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Se ha preguntado usted si realmente son 2, 3 o 9 dioses los que hay en el cielo? ¿Por qué puede usted preguntarse?

Si cuando uno lee y toma la decisión de decir que “el Espíritu de Dios que se movía sobre la faz de las aguas” (Gn 1:2) era un tercer “dios” llamado Espíritu Santo… Por la misma razón, y porque no hay varias formas de interpretar la Escritura, o se acepta la realidad o la manipulamos y tergiversamos…

En Apocalipsis 4: 5 y 5: 6 nos habla de “siete espíritus de Elohim”… Por la misma lógica los que dicen que son 3, ahora debieran aceptar que son 9 dioses y eso sí que es sorprendente ¿no creen?

Entonces, ¿qué hacemos? La respuesta nos da una aclaración a esta supuesta inquietud… “Y miré y vi en medio del trono y de los cuatro seres vivientes y en medio de los ancianos, estaba en pie un Cordero como inmolado, que tenía siete cuernos y siete ojos, los cuales son los siete espíritus de Elohim enviados por toda la tierra” Ap 5:6

Vemos, pues, que está haciendo referencia al Hijo del Altísimo, al Cordero que fue inmolado…, la misma interpretación que hallamos en La Educación 134, haciendo referencia a Gn 1:2 y que además, sólo aparecen el trono del PADRE y el del CORDERO

Ernesto Farga
www.youtube.com/vozsinfronteras8

Veja até ao fim o vídeo.
Eu quase chorei, junto com o pai de família que foi entrevistado.
Agrotóxicos controlam pragas e doenças em fazendas do mundo inteiro.
Resíduos na água e aumento dos casos de câncer chamam a atenção.

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/08/no-ceara-pesquisa-alerta-para-os-riscos-do-uso-de-agrotoxicos.html

Pelo ar, por terra, em diversas formulações e preparos. Os agrotóxicos fazem parte do pacote tecnológico usado na maioria das propriedades rurais brasileiras. Com o crescimento da agricultura, na última década, a venda desses produtos no país aumentou 190%, situação que vem preocupando os profissionais da saúde.
A Abrasco, Associação Brasileira de Saúde Coletiva, publicou um dossiê que reúne os resultados de diversas pesquisas feitas em várias regiões do Brasil avaliando os efeitos dos agrotóxicos sobre o meio-ambiente e a saúde das pessoas.
O biólogo Fernando Carneiro é professor de saúde coletiva da Universidade de Brasília e membro da Abrasco. Foi ele quem reuniu as informações publicadas no dossiê. “De modo geral, em torno de 30% dos alimentos que o brasileiro consome não estão adequados para consumo humano em relação à questão dos agrotóxicos. Amostras são insatisfatórias ou porque têm agrotóxico não autorizado ou porque têm resíduo em quantidade inadequada”, explica.
O dossiê aponta que 14 agrotóxicos vendidos no Brasil já estão proibidos em outros países porque são suspeitos de causar danos neurológicos, mutação de genes e câncer.
Confira o vídeo com a reportagem completa e conheça uma das pesquisas que fazem parte do dossiê, um trabalho que relaciona o uso de agrotóxicos com a contaminação da água e o aumento do número de casos de câncer.

Veja também:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/08/uso-de-agrotoxicos-traz-problemas-ambientais-e-ja-causou-ate-um-crime.html

ARQUIVOS SECRETOS DA IASD

agosto 26th, 2012 | Posted by Paulo Pinto in Artigos - (0 Comments)

Resultam de pesquisa exaustiva feita por Ennis Meier diretamente no White Center da IASD nos EUA.
A maioria dos membros não conhece esses documentos.

http://arquivoxiasd.com/


http://www.slideshare.net/pioneirosadventistas/arquivo-x-da-iasd?from=new_upload_email

Nesta série de estudos, vamos analisar a doutrina da Trindade de acordo com a Bíblia. Para tanto, vamos saber primeiramente o que diz a doutrina da Trindade. O livro Manual da Igreja, tradução do original inglês Seventh Day Adventist Church Manual, em sua página 9, descreve a doutrina da Trindade da seguinte forma:

“Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas co-eternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. É para sempre digno de culto, adoração e serviço por parte de toda a criação. (Deut. 6:4; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc 14:7.)” – Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 14º edição – 2001, pág. 9.

Analisando a descrição da doutrina da Trindade, vemos que esta apresenta as seguintes premissas:

1 – Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas co-eternas.

Segundo esta afirmação, tanto o “Pai”, quanto o “Filho”, quanto o “Espírito Santo” são Deus, e são eternos. Assim, de acordo com esta afirmação, o Espírito Santo é uma pessoa, é um Deus e é eterno.

2 – Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente.

A continuação do texto afirma que, como o “Pai” o “Filho” e o “Espírito Santo” são Deus, os três são imortais, onipotentes, oniscientes e sempre presentes. Então, segundo esta afirmação, o Espírito Santo é imortal, onipotente, onisciente e sempre presente.

3 – Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação.

Aqui se está afirmando que Deus, ou seja, o “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo” são infinitos e estão além da compreensão humana, mas são conhecidos por meio de sua auto-revelação. O texto não é claro em dizer como se dá esta auto-revelação.

4 – É para sempre digno de culto, adoração e serviço por parte de toda a criação.

O texto termina afirmando que Deus é para sempre digno de culto adoração e serviço por toda a criação. Assim, como a primeira afirmação desta doutrina diz que Deus é composto por três pessoas – o “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo”, esta última afirmação também está colocando o seguinte raciocínio: O “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo” são igualmente dignos de culto, adoração e serviço por toda a criação.

Assim, a doutrina da Trindade faz as seguintes afirmações referentes ao Espírito Santo:

A – O Espírito Santo é uma pessoa;

B – O Espírito Santo é um Deus – onipotente, onisciente e sempre presente;

C – O Espírito Santo é digno de adoração, assim como o Pai e o Filho.

