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O ÚLTIMO CHAMADO

maio 31st, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

iasdicar
lobo em pele de ovelha
Conforme o irmão Ennis Meier vem publicando há anos no seu site e o próprio Sistema CENTURA, em 1996, o Sistema Adventista de Saúde e Iniciativas Católicas de Saúde, hospitais de Colorado, EUA, formaram o Centura Saúde, uma rede baseada na fé para cuidados de saúde, informando ser sem fins lucrativos. http://www.adventistas.ws e http://www.centura.org/sponsors
Igreja Adventista e Igreja Católica unidas num empreendimento comercial, ainda que alegando que sem fins lucrativos.
O site informa que o faturamento anual das Iniciativas católicas (78 hospitais) do Centura chegou a US $ 8,2 bilhões.
O site não informa qual o faturamento do sócio Adventista (37 hospitais).
“Essas organizações fundiram suas tradições únicas para forjar um sistema de saúde diferente de qualquer outro – um compromisso de criar uma cultura de inclusão”.
Além de uma melhor prática médica, mas também um SANTUÁRIO DE CURA que reconhece a integração de mente, corpo e alma. Essa PARCERIA cria uma base sólida para alcançar sua missão e seus objetivos operacionais de prestação de custo-benefício, com atendimento ao paciente de alta qualidade.
http://www.avistahospital.org/body.cfm?id=22

Na Palavra de Deus lemos “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas”? 2 Coríntios 6:14.
“E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel”? 2 Coríntios 6:15.
Porventura não é esse o ensino dos apóstolos e de Cristo?
É certo a Igreja iasd, cuja profetisa, EGW, escreveu amplamente (que o papado se tornou o “déspota do mundo”, a besta do Apocalipse) estarem unidas numa exploração comercial ?
Vejamos alguns dos seus escritos no livro O Grande Conflito:

“Não é sem motivo que se tem feito nos países protestantes a alegação de que O CATOLICISMO DIFERE HOJE MENOS DO PROTESTANTISMO do que nos tempos passados. Houve uma mudança; mas esta não se verificou no papado. O CATOLICISMO NA VERDADE EM MUITO SE ASSEMELHA AO PROTESTANTISMO QUE HOJE EXISTE; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma”. Idem, p. 571.

“O papado se tornou o déspota do mundo. Reis e imperadores curvavam-se aos decretos do pontífice romano”. EGW, O Grande Conflito, p. 60.

“ A IGREJA DE ROMA MERCADEJAVA COM A GRAÇA DE DEUS. AS MESAS DOS CAMBISTAS (MAT. 21:12) FORAM POSTAS AO LADO DE SEUS ALTARES, e o ar ressoava com o clamor dos compradores e vendedores. Com a alegação de levantar fundos para a ereção da igreja de São Pedro, em Roma, publicamente se ofereciam à venda indulgências, por autorização do papa. Pelo preço do crime deveria construir-se um templo para o culto de Deus – a pedra fundamental assentada com o salário da iniqüidade! Mas OS PRÓPRIOS MEIOS ADOTADOS PARA O ENGRANDECIMENTO DE ROMA, provocaram o mais mortal dos golpes ao seu poderio e grandeza. Foi isto que suscitou o mais resoluto e eficaz dos inimigos do papado, determinando a batalha que abalou o trono papal e fez tremer na cabeça do pontífice a tríplice coroa.” Idem, p. 127.

“Mas o que é a “imagem à besta?” e como será ela formada? A imagem é feita pela besta de dois chifres, e é uma imagem à primeira besta. É também chamada imagem da besta. Portanto, para sabermos o que é a imagem, e como será formada, devemos estudar os característicos da própria besta – o papado”. Idem, p. 443.

Foi a apostasia que levou a igreja primitiva a procurar o auxílio do governo civil, e isto preparou o caminho para O DESENVOLVIMENTO DO PAPADO – A BESTA. DISSE PAULO QUE HAVIA DE VIR “A APOSTASIA”, E MANIFESTAR-SE “O HOMEM DO PECADO”. Idem, p. 443.

“A besta de dois chifres “faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou nas suas testas; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. Apoc. 13:16 e 17. A advertência do terceiro anjo é: “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus.” “A besta” mencionada nesta mensagem, cuja adoração é imposta pela besta de dois chifres, é a primeira, ou a besta semelhante ao leopardo, do capítulo 13 do Apocalipse – o papado. A “IMAGEM DA BESTA” REPRESENTA A FORMA DE PROTESTANTISMO APÓSTATA QUE SE DESENVOLVERÁ QUANDO AS IGREJAS PROTESTANTES BUSCAREM O AUXÍLIO DO PODER CIVIL para imposição de seus dogmas. Resta definir ainda o “sinal da besta”. Idem, p. 445.

“OS PROTESTANTES TÊM-SE INTROMETIDO COM O PAPADO, PATROCINANDO-O; têm usado de transigência e feito concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem. Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo, e aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa.” Idem, p. 566.

“O papado é exatamente o que a profecia declarou que havia de ser: a apostasia dos últimos tempos (II Tess. 2:3 e 4). Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente. “Não se deve manter a palavra empenhada aos hereges, nem com pessoas suspeitas de heresias”, declara Roma. – História do Concílio de Constança, de Lenfant. Deverá esta potência, cujo registro milenar se acha escrito com o sangue dos santos, ser hoje reconhecida como parte da igreja de Cristo”?

“Um estudo da Escritura Sagrada, feito com oração, mostraria aos protestantes o verdadeiro caráter dopapado, e os faria aborrecê-lo e evitá-lo; mas muitos são tão sábios em seu próprio conceito que não sentem necessidade de humildemente buscar a Deus para que possam ser levados à verdade. Posto que se orgulhando de sua ilustração, são ignorantes tanto sobre as Escrituras como a respeito do poder de Deus. Precisam de algum meio de acalmar a consciência; e buscam o que menos espiritual e humilhante é. O que desejam é um modo de esquecer a Deus, que passe por um modo de lembrar-se dEle. O papado está bem adaptado a satisfazer às necessidades de todos estes. Está preparado para as duas classes da humanidade, abrangendo o mundo quase todo: os que desejam salvar-se pelos próprios méritos, e os que desejam ser salvos em seus pecados. Eis aqui o segredo de seu poder”. Idem, p. 572.
“Assim a falsa ciência da atualidade que mina a fé nas Escrituras Sagradas, mostrar-se-á tão bem-sucedida no preparar o caminho para a ACEITAÇÃO DO PAPADO COM SEU FORMALISMO APRAZÍVEL, como o fez a retenção do saber ao abrir o caminho para o seu engrandecimento na Idade Média”. Idem, p. 573.

Assim, concluímos perguntando: é apoiada pela Bíblia tal associação?
Ou está em vigor a afirmativa: “Faça o que eu digo e não faça o que eu faço”?
É certo a igreja ASD falar aos crentes de suas congregações (sobretudo aos menos esclarecidos) que o papado é inimigo de Deus (o que é verdade) e, nos EUA, bem longe do chamado primeiro mundo, iasd e icar estarem casadas, ganhando muito dinheiro juntas e vivendo em delícias?????
Deus nos guie em toda a verdade e abra os olhos dos sinceros espalhados por toda a face da terra, de modo que sigamos todos a Cristo e à Sua Palavra e não a qualquer Corporação Religiosa que tenha se desviado da verdade.
Paulo Augusto da Costa Pinto

CHIPRE
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Chipre pode ter sido salva do desastre, mas, não se enganem: a Europa continua imersa na maior insegurança. Na meia noite do continente, oficiais se esforçaram, apressadamente, na elaboração de um plano para resgatar Chipre, a fim de impedi-la de sair da zona do Euro. A negociação aconteceu, exatamente no Banco Central Europeu (European Central Bank), de modo a não deixar Chipre falir, por causa da sua falta de fundos, começando uma tragédia potencial irreversível na moeda européia. O desespero assumiu tremenda proporção, nos últimos momentos, e conversações foram feitas no sentido de evitar o colapso de Chipre.
Parafraseando Winston Churchill, os que fazem política sempre costumam fazer as coisas certas; porém, somente depois de terem sido exauridas todas as perspectivas disponíveis. Simone Foxman, do Quartz, aponta que esta não é de modo algum uma definitiva união monetária, a qual faz com haja um sossego na segunda maior economia do mundo. E há razões para suspeitar que esta não será a única recessão econômica no continente.
A falência de Chipre aconteceu, em parte, porque os seus problemas não apareceram nas primeiras páginas dos jornais e, desde o início, o continente ficou sem saber o que fazer com Chipre, quando os registros do Financial Times faziam eco sobre a discordância em ajudar ou não a Grécia, no ano anterior. Este incidente deixou suas relações mais frágeis do que nunca, e podemos ter brevemente, uma repetição do que aconteceu com Chipre, na Eslovênia, ou na Itália, ou em algum outro país. “O modelo troika (uma palavra russa que designa um comitê de três membros) perdeu sua função”, disse um oficial europeu, referindo-se ao trio – União Européia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu. Esta troika teria sido responsável no sentido de atirar outros países na crise. Mas, este é o momento errado para que ela seja desfeita. Também correm perigo as relações econômicas entre as nações do Norte da Europa, lideradas pela Alemanha, e o perturbado Sul da Europa, representado pela Grécia, Itália, Espanha, Chipre, etc., sofrendo de fadiga econômica, e se os europeus adotassem uma linha dura com Chipre, este poderia ser um sinal perigoso para uma próxima crise. A Europa até aborreceu a Rússia, quando deixou de incluí-la nas conversações sobre Chipre, embora os ricos depositantes russos em Chipre pudessem ter ficado sem fundos, para efetuar os seus negócios. Mas, aborrecer os russos nunca foi um bom negócio… [N.T. – As coisas se encaminham, aceleradamente, para um colapso financeiro mundial, quando será entronizado um homem com a promessa de resolver todos os problemas e este será “o homem do pecado”, um monstro que vai guerrear contra os santos do Senhor].

