- Ao Deus Único - http://aodeusunico.com.br -

Daniel 8:14 – 2300 anos ou 2300 sacrifícios? Antíoco Epífanes um Tipo do Anticristo do Tempo do Fim?

FONTE: UNID.

1.“Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas.” Amós 3:7.

Será que a profanação ocorrida ao Santuário e o terrível massacre de dezenas de milhares de judeus, ainda durante o Império Grego, não foram previstos e anunciados por Deus ao Seu povo? Teria Deus falhado? Será que a profecia de Daniel 8 não foi o aviso de Deus à essa tragédia que se abateu sobre Seu Santuário terrestre e Seu povo entre 168 AC e 165 AC? Foi um período negro para o povo judaico. Como o Senhor Deus não levantou profetas para registrar os acontecimentos ocorridos entre o último livro do Velho Testamento (Malaquias) e o primeiro livro do Novo Testamento (Mateus), necessariamente temos que buscar dados através o trabalho dos historiadores. O mais confiável entre todos os demais destacamos: FLÁVIO JOSEFO. Ele era um historiador judeu.

Pelo que nós já vimos, o chifre pequeno de Daniel 7 é um poder religioso apóstata que surgiu depois da extinção do império romano em 476 AD. Conforme Daniel 7:24-25, houve então a divisão do império romano. O império romano fragmentou-se em 10 reinos, entre os quais se levantaria um, diferente dos outros dez, o qual proferiria palavras contra o Altíssimo, consumiria os santos do Altíssimo, cuidaria em mudar os tempos e a lei e os santos lhe seriam entregues na mão por um tempo, e tempos e metade de um tempo. De fato esta profecia cumpriu-se em 538 AD a 1798 AD. É a profecia dos 1260 anos.

Mas quem é o rei, feroz de semblante, representado pelo chifre pequeno de Daniel 8? Há uma opinião quase unânime entre os eruditos bíblicos judeus e de muitos cristãos, de que o chifre pequeno de Daniel 8 é ANTÍOCO EPIFÂNIO IV.
Tudo se ajusta perfeitamente ao período do reinado de Antíoco Epifânio IV. O mesmo não se pode dizer de Roma Pagã e nem da Roma Cristã.

2. O que significavam as 2300 tardes e manhãs?

O período de profanação e purificação do santuário terrestre referidos em Daniel 8 cumpriram-se literalmente em 1150 dias, no final do império grego.. Daniel 8:14 não fala em 2300 dias, mas em 2300 tardes e manhãs. Todo o capítulo 8 de Daniel está relacionado com o santuário terrestre. Como vimos, os animais aí mencionados tem relação com as atividades do santuário. Não se pode dizer o mesmo dos animais de Daniel 7. Estas 2300 tardes e manhãs, pelo contexto, estão relacionados com os sacrifícios diários do templo. Qual foi o entendimento de Daniel em relação ao holocausto contínuo mencionado em Daniel 8:11-13?

“Isto, pois, é o que oferecerás sobre o altar; dois cordeiros de um ano cada dia continuamente. Um cordeiro oferecerás pela manhã e o outro cordeiro oferecerás à tardinha;…E o outro cordeiro oferecerás à tardinha, e com ele farás oferta de cereais como com a oferta da manhã, e conforme a sua oferta de libação, por cheiro suave; oferta queimada é ao Senhor. Este será o HOLOCAUSTO CONTÍNUO por vossas gerações, à porta da tenda da revelação, perante o Senhor, onde vos encontrarei, para falar contigo ali.” Êxodo 29:38-42.

O que Daniel tinha na cabeça eram 2300 sacrifícios (um à tardinha e o outro de manhã) e não 2300 anos como querem alguns. No Santuário eram realizados 2 (dois) sacrifícios diários. Para sabermos a quantidade de dias, basta dividirmos 2300 sacrifícios por 2, cujo resultado dá: 1.150 dias literais. Não seria correto afirmar que 2300 tardes e manhãs são exatamente 1.150 dias? Como que uma tarde + uma manhã de sacrifícios podem ser igual a 01 (um) ano profético?