Ao analisarmos estas afirmações, notamos que elas são interdependentes. Observamos também que as afirmações “B” e “C” só podem ser verdadeiras se a afirmação “A” o for, e a afirmação “A” diz que o Espírito Santo é uma pessoa. Isto significa dizer que, se o Espírito Santo não for uma pessoa, ele não pode ser um Deus, e por conseqüência não será digno de receber adoração. Isto porque Deus Pai e Deus filho são pessoas, tendo a semelhança do homem. A Bíblia afirma isso em Gênesis 1:26-27:

“Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”

O homem foi criado a imagem de Deus, e o homem é uma pessoa. Assim, Deus é também uma pessoa, tendo forma semelhante à do homem – um ser com cabeça, tronco, braços e pernas. Portanto, se o Espírito Santo for um Deus, ele deve ser uma pessoa, à semelhança do homem criado, pois Deus criou o homem à Sua imagem. Então, se não conseguirmos provar pela Bíblia que o Espírito Santo é uma pessoa, não poderemos afirmar que é um Deus.

Como a primeira premissa da doutrina da Trindade afirma que o Espírito Santo é uma pessoa, cremos que:

Se não conseguirmos provar pela Bíblia que o Espírito Santo é uma pessoa, então a doutrina da Trindade não possui base bíblica.

Ressaltamos isto porque, como vimos, a Bíblia é a nossa única regra de fé. Então, se a doutrina da Trindade não possuir base bíblica, não poderemos aceitá-la em hipótese alguma. Vamos, portanto, procurar base bíblica sólida que apóie a idéia de que o Espírito Santo é uma pessoa independente de Deus Pai e Deus Filho – Jesus Cristo.

Primeiramente, buscamos uma passagem bíblica que afirme expressamente que o Espírito Santo é uma pessoa. Fizemos uma busca de todas as passagens bíblicas que tratam do Espírito Santo, e não encontramos nenhuma que afirme categoricamente que o Espírito Santo é uma pessoa, ou mesmo que descrevesse o Espírito Santo como sendo uma pessoa.

Quando fomos procurar passagens que definissem a Deus Pai como pessoa, não tivemos dificuldade em encontrar – Daniel 7:9 menciona Deus Pai como sendo o Ancião de Dias:

“Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente.”

Esta passagem informa que Deus Pai, o “Ancião de Dias”, se assentou; tinha vestes brancas; tinha os cabelos da cabeça brancos como a lã. Esta descrição não nos deixa dúvidas de que Deus Pai é uma pessoa. Um número muito maior de textos bíblicos mostra que Jesus Cristo é uma pessoa. Entretanto, para confirmarmos que Jesus Cristo, o Deus Filho, é uma pessoa, basta lermos Apocalipse 1:13-16:

“E, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força.”

O texto bíblico apresenta a Jesus com todos os característicos de uma pessoa, como cabeça, cabelos e pés, não dando margem a qualquer dúvida quanto a Cristo ser uma pessoa ou não. O mesmo não ocorre no tocante ao Espírito Santo. Não existe uma só passagem que o descreva.

Uma vez que não encontramos um texto bíblico que descreva a “pessoa” do Espírito Santo, como encontramos relativo a Deus Pai e a Deus Filho, procuremos então passagens que atribuam característicos de pessoa ao Espírito Santo, e o mencionem como alguém independente de Deus Pai e Deus Filho.

Desde que uma passagem bíblica, entendida dentro do seu contexto, sem contradizer outros textos bíblicos que tratem do mesmo assunto, atribua característicos de pessoa ao Espírito Santo e o apresente como alguém independente de Deus Pai e de Deus Filho, podemos aceitá-la como estando a provar que o Espírito Santo é uma pessoa.

Existem uma série de passagens bíblicas que atribuem característicos de pessoa ao termo “Espírito Santo”. Precisamos então analisar cada uma delas dentro do seu contexto, e compará-las com outras passagens que tratam do mesmo tema para que possamos ter seu correto entendimento. Mas antes de iniciarmos tal análise, vamos procurar compreender o que afirmam duas passagens bíblicas que trazem o termo “Espírito”:

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” – João 4:24

“Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” – II Coríntios 3:17,18

No evangelho de João, vimos a afirmação: Deus é Espírito. E o apóstolo Paulo, em sua segunda carta aos Coríntios afirma: O Senhor é Espírito. Qual é o Espírito ao qual estas passagens se referem? Um outro texto bíblico aclara isto:

“Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.” – I Coríntios 8:6

Paulo afirma expressamente que há um só Deus, o Pai e que há um só Senhor, Jesus Cristo. Sabemos que um texto da Bíblia não pode contradizer outro. Temos então que:

1 – Há um só Deus, o Pai (I Cor. 8:6), que é Espírito (João 4:24);

2 – Há um só Senhor, Jesus Cristo (I Cor. 8:6), que é Espírito (II Cor. 3:17,18).

Portanto, o termo “Espírito” nestes casos, só pode estar sendo usado para designar Deus ou Jesus Cristo. Não podemos negar que tanto DEUS (o Pai) quanto o SENHOR (Jesus Cristo) são santos. Assim, temos base bíblica para entender o termo “Espírito Santo”, como estando correto e apropriado para denominar Deus (o Pai) ou o Senhor (Jesus Cristo).

Se quisermos, portanto, afirmar pela Bíblia que o Espírito Santo é outro que não Deus (o Pai) ou o Senhor (Jesus Cristo), teremos que encontrar um verso bíblico que atribua ao termo “Espírito Santo” características de pessoa, e que claramente mostre que o termo “Espírito Santo” não está se referindo a Deus Pai ou ao Deus Filho (acabamos de ver pela Bíblia que isto é possível).