The Economist, 25/03/2013 – por Charlemagne, Bruxelas
Tradução e adaptação de Mary Schultze, em 28/05/2013.

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A aproximação permite realizar estudos sobre suas características físicas e sua dinâmica, contribuindo para a uma melhor compreensão da origem e evolução de objetos que possam vir a colidir com a Terra

Um asteroide deve passar próximo da Terra nesta sexta-feira, dia 31 de maio, com aproximação máxima às 17h59, horário de Brasília. O objeto é o 285263 (1998QE2), que passará a, no máximo, 5,8 milhões de quilômetros – o equivalente a quinze vezes a distância entre a Terra e a Lua. Identificado em 19 de agosto 1998, o asteroide tem 1 e 2,3 km de diâmetro estimado. Esse objeto é classificado como Potencialmente Perigoso (PHA) por ter tamanho estimado superior a 50 metros e chegar a uma distância da Terra menor do que 0,05 UA (ou 7,5 milhões de quilômetros). Apesar disso, não oferece riscos de colisão nem qualquer efeito sobre o planeta.

O asteroide 285263 (1998QE2) leva 3,77 anos para completar sua evolução em torno do Sol. O objeto não será visível a olho nu, mas essa proximidade com a Terra é uma excelente oportunidade de estudos para os astrônomos. O Observatório Nacional, por meio do projeto IMPACTON, integra os programas de busca e seguimento de asteroides e cometas em risco de colisão com a Terra. Desde 2011, o telescópio do Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica (OASI), instalado pelo ON no município de Itacuruba, em Pernambuco, é utilizado para a observação de pequenos corpos no Sistema Solar.

“A aproximação do asteroide permite realizar estudos sobre suas características físicas e sua dinâmica, contribuindo para a uma melhor compreensão da origem e evolução de objetos que possam vir a colidir com a Terra”, explica a pesquisadora Daniela Lazzaro.

Saiba mais

Asteroides são pequenos corpos rochosos e metálicos espalhados na região interna do Sistema Solar, situados entre 1 e 5 Unidades Astronômicas – cada UA equivale a 150 milhões de quilômetros, que representa a distância média entre a Terra e o Sol. São chamados de objetos primordiais porque preservam materiais dos estágios finais de formação do Sistema Solar. Atualmente estão catalogados mais de 500 mil deles, mas há um elevado número de asteroides que ainda não foram descobertos, inclusive em órbitas que chegam a cruzar ou se aproximar muito da Terra.

(Assessoria de Comunicação do Observatório Nacional)
FONTE: Jornal da Ciência (JC E-Mail, Edição 4736 – Notícias de C&T – Serviço da SBPC

“ORANDO PELOS DOENTES”

maio 27th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

ORANDO MPELOS ENFERMOS
“Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.
Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.” (Tiago 5:13-18).

Tenho seguido a prática de Tiago 5 e tenho-a visto praticada por outros, durante 40 anos, o que é uma grande bênção. De fato, não sei se posso me lembrar de um caso no qual Deus não tenha curado em resposta à unção com óleo e à oração da fé pelo doente e conforme estas instruções [de Tiago 5:13-18] (embora eu não creia que Ele seja obrigado a fazê-lo ou que Ele sempre cure em tais casos). Estou falando apenas da minha própria experiência neste assunto.
Não entendo por que tantos parecem ignorar esta passagem. Talvez porque os carismáticos tenham abusado tanto dela.

1. Miscelânea de pontos introdutórios.

a. A Bíblia, em parte nenhuma, condena os médicos e a Medicina, mas condena confiar no homem em vez de confiar em Deus. (2Cr 16:12).

b. Esta passagem [de Tiago 5:13-18] mostra que o dom apostólico da cura iria terminar. Aqui os anciãos da igreja são chamados, em vez de alguém com o dom da cura. Os anciãos não impõem as mãos no enfermo, nem repreendem a doença ou expulsam demônios, mas, simplesmente, ungem-no com óleo e oram por ele. O dom da cura esteve associado à era apostólica e Deus deu aos apóstolos dons e sinais, a fim de autenticar a sua vocação (2Cor 12:12). Ver Marcos 3:14-15; Atos 2:43; 4:33; 5:12, 15; 19:12. Os apóstolos colocaram o fundamento para a igreja (Efésios 2:20), e quando eles faleceram, os sinais cessaram. Se os milagres e sinais ainda estivessem em efeito durante a era da igreja, não teriam sido efetivos como dons e sinais característicos dos [13] apóstolos [mais 70 discípulos]. Mesmo nas igrejas primitivas, todos os cristãos não podiam realizar os milagres e sinais dos apóstolos. As únicas exceções eram alguns homens sobre quem os apóstolos impunham as mãos. Não houve uma experiência generalizada de operar milagres, nas igrejas primitivas. Se tivesse havido, Paulo não teria apontado a sua habilidade de operação de milagres como um sinal especial [exclusivo e identificatório dos 13 apóstolos mais 70 discípulos. Leia com toda atenção 2Co 12:12. Entendeu?]. Seu ministério teria sido apenas mais um entre dezenas de milhares de outros ministérios cristãos comuns e iguais, se todos pudessem operar tais coisas; mas nem todos podiam. Se todos pudessem ter operado milagres, como algo normal, os cristãos não teriam chamado Pedro para vir ressuscitar Dorcas dos mortos (Atos 9:36-42). O milagre de Pedro naquele dia foi o sinal de um apóstolo”.

c. Tiago começa dizendo que deveríamos orar pelos aflitos, cantar com os alegres e cantar salmos (Tiago 5:13). Vemos que do povo de Deus não era exigido que fingisse ser [ou tentasse ser, ou apenas desse a aparência de ser] alguma coisa que ele não fosse, ou tentasse enfeitar determinadas condições [fazendo-as dar aparências de sinais, poder, milagres]. Quando eu frequentava reuniões pentecostais, como um cristão jovem, sentia grande prazer em ser exuberante no louvor e em exibir algo que não estava sentindo, como línguas. Havia prazer em ser exuberante no louvor e em exibir vários “dons”, tais como línguas, mas Tiago não apoia esse tipo de coisas. Se estou aflito, não sou instruído a ser [ou aparentar estar] alegre; e se estou alegre, não sou instruído a estar [ou aparentar estar] aflito. Se estou aflito, preciso orar e buscar a face de Deus, para conseguir sabedoria e força. Se estou alegre, preciso cantar e glorificar ao Senhor. Isto não significa que os alegres não devam orar pelos aflitos ou que os aflitos não devam cantar, mas Tiago está mostrando o que deveria ser enfatizado em cada situação especial.

Tiago não está se referindo meramente à cura em um caso envolvendo pecado. Ele não diz, “Se alguém está pecado entre vós, que se chamem os anciãos”, Se alguém está pecando e necessita de cura, que se chamem os anciãos.” Ele diz simplesmente, “Se alguém entre vós está enfermo, que se chamem os anciãos”. A menção ao pecado vem depois. Então, a cura aos enfermos, em geral, independente da causa, é o primeiro item a ser tratado. Só mais tarde, após descrever a cura com óleo e a oração da fé, salvando o enfermo, é que ele diz “e se ele cometeu pecado que o perdoem”.” O caso do pecado é separado, embora possa ser relatado, porque a doença pode ser um caso de pecado não confessado. Mas o assunto principal desta passagem trata da cura da doença.

2. Instruções para orar pelo enfermo (Tiago 5:14-16)

a. Considerar a doença.
A palavra “enfermo” nos versos 14-15 não se refere a coisas mínimas, como um resfriado.
Duas palavras gregas diferentes são usadas neste verso. No verso 14 é astheneo, que significa “adoentado” ou “impotente” ou “sem força.” No verso 15, é kamno, que em algum lugar é traduzido como “muito cansado” e “desmaiado” (Hebreus 12:3). O verso 15 indica que Tiago está se referindo a um tipo de doença que leva alguém a cair de cama, tanto que ele diz “O Senhor o levantará” . Você não tem que ser levantado a não ser que esteja de cama ou tenha uma doença grave.

b. Considerem a chamada (“chame,” Tiago. 5:14). Neste caso, a pessoa enferma deve tomar a iniciativa. Tiago não apoia que os anciãos corram para ela, a fim de ungi-la com óleo e diversas outras coisas.

c. Considere o contexto (“chame os anciãos da igreja”, Tiago 5:14). Isto não é um ministério de cura nem uma campanha. Não é um sacramento executado por um sacerdote. A prática descrita por Tiago assume a membresia numa igreja.
Os que desprezam os anciãos e pastores, achando que não precisam ser membros de uma igreja [local] ficam fora desta prática.

