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“Como alunos e professores estão reagindo à tragédia que abalou o campus universitário
Na cidade que ainda enterra seus mortos, a maior ferida chama-se Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foram 113 estudantes, quase metade das vítimas. Só no Centro de Ciências Rurais, 64 alunos. O curso de Agronomia perdeu 29. Era gente que só morava na cidade para voltar com um diploma universitário para casa.

Na sexta-feira, ocorreria a formatura da 48ª turma de agronomia. Cancelada. Não há como. Salas quase inteiras sumiram. Em algumas delas, sobraram apenas 10 graduandos. Difícil conjugar o verbo recomeçar. Uma professora lembra do aluno atencioso que sentava na primeira fila. “Só penso nisso. Como vou conseguir voltar à sala de aula? Não temos condições”, disse a coordenadora do curso de Zootecnia, Rosamélia Berleze.

Ela só pensa na próxima segunda-feira, dia em que a universidade pretende retomar as aulas. “Precisamos nos proteger e nos fortalecer. Não sei como vou receber as turmas. Muitos professores não sabem.” A situação é tão delicada que mestres e alunos serão amparados por psicólogos. “Ainda não sei como vou conduzir. Tenho recebido muitos professores dizendo que não vão conseguir. Eu liguei para alguns alunos e eles não conseguem nem falar. Só choram. Voltar para a sala é o mais complicado. Deus precisa nos ajudar”, lamentou Rosamélia.

O mesmo retorno atormenta o médico traumatologista Mário José do Canto. Ele trabalha no Hospital de Caridade de Santa Maria, onde há 36 pacientes internados. Ontem, ele voltou ao local para buscar o atestado de óbito da filha Mariana Commasseto Canto, 18 anos. Saiu desesperado. Tentava explicar, mas o choro compulsivo dificultava. “Morreu asfixiada. Ela morreu sem ar. Isso aqui é uma guerra e com um agravante. São todos jovens.” Mário lembrou que ela tinha acabado de entrar na universidade. Queria desenhar aviões. Fazia design de produtos e estava no primeiro período. Era a filha mais nova. “Tenho outros três. Vou voltar para casa e um pedaço de mim sumiu.”

Iara Guedes, moradora de Gravataí (RS), observava o choro do médico a distância. Ela chorava também. O filho, Heuri Guedes, 23 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade de saúde. O caso dele é grave. “Mas meu coração diz que ele vai escapar. Ah, ele vai sim. Tenho certeza. É horrível a angústia que estou sentindo. Há sentimentos que só uma mãe sabe como é.” Heuri respira com ajuda de aparelhos e tem uma queimadura no braço. “Os médicos dizem que o estado de saúde dele é grave. Muito grave. Agora há pouco, quando eu disse para ele que o amava, vi meu filho piscando o olho. Ele sabe que estou aqui. Ele vai sobreviver.”

Iara quer encontrar a mulher que voltou para puxar o seu filho pelo braço em meio à fumaça negra que a boate Kiss cuspia lá de dentro. Ela não tem certeza se a jovem está viva. Muitos morreram ao voltarem para tentar ajudar outras pessoas. Iara ficou sabendo da história, porque amigos do filho contaram. “Quero muito encontrá-la. Ela deve estar viva. Eu preciso falar com ela. Meu filho estava caído no chão e ela o arrastou pelos braços.”

“Foi a minha sorte”

No hospital, à espera de notícias de colegas feridos, o sobrevivente Andrei Fagundes, 19 anos, perdeu 25 amigos na tragédia. Os repórteres perguntavam novamente. “Quantos? Cinco?”. Ele respondia. “Não. Perdi vinte e cinco, vinte e cinco.” Contou que estava próximo à saída quando percebeu o tumulto. “Vi sinalizadores e achei normal, mas, de uma hora para a outra, começou muita gente saindo. Achei que era briga. Foi a minha sorte. Se eu tivesse esperado, não conseguiria sair”, relatou.

Andrei afirmou que, quando chegou bem perto da porta, percebeu uma maior quantidade de fumaça. “A partir deste momento, todo mundo só pensava em sair. Já fui na boate outras vezes. Ela estava extremamente lotada. Tinha muita gente para o tamanho do ambiente. Acho que tinha 1,5 mil pessoas. Estava muito apertado”, estimou o jovem, que disse não ter visto iluminação na saída de emergência.

Entre os feridos da tragédia, os gêmeos Emanuel e Guilherme Pasti aniversariaram ontem. Completaram 19 anos. Os dois foram a Kiss no sábado para antecipar a comemoração. Eles estão em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital da Ulbra, em Canoas, no Rio Grande do Sul. A situação é muita delicada. Os médicos informaram que a chance de eles sobreviverem é mínima. A intoxicação de Emanuel foi menor, no entanto, ele tem problema de tireoide, o que pode atrapalhar a recuperação. Guilherme cursa relações internacionais na Universidade Federal de Santa Maria. Emanuel mora em Canoas com os pais e estuda engenharia de minas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre.

“Morreu asfixiada. Ela morreu sem ar. Isso aqui é uma guerra e com um agravante. São todos jovens” Mário José do Canto, pai de Mariana Commasseto, 18 anos

“Vi sinalizadores e achei normal, mas, de uma hora para a outra, começou muita gente saindo. Achei que era briga. Foi a minha sorte. Se eu tivesse esperado, não conseguiria sair” Andrei
Fagundes, sobrevivente, estudante da UFSM que perdeu 25 amigos na tragédia

“Meu coração diz que ele vai escapar. Ah, ele vai sim. Tenho certeza. É horrível a angústia que estou sentindo. Há sentimentos que só uma mãe sabe como é” Iara Guedes, mãe de Heuri Guedes, 23 anos, que está internado em estado grave na unidade de terapia intensiva

234
Total de vítimas da tragédia. Na noite de ontem, um rapaz de 21 anos sofreu morte encefálica

R$ 2,50
Valor dos sinalizadores que causaram o incêndio. Eles não eram próprios para locais fechados”

(João Valadares – Correio Braziliense)
Publicado no Jornal da Ciência (JC E-Mail) Edição 4656 – Notícias de C&T – Serviço da SBPC.

“Muitos pseudo judeus messiânicos estão divulgando pela internet que o verdadeiro nome do filho de Deus é Yahushua e que o nome Jesus é um nome pagão. Confira neste vídeo a explicação do professor e Mestre em Teologia Fábio Sabino e acesse também os videos relacionados”.
http://valle-teologo.blogspot.com.br/2013/01/a-mentira-do-nome-yahushua-e-yaohushua.html
Vejam e ouçam o professor e Mestre em teologia, Fábio Sabino,

“A Voz da Rússia consegui falar com um voluntário que ajudou tratar os feridos no incêndio na boate “Kiss” na madrugada de 27 de janeiro de 2013. Marco Antonio Zanetti Filho é técnico de enfermagem formado na Universidade de Santa Catarina.
– Marco, você estava na boate no momento em que o incêndio começou?

– Não, eu estava em casa mas recebi chamado dos meus amigos e depois a gente correu para ver o que dá para ajudar. Fui como voluntário.