Tendo como base o que vimos acima, vamos analisar a parir de agora passagens bíblicas que atribuem característicos de pessoa aos termos “Espírito” e “Espírito Santo”.

FONTE: http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_1.htm

Índice

Apresentação
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/apresentacao.htm

Introdução
2 – A promessa do “Consolador”
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_2.htm

3 – O Espírito divide os dons como lhe apraz
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_3.htm

4 – O Espírito “geme e intercede”
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_4.htm

5 – O Espírito Santo perscruta as profundezas de Deus e ensina
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_5.htm

6 – O “Espírito” se entristece
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_6.htm

7 – O “Espírito” fala e dirige a igreja
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_7.htm

8 – Espírito dos profetas
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_8.htm

9 – A fórmula batismal
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_9.htm

10 – A comunhão (II Coríntios 13:13)
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_10.htm

11 – A “santificação do Espírito”
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_11.htm

12 – O pecado contra o Espírito Santo
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_11.htm

13 – O Espírito Santo e o ministério dos anjos
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/capitulo_13.htm

Reflexão final
http://www.adventistas.com/trindade/livro_online/conclusao.htm

Perguntado por um participante de fórum na web sobre “Qual foi a sua decepção na IASD? Sempre tem uma…”

Respondi:
Para ser atencioso e tirar suas dúvidas, como é dever de todo Cristão, segue um breve histórico.

Na IASD não tinha liberdade de pensar ou de expressar outro entendimento diferente das doutrianas da IASD. Certos conceitos e doutrinas estabelecidos que estudando melhor, passei a discordar, como por exemplo:

– O Selo de Deus para os Cristãos ser o sábado;
– Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo ser um resumdo dos dez mandamentos;
– Jesus ter ficado no santo até 1844, quando passou para o Santissimo(Heresia do Juízo investigativo)
– Plágios de EGW;
– Discordei certa vez, quando disserem que Simão havia induzido Maria Madalena à prostituição, dizendo que aquilo não estava na bíblia e fazer tal acusação era falso testemunho; me disseram está na bíblia, e prometeram me mostrar o texto, contudo vieram com paragrafos do livro O Desejado Todas as Nações, como se tivesse o mesmo valor que a bíblia;
– O Decreto dominical é extra bíblico, sendo uma heresia;
– Doutrinas de demônios e de espíritos enganadores de I Tim 4: 1 a 5 (Regras de alimentação e orientação a não se casar – enquadra EGW);
– As 2300 tardes e manhãs, cumpriram-se ainda na época do velho testemento, na época dos macabeus, com ANTÍOCO EPIFANES ( que profanou o santuário e implantou novas leis em Irael, jogando por terra a verdade e obrigando os filhos de Israel a sacrificarem à ídolos, mundando também suas leis e costumes), mas veio JUDAS MACABEU que fez reconstrução, PURIFICAÇÃO E RECONSAGRAÇÃO DO VERDADEIRO TEMPLO DE DEUS EM ISRAEL, ao final do tempo determinado – (outro erro doutrinário da iasd);
– Considerarem-se os substitutos de Israel, sendo consequententemente O Israel de Hoje, ou seja, o Israel Espiritual(Outra Heresia);
– Começaram a dizer que eu era joio, a me demonizar e satanizar por discordar destes pontos e outros;
– Comecei a estudar a outra face da IASD e de EGW e como as fontes foram extra oficiais, percebi que não era interesse da Organização divulgar a verdade sobre EGW, plágios e suposto vegetarianimo da Mesma; ou seja, fui decobrindo hipocrisia, erros, enganos, heresias e até mentiras e preferi não continuar sendo conivente com tais fatos;
– É decepcionante descobrir de outras fontes que a Organização engana milhões de pessoas ao redor do mundo;
– Se Você questionar a inspiração de EGW ou qualquer doutrina da IASD, passa imediatamente a ser discriminado, hostilizado e demonizado;
– Pecado não é só transgressão dos dez mandamentos, veja tiago 2:9 (Fazer acepção de pessoas também é) ; Pecado é transgressão da Lei e não só dos dez mandamentos;
– Os ASD não sabem a diferença entre LEI, TODA LEI e MANDAMENTOS. Esta confusão que fazem, passou a me incomodar quando passei a estudar melhor este assunto;
etc;
etc.

Passei a estudar melhor a história real da IASD e de EGW, me inteirando bem sobre o assunto.

Consequentemente,

Certo dia me veio uma clareza muito grande, pois eu deveria ouvir a Voz do Espírito Santo que fala a cada um de nós, pois caso contrário estaria indo contra Deus, pois Ele estava me mostrando a verdade e eu estava demorando e me machucando, fechando os meus ouvidos ao clamor direto do Espírito de Deus.

Pedi a retirada do meu nome do Rol de membros da IASD em 2008, pois o ambiente ASD, havia se tornado decepcionante e hostil para mim, ou seja, nada mais restava de producente na minha vida cristã dentro da IASD; pois depois de descobrir tudo, notei e senti na pelee como são tratados àqueles que ousam questionar alguns pontos de doutrinas que julgam errados.