d. Considere o procedimento (Tiago 5:14-16)
A pessoa enferma deve confessar suas faltas (Tiago 5:16). O pecado pode causar enfermidade. Ver João 5:14; 1 Coríntios 11:29-30.
Observe que somos instruídos a confessar nossas faltas, não nossos pecados. A palavra grega usada para pecado é “harmartia”, a qual não é usada aqui. Em vez disso, Tiago usa a palavra “paraptoma”, a qual se refere a um deslize, lapso, desvio ou erro. (Strong). Em qualquer outro lugar ela é traduzida como “queda” (Romanos 11:11), “ofensa” (Romanos 4:25), “ofensa” (Mt. 6:14). Tiago está nos instruindo a confessar aquelas faltas cometidas contra os irmãos. Ele não está nos pedindo para confessar os pecados mais graves que cometemos contra Deus. Estes são confessados diretamente a Deus. “A confissão mencionada é a de nossas faltas com referência ao outro, ou seja, quando alguém injuriou o outro e não é dito sobre confessar faltas aos que não temos injuriado” (Barnes). As versões modernas, como a NIV e a NASV lêem erroneamente “pecado”, em vez de “faltas”, em Tiago 5:16, por seguirem as versões do texto grego corrompido de Westcott-Hort as quais substituem a palavra paraptoma por hamartia.
A pública confissão das faltas pode trazer vitória espiritual. Quando eu era um cristão jovem, lutava para deixar de fumar e, muitas vezes, fui derrotado. Finalmente, durante uma reunião, numa quarta feira, tomei uma decisão e confessei este pecado à igreja, pedindo que orassem e, desde então, nunca mais fumei.
A ICAR apóia a prática da “confissão auricular” (confissão no ouvido do sacerdote). “Esta é uma passagem à qual os católicos romanos tentam se agarrar. A doutrina que eles tentam estabelecer, neste ponto, é a de que é nossa obrigação confessar a um padre, em certas ocasiões, todos os nossos pecados, dos quais temos sido culpados secreta e publicamente: todos os pensamentos, desejos, palavras e ações impróprios; e que o padre tem o poder de declarar na tal confissão que os pecados são perdoados. Porém, nunca houve qualquer texto menos pertinente para comprovar esta doutrina do que esta passagem, que confissão aqui anexada não deve ser feita por uma pessoa com saúde, a a fim de que ela obtenha salvação, mas por uma pessoa enferma, para que ela seja curada. Segundo, como a mútua confissão é aqui ordenada, o sacerdote ficaria tão obrigado a se confessar às pessoas como as pessoas ao sacerdote. Terceiro, nenhuma menção é feita, de modo algum, de um sacerdote, ou mesmo de um ministro religioso, a quem deva ser feita a confissão. Quarto, a confissão aqui referida é sobre as faltas com referência ao outro, ou seja a quem foi injuriado, onde alguém foi injuriado pelo outro; e nada é dito sobre confessar as faltas a quem não foi, de modo algum, injuriado. Quinto, não há qualquer menção aqui de absolvição, quer seja por um sacerdote ou qualquer outra pessoa. Sexto, se alguma coisa com o significado da absolvição é escriturística, ela pode ser pronunciada tanto por uma pessoa como por outra; por um leigo ou clérigo. Todo o significado é que Deus promete perdão aos que são realmente penitentes, e este fato deve ser bem declarado, tanto por uma pessoa como pela outra. Nenhum sacerdote e nenhum homem tem o poder de dizer ao outro que ele seja realmente penitente ou de perdoar pecados. Quem pode perdoar pecados senão Deus somente? (1 Reis 8:38-39). Quem pode colocar-se no lugar de presumir que perdoa os pecados que Suas criaturas têm cometido contra Ele? Sétimo, a prática da confissão auricular é maligna e somente maligna, e nada pode dar tanto poder ao sacerdócio do que a suposição de que os sacerdotes têm o poder de dar absolvição.
“Nada serve tanto para poluir a alma como conservar pensamentos impuros na mente, até chegar a hora de fazer a confissão ou estabelecê-los em palavras. Nada dá ao homem tanto poder sobre a mulher como fazê-la supor que isso é exigido pela religião e está ligado a um determinado ofício de que tudo que se passa na mente deveria ser revelado a ele. A exata coisa que um sedutor poderia desejar seria o poder de conhecer todos os pensamentos de sua pretensa vítima. E se esses pensamentos de sua alma pudessem ser conhecidos, a virtude não estaria segura em parte alguma. Provavelmente, sob o nome de religião, nada tem sido feito para corromper a moral de uma comunidade mais do que a prática da confissão auricular” (Barnes).

A pessoa enferma deve ser ungida com óleo em o Nome do Senhor (Tiago 5:14).
Ao invocar o nome do Senhor, Tiago está dizendo que este procedimento deve ser feito pela autoridade do Senhor. Ungir em o nome do Senhor é reconhecer que somente pelo Seu poder as pessoas são abençoadas. Não temos poder algum em nós mesmos, nem há poder algum nos rituais religiosos.
“O fato de que o enfermo deve ser ungido em o nome do Senhor mostra não ser uma questão de uso do óleo como remédio para os enfermos (Lucas 10:34). É uma questão, talvez, cerimonialmente, como símbolo do poder curador do Senhor. No VT a unção com óleo era um símbolo do Espírito Santo. O óleo era um símbolo do Espírito ou do princípio espiritual da vida e do Seu poder, pela virtude de sustentar e fortificar a energia virtual; e o óleo da unção, que era preparado conforme as instruções divinas, era, portanto, um símbolo do Espírito de Deus, como o princípio espiritual da vida que procede de Deus, e enche o ser natural da criatura com os poderes da vida divina”. (People’s Bible Encyclopedia).

Visto como Tiago não diz qual o tipo de óleo que deve ser usado, nem como deve ser feita a unção, fica a critério de cada igreja decidi-lo. Poderia ser azeite de oliva, óleo de bebê ou óleo vegetal. Os anciãos deveriam ungir a cabeça, a testa, as mãos e os pés. Se o exato tipo do óleo de unção fosse parte necessária ao procedimento, a Bíblia teria sido mais específica.
[Todos os anciãos da igreja local que puderem] devem orar pelos enfermos [que solicitem que vão ao seu leito] (Tiago. 5:14).
A oração é mencionada sete vezes em Tiago 5:13-18; Assim, a ênfase é sobre a oração em vez de sobre o óleo da unção.
O que é a oração da fé? Não é a fé em que o Senhor realmente cura, mas certamente, a fé em que Deus vai realizar a Sua perfeita vontade. Compare Hebreus 11:6. Deus exige que creiamos, sim, e creiamos que Ele é o galardoador dos que o buscam diligentemente. É nisso que devemos crer. A oração da fé é a fé na bondade de Deus, no sentido de fazer o correto e o melhor em Sua perfeita vontade, nessa especial situação. O primeiro princípio da oração é que ela seja submetida à vontade de Deus (1 John 5:14-15). Foi isso que Jesus ensinou (Mateus 6:9-10).
A fé obedece, mesmo quando não compreende tudo.

e. Considere a promessa
Esta não é uma promessa de cura em todos os casos. Conforme vimos, o primeiro princípio da oração é aceitar a vontade de Deus (Mateus. 6:9-10). Para interpretar apropriadamente a Bíblia devemos comparar Escritura com Escritura, e veremos que Deus nem sempre cura o enfermo.
Timóteo não foi curado, sobrenaturalmente, de suas constantes enfermidades (1 Timóteo 5:23).
Trófimo não foi curado, quando ficou doente em Mileto (2 Timóteo 4:20).

Paulo não foi curado da doença descrita em 2 Coríntios 12:7- 10. A palavra grega para “enfermidades” (2 Cor. 12:10) é traduzida em algum lugar como “doença” (João 11:4) e “enfermidade” (Atos 28:9; 1 Tim. 6:20). Três vezes Paulo pediu que Deus o livrasse desta aflição, mas a Bíblia diz que Ele recusou fazê-lo. A Paulo foi dito que esta enfermidade era algo que Deus desejava que ele tivesse, para o seu bem-estar espiritual. Ao saber disso, Paulo rendeu-se à vontade de Deus e, sabiamente, falou “Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.” (2 Coríntios 12:10). Deveríamos orar pela cura e nos livrar de outros tipos de provações, mas quando Deus não cura e não nos livra, devemos, pela Sua vontade, nos dobrar diante Dele e aceitar esta situação, como algo vindo da mão de Deus. Isto não é falta de fé, mas uma sábia obediência à soberana vontade do Deus Todo-Poderoso.
Além disso, Tiago não nos promete cura imediata. Ele também não diz quando nem como Deus o fará.
Observe que Tiago não diz que Deus vai “curar o enfermo”; ele diz Deus “salvará o enfermo” (Tiago 5:15). Há muito mais em salvar o enfermo do que em apenas curar o seu corpo físico. Isaías 63:9 se refere a tudo que Deus faz para nós. Também, existe a cura espiritual (Hebreus 12:13). Deus salvou Paulo na situação descrita na 2 Coríntios 12:7-10, dando-lhe sabedoria para aceitar a provação. Sabemos que Deus sempre cura o enfermo, mas a oração bíblica deve estar pedindo, mais do que exigindo. Se a “oração da fé” sempre curasse o enfermo, nenhum crente deveria morrer, no entanto sabemos que cada crente nos últimos 2.000 anos tem morrido. Além disso, Paulo via a morte como uma vantagem (Filipenses 1:23).

David Cloud
Traduzido por Mary Schultze – Maio, 2013

CANA
Ex-cortador de cana se formou e defendeu tese sobre o trabalho penoso dos canaviais; hoje dá aulas na PUC

MÔNICA MANIR – O Estado de S.Paulo

José Agnaldo não precisa mais madrugar no eito. Seu talhão hoje é uma sala de aula na PUC de São Paulo, onde ensina saúde do trabalhador pelo departamento de Psicologia Social. Nem por isso ele se distancia do mundo canavieiro. Não é de rechaçar o passado. Dobra a atenção, isto sim, para as condições de vida do cortador de cana-de-açúcar brasileiro, especialmente neste tempo de colheita, quando só as usinas paulistas absorvem cerca de 120 mil braços, a maioria migrantes do Nordeste.

