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Estão Russos Inclusos na Cruz de Cristo?

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Pressionado pela embaixada da Ucrânia na Santa Sé, para não incluir uma russa na celebração da paixão de Cristo, no Coliseu, na sexta-feira última, dia 15 de abril, o Vaticano manteve a participação, mas aboliu o texto escrito pela mesma em conjunto com Irina, uma ucraniana, sua amiga, segundo o Portal UOL de Notícias.
Albina, a russa, pós graduanda no Centro de Tratamentos Paliativos, do Campus Biomédico de Roma, participou da cerimônia conjuntamente com Irina, enfermeira no nesmo Centro, ucraniana, e sua amiga, mas o texto escrito por ambas foi abolido, segundo o referido Portal.
Em primeiro lugar, é de se perguntar se é correto, quando se leva em conta, o princípio do ESTADO LAICO com a SEPARAÇÃO da IGREJA E ESTADO ou RELIGIAO E ESTADO, se embaixadas na SANTA SÉ, governo eclsiastico da Igreja Católica, não estariam ferindo o PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO DA IGREJA E ESTADO.
Mas vamos, sobretudo, à mensagem da Cruz:
A mensagem bíblica da Cruz é de que, através do sacrifício de Cristo na mesma, Deus se reconcilia com os seres humanos pecadores, possibilitando também a reconciliação de seres humanos uns com os outros:
” …e por intermédio dele ( Cristo), (Deus) RECONCILIASSE consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus, estabelecendo a PAZ PELO SEU SANGUE NA CRUZ.” Colossenses 1:20.KJA
Por mais que esteja uma nação debaixo da ofensiva de outra em seu próprio território e busque, desesperadamente, por solidariedade, não tem ela, entretanto, através de seus representantes diplomáticos, o direito de, ao ir em busca desta solidariedade, passar por cima do significado da Cruz que é, sobretudo, reconciliação.
Por mais agredida que esteja, é bom se perguntar, que direito tem a Ucrânia de espalhar antes e, sobretudo, agora, depois do início deste conflito no dia 24 de fevereiro último, uma RUSSOFOBIA sem precedentes a ponto de querer manipular uma cerimônia religiosa alusiva à morte de Cristo na Cruz, que é, sobretudo conciliatória???
Que direito tem a Ucrânia, que vem sistematicamente agredindo seus próprios cidadãos de etnia russa, sobretudo depois do golpe de estado de 2014, quando foi deposto um presidente ucraniano pró-Rússia, legitimamente eleito, de utilizar sua embaixada na Santa Sé para tentar excluir uma russa de participar da comemoração da morte de Cristo que foi por cada ser humano, independentemente de sua etnia?
Independentemente também de que a Igreja Católica Romana tenha sido a promotora da cerimônia, Irina, a ucraniana, e Albina, a russa, foram convidadas para participarem exata e precisamente da DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO, que é a ESTAÇÃO sobre a MORTE DE CRISTO NA CRUZ, e por mais que um país esteja sobre agressão de outro, não tem o direito de manipular uma cerimônia que evoca a maior das agressões já sofrida por um ser humano que foi a morte de CRISTO NA CRUZ, cuja finalidade é, sobretudo, reconciliação, redenção propiciação e justificação.
Que Deus e Cristo, seu amado Filho, sejam louvados e que, onipresentes através do santo espírito estejam com cada leitor.
Uma feliz Pascoa.
Dr. Carlos Lavrado, Matelândia, domingo ( de Páscoa), 17 de abril de 2022.