Não sou agressivo nos meus posicionamentos, podes conferir minha franqueza, no blog:
http://cristaoslivres-francisco.blogspot.com.br

http://cristaoslivres-francisco.blogspot.com.br/p/minhas-materias.html
Veja também:

UMA MENSAGEM URGENTE DE DEUS PARA A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA
http://cristaoslivres-francisco.blogspot.com.br/2011/02/uma-mensagem-urgente-de-deus-pra-igreja_04.html
Cordialmente no amor Cristão!
Alberto

NOTA: ESCLARECEMOS QUE NÓS BEREANOS CREMOS QUE O SÁBADO É O SANTO DIA DO SENHOR, ESTABELECIDO POR DEUS DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO COMO O DIA ESPECIAL DE DESCANSO DO SEU POVO, CONFORME ESTÁ NO DECÁLOGO (ÊXODO 20).
PAULO AUGUSTO DA COSTA PINTO

OLÁ, DE 7 A 9 DE SETEMBRO ESTAREMOS REALIZANDO O NOSSO VI CONGRESSO BEREANO, NO COLÉGIO PAULO VI, LOCALIZADO NA RUA DO JAPÃO, BAIRRO MARIA GORETE, EM JUAZEIRO, BA, POR TRÁS DO CANTEIRO DE OBRAS, CONFORME MAPA MOSTRADO EM:
https://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&q=COL%C3%89GIO+PAULO+VI+JUAZEIRO&ie=UTF-8

VEJA IMAGENS DAS DUAS CIDADES EM:
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=345918

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=345927

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=317992

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=327685

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=280134

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=353501

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=353561

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=357485

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=356653

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=365039

O TEMA SERÁ RENOVADOS PELA VERDADE E O ORADOR CHALEGRE FILHO, EX-COMUNICADOR DA RÁDIO NOVO TEMPO DE VITÓRIA NO ESPÍRITO SANTO (VEJA SEU CONVITE PESSOAL EM http://www.aodeusunico.com.br.
O CONGRESSO SERÁ UMA FESTA ESPIRITUAL AO SENHOR, MOMENTO SOLENE PARA RECONSAGRAÇÃO DE NOSSAS VIDAS AO DEUS ÚNICO E VERDADEIRO E AO SEU DIVINO FILHO E NOSSO SALVADOR E DE EVANGELISMO PRÁTICO A TODOS QUANTOS PRECISEM DE UM SALVADOR QUERIDO QUE ESTÁ VOLTANDO, JESUS CRISTO.
O CONGRESSO RESSALTARÁ A IMPORTÂNCIA DA VERDADEIRA ADORAÇÃO PARA O SOERGUIMENTO DE UMA SOCIEDADE QUE SE DESTROÇA CADA VEZ MAIS, CUMPRINDO A PROFECIA, NOS DIAS QUE ANTECEDEM A BREVE VOLTA DE CRISTO.
A CIDADE, EMBORA CHEIA DE IGREJAS, MUITAS DELAS TENDO VIRADO FRANQUIAS ALTAMENTE LUCRATIVAS, CARECE DE UM ENVOLVIMENTO REAL COM O DEUS ÚNICO E SEU DIVINO FILHO.
CREMOS QUE A MAIOR NECESSIDADE DO HOMEM E DA MULHER NÃO É DE IGREJAS OU DE TEMPLOS, MAS DO CRISTO VIVO EM NÓS, SEM EXPLORAÇÕES, VOLTANDO ÀS ORIGENS DO CRISTIANISMO ASSINADO COM O SANGUE PRECIOSO DE CRISTO E DE MILHARES DE FIÉIS NO MUNDO INTEIRO.
O EVENTO, COMO DE COSTUME, SERÁ TRANSMITIDO VIA WEB PARA TODO O MUNDO, SOBRETUDO PARA OS AMADOS E AMADAS QUE MORAM EM LUGARES MUITO DISTANTES.
OS QUE MORAM NUM RAIO DE 500 OU 1000 km DE JUAZEIRO-PETROLINA E DESEJAREM ESTAR CONOSCO, NOS PROCUREM, ESCREVENDO PARA avozeaverdade@gmail.com E PROVIDENCIAREMOS HOSPEDAGEM EM NOSSAS CASAS OU EM HOSPEDAGENS DE PREÇO ACESSÍVEL.
LOGO O AMADO IRMÃO MAX DIVULGARÁ O LINK DA WEB QUE PERMITIRÁ ASSISTIR AO CONGRESSO DE QUALQUER PARTE DO PLANETA.
ORE PELO ÊXITO PLENO DO CONGRESSO, AJUDE COM SUAS OFERTAS VOLUNTÁRIAS E PARTICIPE DESSE ESFORÇO ESPIRITUAL.
MARANATA

Varsóvia, na Polónia … [ANN]

“A Igreja Adventista do Sétimo Dia não pode ser tratada como um” novo movimento religioso “, ou como uma seita”, declara um comunicado conjunto elaborado pela Igreja Católica Romana e da Igreja Adventista na Polônia.


Sede Adventista em Varsóvia Polônia
Reconhecer uns aos outros a autonomia e independência, o documento foi emitido após 15 anos de diálogo com vista a uma melhor compreensão dos ensinamentos e prática da Igreja Católica e as Igrejas Adventista, bem como melhorar as relações, sem comprometer a identidade do outro.

O documento cita o fato de que “as relações entre católicos e adventistas não ter sido melhor no passado.” A declaração foi assinada por representantes das Igrejas, incluindo Pastor Wladyslaw Polok, presidente da Igreja Adventista na Polônia, e Alfons Nossol arcebispo, presidente da Comissão do Episcopado polonês para Assuntos Ecumênicos.

“Com pesar reconhecemos casos quando a diferentes círculos religiosos e cívicos têm negado o status eclesiástico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mesmo se referindo a ele como uma” seita “. Tal abordagem é inaceitável e, acreditamos, é altamente prejudicial para as relações mútuas “, afirma o documento.

“Este documento afirma a liberdade religiosa. Estamos considerando-o como um desenvolvimento importante não só para a nossa Igreja na Polônia. As minorias religiosas são muitas vezes considerados como menos do que o que eles estão “, disse Pastor Polok.