Causa muita estranheza o fato de usar a data de 457 AC, que é o início da contagem das 70 semanas (Daniel 9:24-27), com as 2300 tardes e manhãs (Daniel 8:14), isto porque, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

A história nos confirma que o santuário terrestre foi agredido e profanado por Antíoco Epifânio IV, no final do Império Grego, de 168 a 165 AC e purificado por Judas Macabeus. Vários historiadores registraram em detalhes a invasão e profanação ao santuário judaico por Antíoco Epifânio IV. Destacamos aqui dois dos mais confiáveis, não só por parte dos judeus, mas também pela comunidade teológica internacional: Flávio Josefo e Judas Macabeus. Embora os livros escritos por Judas Macabeus (I Macabeus e II Macabeus) sejam apócrifos, isto é, não aceitos como inspirados, os historiadores, no entanto, os têm usado como documentos de grande valia para resgatar a verdadeira história do povo judeu. Como os escritos de Judas Macabeus não são aceitos por muitos cristãos, optamos em priorizar textos escritos pelo historiador Flávio Josefo, do seu livro “História dos Hebreus”. Tudo o que Flávio Josefo escreveu sobre o massacre liderado por Antíoco Epiânio IV, é confirmado por Judas Macabeus em seus dois livros I Macabeus e II Macabeus.

Flávio Josefo relata o seguinte sobre a ponta pequena e da profanação do templo judaico pelas mãos de Antíoco Epifânio IV:

“…como o profeta Daniel tinha predito,… dizendo clara e distintamente que o templo seria profanado pelos macedônios.” História dos Hebreus, Ed. CPAD, p. 291.

Como Flávio Josefo viveu na época dos apóstolos, é obvio que ele sabia bem melhor do que nós o que estava afirmando. Talvez ele tivesse em mãos evidências que hoje não existam mais com relação a Antíoco Epifânio IV, pois ele faz uma afirmação muito convicta. Um recente escritor de nome C. Mervyn Maxwell, autor do livro “Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel”, p. 293, impresso pela Casa Publicadora Brasileira, escreveu o seguinte:
“Josefo, o famoso historiador judeu, sustentava esse ponto de vista no primeiro século da era cristã. É possível que os discípulos de Cristo também o tenham feito
.”

É interessante que este autor sustenta a idéia de que até mesmo os discípulos acreditavam nesta versão.
É bom lembrar que após a morte de Alexandre, o Grande, em 323 AC, o império greco-macedônico dividiu-se, passando a ser liderado por 4 generais, a saber:

Cassandro- ficou com a Macedônia
Lisímaco – ficou com a Ásia Menor e a Trácia
Seleuco – ficou com o norte da Síria, Mesopotânia e Oriente (desta dinastia saiu Antíoco Epifânio)
Ptolomeu – ficou com o Egito, a Palestina e sul da Síria.

3. Como se prova que as 2300 tardes de manhãs (ou 1150 dias literais) de contaminação do Santuário terrestre de Jerusalém, cumpriram-se em Antíoco Epifanio IV?

Iremos provar agora, como Antíoco Epifânio IV se ajusta perfeitamente à profecia de Daniel 8:

a) Daniel 8:9 – Ainda de um deles (de um dos 4 chifres) saiu um chifre pequeno, o qual cresceu muito para o sul, e para o oriente, e para a terra formosa.”

A história nos confirma que Antíoco Epifânio IV foi o oitavo governador da dinastia dos Selêucidas. Saiu portanto de um dos quatro chifres do bode peludo (Grécia). Ele reinou de 175 a 164 AC. A Bíblia diz que esse rei cresceria muito para o sul.

Observem o que diz o historiador Flávio Josefo:

“A profunda paz que Antíoco gozava e o desprezo que ele tinha pela pouca idade dos filhos de Ptolomeu, que os tornava incapaz de tomar conhecimento das coisas, fê-lo conceber a idéia de conquistar o Egito. Declarou guerra, e entrou no país com um poderoso exército; foi diretamente a Pelusa, enganou o rei Filopator, tomou Mênfiz e marchou para Alexandria, para se apoderar da cidade da pessoa do rei.” História dos Hebreus, p. 286.