O professor da PUC é migrante do extremo oeste do Estado. Nasceu há 43 anos em Maracaí, a 463 km da capital. A cidade já girava em torno da cultura da cana quando o pai mecânico ficou entre as ferragens de um caminhão acidentado, à beira da Raposo Tavares. A mãe, então sem estudo, pegou do podão e foi pra lida. Atrás vieram o filho mais velho, depois a irmã, José Agnaldo e o caçula. “Era fazer 13 anos e o destino estava traçado”, diz o professor.

Mirrado, ele penava para tirar as 6 toneladas do dia. Esperava o fiscal de campo distribuir suas 5 linhas paralelas de cana – o eito – e abraçava o primeiro feixe. Então dava golpes no pé da planta, outros na ponta, carregava a cana até a leira e partia para novo tanto. Um convite à fadiga e à LER (lesão por esforço repetitivo): “Durante o sono, o braço reproduzia o corte em baixo e o corte em cima, machucando quem dividia a cama com a gente”.

Foram dez anos nisso, até amadurecer a ideia de voltar ao ginásio. Sentado no garrafão de água, a roupa fuliginosa borrando o caderno, ele fazia as lições do supletivo na hora do almoço. Concluído o segundo grau, percebeu que continuava boia-fria. Um passo adiante foi insistir numa vaga no escritório da usina, na qual ficou um ano. Outro, mais largo, era ir pra São Paulo.

Com a promessa feita à mãe de guardar o dinheiro da volta, alugou uma cama numa pensão e, em meses como atendente da Casas Bahia, recuperou o valor da passagem e investiu nos estudos. Por meio de d. Luciano Mendes de Almeida, conseguiu uma bolsa integral na Universidade São Judas Tadeu para fazer psicologia. Por meio de d. Cláudio Hummes, a oportunidade de fazer mestrado na PUC, focando os moradores de rua do centro. Um voluntariado de seis meses em Berlim o levou à proficiência para o exame em alemão. O doutorado na USP o conduziu ao itinerário dos canavieiros pela via da psicologia do trabalho.

A tese, que virou livro (Do Trabalho Penoso à Dignidade do Trabalho, Editora Ideias & Letras), se fincou nos canaviais de Cosmópolis, perto de Campinas. Ali a pesagem – um nó no processo – é controlada pelo sindicato.

“É muito difícil fazer o cálculo da produção de um cortador de cana porque ele corta por metro, mas recebe por peso”, explica José Agnaldo. Se houve um ganho nesse sentido em algumas usinas, houve a perda quanto às metas ambiciosas do negócio. Hoje o boia-fria corta 12 toneladas, quando não 20, por dia. São 100 mil movimentos repetitivos do nascer ao pôr do sol. Em 15 anos o trabalhador fica aleijado – expressão de José Agnaldo – por causa das dores nas costas, dos problemas respiratórios e do desgaste psicológico. Raramente dá para chegar aos 35 anos de contribuição ao INSS. “Isso quando não morre por exaustão”, completa.

E ainda tem o nexo causal do vício. Nos levantamentos de campo para o doutorado, ele registrou infindos casos de alcoolismo, da tal pinguinha antes de chegar em casa aos tais fins de semana de bebedeira. “O alcoolismo está previsto como doença laboral, quando encarado como mecanismo de defesa”, destaca. O crack, que invade as plantações como erva daninha, vai na mesma direção.

A mecanização surge como promessa de liberar o cortador desse fardo, mas ela ainda não consegue substituí-lo. Uma porque o solo brasileiro tem muito declive, o que não raro inviabiliza a entrada das colheitadeiras. Outra porque a máquina não corta rente ao chão. Fica o toco, de onde ainda se pode extrair sacarose.

“Mas antes de decretar o fim para preservar o sujeito, você tem que dar condição para ele preservar a própria vida”, adverte o professor. “Há um exército de reserva que aprendeu a cortar cana num único dia e faz isso há anos. O que vai ser dele?”

A liberação desses trabalhadores exige no paralelo um projeto político de qualificação e absorção dessa mão de obra. E o salto para além da sociedade meritrocrática, baseada no self-made man. “É preciso oferecer e reoferecer oportunidades. Saiu do canavial um doutor. Podem sair outros tantos.”
FONTE:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,do-corte-da-cana-para-o-doutorado-,1035716,0.htm

“E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. JOÃO 8:32.
PALAVRAS MAGISTRAIS DE CRISTO, O FILHO ÚNICO DO DEUS ÚNICO E VERDADEIRO, O PAI (JOÃO 17:3).

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http://noticias.adventistas.org/pt/noticia/liberdade-religiosa/milhares-celebram-liberdade-religiosa-na-maior-cidade-das-americas/
“O tentador frequentemente trabalha com mais sucesso através daqueles que são menos suspeitos de estarem sob seu controle.” (O Grande Conflito 509,2)

“Os dignitários da Igreja e do Estado vão se unir para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrarem o domingo.” (O Grande Conflito 592,2).

http://enemywithin.blog.com/
“O tentador frequentemente trabalha com mais sucesso através daqueles que são menos suspeitos de estarem sob seu controle.” (O Grande Conflito 509,2)

“Os dignitários da Igreja e do Estado vão se unir para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrarem o domingo.” (O Grande Conflito 592,2).

Outros links em: https://www.google.com.br/search?newwindow=1&site=&source=hp&q=ted+wilson+jesuit&oq=ted+wilson&gs_l=hp.1.7.0i19l10.1032.3555.0.16921.10.9.0.1.1.0.294.1789.3j0j6.9.0…0.0.0..1c.1.12.hp.8AIUrsvvppI

edir56
TedWilson77p
Está publicado em www.adventistas.ws:

A única diferença é que o bispo fala em português claro,
http://www.youtube.com/watch?v=gqCYj5HuWOQ
e o Ted desconversa: “abortos, quase zero” (zero à direita)
A verdade acaba vindo através do Washington Post !

Ao rodear a terra, Ted Wilson sempre encontra alguém que lhe pergunta sobre os abortos em hospitais Adventistas, denunciado pelo Washington Post. — A resposta evasiva, é sempre a mesma: – “quase zero” !

Não obstante as estatísticas no Estado de Maryland mostram números acima de uma centena (2010) e já é um segundo caso em que o estado nega uma licença para a Igreja Adventista construir um hospital no estado e cede a uma organização católica, declinando a prática dos abortos em hospitais Adventistas.

Fato é de de janeiro de 2011 até hoje, a Conferência Geral, com o seu poderoso departamento jurídico de plantão, não obrigou o Washington Post desmentir a desconcertante denúncia ao público:

“… a denominação (Adventista) pode ser o único grupo protestante teologicamente conservador que permite abortos eletivos.”

A pregação da igreja nem é mais a volta de Cristo, pois em 150 anos, o assunto ficou rançoso, pois a profetisa Ellen White afirmou que “Jesus voltaria em poucos meses”, e que Deus lhe revelara o dia e a hora em que Jesus viria. (quando interrogada, alegou que havia esquecido)

Entre os mandamentos em descaso na Igreja Adventista, além do Primeiro e do Segundo, temos que apontar o mandamento “Não matarás”.

O que a Bíblia diz, sobre quando começa a vida:

“Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia; antes que saísses do ventre de tua mãe, Eu te consagrei.” — Jeremias: 1, 5

“Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. — ” Salmos 127:3

washington Post
O maior jornal da capital dos Estados Unidos

“Mas a denominação pode ser o único grupo protestante teologicamente conservador que permite abortos eletivos. Muitos de seus próprios membros, não sabiam que a sua rede de hospitais em todo o mundo realizaram o procedimento, que tem sido bastante a discussão sobre os adventistas para a Vida página do Facebook. Uma série de cartazes ficaram chocados ao saber a posição da denominação.”

http://onfaith.washingtonpost.com/onfaith/undergod/2011/01/adventists_and_abortion.html (em inglês)

CLIQUE: Tradução google do Washington Post

Ministry 1991p (1)

A MINISTRY (agosto de 1991) revista oficial para pastores Adventistas, diz na capa “A Visão cristã da Vida Humana” e em destaque na página 11 apresenta o conselho do Presidente da Conferência Geral NEAL WILSON, que havia terminado o seu mandato.

A “visão cristã” aconselha os pastores Adventistas a aceitar o aborto como PLANIFICAÇÃO FAMILIAR, dando destaque ao conselho do ex-presidente:

“Embora nós andamos encima do muro, os adventistas inclinam-se para o aborto e não contra ele. Porque percebemos que estamos diante de grandes problemas da fome e da superpopulação, não nos opomos ao planejamento familiar e esforços apropriados para controlar a população.” — NEAL WILSON

Clique para copiar diretamente a revista:
https://www.ministrymagazine.org/archives/1991/MIN1991-08.pdf (pode copiar a revista inteira)

Jer 1, 5 – Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia; antes que saísses do ventre de tua mãe, Eu te consagrei

Que tipo de religião é essa: Guardam o sábado com todo rigor, adoram um deus católico, não fumam e não bebem, mas matam crianças ?

TED WILSON apoia o aborto em hospitais Adventistas, porque o pai dele, Neal Wilson apoiava o aborto !