A declaração reconhece que, embora as Igrejas podem se referir a semelhanças, eles também vêem diferença entre uns dos outros “doutrina prática, e as políticas da igreja.” No entanto, ambos os lados afirmam a necessidade de cultivar o respeito pelo outro e aprender a entender uns aos outros. O diálogo foi “conduzido com base na parceria, o cuidado de manter uma identidade completa de ambos os lados, bem como a sua autonomia e independência, no espírito de respeito mútuo e amor cristão, e em reconhecimento dos ideais de tolerância e liberdade religiosa . ”

“Esta é uma virada de eventos importantes para a nossa Igreja”, diz o professor Zachariasz Lyko, que por muitos anos foi responsável pelos assuntos públicos da Igreja Adventista do polaco. “Este desenvolvimento não é um resultado de críticas, ataques públicos ou confronto, mas a bondade cristã para o outro eo respeito pela dignidade da pessoa humana”.

“Muitos de nós pode lembrar de como temos sido rotulados com nomes diferentes. Temos sido mal compreendida e muitas vezes ridicularizados. Quanto a nós, que queríamos sentar junto e reconhecer que o amor cristão exige um tipo diferente de relação na sociedade nós somos uma parte. Como adventistas do sétimo dia, procuramos fazer uma abordagem positiva para outras religiões. Temos afirmado isso publicamente e este documento afirma nossa attiutude “, acrescentou.

O documento não trata de questões doutrinárias e teológicas. Durante os anos de reuniões, ambos os lados apresentaram seus pontos de vista teológicos e posições doutrinárias no interesse do melhor entendimento entre ambas as confissões. “Nossa Igreja reconhece que esse diálogo não pode ser um diálogo de compromisso, mas um espírito de cooperação e de entendimento comum”, explicou Lyko. “Nós estamos fazendo nada diferente, exceto o que os pioneiros de nossa Igreja apoiada e defendida. É sempre melhor se engajar em uma conversa respeitosa do que em um confronto que muitas vezes impede alcançar as mudanças desejadas “, disse ele.

Lyko comentou que “como Igreja, o nosso lado não estava interessado em comprometer qualquer uma de nossas crenças fundamentais.”

“Ao longo dos anos, porém, como a troca de informações entre nós aconteceu, observamos muitas semelhanças confessional, mas também diferenças. O lado católico reconhece no documento o caráter cristocêntrico de nossas crenças, e especialmente nossa crença na Trindade, assim como a identidade eclesiológica da Igreja, um status afirmado por um ato do Parlamento polaco. De nossa parte, falamos de uma necessidade de mudar atitudes em relação à nossa denominação e reconheceu a abertura da Igreja Católica, especialmente nos últimos tempos, em relação à Bíblia “, explicou Lyko. [Ray Dabrowski]

http://news.adventist.org/archive/articles/2000/02/15/adventist-church-cannot-be-treated-as-a-sect-say-adventists-and-catholics-i

VEJA AGORA O SITE DO VATICANO CONFIRMANDO O ACORDO DE 2000 E, NO FINAL DETERMINANDO O MUTIRÃO DE NATAL QUE A IASD PASSOU A FAZER (FEZ ISSO ANTES DO PACTO? O NATAL QUE ESTÁ AÍ É PAGÃO, COMEMORA O SOL INVICTO ADORADO PELOS PAGÃOS, SEMÍRAMIS, NINRODE,… NADA TEM A VER COM O NASCIMENTO DO FILHO DE DEUS. E A IASD ENTROU NESSA TAMBÉM). CONFIRA TUDO:
ZP06060912 – 09-06-2006
Permalink: http://www.zenit.org/article-11546?l=portuguese
DISCURSO DO PAPA A REPRESENTANTES ECUMÊNICOS DOS BISPOS DA POLÔNIA E DE OUTRAS RELIGIÕES

Pronunciado no dia 25 de maio em sua visita à nação de Karol Wojtyla

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 9 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos o discurso de Bento XVI aos representantes do Conselho Ecumênico da Conferência Episcopal Polonesa e de outras religiões, pronunciado no dia 25 de maio de 2006, em Varsóvia, na Igreja Luterana da Santíssima Trindade.

* * *

Queridos irmãos e irmãs em Cristo!

“Graça e paz da parte daquele que é, que era e que há-de vir, da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono e da parte de Jesus Cristo, a Testemunha fiel, o Primeiro vencedor da morte e o Soberano dos reis da terra” (Ap 1, 4-5).

Com as palavras do Livro do Apocalipse, com as quais São João saúda as sete Igrejas da Ásia, desejo dirigir a minha calorosa saudação a todos os que estão aqui presentes, antes de tudo aos representantes das Igrejas e das Comunidades Eclesiais associadas no Conselho Ecuménico Polaco. Agradeço ao Arcebispo Jeremiasz da Igreja Ortodoxa Autocéfala a saudação e as palavras de união espiritual que me dirigiu há pouco. Saúdo o Arcebispo Alfons Nossol, Presidente do Conselho Ecuménico da Conferência Episcopal Polaca.

UNE-NOS HOJE AQUI o desejo de nos encontrarmos para, na oração comum, prestar honra e glória a Nosso Senhor Jesus Cristo: “Àquele que nos ama e nos purificou dos nossos pecados com o seu sangue, e fez de nós um reino, sacerdotes para Deus e Seu Pai” (Ap 1, 5-6). Estamos gratos a nosso Senhor, porque nos reúne, nos concede o seu Espírito e nos permite além do que ainda nos separa de invocar “Abbà, Pai”. Estamos convictos de que Ele intercede incessantemente em nosso favor, pedindo por nós: “para que eles cheguem à perfeição da unidade e assim o mundo reconheça que Tu me enviaste e que amaste a eles como a mim” (Jo 17, 23).