– O incêndio teve início às duas e meia da manha no domingo. A que horas você chegou na boate?

– Cheguei na hora de confusão, acho que foi quase quatro horas. Vi todo o mundo saindo, ligavam para os amigos para ver onde é que estavam.

– Como você soube do incêndio?

– O meu amigo tentou me ligar mas ele não conseguiu. Daí ele ligou para os meus pais, os meus pais atenderam e falaram como eu estava em casa, falei com ele, ele me avisou.

– Marco, você teve oportunidade de socorrer quantas pessoas, você lembra?

– Na hora em que eu cheguei lá eles já tinham fechado as ruas. E falaram que é preciso gente nos hospitais na UPA, então eu corri para o hospital Caridade, que fica mais perto de casa. Eram muitas pessoas. Daí no começo só chegou um. Daí não tinha a noção da gravidade, e começou a chegar muita gente, muita gente mesmo.

– Neste hospital Caridade você lembra quantas pessoas foram internadas?

– Olha, eu acho que 30 no mínimo.

– E destes 30 todos foram sobreviventes ou alguns foram ao óbito?

– Alguns foram ao óbito ali mesmo. Alguma gente que no caminho não resistiu não conseguiu também foi nisso.

– Nosso programa recebeu as informações de que o povo russo está muito solidário com essa tragédia e desde domingo tem comparecido a junto da embaixada do Brasil em Moscou, depositando flores, ascendendo velas e deixando registadas as suas mensagens no Livro de Condolências que a Embaixada Brasileira franqueou ao povo russo. Os moscovitas perguntam como estão aos sobreviventes. Você tem alguma informação sobre isso?

– Tem os que estão encarnados. Os mais graves estão sendo transferidos para Porto Alegre que tem o hospital do Rio Grande do Sul.

– Alguns foram levados para os hospitais especializados no tratamento de queimaduras, se há?

– E desses que são cento e poucas, 75 estão em estado grave.

– Estado que o próprio ministro de saúde já considere como critico. E muitos têm pneumonia química. Eu vou pedir você, Marco, para nos explicar o que é a pneumonia química?

– Pneumonia química seria uma intoxicação que vai pelo pulmão e acaba meio que queimando os alvéolos, eles não conseguem fazer o transporte de oxigênio e acaba com falta de oxigênio. Isso leva à falência do pulmão e deficiência respiratória.

– Marco você conseguiu conversar com algum dos sobreviventes?

– Não. Ainda não consegui falar com ninguém .

– Quem estava na boate na noite de sábado para domingo era em grande maioria estudantes de Universidade Federal de Santa Maria não é?

– É isso. Porque Santa Maria é uma cidade universitária, então as boates acabam se reunindo para vender convites para festas de formatura então todo o mundo que vai nessas boates são jovens estudantes daqui.

– E você tomou o conhecimento da acusações que os seguranças teriam impedido os jovens de sair da boate, Marco?

– Sim, eu vi na TV que foi isso no começo.

– E depois surgiu uma segunda versão que os seguranças teriam se convencido da gravidade da situação e liberaram a porta de saída.

– Mas dai eles liberaram…

– Já era tarde demais.

– Sim já era tarde demais.

– Você então não chegou a boate nem ficou muito tempo na rua e foi imediatamente para hospital Caridade. Então não chegou a socorrer ninguém na rua?

– Ali não, por que já estava fechado.

– E hoje você continua aparecendo no hospital? Continua atendendo a sobreviventes?

– Eu trabalho no outro lugar ali e por isso ainda não fui ao hospital para ver os pacientes.

– Você trabalha num hospital?

–Sim, junto com hospital de Caridade, é a parte de consultoria de diagnóstico onde fazem tomografias electromagnéticas, mas junto com hospital.

– Você se formou como técnico de enfermagem aqui?

– Eu me formei na Unifera.

– Você é desta cidade também, nasceu aí nesse município?

– Sim, sou de Santa Maria.

– Bem Marco nós queríamos agradecer você pela sua entrevista, queríamos cumprimentar você pela sua iniciativa em socorrer as vítimas dessa tragédia.

– Eu que agradeço vocês pela força.

– Agradecermos a até uma próxima oportunidade, Marco.

– Até.

– Tchau e muito obrigado”.
FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/2013_01_30/testemunha-do-incendio-na-boate-kiss-os-segurancas-liberaram-a-porta-quando-ja-era-tarde-demais/

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“A religião sempre foi um negócio rentável, mas se você for um pregador evangélico brasileiro, as chances de “ganhar na loteria celestial” são maiores. De acordo com informações da revista Forbes, algumas igrejas se tornaram negócios altamente lucrativos e fizeram com que alguns de seus líderes se transformassem em multimilionários. É a chamada “indústria da fé”. O maior expoente desta indústria seria o bispo Edir Macedo, proprietário da Rede Record e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.
A revista aponta que o fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, que possui templos nos Estados Unidos, Macedo é, de longe, a mais rico pastor do Brasil, com um patrimônio líquido estimado em US$ 950 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão).
Segundo a revista, devido a acusações de charlatanismo, Macedo passou 11 dias na prisão em 1992, mas ele continua sendo processado por autoridades americanas e venezuelanas. Outros pastores também estão conseguindo ficar ricos. Valdemiro Santiago, um ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, que teria sido expulso da instituição depois de alguns desentendimentos com o seu patrão, fundou sua igreja, a Igreja Mundial do Poder de Deus, que tem cerca de 900 mil seguidores e 4 mil templos. O patrimônio dele é estimado em US$ 220 milhões (R$ 440 milhões).
Silas Malafaia, líder do braço brasileiro da Assembleia de Deus, está constantemente envolvido em controvérsias relacionadas com a comunidade gay no Brasil, da qual ele se declara com orgulho de ser o maior inimigo, afirma a publicação. O defensor de uma lei que poderia classificar o homossexualismo como uma doença no Brasil, Malafaia também é uma figura proeminente no Twitter, onde é seguido por 440 mil usuários. Malafaia vale cerca de US$ 150 milhões (R$ 300 milhões).
Na lista de endinheirados listados pela Forbes ainda destacam-se Romildo Ribeiro Soares, conhecido simplesmente como RR Soares, o fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, que vale cerca de US$ 125 milhões (R$ 250 milhões) e os fundadores da Igreja Renascer em Cristo, “apóstolo” Estevam Hernandes Filho e sua esposa, “Bispa” Sonia, com 1 mil igrejas no Brasil e no exterior, e patrimônio líquido combinado estimado em US$ 65 milhões (R$ 130 milhões).
Conforme a Forbes, mesmo o Brasil sendo o maior país católico do mundo, com cerca de 123,2 milhões de fiéis dos 191 milhões de habitantes seguindo o Vaticano, os últimos dados do Censo mostram uma forte queda entre as fileiras dos católicos, que agora contam com apenas 64,6% da população – em 1970 a proporção chegava a 92% do total de habitantes. Enquanto isso, o número de evangélicos subiu de 15,4% uma década atrás, para 22,2%, ou 42,3 milhões de pessoas no último Censo (2010). É provável que a tendência de queda do catolicismo continue até 2030 e os católicos cheguem a representar menos de 50% dos fiéis brasileiros”.FONTE: ‘Forbes’ lista os pastores mais ricos do Brasil; Macedo lidera

Na lista não aparece o nome de pastor adventista, uma vez que a iasd, com sede nos EUA é quem detêm a riqueza, embora haja tanta pobreza em tantos campos asd no Brasil, na África e outras partes do mundo. Veja:
A Igreja Católica tornou-se a igreja mais rica do mundo em 1800 anos, e a IASD a segunda mais rica do mundo com 15.6 Bilhões de dólares, em apenas 160 anos!

