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A Conversão de Naamã Começou Pela Fé de Uma Menina Israelita Cativa

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Era um poderoso comandante da Síria, “respeitado e honrado pelo seu senhor” (2 Reis 5:1), “mas esse grande guerreiro ficou leproso”, doença que ataca nervos e pele. Hoje a lepra é tratada através de antibióticos. Naquela época isso não estava disponível para Naamã, por isso, aqui começou o milagre de Deus.
Eldier escreveu que tudo começou pela fé de uma menina israelita cativa, que devia ser muito íntima da esposa de Naamã. Dela vem a “receita” para o comandante procurar um profeta em Samaria, na confiança que ele curaria a doença (1 Reis 5:3). A esperança brotou no coração do homem, se havia uma chance, correria atrás dela. Primeiro pediu permissão ao seu senhor, que além de permitir, escreveu uma carta para que fosse entregue ao rei de Israel (2 Reis 5:6). Sem conhecer os procedimentos divinos, Naamã partiu com presentes de alto valor, uma recompensa para o profeta que o curasse.
O teor da carta: “Junto com esta carta estou te enviando meu oficial Naamã, para que o cures da lepra” (2 Reis 5:6).
O rei de Israel, em pânico ao ler a carta, esbravejou, “sou Deus, que comanda a vida ou a morte, sou médico, sou curandeiro, sou profeta, esse sírio está procurando um motivo para entrar em guerra comigo”(2 Reis 5:7). Alguém deve ter avisado a Eliseu que o rei estava apavorado.
Então, o rei recebeu uma mensagem do profeta Eliseu: “Por que rasgaste tuas vestes? Envia o homem a mim, e ele saberá que há profeta em Israel” (2 Reis 5:8). Naamã foi orientado a ir a casa de Eliseu, que nem saiu para falar com ele, não por causa da lei para não se aproximar de um leproso (Lev 13:46), mas por causa da sabedoria do profeta, era Deus e seu filho Jesus que haviam de se aproximar de Naamã, que nem imaginava que a menina israelita cheia de fé continuava orando pro ele.
Eliseu não saiu para se encontrar com Naamã, não se prendeu a nenhuma falsidade, ilusão, ritual, não era um curandeiro, médium, ou pastor fazendeiro ou não (que adoram dízimos), como hoje. Não!
Naamã sentiu-se desprezado, “será esse o profeta que a menina falou?”. Desprezou também a “receita”, simples, mergulhar sete vezes no rio Jordão para ter sua pele restaurada (2 Reis 5:10). Achou que seria examinado pelo profeta e tb o rio que deveria mergulhar. Um dos servos teve a liberdade de dizer, que o pedido do profeta não era cousa difícil (2 Reis 5:13). Naamã estava demasiado triste com sua condição, para pensar que sete mergulhos poderiam fazer toda a diferença, não poderia Deus curar num só? A cada vez que ele mergulhava a misericórdia divina agia, ao término do sétimo mergulho, ele e seus servos viram que sua pele se tornará como de uma criança (2 Reis 5:14).
Naamã voltou querendo recompensar Eliseu, “agora sei que não há Deus em nenhum outro lugar, senão em Israel. Ofereceu um presente a Eliseu que nada aceitou (2 Reis 5:15).
O comandante não se esqueceu dessa viagem, imaginem seu encontro com a menina cativa, mas missionária de Deus. Naamã nunca soube, embora servindo a Deus, que ele havia recebido a visita de Jesus, porque dentre todos os leprosos na sua época, somente ele foi purificado (Lucas 4:27). Deus encontrou em seu coração um lugar para fazer sua morada”.
Confiemos em Deus e em Jesus, que garantiu: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. João 8:32.
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FONTE: https://ccbnovascriaturas.forumeiros.com/t4295-a-conversao-de-naama-comecou-pela-fe-de-uma-menina-israelita-cativa