Juntamente convosco agradeço o dom deste encontro de oração comum. Vejo nele uma das etapas para realizar o firme propósito que fiz no início do meu pontificado, o de considerar uma prioridade do meu ministério a restituição da UNIDADE PLENA E VISÍVEL entre os cristãos. O meu amado Predecessor, o Servo de Deus João Paulo II, quando visitou esta igreja da Santíssima Trindade, no ano de 1991, realçou: “por muito que nos comprometamos pela unidade, ela permanece sempre um dom do Espírito Santo. Estaremos disponíveis para receber este dom na medida em que teremos as nossas mentes e os nossos corações abertos a Ele através da vida cristã e sobretudo através da oração”. De facto, não nos será possível “fazer a unidade” unicamente com as nossas forças. Como recordei durante o encontro ecuménico do ano passado em Colónia: “Só a podemos obter como dom do Espírito Santo”.

É por isto que as nossas aspirações ecuménicas devem estar permeadas da oração, do perdão recíproco e da santidade da vida de cada um de nós. Exprimo o meu regozijo pelo facto de que aqui, na Polónia, o Conselho Ecuménico Polaco e a Igreja católica romana empreendem numerosas iniciativas neste âmbito.

“Olhai: Ele vem no meio das nuvens! Todos os olhos o verão, até mesmo os que o trespassaram” (Ap 1, 7). As palavras do Apocalipse recordam que todos estamos a caminho rumo ao encontro definitivo com Cristo, quando Ele revelará diante de nós o sentido da história humana, cujo centro é a cruz do seu sacrifício salvífico. Como comunidade de discípulos, estamos dirigidos para aquele encontro com a esperança e a confiança que será para nós o dia da salvação, o dia do cumprimento de tudo aquilo que desejamos, graças à nossa disponibilidade a deixar-nos guiar pela caridade recíproca que o seu Espírito suscita em nós. Edifiquemos esta confiança não sobre os nossos merecimentos, mas sobre a oração na qual Cristo revela o sentido da sua vinda à terra e da sua morte redentora: “Pai, quero que onde Eu estiver estejam também comigo aqueles que Tu me confiaste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, por me teres amado antes da criação do mundo” (Jo 17, 24).

A caminho rumo ao encontro com Cristo que “vem sobre as nuvens”, com a nossa vida anunciamos a sua morte, proclamamos a sua ressurreição, na expectativa da sua vinda. Sentimos o peso da responsabilidade que tudo isto exige; de facto, a mensagem de Cristo deve chegar a cada homem sobre a terra, graças ao compromisso daqueles que crêem n’Ele e que são chamados a testemunhar que Ele é verdadeiramente enviado pelo Pai (cf. Jo 17, 23). Portanto, é preciso que anunciemos o Evangelho, que sejamos movidos pela aspiração a cultivar relacionamentos recíprocos de caridade sincera, de modo que, à luz delas, todos saibam que o Pai enviou o seu Filho e ama a Igreja e cada um de nós, assim como amou a Ele (cf. Jo 17, 23). Tarefa dos discípulos de Cristo, tarefa de cada um de nós, é portanto tender para esta unidade, de modo a tornar-nos, como cristãos, sinal visível da sua mensagem salvífica, dirigida a cada ser humano.

Permiti que eu mencione mais uma vez O ENCONTRO ECUMÊNICO REALIZADO NESTA IGREJA com a participação do vosso grande Concidadão João Paulo II e a sua intervenção, na qual ele apresentou do seguinte modo os esforços destinados à plena unidade dos cristãos: “o desafio que se apresenta é superar pouco a pouco os obstáculos (…) e crescer juntos naquela unidade de Cristo que é uma só, aquela unidade com a qual dotou a Igreja desde o início. A seriedade da tarefa proíbe qualquer precipitação ou impaciência, mas o dever de responder à vontade de Cristo exige que permaneçamos firmes no caminho rumo à paz e à unidade entre todos os cristãos. Sabemos bem que não somos nós que curaremos as feridas da divisão e que restabeleceremos a unidade; somos simples instrumentos que Deus poderá utilizar. A unidade entre os cristãos será dom de Deus, no seu tempo de graça. Tendamos humildemente para aquele dia, crescendo no amor, no perdão e na confiança recíprocos”.

A PARTIR DAQUELE ENCONTRO MUITO MUDOU. Deus concedeu-nos fazer muitos passos rumo à compreensão e à aproximação recíprocas. Permiti que eu recorde alguns acontecimentos ecuménicos, que naquele tempo tiveram lugar no mundo: a publicação da Encíclica Ut unum sint; os acordos cristológicos com as Igrejas pré-calcedónias; a subscrição em Ausburgo da “Declaração Conjunta sobre a doutrina da justificação”; o encontro por ocasião do Grande Jubileu do Ano 2000 e a memória ecuménica das testemunhas da fé do século XX; a retomada do diálogo católico-ortodoxo a nível mundial, o funeral de João Paulo II com a participação de quase todas as Igrejas e Comunidades eclesiais. Estou ao corrente do facto de que também aqui, na Polónia, esta aspiração fraterna pela unidade pode orgulhar-se dos sucessos concretos. Neste momento, gostaria de mencionar: A ASSINATURA, no ano 2000, FEITA TAMBÉM NESTE TEMPLO pela Igreja católica romana e pelas Igrejas associadas no Conselho Ecuménico Polaco, da declaração do reconhecimento recíproco da validez do baptismo; a instituição da Comissão para o Diálogo, da Conferência Episcopal Polaca e do Conselho Ecuménico Polaco, À QUAL PERTENCEM os Bispos católicos e os CHEFES DE OUTRAS IGREJAS; a instituição das comissões bilaterais para o diálogo teológico entre católicos e ortodoxos, luteranos, membros da Igreja nacional polaca, mariavitas e ADVENTISTAS; a publicação da tradução ecuménica do Novo Testamento e do Livro dos Salmos; a iniciativa chamada “OBRA NATALÍCIA DE AJUDA ÀS CRIANÇAS”, na qual colaboram as organizações caritativas das Igrejas: católica, ortodoxa e evangélica.