“A maçonaria não tem por costume a confissão pública de suas práticas ou convicções. Muito mais, quando se trata de liderança eclesiástica envolvida com a Ordem satânica. A desinformação na cristandade, é um dos fatores que delega o diabo a destruir almas com suas mentiras. Instituir Igrejas satânicas com fachada cristã. Vestir homens sanguinários com veste sacerdotal. Eles sabem que o acesso está muito fácil: a Igreja está afastada de Cristo e da sua Palavra. Cegos que não querem enxergar. Assim, estão muitos neste momento.
Maçonaria Evangélica
Dr. José Renato Pedrosa, constantemente, vem fazendo declarações comprometedoras sobre líderes evangélicos envolvidos com satanismo na maçonaria. Em rede nacional, o delator dita nomes e afirma ter provas contundentes (a declaração gravada do Pr. Stefani Saad – Ex maçon de 33º grau e salva guarda por dez anos) de peixões do movimento evangélico pactuados com a irmandade Oriente, promovendo inclusive ameaças de morte com seguidores que tentam quebrar o silêncio. Independentemente se o pronunciador fala a verdade, ou não, estas informações deveriam ser objeto de avaliação pelas partes expostas. São caluniosas e difamatórias para uma pastoral de sucessões gloriosa. A pergunta deveria ser esta: existiu alguma disposição por parte dos caluniados de fazer alguma tentativa processual contrária para provar inocência? Movimentar suas comitivas de advogados, muito bem pagos por sinal, para calar a boca dos seus acusadores”?
FONTE: http://pastordanielbatista.com/2011/05/25/maconaria-evangelica/

O Conselho Mundial de Igrejas e a Igreja Adventista do Sétimo Dia

Agentes de Roma infiltrados na IASD

Pastor Adventista diz que não vê nada de mal na Maçonaria

CRÍTICAS À IASD NA WIKIPEDIA

janeiro 30th, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Veja as Controvérsias doutrinárias,
Cismas e dissidências: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADticas_%C3%A0_Igreja_Adventista_do_S%C3%A9timo_Dia

Foi profundamente lamentável o incêndio que ocorreu na boate Kiss em Santa Maria, RS, na madrugada de 27 de janeiro de 2013, que deixou pelo menos 231 mortos e mais de 100 feridos.
Circula na web muito comentário, a exemplo desse que está em http://www.libertar.in/2013/01/polemica-incendio-em-boate-em-santa.html#ixzz2JJFzElcl
Deus conforte as famílias enlutadas.
TRAGÉDIA-Boate-pega-fogo-em-Santa-Maria-Seguranças-da-boate-barraram-a-saída-das-pessoas
“Veja estas “coincidências” sobre a tragédia que houve em uma boate em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incêndio deixou mais de 230 mortos, além de inúmeros feridos.

Sei que pode soar um pouco impróprio, tratar este evento desta forma, mas como este site aborda temas e assuntos que não estão na mídia comum, acho importante publica-los.

Será que este incêndio foi premeditado?

Lembrando que o dia 27 de janeiro (2+7=9) é o dia Internacional em Memória do Holocausto.

Confira este texto na íntegra, do jeito que foi escrito, que está circulando pela internet. Tire suas conclusões…

[sic] “Todo mundo falando da tragédia que aconteceu, eu vou falar o que eu acho(eu sei que não tem nada a ver com a pagina, mais *).

‘EU’ não acho que isso foi um acidente ou coisa do tipo, se vocês ligarem as coisas podem perceber isso também.

O cartaz da banda, era uma caveira pegando foco e no fundo varias caveiras dançando pegando fogo também.

Agora começa a coisa mais estranha, a última musica que foi tocada foi Die Young, que traduzindo significa Morrer Jovem.

Na boa, os seguranças fecharam TODAS AS PORTAS, vei, se alguém chegasse e falasse que estava havendo um incêndio é claro que iriam abrir as portas, até porque eles não iriam querer morrer e muito menos serem acusados por serem responsáveis pela morte de mais de 200 pessoas.

Uma coisa estranha também é que uma sobrevivente disse que viu uma mulher de vestido vermelho sorrindo pra todos (isso é bizarro)”.
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“Foi ele quem jogou o sinalizador que fez começar o “incêndio acidental” (eu não acredito nessa história que foi um acidente).

Além disso tudo que é super estranho,na página da Kiss no facebook foi postado assim “hoje temos a banda gurizada, a kiss VAI PEGAR FOGO” logo depois do incêndio o post foi apagado,estranho não?E uma coisa SUPER estranha foi que o só morreu UM integrante da banda (ele era o mais novo) só porque ele não conseguiu sair da fumaça,o outros mal se feriram, se não fosse por isso, todos os integrantes da banda estavam bem e VIVOS.

Na boa,eu não acho que isso foi um acidente,uma boate não pode pegar fogo do nada e iniciar um incêndio só por causa de um sinalizador gente,eu não acho que 233 pessoas morreram assim nesse incêndio que aconteceu do nada, não concordam”? [sic]”

São muito oportunas para todos nós, sobretudo os jovens, as palavras que foram registradas em Eclesiastes 12:1-6:
“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço”,
Eclesiastes 12:1-6

Para nossa vergonha como adventistas do sétimo-dia, apenas os irmãos do Movimento da Reforma estão historicamente autorizados a contar o que aconteceu aos heróis da fé durante a 2ª Guerra Mundial. Veja:

Perseguição sob o regime totalitário

Sob o governo nazista na Alemanha, a liberdade religiosa foi pouco a pouco suprimida. O Movimento de Reforma logo seria proibido. Nossos irmãos, principalmente os obreiros, seriam declarados fora da lei. As propriedades seriam confiscadas pelo Estado. Por isso, enquanto ainda havia oportunidade, em 1935, as propriedades da União Alemã foram vendidas. A casa da missão em Isernhagen, perto de Hannover, e a gráfica, que havia sido nosso principal centro missionário, tiveram de ser entregues a estranhos por baixo preço.

Equipamentos, móveis, arquivos e livros foram transferidos para uma casa alugada na vizinhança do antigo local da igreja. Ali os irmãos conseguiram trabalhar por apenas breve espaço de tempo. Vindo o esperado decreto da proibição, a polícia confiscou tudo o que encontrou na casa e lacrou as portas. Entretanto, recursos financeiros, documentos e literatura da União já haviam sido postos em segurança.