Geograficamente Egito situava-se ao sul, exatamente como previu o profeta Daniel. Como a dinastia dos Selêucidas já tinha o domínio do oriente, desde a divisão do império greco-macedônico, conforme previsto pela profecia bíblica, as Sagradas Escrituras dizem ainda que esse rei cresceria para a “terra formosa” (Jerusalém). Teria Antíoco Epifânio IV prosperado no intento contra Jerusalém? Teria ele profanado o templo? Para desespero dos que defendem a idéia da purificação do santuário celestial a partir de 1844, a resposta é: SIM. Esse homem fez coisas terríveis contra os judeus. A esse respeito Flávio Josefo escreveu o seguinte:

“No vigésimo quinto dia do mês, que os hebreus chamam de Quisleu e os macedônios, Apeleu, na centésima qüinquagésima terceira Olimpíada, ele (Antíoco Epifânio IV) voltou a Jerusalém e não perdoou nem mesmo aos que o receberam na esperança de que ele não faria nenhum ato de hostilidade. Sua insaciável avareza fez com que ele não temesse violar também a sua fé para despojar o templo de tantas riquezas de que sabia estava ele cheio. Tomou os vasos consagrados a Deus, os candelabros de ouro, a mesa sobre a qual se punham os pães da proposição e os turíbulos. Levou mesmo as tapeçarias de escarlate e os linhos finos, pilhou os tesouros, que tinham ficado escondidos por muito tempo; afinal, nada lá deixou. E para cúmulo de maldade proibiu aos judeus de oferecer a Deus os sacrifícios ordinários, segundo sua lei a isso os obrigava. Depois de ter assim saqueado toda a cidade, mandou matar uma parte dos habitantes e fez levar dez mil escravos com suas mulheres e filhos, mandou queimar os mais belos edifícios, destruiu as muralhas, e construiu, na cidade baixa, uma fortaleza com grandes torres, que dominavam o templo e lá colocou uma guarnição de macedônios, entre os quais estavam vários judeus maus e tão ímpios, que não havia males que eles não infligissem aos habitantes. Mandou também construir um altar no templo e lá fez sacrificar porcos, o que era uma das coisas mais contrárias à nossa religião.Obrigou então os judeus a renunciarem ao culto do verdadeiro Deus, para adorar seus ídolos, ordenaram que se lhes construíssem templos em todas as cidades e determinou que não se passasse um dia, que lá não se imolassem porcos. Proibiu também aos judeus, sob penas graves, que circuncidassem seus filhos e nomeou fiscais para vigiarem se eles observavam suas determinações, as leis que ele impunha, e obrigá-los a isso, se recusassem. A maior parte do povo obedeceu-lhe, fê-lo voluntariamente ou de medo; mas essas ameaças não puderam impedir aos que tinham virtude e generosidade, de observar as leis de seus pais; o cruel príncipe os fazia morrer, por vários tormentos. Depois de os ter feito retalhar a golpes de chicote, sua horrível desumanidade não se contentava de faze-los crucificar, mas enquanto respiravam, ainda fazia enforcar e estrangular, perto deles, suas mulheres e os filhos que tinham sido circuncidados. Mandava queimar todos os livros das Sagradas Escrituras e não perdoava a um só de todos aqueles em cujas casas os encontrava.” História dos Hebreus, p. 287.

O historiador Flávio Josefo menciona a data de 25 de Quisleu, como início da oferta de sacrifícios impuros. A invasão e profanação, no entanto, ocorreu um pouco antes, em 15 de Quisleu de 145 (Ano Selêucida que corresponde a 10 de dezembro de 168 AC do calendário Juliano), conforme registrado pelo historiador Judas Macabeus em I Mac. 1:37-54, com a introdução da abominação desoladora sobre o altar dos holocaustos, ou seja, a ereção do altar do deus pagão Zeus ou Júpiter. Em 25 de Quisleu de 148 (ano 165 AC do calendário Juliano), o templo foi purificado e reedificado ao Senhor por Judas Macabeus, conforme I Mac. 1:54. Essa data é anualmente comemorada pelo povo judeu e é conhecida como “Festa da Dedicação” (João 10:22).

Obs.: O livro de Macabeus está sendo mencionado neste trabalho apenas para completar um fato histórico e não para defender uma questão teológica.