Verificamos muitos progressos no campo do ecumenismo e contudo aguardamos sempre algo mais. Concedei que eu faça observar duas questões, talvez mais pormenorizadamente. A primeira refere-se ao serviço caritativo das Igrejas. São numerosos os irmãos que aguardam de nós o dom do amor, da confiança, do testemunho, de uma ajuda espiritual e material concreta. Fiz referência a este problema na minha primeira Encíclica Deus caritas est. Nela escrevi: “O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade.

A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor” (n. 20). Não podemos esquecer a ideia fundamental que desde o início constituiu o fundamento muito forte da unidade dos discípulos: “no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna” (ibid.). Esta ideia é sempre actual, mesmo se ao longo dos séculos tenham mudado as formas de ajuda fraterna; aceitar os desafios caritativos contemporâneos depende em grande medida da nossa colaboração recíproca. Alegro-me porque este problema tem um grande eco no mundo sob forma de numerosas iniciativas ecuménicas. Vejo com apreço que na comunidade da Igreja Católica e nas outras Igrejas e Comunidades eclesiais se difundiram novas formas diversas de actividades caritativas e também surgiram antigas com impulso renovado. São formas que com frequência unem a evangelização com as obras de caridade (cf. ibid., 30).

Parece que, apesar de todas as diferenças que devem ser superadas no âmbito do diálogo interconfessional, seja legítimo atribuir o compromisso caritativo à comunidade ecuménica dos discípulos de Cristo na busca de uma plena unidade. Todos nos podemos inserir na colaboração a favor dos necessitados, servindo-se desta rede de relações recíprocas, fruto do diálogo entre nós e da acção comum. No espírito do mandamento evangélico devemos assumir esta atenciosa solicitude em relação aos irmãos que se encontram em necessidade, sejam eles quem for. A este propósito na minha Encíclica escrevi que: “para o progresso rumo a um mundo melhor, é necessária a voz comum dos cristãos, o seu empenho em “fazer triunfar o respeito pelos direitos e necessidades de todos, especialmente dos pobres, humilhados e desprotegidos”” (n. 30b). A quantos participam no nosso encontro desejo hoje que a prática da caritas fraterna nos aproxime cada vez mais e torne mais credível o nosso testemunho em favor de Cristo perante o mundo.

A segunda questão à qual desejo fazer referência, diz respeito à vida conjugal e à familiar. Sabemos que entre as comunidades cristãs, chamadas a testemunhar o amor, a família ocupa um lugar particular. No mundo de hoje, no qual se estão a multiplicar relações internacionais e interculturais, cada vez com mais frequência se decidem a fundar uma família jovens que são provenientes de diversas tradições, de diversas religiões, de diversas confissões cristãs. Várias vezes, para os próprios jovens e para os seus familiares, é uma decisão difícil que inclui vários perigos relativos quer à perseverança na fé quer à construção futura da ordem familiar, assim como à criação de um clima de unidade da família e de condições oportunas para o crescimento espiritual dos filhos.

Contudo, precisamente graças à difusão numa escala mais ampla do diálogo ecuménico, a decisão pode originar a formação de um laboratório prático de unidade. Por isso são necessárias as benevolências recíprocas, a compreensão e a maturidade na fé de ambas as partes, assim como das comunidades das quais provêm. Desejo expressar o meu apreço pela Comissão Bilateral do Conselho para as Questões do Ecumenismo da Conferência Episcopal Polaca e do Conselho Ecuménico Polaco que iniciaram a elaboração de um documento no qual é apresentada a comum doutrina cristã sobre o matrimónio e sobre a família e são estabelecidos princípios, aceitáveis para todos, para contrair matrimónios interconfessionais, indicando um programa comum de solicitude pastoral para esses matrimónios. Desejo a todos que nesta delicada questão, seja incrementada a confiança recíproca entre as Igrejas e a colaboração que respeita plenamente os direitos e a responsabilidade dos cônjuges para a formação na fé da própria família e para a educação dos filhos.

“Eu dei-lhes a conhecer quem Tu és e continuarei a dar-Te a conhecer, a fim de que o amor que me tiveste esteja neles e Eu esteja neles também” (Jo 17, 26). Irmãos e irmãs, pondo toda a nossa confiança em Cristo, que nos faz conhecer o seu nome, caminhamos todos os dias rumo à plenitude da reconciliação fraterna. A sua oração faça com que a comunidade dos seus discípulos na terra, no seu mistério e na sua unidade visível, se torne cada vez mais uma comunidade de amor na qual se reflecte a UNIDADE do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

[Tradução distribuída pela Santa Sé
© Copyright 2006 – Libreria Editrice Vaticana

http://www.zenit.org/article-11546?l=portuguese

ISSO TEM ALGUMA COISA A VER COM PROSTITUIÇÃO DE QUE FALA APOC. 17?
QUANTOS IRMÃOS DA IASD SABEM DISSO?
SÃO MUITO OPORTUNAS AS PALAVRAS DE APOC. 18:4.

Paulo Augusto da Costa Pinto.

POUCO A POUCO, IRMÃOS NA ITÁLIA (MILÃO) E EM VÁRIAS PARTES DO MUNDO VÃO SENDO ADVERTIDOS QUANTO AO PERIGO ESPIRITUAL EM CONTINUAR ADORANDO A UMA TRINDADE E VÃO SENDO DESPERTADOS, APÓS O QUE ABANDONAM A FALSA ADORAÇÃO E PASSAM A SERVIR AO DEUS ÚNICO MEDIANTE SEU DIVINO FILHO JESUS CRISTO, À SEMELHANÇA DO REMANESCENTE DE DEUS EM TODOS OS TEMPOS.
A IRMÃ VALNÍSIA TEM CRIADO ESSE CANAL COM SEUS IRMÃOS DE FÉ EM MILÃO, ITÁLIA, OBJETIVANDO PARTILHAR COM VOCÊ UM POUCO DO QUE O GRUPO VEM REALIZANDO PARA A HONRA E A GLÓRIA DE DEUS.

