há, sim!!! Mas não por falta de alimentos e sim pela má distribuição dos mesmos. Perdem-se pelo caminho 61% dos produtos agrícolas produzidos, (segundo a revista Super-Interessante de 2002, nº 147). No relatório “NOSSO FUTURO COMUM”, as políticas agrícolas e de alimentos tenderão a promover um rápido crescimento das grandes cidades: com aumento de favelas, de desempregos, da violência… Nossas residências se transformarão em verdadeiras prisões. Parece-me ter chegado a hora desta região ser testada. A Barragem de Sobradinho (maior lago artificial do mundo, em lâmina d’água), não possui “escada de piracema”, está contaminada e com 50% de sua vida útil comprometida. Plantam-se, por ano, em suas margens, mais de 10.000 ha de “verduras” com insumos químicos. Multiplicando-se (Kg e L de produtos químicos/ha), dá pra perceber: (chega-se a 1 ton/ha)!  No povoado de Algodões Novos, a 2 Km da sua margem, os moradores não possuem água encanada, nem tratada. O controle da vazão feito na Barragem provoca a quebra dos barrancos nas margens do Rio, intensificando o processo de assoreamento. O uso intensivo de insumos químicos nas margens do Velho Chico é o atestado da verdade. Em Casa Nova e Juazeiro, existem quinhentas pessoas (por município, 2007) fazendo tratamento de câncer em Salvador. Os peixes, outrora abundantes, já são bastante escassos. No Baixo São Francisco, na região de Canoa de Tolda, produzia-se bastante arroz nas vazantes, sem agroquímicos. Não há mais vazantes. Hoje há a fome. Portanto não devemos esperar que a rede televisiva e suas afiliadas facciosas do agronegócio tomem a defesa desta iminente tragédia, assim como não desmentirão a gananciosa Monsanto, Bayer, Cargil, Archer Midland, que sempre mostra com dados tendenciosos a “eficiência” de seus produtos…! A quantidade de espermatozóides nas espécies tem diminuído muito. Será efeito dos agroquímicos!!? O “milagre” da fruticultura irrigada, para exportação, substitui mais de mil (1000) espécies de plantas/ha, para proteger uma só! A Ciência não conhece ainda o potencial farmacológico desta Biodiversidade condenada à extinção! Nelas co-evoluem e nidificam, harmoniosamente, seus agentes  polinizadores, já tão raros… e 90% destas plantas são de polinização cruzada! Assim, as reservas naturais destas extraordinárias sementes, depositadas no solo da Caatinga, se esgotam a cada chuva… O pastoreio é intensivo. O impacto é evidente. Não se vê nas andanças (há 25 anos) um só umbuzeiro jovem! As plantas só morrem. A introdução do capim “buffel”, substituindo mais de 1.000 espécies de plantas nativas, mostrando vantagens através de parâmetros simplistas de avaliação, foi um equívoco lamentável.  Segundo afirmou em 1980, E. E. de Miranda, Doutor em Ecologia, o avanço deste capim estaria perto de 30%, o que põe em perigo todo o ecossistema. Assim, pergunta-se: como o capim “buffel” pode ser mais nutritivo que a diversidade de plantas da Caatinga!? E nós, para onde vamos!? Onde está o veado campeiro!? A quixabeira!? O caetitu!? A umburana!? A asa branca!? O mandacaru!? O desaparecimento de uma espécie poderá desencadear o “efeito dominó”. Será mesmo que a “próxima vítima” é a Caatinga!? Tudo indica que sim! Os “lobistas da destruição” são fortes e organizados. Têm representantes no “Poder de Decisão”. A percepção agroecológica da “nova era”, mística, transcendental, holística, sistêmica, cosmológica, sempre foi diagnosticada pelos “picaretas de plantão” como sintomas de doenças mentais incomuns… Dizem: “este cara é maluco, é louco!”, “é alucinação!” Só que a situação é grave! Muito grave! E nós, “malucos”, “loucos”, “alucinados” ou não, precisamos defender este grande processo de “evolução da consciência”, de “emergência espiritual”, pelos quais clamam urgentemente por socorro: cada fonte de vida ameaçada, cada canto, cada berro, cada zumbido do inseto sem oco para morar; cada flor que a custo desabrocha; cada semente germinada que não vingará; cada umburana que grita de dor, pela boca da carranca esculpida; cada bromélia e cada cactácea roubada que enfeita os exóticos jardins luxuosos das grandes metrópoles; cada animal solitário do cativeiro que não mais se reproduzirá; cada asa-branca  que partiu, cada homem, cada mulher agonizantes, que se intoxicaram nas áreas irrigadas… Enfim… cada fio desta sublime e maravilhosa “Teia da vida”, à qual nós, “malucos” ou “loucos”, também pertencemos…!
PRECISAMOS URGENTEMENTE REPENSAR A CAATINGA!!!!
Dai-me coragem para mudar o que é possível mudar…!
Dai-me paciência para aceitar o que eu não posso mudar!
Dai-me discernimento para distinguir entre uma coisa e outra…!!!
                         São Francisco de Assis
Saudações Cosmológicas !
Bira – Carlos Ubiratan de Andrade Sampaio
Engº Agrônomo / Engº de Segurança do Trabalho
Cel: 71 8778 4386 – Trab: 71 3116 1909
Pousada Ecológica Projeto Semente – Ubaíra-BA
projetosemente@projetosemente.com.br
Tel : (71) 9291 2369 (TIM)
(71) 8795 9382 (OI)