EL NÚMERO 7

maio 25th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

EL NÚMERO 7
Como número, la palabra y número “SIETE” se emplea como ningún otro número. Siete y sus compuestos aparecen en el Antiguo Testamento en múltiplos de Siete.
Siete aparece 287 veces, o 7 x 41.
“Séptimo”, denotando la fracción, aparece 98 veces, o sea, 7 x 14.
“Siete” aparece 7 veces.
Los anteriores Siete números juntos son, naturalmente, un múltiplo de 7, pero se trata de un número notable, 287+98+7=392, ( 56 x 7 ).

También es notable el siete en combinación con otros números, como cincuenta y siete, ciento y siete, etc. Hay 112 de estas combinaciones, o 7 x 16.

“Setenta” aparece 56 veces, o 7 x 8.
“Setenta” en combinación con otros números, aparece 35 veces, o 7 x 5.

Los Hijos De Yahweh
Beni-ha-Elohim, ” hijos de Yahweh “, aparece 6 veces:
1. Gn. 6:2.
2. Job 2:6.
3. Job 38:7.
4. Sal. 29:1.
5. Sal 89:6.
6. Dn. 3:25.
Beni-El-hai, ” Hijos del Yahweh viviente “, una vez:
7. Os. 1:10.

Siete veces en total, pero no siete exactamente iguales. Hay seis en una forma (empleado de ángeles6 ), y uno en otra ( usado de hombres ), para señalar el hecho de que los hijos de Yahweh, sean ángeles u hombres, cayeron de la perfección espiritual de su posición original.

Sem, Cam Y Jafet.
Los 2 nombres de Sem y Jafet, que recibieron la bendición de su padre, aparecen juntos siete veces; Pero, ¡ Seis de estas siete están también con Cam, cuya posterioridad fue maldecida.

Los Alimentos De Egipto.
Se presentan como seis artículos (Num. 11:5):
1. Pescado,
2. Pepinos,
3. Melones,
4. Puerros,
5. Cebollas y
6. Ajos;
Mientras que la enumeración de la provisión divina de la tierra de Emanuel está marcada con el número siete ( Deut. 8:8 ):

1. Trigo,
2. Cebada,
3. Vides,
4. Higueras,
5. Granados,
6. Aceituna
7. Miel.

Los Amantes De Israel.
Son presentados como dándose seis cosas ( Os. 2:5 ): pan, agua, lana, lino, aceite y bebida; Mientras que Yahweh habla de sus propios preciosos dones de amor hacia su pueblo, en contraste a lo anterior, como siendo siete ( vv. 8, 9 ): trigo, vino, aceite, plata, oro, lana y lino.

Los Días De Creación Y De Reposo.
En la Creación tenemos seis días y el séptimo. Seis días de trabajo y el séptimo de reposo.

Las Doce Tierras.
2° Reyes 18:32: El Rabsacés, al describir la tierra a la que llevaría al pueblo, enumera seis cosas; pero al mencionarlas como siendo como la propia tierra de ellos, hay siete también:
1. Una tierra como la vuestra,
2. Tierra de grano
3. Y vino
4. Tierra de pan
5. Y de viñas,
6. Tierra de aceite de oliva
7. Y de miel.

El Dominio Del Hombre.
Salmo 8:6-8: Seis señala la perfección de la autoridad humana, y siete marca el hecho de que los seis particularidades definidos eran un don de Yahweh:
1. “Todo lo pusiste bajo de sus pies:
2. Ovejas
3. Y bueyes, todo ello,
4. Y aun las bestias salvajes,
5. Las aves de los cielos,
6. Y los peces del mar;
7. Todo cuanto surca las sendas de las aguas”.

Los Siete Espíritus.
Is. 11:2 Seis aquí marcando que sería un perfecto hombre, y siete que era el perfecto Elohim, quedando la primera declaración distinguida del resto por su forma:
1. “Y reposará sobre él el Espíritu de Yahweh,
2. Espíritu de sabiduría
3. Y de inteligencia,
4. Espíritu de consejo
5. Y de poder,
6. Espíritu de conocimiento
7. Y de temor de Yahweh”.

El Espíritu Derramado.
Joel 2:28,29: El “toda carne” es la inclusión divina; Pero seis puntos particulares marcan la definición. Apenas si será necesario añadir que esta bendición hace referencia (por interpretación) sólo a la casa de Israel.
1. “Derramare mi Espíritu sobre toda carne,
2. y profetizarán vuestros hijos
3. y vuestras hijas;
4. vuestros ancianos soñaran sueños,
5. y vuestros jóvenes verán visiones.
6. Y también sobre los siervos,
7. Y sobre las siervas derramaré mi Espíritu”.

La Dotación De Israel.
Ro. 9:4: La una definiendo quienes son ellos por el divino llamamiento y posición, las seis exponiendo lo que les pertenecía como hombres, así llamados y bendecidos:
1. “Que son israelitas
2. de los cuales son la adopción
3. la gloria,
4. el pacto,
5. la promulgación de la ley,
6. el culto (divino)
7. y las promesas”.

El Candelero De Oro.
Tenía seis brazos que salían de un tronco central, lo que daba en total siete soportes, marcando, y en armonía con el hecho de que la luz era la luz del pueblo de Yahweh en el mundo, pero que su fuente era divina.

La Armadura De Yahweh.
En Ef. 6:14, la armadura del hermano consiste en seis artículos, pero hay un séptimo sin el que los anteriores no sirven, y es la “lanza”, que es la Oración:
1. El Ceñidor de la Verdad, Jn. 14:6; 17:17.
2. La Coraza de la Justicia, Jer. 23:6; Fil. 3:9.
3. Las Sandalias del Evangelio, Ef. 2:10.
4. El Escudo de la Fe, (esto es, el escudo que emplea la fe, que es Mashiaj), Gn. 17:11; Ro. 13:14; Sal. 27:1.
5. El Yelmo de la Salvación, Sal. 27:1.
6. La Espada del Espíritu, (esto es, la espada a emplear por el Espíritu, que es la palabra de Yahweh osea su Hijo Yahshua Ver Juan17:17- Juan 1, Apocalipsis. 19:13.
7. La Oración que mantiene la armadura rutilante y nos capacita para emplearla con eficacia.

El Templo De Ezequiel.
En Ez. 40 se dan las medidas del Templo de Yahweh que han de ser aún levantado en Su tierra. La vara de medir empleada por “el varón” era de “seis codos de largos” de longitud (Ez. 41:8, BAS). Pero el codo largo tenía un codo y un palmo menor de longitud (Ez. 40:5, RVR77, BAS); por ello, como había seis palmos menores en un codo, había realmente siete codos ordinarios en la “caña entera de seis codos de largo” (BAS).
Así, siempre que seis y siete se emplean juntos, se marca mucho la diferencia entre sus significaciones respectivas.

Siete Solo.
Pero, volviendo ahora al número siete, debemos considerar ante todo el significado de la palabra.
En hebreo, siete es shevah. Procede de la raíz Sabah, estar lleno o satisfecho, tener suficiente de. De ahí que el significado de la palabra “siete” esté dominado por esta raíz, porque en el séptimo día Yahweh reposó de la obra de la Creación. Estaba completa, y era buena y perfecta. Nada se podía añadir ni quitar a la misma sin perjudicarla. De ahí la palabra Shavath, cesar, desistir, reposar, y Shabbat, o día de Reposo. Esta raíz se encuentra en varios idiomas:
Por ejemplo:
El sánscrito: Saptan;
Zend: hapta,
Griego: hepta;
Latín: septem.
En todos éstos, como en castellano, siete y en catalán, set, se preserva la “T”, que en las lenguas semíticas y teutonas se pierde; Por ejemplo:
En godo: sibum.
Alemán: sieben.
Ingles: seven.
Es el siete, por ello, que da la impronta de perfección y plenitud a aquello en relación con lo que se emplea. De tiempo, habla del Sábado, y marca la semana de siete días, que, por artificial que pueda parecer, es de observancia universal e inmemorial entre todas las naciones y todo lo tiempo. Nos habla de aquella observancia Sabática eterna que queda para el pueblo de Yahweh en toda su eterna perfección.
En las obras creativas de Yahweh, siete completa los colores del arcoíris y del espectro, y satisface en la música las notas de la escala. En cada una de éstas la octava es solo una repetición de la primera.
Otro significado de la raíz Shavagth es jurar, o hacer un juramento. Queda claro por su primer uso en Gn. 21:31, “De allí juraron ambos”, que este juramento estaba basado en las “siete corderas del rebaño”
(vv. 28, 29, 30), que señalan a la idea de satisfacción o plenitud en un juramento. Fue la seguridad, satisfacción y plenitud de la obligación, o plenitud del vínculo, que hizo que se empleara la misma palabra tanto para el número siete y un juramento; y por ello está escrito: “el juramento interpuesto para confirmación pone punto final a toda disputa”. Beer-seba, el pozo del juramento, es el testigo permanente de la perfección espiritual del número siete. Este número se nos presenta en:

La Portada De La Revelación.
Génesis 1.1 está compuesto de siete palabras hebreas que contienen 28 letras (7 x 4 ).
Una lista de la fenomenales características de sietes encontrados en Génesis 1.
1. La cantidad de palabras hebreas. SIETE.
2. La cantidad de letras que suman 28(28 ¸ 4 = 7) SIETE.
3. Las primeras 3 letras hebreas traducidas “En el principio creó Yahweh ” contienen 14 letras (14 ¸ 2 = 7). SIETE.
4. Las últimas 4 letras hebreas “los cielos y la tierra” tienen 14 letras
(14 ¸ 2 = 7). SIETE.
5. La cuarta y la quinta letras tienen siete letras. SIETE.
6. La sexta y la séptima letras tienen siete letras. SIETE.
7. Las 3 palabras claves: Yahweh, cielo y tierra, tienen 14 letras. SIETE.
8. La cantidad de letras en las cuatro palabras restantes también es
14 (14 ¸ 2 = 7). SIETE.
9. La palabra central es la más corta, tiene 2 letras. Sin embargo, en combinación con la palabra a la derecha o a la izquierda resultan siete letras. SIETE.
10. El valor numérico de la primera, la última y la palabra del medio es 133 (133 ¸ 19 = 7). SIETE.
11. El valor numérico de la primera y la última letras de todas las siete letras es 1393 (1393 ¸ 199 = 7).