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“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, palavras libertadoras de Cristo, o filho único do Deus único e verdadeiro, o Pai, em João 8:32.
Marcos Pinheiro escreveu:
“Alguns que defendem o engajamento do crente na política dizem: “a história de José do Egito nos dá apoio para a participação dos reinos políticos deste mundo”. Para refutar esse argumento, basta lermos Gênesis 41: 40-41 que diz: “tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu. Disse mais Faraó a José: vês, aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito”. Observe que José não se ofereceu para governar. José não disse a Faraó que estaria à disposição para administrar o Egito. Ele não se autocandidatou. Por ter José interpretado o sonho de Faraó, este o colocou na posição de governante. José foi colocado involuntariamente na posição governamental porque Faraó viu nele um homem que tinha o Espírito de Deus: “e disse Faraó a seus servos: acharíamos um varão como este, em que haja o Espírito de Deus?” (Gn 41:38). Hoje, as pessoas dizem: “votem em mim, pois tenho princípios cristãos, usarei isto nas minhas decisões políticas”. Ou seja, as pessoas lançam-se como “candidatos de Deus”. O desejo por uma posição parlamentar é expresso de modo muito claro, o que não ocorreu com José.
Uma verdade temos que acatar que a palavra “governador” em Gênesis 42:6, não pode ser entendida no sentido político de hoje. José não era o governador político do Egito, mas o administrador do trigo, o cereal. Ele era o gestor da fazenda do Egito (Salmo 105:21). Em Genesis 41:34 diz: “faça isso Faraó, e ponha governadores sobre a terra”. Nos versos 48, 49 e 56 do capítulo 41 de Gênesis, vemos José gerenciando, administrando o cereal de todo o Egito.
O governador político do Egito sempre foi Faraó, em hipótese alguma foi José. Em Gênesis 41:40, lemos “tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo; SOMENTE NO TRONO SEREI MAIOR QUE TU”. Ou seja, Faraó quis deixar bastante claro que ele era o governador político do Egito. Em Salmo 105:20, lemos: “mandou o rei e o fez soltar; o dominador dos povos o soltou”. Quem é esse rei? Quem esse rei soltou? Veja o que diz Gênesis 41:14: “então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó”. Logo, o rei de Salmo 105:20 é Faraó, o governador político do Egito que soltou José do cárcere.
Outra verdade que temos que abraçar é que Deus tinha um plano específico ao permitir que José fosse o administrador do trigo do Egito.
“Jacó e seus filhos habitavam na terra das peregrinações, a terra de Canaã: “e Jacó habitava na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã” (Gn 37:1). Deus fez com que viesse uma terrível seca sobre a terra. A fome prevalecia em todas as terras inclusive em Canaã, onde habitava Jacó e seus filhos “porquanto a fome prevaleceu em todas as terras” (Gn 41:57), “havia fome na terra de Canaã” (Gn 42:5). Essa situação calamitosa fez com que Jacó ordenasse que os seus dez filhos, irmãos de José, que moravam em Canaã descessem ao Egito para comprar trigo “disse mais Jacó: eis que tenho ouvido que há mantimentos no Egito; descei até lá e comprai-nos trigo, para que vivamos e não morramos. Então desceram os dez irmãos de José, para comprarem trigo no Egito” (Gn 42:2-3).
O propósito de o Senhor permitir que a terrível seca se alastrasse sobre toda a terra, fazendo com que os irmãos de José descessem ao Egito, foi para que eles se quebrantassem e se arrependessem dos seus maus caminhos. Os irmãos de José eram maus e carnais (Gn 37:2); cheios de ódio (Gn 37:4); invejosos (Gn 37:11); mentirosos e homicidas (Gn 37:20). Eles habitavam fisicamente na terra de Canaã, a terra da promessa, porém, espiritualmente, estavam no Egito. Deus pôs José como administrador do Egito para ele mostrar a seus irmãos que quem governava os seus corações não era o Senhor Deus. José provou seus irmãos para ver como estavam seus corações (Gn 44:1-12). José percebeu que seus irmãos estavam humildes e quebrantados. Demonstraram mudança real de caráter. Assumiram a culpa pela iniqüidade que praticaram no passado. José, então, se deu a conhecer a seus irmãos. Nessa ocasião, José revelou a seus irmãos o propósito de tudo o que tinha acontecido “agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós. Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra e para guardar-vos em vida por um grande livramento” (Gn 45:5-7). Note que Deus operou através de José, colocando-o como administrador do trigo do Egito por um propósito bem definido: preservação do povo do concerto do qual desencadearia o Cristo. Era necessário que os irmãos de José fossem para o Egito, pois lá aprenderiam através da vida de José, que aqueles que são submissos a Deus, são espirituais, santificados e praticantes da justiça. O Senhor permitiu a José ser o gestor da fazenda do Egito para quebrantar os corações de seus irmãos e mostrar-lhes que no meio de danos e injustiças deve-se ser perdoador. José não consumiu o amor de seu coração em sentimento vingativo e rancoroso, não se preocupou com as injustiças sofridas, mas olhou para frente e não para trás. Isso marcou o coração de seus irmãos, que mais tarde tornar-se-iam um povo nitidamente separado, dedicado exclusivamente a Deus, assumindo o seu papel no plano divino da redenção. Portanto, não podemos usar um propósito específico de Deus, José como administrador do trigo do Egito, e generalizá-lo, a fim de justificar o engajamento do crente na política desse mundo”.
Fonte: http://voltemosraizes.blogspot.com.br/2010/01/o-crente-e-politica-parte-ii.html