Por meio de uma ordem de 29 de abril de 1936, nossa igreja foi proibida de funcionar na Alemanha:

“Em base do decreto de 28/2/1933, parágrafo primeiro, assinado pelo presidente da República, para a proteção do povo e do Estado (Jornal da Lei Federal 1, pág. 83), a seita chamada ‘Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma’ está dissolvida e é proibida em todo o Território Federal. Suas propriedades deverão ser confiscadas. Qualquer infração deste decreto será punida de acordo com o parágrafo quarto do decreto de 28/2/1933.

[210]

“Razões:

“Sob o disfarce de promoverem atividades religiosas, os ‘Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma’ desejam alcançar objetivos que conflitam com a ideologia do Socialismo Nacional [nazismo]. Os seguidores dessa seita recusam-se a prestar serviço militar e a fazer a continência alemã. Declaram publicamente que não têm pátria, porque são de mentalidade internacional, e consideram todos os seres humanos irmãos. Visto que a atitude da seita tende a causar confusão, sua dissolução é necessária para proteção do povo e do Estado. Assinado por R. Heydrich.”

Em 12 de maio de 1936, nossa União Alemã foi declarada “dissolvida” pela polícia secreta (Gestapo).

Depois de conselho mútuo, os líderes dos ASD Movimento de Reforma resolveram entregar uma petição escrita às autoridades solicitando audiência. No segundo encontro, no gabinete de Heydrich, nossos três irmãos ouviram que toda a questão dependia de nós. Perguntaram a respeito da nossa posição com referência ao serviço militar e à saudação alemã. Nossos irmãos responderam:

— Precisamos recusar saudação que envolva confissão política.

E quanto a matar, disseram:

— Seguimos as palavras de Cristo em Mateus 5:44: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.”

Heydrich replicou:

— Então vos recusais por todos os meios a prestar serviço militar.

Nossos irmãos responderam:

— Atemo-nos à Palavra de Deus e devemos rejeitar as exigências que se chocam contra ela.

Nossos irmãos renovaram a petição e tiveram resposta em 12 de agosto de 1936:

“A exposição contida em vosso escrito de 27 de julho de 1936 não me dá razão para suspender a proibição da seita ‘Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma’. Assinado R. Heydrich.”

Sob o regime de Hitler todas as nossas atividades religiosas foram proibidas. Nossos jovens foram submetidos a severas provas quando chamados a portar armas, pois não havia previsão para proteger objetores de consciência. Os pais tinham de enfrentar problemas relacionados ao Sábado com os filhos em idade escolar. [211] Era provação sobre provação. Por dez anos, até o fim da Segunda Guerra Mundial, nossos irmãos trabalharam clandestinamente. Durante esse terrível tempo de angústia, muitos de nossos irmãos tiveram de enfrentar prisão e até morte.

A provação veio também sobre a Igreja ASD, porém eles encontraram solução fácil que nosso povo não pôde endossar. …

Nesse ponto, a luz por nós recebida através Espírito de Profecia diz:

“Nossos irmãos não podem esperar a aprovação de Deus enquanto põem seus filhos onde lhes seja impossível obedecer ao quarto mandamento. Devem esforçar-se para fazer com as autoridades arranjos pelos quais as crianças sejam dispensadas das aulas no sétimo dia. Falhando isso, é evidente o seu dever — obedecer aos mandamentos de Deus, custe o que custar.” —Historical Sketches of the Foreign Missions of the SDA (Esboços Históricos das Missões Estrangeiras dos Adventistas do Sétimo Dia), pág. 216.

Quando a opressão religiosa na Alemanha alcançou o clímax, Deus interveio em favor de Seu povo. Após quase dez anos de proscrição e perseguição, nossos irmãos alemães ficaram gratos a Deus pelo fim da oposição em 1945 e pelo fato de poderem de novo respirar livremente e reunir-se em paz. Suas primeiras reuniões distritais, após a Segunda Guerra Mundial, foram realizadas em Solingen (14-15 de setembro de 1945) e em Esslingen (26-28 de outubro de 1945).

No periódico Der Adventruf (O Chamado do Advento) de dezembro de 1946, primeira edição, relataram:

[213]

“Durante a guerra as experiências dos irmãos, de acordo com os seus testemunhos, mostram que o Senhor guiou Seu povo de maneira maravilhosa através de tempos trabalhosos. Tribulação, encarceramento e perseguição aproximaram os irmãos ainda mais uns dos outros. Louvamos nosso Senhor e Salvador por esse grande auxílio. …

“Dez anos de opressão e perseguição ficaram para trás. O Senhor não consentiu em que Seu povo fosse aniquilado. … Muitos irmãos perderam a vida por causa de sua fé: irmãos Hanselmann, Schmidt, Zrenner, Brugger, Blasi e muitos outros dos quais não fomos informados. Sabemos apenas que permaneceram fiéis até a morte. Muitos, irmãos e irmãs, jovens e velhos, tiveram de sofrer em campos de concentração, prisões e penitenciárias, onde padeceram torturas em mãos de carrascos.”

Que terrível dia será aquele em que os homens forem chamados a prestar contas do sangue inocente que derramaram! — Copiado do livro A História dos Adventistas do Sétimo Dia — Movimento de Reforma, págs. 209-213.
FONTE: http://www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_reforma2.htm

O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 2

O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 3

Dados foram levantados pelo Coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa na Itália, sociólogo Máximo Introvigne, que fez uma alerta mundial sobre o caso
cristao+perseguição+islamismo
Cristã paquistanesa chora morte de marido. Foto: faithfreedom.com

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

O sociólogo explicou que existem muitas zonas de perigo para os cristãos em todo o mundo, porém identificou como as três principais: “os países com forte presença de fundamentalismo islâmico, como a Nigéria, Somália, Mali, Paquistão e algumas regiões do Egito; os países onde ainda existem regimes totalitários de tendência comunista, como Coreia do Norte; e aquelas regiões onde existem nacionalismos étnicos, como o Estado de Orissa, na Índia”.

Segundo a organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), os cristãos constituem atualmente o grupo religioso mais perseguido e discriminado do mundo. Um estudo recente revelou que 75% dos atentados contra a liberdade religiosa tem como alvo cristãos. O estudo também revela que houve progressos em matéria de liberdade religiosa no Sudão do Sul, Cuba e Mianmar.

A Arábia Saudita, a Coreia do Norte e Paquistão representam os países onde a liberdade religiosa é mais ameaçada. Mas também na China, Tunísia, Líbia, Egito e Nigéria a liberdade religiosa é severamente limitada. No Egito, os cristãos cooptas, que representam 10% da população, tiveram diversas igrejas atacadas nos últimos meses. Na Nigéria a situação é ainda pior, com ataques a igrejas e assassinatos de sacerdotes e fiéis.

A Corte de Justiça Europeia decidiu que a perseguição religiosa é motivo suficiente para uma pessoa solicitar e obter direito a asilo. Além disto, confirmou que existe o direito de viver e praticar a própria religião, um dos direitos fundamentais da pessoa humana. Isto foi reconhecido no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos .

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação de repercussão mundial não chegam a noticiar.

O Brasil é livre para adorar a Deus e muitos não dão o valor devido a essa liberdade.