El número siete domina toda la Escritura porque habla de la perfección divina y el orden perfecto de Yahweh. Aparece 287 veces en el Antiguo Testamento (287 ¸ 41 = 7) mientras que la palabra “Séptimo aparece siete veces. Además, la palabra “setenta” se usa 56 veces (56 ¸ 8 = 7).
Hubo 400 años de silencio entre el término del Antiguo Testamento alrededor del 396 A.Mashiaj., y la Escritura del Pacto Renovado luego de la resurrección de Yahshua. Sin embargo, cuando Yahweh inspiró a los autores del Nuevo Testamento, incluyendo a Mateo, para que comenzaran a escribir los evangelios, manifestó una vez más Su firma en las páginas de la Escritura creando un patrón maravillosamente complejo de sietes bajo del texto del evangelio de Mateo.

Las Palabras De Yahweh.
Son puras. No son palabras angélicas (2 Co. 12:4; 1 Co. 13:1), ni las palabras pertenecientes al cielo; sino palabras empleadas por los hombres en esta tierra, palabras humanas, y por ello tiene que ser perfectamente purificadas, como la plata lo es en un horno. En el Sal. 12:6 aparece una elipsis que exige que la palabra “palabras” sea suplida proveniente de la cláusula anterior. Entonces podemos tomar la preposición lamed, que significa “a”, en su sentido natural. La RVR77 la traduce de “horno de tierra”, mientras que la BAS traduce en “crisol en la tierra”. Ambas versiones yerran al no contemplar y suplir la elipsis, lo que hubiera posibilitado traducir, “a”, perteneciente a, literalmente. Así:
a | Las palabras de Yahweh son palabras puras,
b | como plata refinada en un horno;
a | [Palabras] pertenecientes a la tierra,
b | purificadas siete veces.

Aquí tenemos las cuatro líneas completas, en las que “a” se corresponde con “a”, siendo el tema tratado las “Palabras De Yahweh “, mientras que en “b” y “b” de las palabras terrenas que usa Yahweh.
Yahweh toma y usa palabras “pertenecientes a este mundo”, pero precisan de purificación. Algunas palabras no las emplea en absoluto; otras las emplea con un sentido más elevado; otras con un nuevo sentido; y así quedan purificadas. Ahora bien, la plata es purificada “siete veces”. De esta manera estas palabras tienen que ser perfectamente purificadas antes que puedan ser empleadas como las palabras de Yahweh.

La Séptuple Bendición De Abraham.
En Gn. 12:2,3:
“Haré de tí una nación grande, y te bendeciré, y engrandeceré tu nombre, y seras bendición, bendeciré a los que te bendicen, y a los que te maldigan maldeciré; y serán benditas en ti todas las familias de la tierra”.
Con ésta podemos comparar:

El Séptuple Pacto De Yahweh Con Israel.
EN Ex. 6:6-8. Aquí aparecen siete promesas en tiempo futuro, lo que da al todo la impronta de la perfección espiritual. Van precedidas por tres declaraciones (vv. 4,5) que dan el fundamento divino sobre el que se basaba la bendición:
Establecí mi pacto con ellos, etc.
He oído el gemido de los hijos de Israel, etc.
Me he acordado de mi pacto.

Luego sigue la séptuple bendición:
1. Yo os sacaré…de Egipto.
2. Os libraré de su servidumbre,
3. Os redimiré.
4. Os tomaré por mi pueblo.
5. Seré vuestro Yahweh.
6. Os meteré en la tierra.
7. Os lo daré por heredad.

Hebron Fue Edificada Siete Años Antes De Zoan En Egipto.
(Nm. 13:22). Egipto era “la casa de servidumbre”. Zoán era aquella ciudad en la que sus sabios fueron expuestos como insensatos (Is. 19:11-13). Era también el lugar en el que se obraron los milagros de Dios que expusieron la insensatez de aquella sabiduría humana (Sal. 78: 12, 43).
Pero Hebrón, que significa comunion, era un lugar de Canaán, la ciudad de Abraham, “el amigo de Yahweh “, y sigue siendo llamada hoy en día la ciudad de El Khulil, “del amigo”. En su valle, el de Escol, crecían los mejores frutos de la tierra de Enmanuel.
“Hebron fue edificada 7 años antes que Zoán en Egipto”.
Esta frase, que se da incidentalmente en forma parentética, en el momento en que su pueblo descubrió por primera vez la existencia de Hebrón, contiene la sugerencia de una profunda verdad espiritual, como se ve en la significación del número siete.
Muestra que la esfera de la amistad y comunión divina y de los deleites celestiales fue establecida en la eternidad, siendo que siete años marca la perfección espiritual del tiempo, antes que la sabiduría de este mundo tuviera existencia o lugar. (Véanse Sal. 90:2; 103:17; Pr. 8:22-31; Mi. 5:2; Jn. 17:5-24; 1 Co. 2:7; Ef. 1:4; 3:11; 2 Ti. 1:9; Tit. 1:2; 1 p. 1:19, 20).

El Séptuple Rociamiento.
Implica que era perfecta y espiritualmente eficaz.
En el gran Día de la Expiación la sangre era rociada “Sobre la superficie del propiciatorio, a la parte del oriente” (Lv. 16:14, V.M.). Esto era con respecto a Yahweh, y por ello se hacía una vez y sobre el propiciatorio. Pero delante del “Propiciatorio” tenía que ser rociada siete veces, por cuanto ella constituía el perfecto testimonio para el pueblo de que se había efectuado la expiación de sus pecados.
Las instrucciones para el Día de la Exposición se dan en Lv. 16, pero de otros pasajes vemos que había siete rociamientos en aquel gran día, para señalar la perfección de la expiación efectuada:

1. Sobre el propiciatorio (Lv. 16:14).
2. Delante del propiciatorio (Lv. 16:14).
3. Delante del velo (Lv. 4:17).
4. Sobre los cuernos del altar de oro (Ex. 30:10).
5. Sobre los cuernos del altar de bronce (Lv. 16:18).
6. Alrededor del altar (Lv. 16:19).
7. La sangre restante era derramada al pie del altar de bronce (Lv. 4:18).

Los Salmos.
Están marcados de muchas maneras con este número de perfección espiritual.
Hay 126 Salmos que tienen títulos. Esto es 7 x 18.
Hay siete nombres mencionados en los títulos como autores de estos Salmos:
1. David, 56 (7 x 8).
2. Los hijos de Coré, 11 (Sal. 42; 44-49, 84, 85, 87, 88).
3. Asaf, 12 (Sal. 50, 73-83).
4. Hemán ezraíta, 1 (Sal. 88).
5. Etán ezraíta, 1 (Sal. 89).
6. Moisés, 1 (Sal. 90).
7. Salomón, 1 (Sal. 72).

Hay 14 Salmos (2 x 7), todos de David, que fueron escritas en ocaciones históricas: Sal. 3, 7, 18, 30, 34, 51, 52, 54, 56, 57, 59, 60, 63 y 117.

En el Nuevo Pacto se atribuyen siete Salmos a David de manera específica, por su nombre:
1. El Salmo 2 en Hch. 4:25: “Que por boca de David tu siervo dijiste: ¿A qué fin se amotinan las gentes, y los pueblos piensan cosas vanas?”.
2. El Salmo 16 en Hch. 2:25: “Porque David dice de él: Veía siempre al Señor delante de mí; porque está a mi diestra, para que yo no sea conmovido”.
3. El Salmo 32 en Ro. 4:6: “Como también David habla de la bienaventuranza del hombre a quien Yahweh atribuye justicia sin obras”.

4. El Salmo 41 en Hch. 1:16: “Era menester que se cumpliese la Escritura en que el Espíritu Santo habló antes por boca de David acerca de Judas.

5. El Salmo 69 en Ro. 11:9: “Y David dice: Conviertase su mesa en trampa y en red, en tropezadero y en retribución”.

6. El Salmo 95 en He. 4:7: “Otra vez fija un día: Hoy, diciendo después de tanto tiempo, por medio de David, como está predicho: Si oís hoy su voz…”.

7. El Salmo 109 en Mt. 22:43: “Entonces El les preguntó: “¿Cómo es que David, inspirado por el Ruaj, le llama ‘Adón,’ cuando dice:

‘YAHWEH le dijo a mi Adón, “Siéntate aquí a mi mano derecha, hasta que ponga a tus enemigos debajo de tus pies”‘?
Se observará que estas siete citas están dispuestas como al candelero de oro, en dos tríos con una en el centro, así:
3 en Hechos.
1 en los Evangelios, y
3 en las Epístolas.
O como el candelero:

Evangelio
Mt. 22:43.
Hch. 1:16 Ro. 4:6
Hch. 2:25 Ro. 11:9
Hch. 4:26 He. 4:7

Las Siete Citas Del Salmo 69 En El Pacto Renovado.
Muestran que este Salmo es de gran importancia, y marcan su perfección espiritual, en relación con el Adon Yahshua.