Contando o tempo desde a introdução da abominação no templo, em 15 de Quisleu de 145 (10 de dezembro de 168 AC pelo calendário Juliano), até 25 de Quisleu de 148 (20 de dezembro de 165 AC pelo calendário Juliano), temos 3 anos e 10 dias, ou seja, 1105 dias (365 x 3 + 10), faltando para 1150, apenas 45 dias.
Segundo a nota de rodapé da Bíblia católica – Ed. Paulinas, Pontifício Instituto Bíblico de Roma, o dia 15 de Quisleu corresponde a 10 de dezembro de 168 AC, e conforme Braley em “A Negleted Era”, o decreto contra a religião judaica emitido por Antíoco Epifânio IV e descrito em I Mac. 1:41, foi enviado em 25 de outubro de 168 AC. Ora, de 25 de outubro até 10 de dezembro, temos 45 dias. Somando 1105 dias + 45 dias, temos um total de 1150 dias.

b) Dan. 8:10-11 – “E se engrandeceu até o exército do céu; e lançou por terra algumas das estrelas desse exército, e as pisou. Sim, ele se engrandeceu até o príncipe do exército; e lhe tirou o holocausto contínuo, e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo.”

Esta passagem bíblica não está falando de seres celestiais, porque nenhum império, nem sequer Roma lançou por terra seres celestiais. A interpretação é dada pela Bíblia:

Os filhos de Jacó são descritos no sonho de José como “estrelas”. Gênesis 37:9
Os governantes judeus são chamados “exércitos dos céus no alto”. Isaías 24:21
O termo “príncipe do exército” tem o significado de cabeça, chefe, general, administrador, etc. Neste caso seria o sumo sacerdote do templo judaico. Em Atos 23:4-5, o apóstolo Paulo chama o Sumo Sacerdote Ananias de “príncipe”. Quando Antíoco Epifânio IV se engrandeceu contra o príncipe do santuário, ele literalmente fez isto contra o sumo sacerdote Onias III, ao enviá-lo ao exílio e, mais tarde, mandou matá-lo da maneira mais cruel.

c) Dan. 8:25 – “…mas será quebrado sem intervir mão de homem.”

A história nos confirma que Antíoco Epifânio IV saiu de cena por motivo de uma doença incurável. Uma profecia cumprida nos mínimos detalhes.

4.UM ESCLARECIMENTO SOBRE O SIGNIFICADO DO TERMO “TEMPO DO FIM”.

1. Não diz a Bíblia que a profecia das 2300 tardes e manhãs ocorrerá no tempo do fim?

Muitos teólogos insistem na ideia de que a profecia de Daniel 8 terá seu clímax no tempo do fim, ao citarem Daniel 8:17, 19 e 26. Será que o termo “tempo do fim” nos textos mencionados não se refere ao fim do tempo destinado ao império grego? Os mesmos segmentos religiosos que sustentam a ideia de uma purificação do santuário celestial a partir de 1844, ensinam que o fim do império grego deu-se em 168 AC. E essa é a mesma conclusão que se chega ao analisar Daniel 11. O referido capítulo é uma continuidade de Daniel 8, pois trata da destruição da Medo-Pérsia pela Grécia, a divisão da Grécia em quatro e o conflito no tempo do fim entre as duas dinastias gregas sobreviventes: selêucidas do lado norte e ptolomeus do lado sul. Todo o contexto do capítulo trata deste assunto. Diz que o império medo-persa será destruído pelo rei da Grécia; o reino será dividido em quatro, ocorrerá a guerra entre o rei do sul e o rei do norte. Favor ler Daniel 11:1-4 e 11″.

FONTE: http://www.verdadeemfoco.com.br/estudo.php?id=16

Leia também:

Daniel capítulo 8 tem alguma coisa a ver com Roma? Poderia reler o capítulo com muita atenção sem catecismos por perto? Eu o fiz e tive outra visão que a equivocada/induzida que tive por 41 anos na iasd.

Daniel capítulo 8 fala de dois mil e trezentos anos? Nas regras de interpretação se permitem duas transformações ou uma só? Pode-se transformar tardes e manhãs em dias e depois transformar dias em anos? Onde está esse respaldo bíblico?

Em Daniel 5:25 por que 7 tempos não são 7 anos proféticos ou 2.520 anos literais?

Daniel 8:9 fala de um chifre pequeno surgido de um dos quatro chifres, os quatro generais gregos. Poderia ser o papado, o mesmo de que fala Daniel 7:24 e 25, ou outro poder oriundo entre os gregos?