Com informações da Radio Vaticano/MT Agora/ Canção Nova

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2013/01/um-cristao-morto-cada-5-minutos-em-2012.html#ixzz2JESQ76W1
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capa convite

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Lendo o convite de formatura da turma 2012.2 de Enfermagem da Faculdade Adventista da Bahia, FADBA, logo na página dos agradecimentos ficamos intrigados ao ler o tópico alusivo aos AUSENTES.
A princípio pensamos que a turma estava expressando seus agradecimentos aos colegas de turma ausentes que começaram mas não puderam concluir e estar no momento da formatura em razão de terem desistido ou não terem podido pagar as significativas mensalidades, ou aos pais e amigos chegados ausentes em razão da distância em que moravam ou de dificuldades financeiras para prestigiarem a formatura solene.
Entretanto, ao chegar ao final do texto (ver a seguir) percebemos que a turma estava a agradecer e a falar com seus entes queridos mortos. ESPIRITISMO EXPLÍCITO EM CONVITE DE FORMATURA DE FACULDADE ADVENTISTA4

Pesquisadores implantam gene resistente ao HIV no DNA da proteína que funciona como porta de entrada do vírus nas células do sistema imunológico; resultado traz esperança do surgimento de uma terapia genética contra o vírus da aids

Por meio de manipulações genéticas, cientistas conseguiram desenvolver em laboratório células do sistema imunológico resistentes ao vírus HIV. No futuro, se a eficácia da terapia genética for confirmada em testes clínicos, ela pode vir a substituir o coquetel. A estratégia envolve a inserção de genes resistentes ao vírus nas células que são o alvo do HIV, chamadas linfócitos T.

A descoberta, de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, foi publicada esta semana na revista Molecular Therapy, do grupo Nature. “Nós inativamos um dos receptores que oHIVusa para obter acesso à célula e acrescentamos novos genes para proteger contra o vírus, de forma a termos várias camadas de proteção, o que chamamos de “empilhamento””, diz o pesquisador Matthew Porteus, principal autor do estudo.

O vírus entra nos linfócitos T utilizando como porta dois tipos de proteína que ficam na superfície da célula, conhecidas como CCR5 e CXCR4. Sem esses receptores, o vírus não é capaz de entrar. Os pesquisadores quebraram a seqüência de DNA do receptor CCR5 e íá inseriram três genes conhecidos por conferirem resistência ao vírus da aids.

Depois desse verdadeiro trabalho de “recorta e cola” genético, a entrada do vírus na célula é bloqueada, o que o impediria de destruir o sistema imunológico do paciente. Os pesquisadores observam que a terapia não teria a capacidade de curar a infecção, mas sim de reproduzir o efeito do tratamento com o coquetel, com mais eficácia e menos efeitos colaterais.

A busca por uma terapia genética contra o HIV é algo que os cientistas buscam há mais de 20 anos, desde que a existência dos receptores do vírus foi descoberta, de acordo com o infectologista Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Ele explica que vários grupos procuram uma forma eficaz de bloquear o receptor CCR5, pois se constatou que sua inativação não compromete outras funções do organismo. “Uma pessoa que não tem CCR5 não morre, pois outras proteínas substituem seu papel; não existe um comprometimento significativo da saúde”, diz Kallás, que acrescenta que uma classe de drogas anti-HIV em uso atualmente tem justamente esse princípio.

Paciente de Berlim. Mas o que realmente acendeu a esperança pelo sucesso de uma terapia genética contra o HIV foi o caso do paciente Timothy Ray Brown, americano diagnosticado com HIV em 1995. Enquanto se tratava da infecção, Brown – que vivia em Berlim – desenvolveu leucemia. Seu oncologista encontrou | um doador de medula óssea que possuía uma mutação genética que naturalmente protege seu portador contra o vírus.

“Depois que se encerrou o tratamento, ele teve a grata surpresa de ver que, além de ter conseguido curar a leucemia, o vírus não era mais detectado. Ele é considerado como o único caso de cura do HIV”, conta Kallás. A partir desse evento, Brown ficou conhecido mundialmente como o “paciente de Berlim”. Seu caso abriu as portas para a ideia antiga que se tinha de modificar a genética do paciente para tentar reproduzir os efeitos dessa mutação protetora.

Segundo o médico Olavo Henrique Munhoz Leite, coordenador da Unidade de Referência em Doenças Infecciosas Preveníveis da Faculdade de Medicina do ABC, ainda não se sabe exatamente o que permitiu a cura de Brown. “Será que deu certo porque o doador da medula era um indivíduo que tinha a mutação? Se começássemos apegar os indivíduos e fizéssemos o mesmo procedimento, os resultados seriam os mesmos? O provável é que uma somatória de fatores tenha permitido a cura.”

Não é possível reproduzir a estratégia que curou o paciente de Berlim porque o transplante de medula envolve muitos riscos.” Além disso, a mutação protetora é muito rara para ser encontrada em doadores de medula.

A existência da mutação Delta 32 na proteína CCR5, que protege contra o HIV, foi descoberta em 1996. Segundo Kallás, estudos mostram que ela surgiu provavelmente há cerca de 500 anos no norte da Europa. “A teoria é que a peste negra também poupava as pessoas que tinham essa mutação”, diz. Ela está presente em 1% da população europeia.

(Mariana Lenharo – O Estado de São Paulo)
Publicado no Jornal da Ciência (JC E-Mail), Edição 4652 – Notícias de C&T – Serviço da SBPC

Igrejas Adventistas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas às Vítimas do Nazismo
Frauke Brauns

Bielefeld, Alemanha (ENI). Líderes de Igrejas Adventistas do Sétimo dia na Alemanha e Áustria, 60 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial declararam que eles “lamentam” em profundo pesar pela participação ou apoio a atividades Nazistas.

“A declaração originalmente publicada antes de 8 de maio foi traduzida agora para o inglês e foi enviada às igrejas adventistas nos Estados Unidos”, segundo Holger Teubert, porta-voz da igreja no sul da Alemanha, através de Notícias Ecumênicas Internacionais.

As igrejas adventistas no EUA enviaram cópias da declaração a Yad Vashem, a Autoridade de Recordação dos Heróis e Mártires do Holocausto em Israel.

Teubert afirmou que a declaração se desculpa a judeus alemães e a membros das igrejas adventistas de origem judaica que foram excluídos das congregações durante os 12 anos do regime Nazista, de 1933 a 1945. Comenta que seis milhões de judeus foram exterminados durante aquele período e milhões de outros também foram perseguidos.

A declaração indica que a igreja adventista de hoje “confessa isso honestamente que, por nossa falha, ficamos culpados perante o povo judeu, para com todas as pessoas perseguidas e todos que sofreram durante a guerra e também perante os Adventistas em outros países. Para isto nós humildemente perguntamos a Deus e aos sobreviventes se podem nos perdoar.”

Teubert afirmou: “Nós compreendemos não ter nenhum direito de condenar nossos antepassados”. Mas a declaração marca o fim de um processo longo dos Adventistas alemães que examina o que aconteceu durante a era do regime Nazista.