1. Versículo 4. El Adon mismo cita este pasaje cuando los Once están reunidos a su alrededor justo después de la institución de la Cena, después de decirles que debían esperar el aborrecimiento del mundo, debido a que El los había escogido fuera de él. Jn. 15:18-25.
2. Versículo 9. Una vez más, los discípulos recordaron que había sido escrito con respecto a Yahshua. Jn. 2:13-17.
3. Versículo 9. Yahshua lo emplea para exhibir como modelo, así como Yahshua no se agrado de sí mismo. Ro. 15:3.
4. Versículo 21. Fue cumplido en la crucifixión. Mt. 27:34, 38.
5. Versículos 22 y 23. Yahshua, refiriéndose al hecho de que Israel no había obtenido aquello que buscaba, sino sólo el remanente escogido, habiendo quedado cegado el resto, dice Ro. 11:7-10.
6. Versículos 24 y 27. Refiriéndose a la persecución de los Talmidim por parte de los judíos. 1 Ts. 2:15, 16.
7. Versículos 25 y 27. Yahshua, en su última denuncia concluyendo su testimonio contra Jerusalén, dice Mt. 23:29-38.

Este siete está dividido en sus usuales cuatro y tres; de estas citas, cuatro se encuentran en los Evangelios, y tres en las Epístolas. Además, aparecen en el primero y último de los Evangelios, y en la primera y última de las Epístolas escritas a las Iglesias. Así, queda marcada la impronta de la perfección espiritual.
En Mateo … … … 2.} 4 en los Evangelios.
En Juan … … … 2.}
En Romanos … … 2.} 4 en las Epístolas.
En Tesalonicenses 1.}

TOTAL: 7.

Varón De Yahweh.
Hay siete que reciben este apelativo en el Antiguo Testamento:

1. Moisés, Dt. 33:1, y otras cinco veces.
2. David, 2 Cr. 8:14, y dos veces más.
3. Samuel, 1 S. 9:6, y tres veces más.
4. Semaías, 1 R. 12:22, y otra vez (2 Cr. 11:2).
5. Elías, 7 veces.
6. Eliseo, 2 R. 4:7, y veininueve veces más.
7. Igdalías, una vez, Jer. 35:4.

Y uno en el Nuevo Pacto, sobre el terreno de la resurrección (Timoteo), con lo que hay ocho en total.

Siete Cosas Débiles En Los Jueces.
Empleadas por Yahweh como instrumentos de liberación, marcando y poniendo la impronta de la perfección espiritual de su obra:

1. Un hombre zurdo (3:21), Eúd, logrando, liberar al pueblo de la opresión moabita.
2. Una aguijada de bueyes (3:31) en manos de Samgar, liberando de los filisteos.
3. Una mujer (4:4)
4. Una estaca de una tienda en manos de Jael (4:21). Con estos dos últimos medios se logró liberarse de Jabín, Rey de Canaán.
5. Un pedazo de rueda de molino (9:53), echada por otra mujer, libró al pueblo del urzurpador Abimelec.
6. Los cántaros y las trompetas de los 300 hombres de Gedeón (7:20) pusieron en fuga a los ejércitos de Madián.
7. La quijada de un asno (15:16), con la que Sansón liberó a Israel de los filisteos.

¿Y por qué esto en relación con el “Salvador” (2:16-18) que Yahweh suscitaba y empleaba? Para que nadie se jacte en su presencia.
(1 Co. 1:29).

La Séptuple Calificación Para El Servicio.
Se ve en el caso de Gedeón, Jue. 6.
1. Convicción en cuanto a su propia humillante condición, v. 11, como se ve en el v. 15.
2. Un corazón ejercitado, v. 13, probablemente por el testimonio de un profeta, v. 8.
3. Sin confianza en la carne, v. 15.
4. Paz con Yahweh por la gracia; la paz de Dios como don, vv. 17, 18, 2, 23.
5. Adoración, v. 24.
6. Obediencia en las cosas pequeñas, vv. 25-27.
7. Poder para grandes cosas, vv. 33-35; y cap. 8.

Siete Encinas.
1. Gn. 35:4. Jacob sepultó terafines (idolillos).
2. Gn. 35:8. La nodriza de Raquel.
3. 1 S. 31:13. En Jabés, sepultura de Saúl y sus hijos.
4. Jos. 24:26. La piedra de testimonio bajo una encina.
5. 2 S. 18:9. La encina de Absalón.
6. Jue. 6:11. En Ofrá, donde se apareció el ángel a Gedeón.
7. 1 R. 13:14. Donde estuvo sentado el varón de Yahweh.

Siete Milagros En El Evangelio De San Juan.
1. El agua transformada en vino. Jn. 2: 1-11.
2. El hijo del noble. Jn. 4: 43-54.
3. En el estanque de Betesda. Jn. 5: 1-16.
4. La alimentación de los 5,000. Jn. 6: 1-13.
5. El hombre nacido ciego. Jn. 9: 1-41.
6. La resurrección de Lazaro. Jn. 11: 1-45.
7. La pesca prodigiosa. Jn. 21: 1-23.

Las Siete Palabras A La Mujer Samaritana.
1. V. 7. Atrayendo la atención de ella con Su petición: “Dame de beber”.
2. V. 10. Llevándola a pedirle a El de beber.
3. Vv. 13, 14. Describiendo el agua que El dá.
4. V. 16. La flecha de la convicción: “Ve”, “Llama”, y “Ven”.
5. V. 17. Aumentando la convicción.
6. Vv. 21-24. Respondiendo a sus preguntas y a sus dudas.
7. V. 26. Revelándose a Sí mismo.

Las Siete Apariciones De Angeles.
1. A los pastores (Lc. 2:9).
2. A José (Mt. 2:13). “Vete a Egipto”.
3. A José (Mt. 2:19). “Vuelve a Israel”.
4. Después de la Tentación (Mt. 4:11).
5. En Getsemaní (Lc. 22:43).
6. En la Resurrección (Mt. 28:2).
7. En la Ascensión (Hch. 1:10).

Las Siete Cosas Que Contaminan Espiritualmente (Mt. 15:19).
1. Malos pensamientos.
2. Muertes.
3. Adulterio.
4. Fornicaciones.
5. Hurtos.
6. Falsos testimonios.
7. Blasfemia.

Los Diez Mandamientos.
1. Siete de ellos comienzan con la palabra “no.”
2. La palabra “Día”, aparece siete veces.
3. La preposición “en”, aparece siete veces.
4. La preposición “a”, 14 veces. (14¸2=7).
5. “Sobre” y “Encima” juntas, siete veces.
6. “Servir”, “Siervo”, “Sierva”, juntas, siete veces.
7. La relación de “Padre”, “Madre”, “Hijo”, “Hija”, “Esposa”, juntos, siete veces.

8. Los números “Tercero”, “Cuarto”, “Seis”, “Séptimo” y “Miles”, juntos siete veces.
9. ” Yahweh ” y “Elohim”, juntos, 14 veces (14¸2=7).
10. Se usan siete diferentes pronombres, 49 veces en total (7 x 7).
11. El pronombre de la tercera persona del singular aparece siete veces.
12. La conjunción (“y” y “ni”) siete veces en el segundo mandamiento.
13. El artículo determinado, siete veces en el cuarto mandamiento.
14. El cuarto mandamiento prohíbe hacer cualquier obra en el séptimo día a siete personas y cosas.
15. El décimo mandamiento prohíbe codiciar a siete personas y cosas.
16. El tercer mandamiento contiene 21 (7 x 3) palabras simples.
17. El noveno mandamiento contiene 7, y
18. El décimo mandamiento contiene 28 (7 x 4).

Los Siete Milagros Obrados Por Yahshau En Sábado.
1. La mano seca, Mt. 12:9.
2. El espíritu inmundo, Mr. 1:21.
3. La suegra de Pedro, Mr. 1:29.
4. La mujer, Lc. 13:11.
5. El hombre hidrópico, Lc. 14:2.
6. El paralítico, Jn. 5:8,9.
7. El ciego de nacimiento, Jn. 9:14.

Ultimo Dia.
Esta frase se menciona siete veces en el Evangelio de Juan:
1. Jn. 6:29.
2. Jn. 6:40.
3. Jn. 6:44.
4. Jn. 6:54.
5. Jn. 7:37.
6. Jn. 11:24.
7. Jn. 12:48.

Las Siete Iglesias, (Apoc. 2, 3).
1. Efeso.
2. Smirna.
3. Pérgamo.
4. Tiatira.
5. Sardis.
6. Filadelfia.
7. Laodicea.

Las Siete Parabolas De Mateo 13.
1. El Sembrador, Mt 13:3-9.
2. Trigo y Cizaña, Mt. 13:24-30.
3. La Mostaza, Mt. 13:31-32.
4. La Levadura, Mt. 13:33.
5. El Tesoro escondido, Mt. 13:44.
6. La Perla Preciosa, Mt. 13:45-46.
7. La Red, Mt. 13:47-50.

Los Siete Dones De Romanos 12:6-8.
1. Profecía.
2. Ministerio.
3. Enseñar.
4. Exhortar.
5. Repartir.
6. Presidir.
7. Misericordia.