Desmond Ford levanta muitas questões penetrantes, a partir das “reuniões em Glacier View causaram tal impacto que o evento acabou sendo mencionado em revistas como Newsweek, Time e Christianity Today. Em seu texto, Ford alegou as seguintes posições:

  1. Hebreus não ensina nossa posição tradicional sobre o santuário.
  2. Hebreus ensina que Cristo, em sua ascensão, entrou no Lugar Santíssimo à direita de Deus.
  3. Hebreus ensina que o primeiro compartimento era um símbolo da era tipológica e não afirma em qualquer lugar que possui um significado celestial com respeito a uma fase do ministério.
  4. A purificação do santuário em Hebreus 9:23 refere-se ao que Cristo realizou por ocasião de sua morte, e já havia sido realizado na época em que a epístola foi escrita.
  5. A Bíblia não ensina em lugar algum que um dia representa um ano nas profecias.
  6. Daniel 9 não usa o princípio dia-ano. Ele não faz referência a dias.
  7. O contexto de Daniel 8:10-14 nada diz sobre a contaminação do santuário celestial pelos pecados dos santos, mas refere-se muito a um vil poder terrestre lançando o santuário terrestre por terra. Como esperado, a promessa do qdcn em 8:14 é “vindicar”, “justificar”, ou restaurar” – nenhum dos quais surge do cerimonial de Levítico 16.
  8. Apenas Antíoco Epifânio cumpre os detalhes específicos da ponta pequena de Daniel 8 e do homem vil de Daniel 11. Todos os outros cumprimentos, tais como Roma pagã e papal, são cumprimentos mais de princípio do que de detalhes.
  9. Daniel 8:14 é uma resposta a uma pergunta sobre a duração do sucesso de um poder vil – e não um aviso sobre um juízo investigativo dos pecados dos santos.
  10. Daniel 7:9-13 é uma cena de juízo com foco no chifre pequeno, não nos santos. (O PASTOR GEORGE KNIGHT, EM SEU LIVRO “A VISÃO APOCALÍPTICA E A NEUTRALIZAÇÃO DO ADVENTISMO”, DIZ O MESMO).
  11. Apocalipse 14:7 fala de um juízo sobre Babilônia, não sobre os santos.
  12. O Novo Testamento em lugar algum antecipa 20 séculos entre os dois adventos, mas antecipa o retorno iminente de Cristo no mesmo século em que os evangelhos e as epístolas foram escritos.
  13. Nada no Novo ou Antigo Testamento ensina que o santuário é contaminado apenas quando confessamos nossos pecados.
  14. O sangue das ofertas do povo comum nunca entrava no primeiro compartimento. Era um evento raro quando o sangue era levado para lá.
  15. O Novo Testamento não ensina que Cristo está atualmente ministrando pelo pecado no santuário celestial assim como o sacerdote terreno tem sido apresentado pelos adventistas atuando no santuário típico.
  16. É impossível ser dogmático quanto a datas precisas de cumprimentos proféticos.
  17. Não há evidência de que 22 de outubro era o décimo dia do sétimo mês de 1844.
  18. Quando nossos pioneiros, incluindo Ellen G. White, aplicaram Mateus 25:1-13 ao movimento de 1844 e juntaram a entrada de Cristo no Santíssimo com a vinda do noivo em 22 de outubro de 1844, eles assumiram uma posição que é extremamente indefensível exegeticamente.
  19. Nossos pioneiros, incluindo Ellen White, erraram quanto à “porta fechada”, e mantiveram seu erro até aproximadamente 1851.
  20. Não há textos bíblicos claros que ensinam o juízo investigativo”. (Nos moldes defendidos pela iasd)

FONTE: Araújo, Glauber S. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO – 2006 DESMOND FORD E A DOUTRINA DO SANTUÁRIO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DUAS FASES DISTINTAS. Ano 3 – Número 1 – 1º. Semestre de 2007  www.unasp.edu.br/kerygma p.53 www.unasp.edu.br/kerygma/monografia5.05.asp

RESPOSTA A UM AMADO IRMÃO QUE ACHA QUE OS ADORADORES DO DEUS ÚNICO ESTÃO EQUIVOCADOS