“Nós não seguimos suficientemente nossas fileiras que corajosamente ofereceram resistência e não se curvaram ao ditatorialismo Nazista, nem cooperaram com ele”, afirma a declaração. Tinha havido umas tentativas anteriores em fazer tais afirmações, principalmente por membros individuais da igreja e confissões anteriores feitas em 1988 no 50º aniversário de 9 novembro, “Kristallnacht” ou a “noite de vidro quebrado”, de um massacre imoral organizado contra os judeus naquela noite em 1938 por toda a Alemanha e Áustria.

http://www.eni.ch/articles/display.shtml?05-0645

Europa: Igrejas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas Por Ações Durante Holocausto

August 16, 2005 Hannover, Germany …. [Mark A. Kellner/ANN Staff]

Os adventistas do sétimo dia na Alemanha e Áustria recentemente pediram desculpas por qualquer participação nas atividades nazistas, ou em apoio a elas, durante a guerra. A foto é de um cartão de identidade de um adventista de origem judaica que foi eliminado do rol de membros da Igreja na Alemanha Max-Israel Munk, quando os nazistas deram ordem para se fazer tais exclusões. Após sobreviver a prisão em dois campos de concentração, Munk retornou para casa após a guerra e solicitou reintegração como membro, o que lhe foi concedido. [Foto: AdventEcho magazine, Germany]
Em função do 60o. aniversário do fim da II Guerra Mundial, os líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Alemanha e Áustria emitiram uma declaração expressando que “lamentam profundamente” qualquer participação em atividades nazistas, ou em seu apoio, durante a guerra. As entidades da Igreja “honestamente confessam” a falha “em seguir a Nosso Senhor” por não protegerem os judeus, e outros, do genocídio daquela época, amplamente conhecida como o Holocausto. Milhões de pessoas pereceram de atrocidades da guerra, inclusive mais de seis milhões de judeus que foram exterminados em perseguições nazistas durante o período de 12 anos, entre 1933 e 1945.

A declaração foi inicialmente publicada na edição de maio de 2005 de “AdventEcho”, uma revista denominacional em língua alemã, e também aparecerá em outras publicações alemãs, declarou o Pastor Günther Machel, presidente da Igreja Adventista alemã e um dos três signatários da declaração.

Uma cópia da declaração foi fornecida a Yad Vashem, autoridade do Memorial de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto em Israel, acrescentou o Dr. Rolf Pöhler, ex-presidente da área eclesiástica do Norte Alemã, que atua presentemente como consultor teológico, e estava envolvido com a redação da declaração.

“Profundamente lamentamos que o caráter da ditadura Nacional Socialista não havia sido percebida em tempo e de modo suficientemente claro, e a natureza contrária a Deus da ideologia [nazista] não havia sido devidamente identificada”, afirma a declaração. A Igreja declara que também lamenta “que em algumas de nossas publicações . . . se encontraram artigos glorificando Adolf Hitler e concordando com a ideologia do anti-semitismo numa forma que é incrível para a perspectiva atual”.

Os dirigentes da Igreja também expressaram pesar de que “nossos povos se tornaram associados com o fanatismo racial destruidor de vidas e liberdade de 6 milhões de judeus e representantes de minorias por toda a Europa”, e que “muitos adventistas do sétimo dia não compartilharam das necessidades e sofrimentos de seus concidadãos judaicos”.

Motivo de extremo pesar, indica a declaração, foi que as congregações alemãs e austríacas adventistas “excluíram, alienaram e deixaram [membros da Igreja que eram] . . . de origem judaica entregues a sua própria sorte de modo que terminaram enfrentando prisão, exílio ou morte”.

Sob vários decretos raciais, algumas congregações adventistas expulsaram membros de origem judaica. Um deles, Max-Israel Munk, foi colocado em dois campos de concentração pelos nazistas mas sobreviveu e retornou a sua igreja após a guerra. Ele disse que não desejava tratar a sua congregação do modo em que foi tratado, segundo o Dr. Daniel Heinz, um arquivista da Igreja da Universidade Friedensau que estudou as atividades adventistas durante a era do Nacional Socialismo.

Juntamente com o Pastor Machel, os outros líderes que assinaram a declaração foram os pastores Klaus-Jurgen van Treeck, presidente da Igreja para o Norte da Alemanha, e Herbert Brugger, presidente da Igreja Adventista na Áustria. Pöhler e Johannes Hartlapp, historiador da Igreja em Friedensau, redigiu o rascunho em que se baseou a declaração. Todas as três áreas geográficas denominacionais votaram aprovar o texto, esclareceu Pöhler.

Na declaração, os três asseguram que “a obediência que devemos às autoridades estatais não conduzem a renegar convicções e valores bíblicos”. Eles disseram que embora somente Deus possa julgar as ações de gerações anteriores, “em nosso tempo, contudo, desejamos assumir uma decidida posição pelo direito e justiça–para com todas as pessoas”.

Brugger, numa entrevista telefônica, disse que “os membros de nossa Igreja realmente apreciaram a publicação desse documento”.

Ele indicou que foi algo que os membros mais jovens da Igreja “apreciaram muito”. Nenhuma indicação de reação da comunidade judaica da Áustria havido sido recebida, mas Brugger disse que a Igreja Adventista não é tão bem conhecida na Áustria como o são outros movimentos.

Indagado como uma Igreja que considera a observância do sábado como uma de suas crenças centrais poderia se esquecer dos judeus observadores do sábado durante um tempo de perseguição, Brugger sugeriu que aquela era uma questão política, não teológica, considerações que podem ter levado à estratégia.

Durante a I Guerra Mundial, uma porção de adventistas alemães afastaram-se da denominação, opondo-se a qualquer serviço militar. Isso levou os nacionais socialistas em 1936 a proibir o chamado “Movimento da Reforma” durante o tempo em que estiveram no poder. Brugger declarou que a preocupação com o fechamento das igrejas adventistas oficiais todas pelos nazistas pode ter pesado sobre os líderes daquela era.

“Creio que durantes aqueles tempos a liderança oficial de nossa Igreja teve medo de perder o controle sobre a Igreja e perder a Igreja porque as autoridades políticas já haviam . . .

[confundido] nossa Igreja com o movimento de Reforma”, ele explicou. “Creio que nossos líderes tiveram medo de perder o reconhecimento oficial de nossa Igreja, assim pode ser que não foram tão fiéis a nossas crenças como teria sido necessário”.

E acrescentou: “Foi algo mais político do que teológico, tenho certeza”.

A principal Igreja Adventista do Sétimo Dia na Alemanha foi também brevemente proibida sob o nazismo, observa Pöhler. Uma rápida reviravolta pelo regime levou a um alívio entre os adventistas, mas também a um nível de cooperação com o governo que não foi salutar.

“Não só mantivemos o silêncio, mas também publicamos coisas que nunca deveríamos ter publicado. Publicamos idéias anti-semíticas que, de nossa própria perspectiva, não eram realmente necessárias”, declarou Pöhler numa entrevista telefônica. “Avançamos muitos passos a mais e publicamos coisas que realmente eram anti-semíticas. . . . Desviamo-nos de nosso caminho para mostrar lealdade ao governo [nacional socialista] da Alemanha.