 

nisto cremos

(transcrição parcial do fórum Adventista de San Diego, comentado por Ennis Meier em www.adventistas.ws)

De apenas 2 Doutrinas Fundamentais quando a igreja Adventista começou em 1861 para 27 em 1941, 1950, 1980, isso representaria progresso ou retrocesso?

O que dizer de 30 Doutrinas Fundamentais em 1894 terem baixado para 20 em 1931 e baixado mais ainda em 1932? Isso representa retrocesso?

O artigo diz ainda, que o processo mais amplo na revisão das doutrinas aconteceu em Dallas, Texas, em 1980.

“Many readers can probably recall some of the comments made during and after April, 1980. Some might even have noted what essential beliefs of SDAs were toned down, perhaps omitted. A few might have compared this 1980 rendition with their baptismal certificates and wondered if this was the same church in which they were members!”

Tradução: Muitos leitores provavelmente podem lembrar alguns dos comentários feitos durante e depois de abril de 1980. Alguns podem até ter notado que as crenças essenciais dos ASD foram atenuadas, talvez omitidas. ALGUNS PODEM TER COMPARADO ESTA VERSÃO 1980 COM OS SEUS CERTIFICADOS DE BATISMO E SE PERGUNTADO, SE ESTA FOI A MESMA IGREJA EM QUE ELES ERAM MEMBROS?

http://sandiegoadventistforum.org/node/112  The Story Behind the 27 Fundamental Beliefs.

 NOTA: Minha mãe, Evangelina Meier, estudou 7 anos no CAB, (IAE-1) Ela assinava várias revistas adventistas americanas e entendia muito da Bíblia e da doutrina da igreja.

Pouco tempo depois de 1980 Ennis Meier lhe perguntou: – Os Adventistas não diziam que havia um só Deus, como agora dizem que é uma TRINDADE ?
A mãe, demonstrando certo constrangimento, disse: – É, … agora eles dizem que são três !

COMPILADO, ADAPTADO, ALGUMAS PARTES TRADUZIDAS E EDITORADO PELO PRESBÍTERO SÉRGIO, DE A CONGREGAÇÃO.
O PACTO8

HISTÓRIA FORTE E REAL DE UMA REALIDADE QUE O PAÍS VIVEU E GOSTARÍAMOS QUE NUNCA MAIS VIVESSE, MAS NÃO PODEMOS GARANTIR, POIS A HISTÓRIA SE REPETE.
“A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”
Karl Marx.
Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6

A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. Provérbios 29:15

Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta. Provérbios 20:11
DIA DA CRIANÇA É TODO DIA, POIS MERECE DOS PAIS ATENÇÃO INTEGRAL, 24 HORAS POR DIA.

PORNEIA | Josemar Bessa

outubro 12th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Porneia (de onde se deriva o prefixo porno em «pornografia.») Esta palavra se refere a «cada tipo do comércio sexual fora do matrimonio,» segundo o Diccionário Para el Intérprete de la Bíblia, Tomo 2, página 321.