Las Siete Unidades De Efesios 4:4-6.
1. Un Cuerpo.
2. Un Espíritu.
3. Una Esperanza.
4. Un Adon.
5. Una Fe.
6. Un Bautismo.
7. Un Elohim.

Las Siete Características De La Sabiduría (Stg. 3:17).
1. Pura.
2. Pacífica.
3. Modesta.
4. Benigna.
5. Misericordiosa.
6. No juzgadora.
7. No fingida.

Los Siete Dones De Yahshua En El Evangelio De Juan:
1. Su Carne, 6:51.
2. Su Vida, 10:11.
3. Su Ejemplo, 13:15.
4. El Consolador, 14:16.
5. “Mi Paz”, 14:27.
6. Sus Palabras, 17:8, 14.
7. Su Gloria, 17:22.

Las Siete Cosas “Mejores” En Hebreos:
1. Pacto, 7:22.
2. Promesas, 8:6.
3. Bienes, 10:34.
4. Esperanza, 7:19.
5. Sacrificios, 9:23.
6. Patria, 11:16.
7. Resurrección, 11:35.

Los Siete Títulos De Yahshua En Hebreos:
1. Heredero del trono, 1:2.
2. Autor de nuestra salvación, 2:10.
3. Apóstol, 3:1.
4. Fuente de la eterna salvación, 5:9.
5. Precursor, 6:20.
6. Sumo Sacerdote, 10:21.
7. Autor y consumador de la Fe, 12:2.

El Septuple “Una Sola Vez” (Hapax) En Hebreos.
1. Heb. 9:7.
2. Heb. 9:26.
3. Heb. 9:27.
4. Heb. 6:28.
5. Heb. 10:2.
6. Heb. 12:26.
7. Heb. 12:27.

Las Siete Exhortaciones En Hebreos:
1. Acerquémonos, 10:22.
2. Mantengamos, 10:23.
3. Considerémonos, 10:24.
4. Despojémonos, 12:1.
5. Tengamos gratitud, 12:28.
6. Salgamos, 13:13.
7. Ofrezcamos, 13:15.

Las Siete Gracias De 2 Pedro 1:5-7.
1. Fe, (Pistis).
2. Virtud, (Arete).
3. Conocimiento, (Gnosis).
4. Templanza, (Egkrateia).
5. Paciencia, (Hupomone).
6. Temor de Yahweh, (Eusebia).
7. Amor Fraternal, (Filadelfia).

Los Siete Sellos.
1. Caballo Blanco, Apoc. 6:2.
2. Caballo Rojo, Apoc. 6:4.
3. Caballo Negro, Apoc. 6:5.
4. Caballo Amarillo, Apoc. 6:8.
5. Almas bajo el altar, Apoc. 6:9.
6. Conmoción de la naturaleza, Apoc. 6:12-13.
7. Silencio en el Cielo, 8:1.

Las Siete Trompetas.
1. Granizo y Fuego, Apoc. 8:7.
2. Montaña Ardiendo, Apoc. 8:8-9.
3. Caída de una gran estrella, Apoc. 8:10-11.
4. Heridos, el Sol, la Luna y las Estrellas, Apoc. 8:12.
5. La estrella con la llave del abismo, Apoc. 9:1-11.
6. Desatar los 4 ángeles, Apoc. 9:13-21.
7. El Reino de Yahshua, Apoc. 11:15-18.

Las Siete Cosas “Eternas” En Hebreos:
1. Un sacerdote para siempre, Heb. 5:6.
2. Eterna salvación, Heb. 5:9.
3. Juicio eterno, Heb. 6:2.
4. Eterna Redención, Heb. 9:12.
5. Espíritu eterno, Heb. 9:14.
6. Herencia eterna, Heb. 9:15.
7. Pacto eterno, 13:20.

Las Siete Primicias De:
1. La Resurrección, 1 Co. 15:20-23.
2. El Espíritu, Ro. 8:23.
3. La Nueva Creación, Stg. 1:18.
4. Israel, Ro. 11:16.
5. Los “Redimidos de la tierra”, Apoc. 14:5.
6. Las Misiones, Ro. 16:5.
7. El Ministerio, 1 Co. 16:15.

FONTE:http://ahmedministerio.org/blog/

ECLAIR – FOI NUMA LINDA MANHÃ

maio 24th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

FELIZ SÁBADO!

igreja empresa
No esforço de alcançar multidões a igreja moderna saqueou os egípcios e fizeram para si bezerros de ouro dos despojos. As táticas de marketing e as técnicas de negócio entraram para valer no planejamento das igrejas levando-as a perder o foco do mandamento bíblico. Lamentavelmente, os evangélicos são considerados um mercado para quem se pode vender produtos e serviços. E tudo isso porque os evangélicos assumem e gostam de ser tratados como mercado, como clientes. Muitos líderes pensam em igreja como pensam em supermercados. As mega-igrejas-empresas se tornaram semelhantes a McDonalds, Burger king, Habib´s, mercadejando serviços como estilo de música, berçários, clube de esportes, departamento de danças e coreografias, departamento de psicoterapia, conforto ambiental com poltronas, ar-condicionado, piso de granito, tapete persa e estacionamento garantido. Nesse contexto, a doutrina é substituída por histórias, o emocionalismo tornou-se o aspecto mais significante dentro da igreja, o evangelho se tornou trivial e perdeu sua profundidade, a fé virou uma atividade recreacional e a performance do pregador se tornou mais importante do que aquilo que é ensinado. Observa-se agora que o líder entra na igreja com uma pasta de executivo e não mais com a Bíblia. As igrejas-empresas em vez de expor a verdade bíblica e corrigir a vida de uma geração mergulhada no pecado têm escolhido descer na correnteza e dar aos ouvintes o que eles querem. Na realidade os líderes das igrejas-empresas camuflam a verdade bíblica com palavras religiosas e versos bíblicos, mas quando a camuflagem é removida, é muito difícil distinguir entre o que eles estão oferecendo e o que o mundo secular oferece. Esses líderes são repletos de truques e invenções e, despudoradamente, se adaptam ao nosso mundo pós-moderno, cego e vazio. As igrejas-empresas são a igreja de um discurso morno, sem sal. Diz-se igreja da graça, mas acaba sendo na realidade a igreja da tolerância, do cinismo. Nessas igrejas os mandamentos são tratados como meras sugestões, como filosofia de vida. A característica principal dessas igrejas é a sacerdotização dos púlpitos onde seus pastores vivem e pregam uma estrutura sacerdotal, papal e hierárquica. Suas ordens são arbitrárias e inquestionáveis e sempre acusam de legalista todo e qualquer oponente que ouse importuná-lo. As igrejas-empresas são regidas por um sistema onde o coronelismo e as arbitrariedades se misturam. A premissa de todo programa de marketing é que o consumidor deve ser agradado; ele deve ser mantido feliz; deve ser dado a ele o que ele precisa ou o que ele foi programado para pensar que precisa. Na ótica do marketing a necessidade do consumidor deve ser soberana. O consumidor está sempre com a razão. Essa premissa funciona muito bem para Mcdonalds, Burger King, Habib´s etc. Em se tratando da igreja do Senhor Jesus, a premissa de marketing é contraproducente, pois nem Cristo, nem a Sua verdade, nem o caráter cristão e nem o sentido da vida podem ser negociados. Ser cristão não é ser cliente. É ser discípulo de Cristo e viver para Ele. É ter tomado a cruz e decidido segui-lo. Igreja, como o Senhor Jesus ensinou, é um grupo de pessoas remidas, separadas deste mundo, para representá-lo aqui na terra enquanto Ele não volta. Portanto, igreja não é produto, não é serviço, pois sua função não é agradar nem a uns ou a outros, mas unicamente agradar o seu chefe maior – O Senhor Jesus, o único dono da igreja. Os líderes das igrejas-empresas apresentam Deus como uma fada madrinha que oferece às pessoas segurança, conforto e saúde. Esquecem-se esses lideres que a mensagem da cruz é loucura para aqueles que estão perecendo. Não há como mudar essa verdade. O próprio Evangelho é desagradável, sem atrativo, repulsivo, e alarmante para o mundo. A Palavra de Deus expõe o pecado, condena o orgulho, convence o coração dos ímpios, e demonstra ser a justiça humana desprezível, suja e trapo da imundícia (Is 64:6). É triste ver que igreja virou produto e crente virou cliente. Mais triste ainda é notar que a pregação da cruz vem virando acessório. Não precisamos de igrejas-empresas, não precisamos de aviões, de helicópteros, de pastores-executivos, PRECISAMOS SIM, DE IGREJAS DISPOSTAS A SEREM DESPREZADAS PELO MUNDO POR CAUSA DA CRUZ. A igreja precisa de boa dose de loucura – a loucura de se prender a uma mensagem que o mundo julga ultrapassada. JESUS DISSE: “SEREIS ODIADOS POR TODAS AS NAÇÕES, POR CAUSA DO MEU NOME” (Mat 24:9). “Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos” (Mat 10:25). Não somos ensinados a sacrificar a verdade em favor da paz. Paulo disse: “Ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos anuncie outro evangelho que vá além do que vos tenho pregado, seja anátema” (Gl 1:8). Somos convidados a andar na contracultura, na contramão do que este mundo nos impinge. Nosso caminho é o estreito, não o largo.

Ir. Marcos Pinheiro
FONTE: http://voltemosraizes.blogspot.com.br/2010/06/igreja-nao-e-empresa.html

SONHEI ENTREVISTANDO A DEUS

maio 24th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Recebi de uma pessoa amiga e partilho com você.
Feliz Sábado!
EntrevistaLinda (1)