“Tivemos que reconhecer que uma declaração errada, uma ação por uma pessoa poderia significar que findaria num campo de concentração” comentou Pöhler a respeito daquela era. Essa teria sido “a razão por que excluímos adventistas de origem judaica dentre nossos membros: se uma igreja local não tivesse feito isso, [os nazistas] teriam fechado a igreja, levado o ancião para a prisão e teria significado que a Igreja inteira seria proibida.

Embora alguns adventistas europeus hajam tomado medidas corajosas para proteger judeus, outros agiram desse modo por preocupação com suas famílias e congregações. Seria muito difícil alcançar uma pessoa de origem judaica, explicou Pöhler, mas arriscar as vidas dos membros de uma congregação era uma carga adicional. Tal precaução até se refletiu na nomenclatura usada pelos alemães adventistas”, ele disse.

“Mudamos o nome de Escola Sabatina para ‘Escola Bíblica’– evitando o nome original “por causa de representar um risco”, prosseguiu Pöhler. “Estávamos no perigo de sermos confundidos com os judeus. Ao recusarmos chamá-la de escola sabatina, estabelece-se uma pequena distância entre você e os judeus”, aduziu.

O Dr. Daniel Heinz, diretor dos arquivos da denominação na Universidade Adventista de Friedensau, Alemanha, disse que sua pesquisa revelou casos de adventistas que ajudaram judeus durante a guerra, mas também conduziu à descoberta daqueles que agiram de forma menos honrável.

“Os líderes denominacionais se adaptaram e até adotaram algo da ideologia anti-semítica dos nazistas; em alguns casos, fizeram mais do que o necessário para agradar as autoridades [nazistas]. Isto é algo que realmente nos parece estranho”, declarou Heinz.

Ao mesmo tempo, ele disse, “sei que muitos membros adventistas, pessoas comuns, ajudaram os judeus, mas nunca falaram a respeito”.

Resistência às políticas nazistas, bem como a compassiva e brava resposta de muitos cristãos, entre eles adventistas do sétimo dia, para proteger vidas daqueles que estavam sob perseguição dos nazistas, têm sido documentada por toda a Europa, inclusive Polônia, Hungria, Holanda e Dinamarca, entre outros países.

“Encontro alguns relatos muito impressionantes de adventistas que ajudaram judeus no Terceiro Reich, arriscando suas vidas, e também encontro o oposto”, declarou Heinz. Entre outros membros da Igreja, uma família adventista da Letônia acolheu um homem judeu, escondeu-o durante a guerra, e este sobreviveu. O refugiado tornou-se um crente adventista e um pastor da Igreja após o fim da guerra.

Segundo o Pastor Machel, “sessenta anos após a II Guerra Mundial é tarde–mas vemos isto como a última chance para uma declaração”.

Tinha havido tentativas anteriores de fazer tais declarações, conquanto isso fosse em grande medida ignorado ou abafado por líderes eclesiásticos que haviam vivido na era nazista e desejavam evitar que a Igreja agisse como “juiz” daqueles que viveram antes. Contudo, em 1988, no 50o. aniversário da “Kristallnacht”, ou noite dos vidros quebrados, em 9 de novembro, quando gangues inspiradas pelos nazistas espatifaram as vitrines de comerciantes judeus e violaram sinagogas, a então Igreja Adventista da Alemanha Oriental emitiu uma declaração em sua pequena revista. Em 1989, durante as celebrações do centenário da Igreja Adventista em Hamburgo, o Pastor Erwin Kilian, presidente da Igreja Adventista do norte da Alemanha, referiu-se àquele “negro período” em seu discurso e ofereceu um pedido de perdão de sua iniciativa. Uma breve declaração adicional foi feita em 1995, quando do 50o. aniversário do fim da guerra.

Os jovens adventistas reagiram positivamente às expressões de preocupação e contrição da declaração. Dois adventistas berlinenses disseram terem apreciado a declaração.

“Revelar humildemente nossos pecados e falhas é a coisa mais importante que Deus deseja que façamos”, declarou Sara Gehler, de 25 anos. “E embora 60 anos se tenham passado, penso ter sido necessário que nós, adventistas do sétimo dia, tomemos uma posição quanto à Segunda Guerra Mundial”, aduziu ela. “É nosso dever como cristãos proteger e ajudar aqueles que são fracos, desajudados e em necessidade”.

Julian Müller, de 26 anos, acrescentou: “Penso ser nossa responsabilidade como Igreja confessar nossos erros e não ocultá-los, especialmente quando vidas humanas estão em jogo. . . . Minha esperança é que pelos erros e falhas de nossa igreja, que se passaram desde então, não se esperemos outros 60 anos para adquirirmos coragem de pedir perdão”.

A reação de membros da Igreja na região sul da Alemanha, que inclui cidades como Munique e Nurembergue, onde os nacionais socialistas adquiriram grande força, foi “muito positiva”, disse o Pastor Machel. “Alguns haviam realmente esperado por tal medida da parte da liderança denominacional”.

A declaração foi também muito bem acolhida em muitas igrejas adventistas internacionalmente. “Estava esperando por um texto como esse por muito tempo”, declarou o Pastor Richard Elofer, que lidera a obra adventista em Israel. “Eu louvo ao Senhor por tocar os corações de nosso povo na Alemanha e Áustria para produzirem tal declaração”.

E o Dr. John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa para a sede mundial denominacional: “Para aqueles que crêem no amor de Deus para todo membro da família humana, contra qualquer tipo de discriminação tendo por base raça, religião ou gênero, essa declaração, escrita por uma geração que não teve qualquer responsabilidade no Holocausto e na guerra, mas endossa a responsabilidade de seus pais, permanecerá como um marco positivo e grande incentivo”.

Fontes: http://www.adventistas.com/agosto2005/iasd_nazista.htm

http://news.adventist.org/data/2005/07/1124218053/index.html.pt

ou http://news.adventist.org/data/2005/07/1124218053/index.html.en

Leia também: Apoio a Hitler: A Igreja Adventista em Péssima Companhia!

Profundamente lamentável.

Alguns defensores da seita argumentam que esse foi um ato isolado.
Pergunta-se:
1. A liderança da seita na Áustria, Alemanha e de outras partes da Europa que praticaram tal atrocidade – excluir do rol de membros os adventistas judeus, irmãos em plena comunhão com Deus e com a seita – teria praticado esse ato ridículo e inominável sem o consentimento da Conferência Geral nos EUA, sede da seita? Não foi sempre a liderança da iasd ávida por poder, fama e do vil metal, tudo que perece e nenhum valor tem diante da eternidade com Cristo, o manso e humilde e Seu Deus e Pai?
Dos campos de concentração nazista só se saia, com raras exceções, pela chaminé, na forma de fumaça oriunda dos crematórios infames.
2. Há registro de alguma punição emanada da Conferência Geral da iasd aos criminosos líderes europeus, “isentando” a organização do crime de genocídio e da apostasia geral?
3. Não é esse um sinal inequívoco da apostasia em grau elevado da enganosa seita?
O alerta fica, pois é fato conhecido que “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. Karl Marx.
Paulo Augusto da Costa Pinto
Prof. Pleno da UNEB-DTCS www.uneb.br; http://www.aodeusunico.com.br; www.pacostapinto.com.br; Ouça diariamente de 2a a 6a feira às 6:50h , sáb e dom 14h pela Rádio Juazeiro ou veja pela web aos domingos, 14 h www.radiojuazeiro.com.br nosso Programa A VOZ E A VERDADE há 9 anos no ar.

“Em 1933, mesmo ano em que Adolf Hitler foi nomeado novo chanceler da Alemanha , Hitler com sua ideologia nazista lançou uma campanha para aniquilar as Testemunhas de Jeová. No ano de 1935 elas estavam proscritas em toda nação ariana.
Quando Hitler assumiu o poder teria dito em um de seus discursos:
“Esses chamados Fervorosos Estudantes da Bíblia, são perturbadores; … considero-os charlatães, não os tolerarei, por suas arrogantes denúncias aos católicos alemães e ao estado de direito por isso os dissolvo para sempre da Alemanha.”
Depois disto, o estado nazista desencadeou uma das mais bárbaras perseguições contra os cristãos já registrada na história. Milhares de Testemunhas de Jeová na Alemanha, Áustria, Polônia, Tchecoslováquia, Países Baixos e França, dentre outros, foram lançados em campos de concentração”. http://pt.wikipedia.org/wiki/Testemunhas_de_Jeov%C3%A1_e_o_Holocausto
As Testemunhas de Jeová foram assassinadas pelos nazistas nos campos de concentração, mas mantiveram sua fidelidade a Jesus Cristo e a Seu Pai, o Deus único e verdadeiro. Eles diziam: “A Obediência a Jeová e a seu filho Jesus Cristo nos compele a nos abster de qualquer ideologia política, nosso reino já tem um Rei e entronizado”.

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A GAROTA MODERNA E O CAFAJESTE

janeiro 23rd, 2013 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

A MORENA da novela das 21 horas ainda vai passar por terríveis experiências, com a máfia do tráfico de mulheres tentando apagá-la, temendo que ela revele as suas tramas diabólicas… Vou contar a estória de uma jovem, que li numa fábula americana, achei interessante, resolvi traduzir e adaptar à minha própria estória.

Diz a narrativa: Uma linda morena, de olhos e cabelos negros como a asa da graúna, estava sendo seguida por um malandro, que era um traficante de mulheres brancas. Ela conseguiu chegar em casa, sem ser molestada, e fechou a porta. Ela gostava de ter mais de um namorado, comprometendo-se com encontros fortuitos, embora tendo o cuidado de não dar trela para os vagabundos. Ela costumava fazer o seu pretendente acreditar que era o único a merecer sua atenção, até que, um dia, consentiu em entrar no quarto de um deles, para olhar umas fotos, e se deu mal. Tendo alimentado a ilusão de conseguir um bom casamento, a garota foi abusada e nunca mais conseguiu se recuperar.

Esta estória é muito comum na vida das jovens que chegam às grandes cidades, sonhando com um bom casamento e um futuro promissor.
Quando eu cheguei ao RJ, certo dia fui apresentada a um sujeito, num almoço da Cultura Inglesa, na Avenida Graça Aranha (RJ), o qual me convidou para dar um passeio em Santa Teresa, um local ainda deserto, naquele tempo. Eu era inocente e aceitei. Quando chegamos à parte mais alta, o crápula começou a desabotoar a minha blusa. Dei-lhe um tapa na cara e ele falou: “Se não me deixar fazer uns carinhos em você, atiro-a lá em baixo”.

Como não existe cearense burro, fingi que não estava com medo e falei: “Eu avisei à secretária da Cultura Inglesa (Francisca) que ia sair hoje com você. Então, se me acontecer alguma coisa ruim, ela vai saber quem foi o causador”. O sujeito vociferou uma frase que jamais esqueci: “Sua matuta desgraçada. Você só serve mesmo é pra casar!”.

Pois não é que ele acertou em cheio? Alguns meses depois conheci o Schultze, o qual, no mesmo dia, pediu-me em casamento.

Quando fomos apresentados, falamos de música erudita, pois ele era filho de um violinista aposentado da Ópera de Berlim. Ele gostou de mim e logo marcamos um encontro, na calçada em frente ao meu local de trabalho, que era uma firma inglesa. Ali mesmo, ele me convidou para comprar as alianças de compromisso e, em menos de 4 meses, estávamos nos casando, na comunidade alemã do bairro onde ele morava… Assim, eu me tornei uma “senhora do destino”, pois esse bairro fica na Estrada Rio-Petrópolis, onde hoje se localiza a prefeitura de Duque de Caxias.

Uma coisa é certa. Se eu tivesse cedido aos caprichos daquele vigarista a quem fui apresentada na Cultura Inglesa, não teria encontrado um homem bom, que me amou desde o primeiro encontro e me proporcionou 26 anos de felicidade conjugal.

Infelizmente, hoje em dia, as meninas de 13 anos já vão para a cama com o primeiro namorado e não mais se respeitam, achando que isso é liberdade. Quando uma jovem casa, depois de ter passado pela mão de um ou de vários homens, ela não inspira muita confiança ao marido. Daí existirem tantos casos de adultério e divórcio no Ocidente. Nenhum homem gosta de ter uma esposa com um passado. E quando esse passado resultou numa criança sem pai, a coisa fica ainda mais complicada. A mulher ocidental acha que se libertou e que pode fazer de sua vida o que bem desejar.

Que ela tenha a liberdade e a capacidade de trabalhar para se manter, podendo, depois, ajudar o marido nas despesas da casa. Mas a Palavra de Deus condena todo tipo de imoralidade. E qualquer relação sexual fora do casamento é imoralidade, mesmo que os meios de comunicação propalem que isso é muito natural. A Bíblia diz que “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). O pecado da imoralidade gera a desconfiança entre os cônjuges, dificultando, assim, uma relação conjugal perfeita. E, pior ainda, ele gera a morte espiritual, com a eterna separação de Deus.

Em Gálatas 6:7-8-ACF, lemos: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna”.

A garota moderna que não tiver o cuidado de se guardar para o homem que Deus escolheu para ela, terá uma vida conjugal insegura, a qual poderá ser regada com muitas lágrimas de sofrimento.

Mary Schultze, 22/01/2013 – www.marybiblia.com


Não devemos achar que grandes templos repletos de pessoas são evidência clara de que Deus está ali agindo, nem que um punhado de crentes reunidos está sem a presença de Deus e do seu Filho, nem ainda que necessariamente e sempre poucos reunidos são guiados por Deus. Cristo afirmou: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos EM MEU NOME, aí estou EU no meio deles”. Mateus 18:20. “EU”: Cristo, em espírito. Jamais uma trindade ou uma 3a pessoa da santíssima trindade, como ensinam os católicos e os demais que beberam esse vinho adulterado.
Cremos que “em Meu nome” significa muito mais do que mencionar o nome de Cristo. Significa: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”. João 15:14. Leia mais em: http://www.blogfiel.com.br/2013/01/falsos-convertidos-um-produto-de-um-evangelho-deturpado.html